quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Rapidinhas da semana.

1. O presidente Lula afirmou, em um jantar patrocinado por empresários, que a carga tributária do país não pode cair porque os impostos são necessários para se ter um Estado forte. Ao mesmo tempo, exigiu esforços do empresariado para diminuírem o preço de suas mercadorias para que possam competir com o mercado externo.

Só se os empresários contratarem como consultor o Cris Angel e o David Coperfield para diminuir preços sem diminuição da cobrança tributária. No Brasil é assim. Ao invés de se diminuírem os gastos do governo, aumentam-se impostos.

2. A conferência sobre o clima em Copenhagen acabou em pizza. Os países ricos não cederam, especialmente os EUA, o que contribuiu para o fracasso da convenção. Milhares de manifestantes de ONGs ambientalistas ficaram frustrados com o resultado, e a comunidade científica cada vez mais alerta para as conseqüências do aquecimento global causado pelo homem.

E na semana que acabou a tal Cop 15, a Alemanha registrou a menor temperatura da história, nevascas intensas bateram recordes na América do Norte, e em toda a Europa, incluindo o sul europeu, tradicionalmente de clima mais ameno. Ah, mas já sei a resposta: “este frio incomum é mais uma prova das mudanças climáticas causadas pelo homem.” Afinal, parece que agora a população gostaria de que o aquecimento global fosse tão terrível quanto falam.

3. O caso do menino Sean que está sendo devolvido a seu pai tem causado bastante comoção nacional, e vem sendo veiculado diuturnamente na mídia. A avó da criança chegou a mandar uma carta ao presidente Lula pedindo para reconsiderar a decisão do governo, a qual não foi respondida. A criança deve ser entregue ao seu pai biológico e deve morar nos EUA.

Parece que esqueceram que o nosso presidente é analfabeto, ou não contrataram a Fernanda Montenegro para ler e escrever as cartas de Lula. Finalmente, depois de sucessivas mancadas (casa pra Zelaya, casa pra Battisti), o Brasil deu uma dentro. Imaginem se a criança fica e depois descobre que poderia ter sido criada nos EUA pelo pai, ao invés de ficar aqui em Pindorama sendo criada pela avó! Se fosse comigo, eu ficaria indignado e tentaria de tudo para dar o fora daqui!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Um brinde à Cop 15

A conferência sobre o clima ganhou destaque em toda a nossa mídia. Não faltaram opiniões acerca da importância de tal evento para que possamos evitar o aquecimento global, com metas a serem atingidas no intuito de frear este fenômeno (esqueceram de convidar o sol. Talvez, se o astro-rei se comprometesse a diminuir suas explosões e emissões de energia...) e formar uma agenda ambientalista.
No final, tudo parece que acabou em pizza.Aliás, estes encontrinhos alarmistas e de movimentos sociais sempre acabam em pizza. Um exemplo é o tal do Fórum Social Mundial, que  também nada forneceu para que se tentasse atingir os objetivos que se propunha. A única coisa que este evento trouxe foi o aumento do consumo de maconha e na proliferação de rebeldes sem casa.
Na Cop 15, não foi diferente. Um bando de gente se reuniu, gastou dinheiro, queimou toneladas de CO2, teve sua credibilidade ameaçada com o caso climategate, e não chegaram a conclusão nenhuma. Aliás, chegaram a uma sim: que se os países ricos não derem dinheiro para os pobres e frearem suas emissões de gases do efeito estufa (ou seja, desacelerarem sua produção industrial), estaremos todos condenados à morte por conta do aquecimento global.
Mas, por ironia do destino, ao final do meeting um dos convidados que foram totalmente ignorados propôs um brinde para celebrar o consenso do aquecimento global. Mas foi um tim-tim diferente, sem champagne ou bebida. Um brinde com neve, muita neve do inverno boreal, com quebra de recordes de precipitações nos EUA e em algumas áreas da Europa, mesmo aquelas não muito acostumadas a ela.
Enquanto se discutia o aquecimento global, a natureza preparava um cala-te boca aos alarmistas. Certamente, algumas pessoas gostariam que a Terra estivesse esquentando de maneira irreversível. Talvez assim, não morreriam de frio.
É, parece que o convidado não convidado não gostou muito da idéia, pelo menos a julgar pelo seu brinde à Cop 15. Tim-tim.

Foto: Dimitar Dilkoff/AFP
Mulher observa pela janela congelada de trem em Sofia, Bulgária (Foto: Dimitar Dilkoff/AFP)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Saudades da Rádio Guaíba

Nos anos em que estive na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas-SP, onde entrei em 1998, e na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende-RJ acompanhava os jogos do Inter com um radinho a pilha que tinha recepção de ondas curtas. Era muito bacana poder acompanhar os jogos do meu time. Claro que a recepção não era das melhores, principalmente entre o final da tarde e início da noite, quando a rádio sumia e depois retornava. Quando acontecia no meio de uma partida de futebol era terrível. Durante os finais de semana, sempre tentava sintonizar a Guaíba, para me interar das notícias do meu Rio Grande, e especialmente de Porto Alegre.


O tempo passou, a era da internet chegou, e continuei a acompanhar a rádio. Seja pelos programas esportivos, ou pelos debates do Espaço Aberto. Claro que à medida que fui despindo a doutrinação esquerdista imposta sobre minha geração, comecei a questionar alguns aspectos históricos da rádio, como a tal da campanha legalista, mas isto é secundário. Bem ou mau, quase sempre a Guaíba trazia temas polêmicos e debates interessantes da política, assim como tinha certamente a melhor programação esportiva.

E foi então que aconteceu. A rádio foi comprada pela rede Record. E pronto, se foi a minha rádio. A programação decaiu a um nível ridículo, e a Guaíba deixou de ser uma rádio diferente. Passou a ser ordinária. Pouco a pouco fui abandonando a rádio, e hoje praticamente não a escuto mais.

Fiquei pensando: "como é terrível o capitalismo! Uma empresa grande, de abrangência nacional, acabou com a minha rádio. Isto é injusto! Deveria haver um meio de se evitar este tipo de coisa". Mas... Tem culpa o modelo capitalista? Não.

Estudando o problema mais a fundo, constatei que o que ocasionou a extinção da Guaíba não foi o capitalismo, com seu livre mercado. O modo como este é banido no país é o que determinou, e ainda determina o fim de rádios e emissoras locais de televisão: a regulamentação e intervencionismo estatal. Senão vejamos:

Em uma economia de mercado, o governo simplesmente não determinaria quem poderia ou não ter uma emissora de rádio e televisão. Qualquer cidadão com as capacidades técnicas necessárias e o investimento inicial de capital suficiente, poderia fundar a sua própria emissora de rádio ou televisão, sem depender de concessão estatal para isto. A única regulamentação que o governo deveria dar era a distribuição do espectro eletromagnético de maneira que uma nova empresa não utilizasse a frequência de outra, por critérios essencialmente técnicos. Fosse desta maneira, a Rede Record não precisaria comprar a Guaíba, pois não necessitaria de permissão do governo para funcionar. Como esta já a tinha, aquela só poderia comprá-la de maneira a evitar todo o processo burocrático envolvido na autorização governamental.

Fruto desta excessiva e autoritária regulamentação formou-se no Brasil algo singular: uma rede nacional de televisão aberta, cujo mercado é dominado pela Rede Globo e emissoras como a própria Record, a Band e o SBT. Não temos aqui os canais locais privados, onde os assuntos da comunidade são mais enfatizados. Desta maneira, existe uma perigosa homogeneização da opinião pública e mesmo da cultura. Um país das dimensões do Brasil deveria ter centenas de emissoras locais, das cidades e dos estados que compõe a Federação, e não apenas duas ou três grandes empresas que ditam o que é certo e o que é errado. O mesmo ocorre com os jornais, que nada mais são do que estações repetidoras do que é dito nas sedes de suas empresas matrizes, como o caso da Zero Hora e o Correio do Povo.

Ao tratar as telecomunicações como algo que pertence à nação, como questão de segurança nacional, os governos ao longo dos anos fomentaram o atrofiamento do pensamento individual de cada cidade, e estado. Redes nacionais de televisão, em um país de tão vasto território, é algo muito perigoso. Deveria ser reservado à televisão por assinatura. Como resultado, os assuntos que ocorrem nos diversos recantos da nação são subtraídos em detrimento do acontecimento nacional. A dominação cultural e política da população fica facilitada, pois basta infiltrar-se em um ou dois conglomerados da mídia e pronto, um pequeno grupo pode dizer o que é certo ou errado para a maioria, algo que não aconteceria se houvessem mais emissoras locais.

Mudar este quadro atualmente é praticamente impossível. Enquanto não vivermos uma economia de mercado, onde o estado não meta seu bedelho em assuntos de domínio público e privado, veremos cada vez mais novas Guaíbas, engolidas pelas gigantes nacionais, impondo uma só visão de mundo, uma só realidade. As lideranças locais serão pouco a pouco destruídas, e a liberdade de pensamento e informação estará, finalmente, extinta.


sábado, 12 de dezembro de 2009

A Queda da Cristandade

Há vários anos acontece uma crescente campanha para a progressiva desmoralização para posterior destruição da cristandade. O alvo preferido é a Igreja de Roma, mas mesmo as protestantes e evangélicas também são alvos cada vez mais recorrentes. A mídia de entretenimento, com suas novelas e séries televisivas, não poupa esforços em caricaturar os seguidores de Cristo, seja por suas atitudes, seja por suas opiniões, que nada mais refletem senão à da Bíblia.
O fenômeno é de escala mundial. Dentro das congregações religiosas, pessoas estão deturpando os ensinamentos bíblicos, reinterpretando-os às suas ideologias. Um exemplo que pode ser verificado é na “teologia da libertação” que, se fosse analisada de maneira fria, pareceria maia uma demonologia da libertação. Temas como o homossexualismo, a disputa de classe e a banalização do aborto são incluídos nesta nova agenda teológica, contrariando mesmo as escrituras. Dentro em breve, toda a fundação do cristianismo estará mudada de tal forma que sequer conseguiremos reconhece-lo.
A queda do mundo cristão, entretanto, não é um fenômeno nacional, mas internacional. De fora para dentro, a religião cristã vem sendo pressionada e virtualmente esmagada dentro de seu próprio território por outra que parece estar com todas as cartas na manga para, literalmente, conquistar o Ocidente: o Islã.
A ruína do Cristianismo se dará devido ao caráter pacífico de seus ensinamentos, que são ardilosamente utilizados pelos governos das nações cristãs, especialmente na Europa, para criar um discurso de tolerância com as diferentes religiões no mundo. O resultado é que temos levas e levas de imigrantes islâmicos no continente europeu que pouco a pouco vão impondo a sua cultura e a sharia, sem aparentemente encontrar resistência. 
A dissociação entre Igreja e governo tornou este um defensor das minorias, ignorando a cultura e os costumes de sua população. Ora, se um imigrante árabe resolve morar na Inglaterra ou na França, nada mais justo que se adapte aos costumes destes países, e não tente impor os seus. Que pratique sua religião, mas não obrigue todos a fazê-lo. Nos países europeus de grande população muçulmana verifica-se que bairros exclusivamente islâmicos possuem jornais, revistas e mesmo escolas onde sequer a língua da nação adotada é utilizada. Ou seja, os imigrantes querem se aproveitar dos benefícios sociais das nações européias sem adotá-las como sua nova pátria.
Ao permitirem este tipo de situação, e ao cederem às pressões, inclusive dos governos muçulmanos estrangeiros, a Europa está lentamente se transformando em um território cada vez mais islâmico. Não contentes com todos os benefícios concedidos por estes países, os imigrantes sempre querem mais...E adivinhe quem os apóia? A esquerda européia que, assim como as esquerdas do mundo, sempre luta pelo direito das minorias, dando a elas plenos poderes para subjugar a maioria. Este tipo de atitude somente acelera a degradação da cristandade, que não reage a esta verdadeira invasão. Foi assim que o Império Romano caiu, não por guerras intermináveis, mas por migrações em massa que tinham como objetivo a fixação de residência dos invasores, ou seja, uma colonização.
No mundo cristão, a tolerância é algo que o levará à sua ruína. Podemos observar o exemplo da França quando esta proibiu os símbolos religiosos nas suas instituições públicas. A comunidade islâmica ficou indignada! Mas porque raios a cristandade tem que permitir de bom grado o culto do Islã, se a recíproca é falsa? Experimente usar um crucifixo na Arábia, Turquia, ou outro país islâmico? Corre-se o risco de ser preso e mesmo executado.
Igrejas cristãs em território muçulmano são quase inexistentes, ao passo que mesquitas proliferam com uma velocidade impressionante no Ocidente. Dezenas de milhares de cristãos são mortos em países islâmicos, mas basta barrar um árabe em um aeroporto por suspeita de terrorismo que a mídia fica enlouquecida. Desconfiar de um muçulmano é preconceito. Matar milhares de cristãos por serem cristãos é o que?
Enquanto continuar a seguir o politicamente correto, o Ocidente cavará cada vez mais a sua sepultura. Enquanto se aceitar a ridicularização dos seguidores de Cristo e a aceitação do Islã como “a melhor coisa do mundo” estaremos preparando o terreno para a queda não de um império, mas de uma civilização inteira, a nossa civilização. Os cristãos de todas as correntes devem se unir não para discutir os ensinamentos da Bíblia, mas para protegê-la do império do Corão. A vitória não será conseguida pela força das armas, mas pela pena dos legisladores. E, nesta última, os seguidores de Maomé estão em perigosa e ameaçadora vantagem.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A violência, os "ólogos" e os "ogos"

Assistimos, neste final de semana, a cenas lamentáveis ocorridas especialmente na capital carioca e paranaense. Torcedores do Coritiba invadiram o campo de futebol e partiram pra cima dos jogadores e árbitros, como se isto fosse mudar o resultado da contenda. No Rio, torcedores do Flamengo comemoram o título conquistado de uma maneira inusitada: violentando uns aos outros. Torcedores do mesmo time brigando...vai entender! Para arrematar, na capital gaúcha, torcedores do grêmio resolveram hostilizar o seu clube porque... jogou bem! Pasmem!
Durante a semana, muitos serão os desdobramentos que tais atitudes de vandalismo irão desencadear. O questionamento sobre a violência da sociedade ter sido exportada para o futebol ou se é o inverso já domina o cenário jornalístico. Em breve não faltarão pessoas para dizer que a culpa por estes verdadeiros crimes é da sociedade injusta e blá blá blá.
Hoje, ouvindo à Rádio Gaúcha via Sky, esta foi a tônica da programação: porque estão ocorrendos atos de violência cada fez mais e mais banalizados? Não tenho a resposta, é evidente, mas tenho uma teoria: a causa dos quebra-paus é a falta de pau! Explico.
Desde que psicólogos, sociólogos, pedagogos e outros demagogos* começaram a "ensinar" os pais acuidar de seus filhos a coisa simplesmente se degringolou. Quando os pais tinham a autoridade para criar seus filhos da maneira que julgavam corretas as coisas não eram assim tão ruins. Lembro que a autoridade dos pais não é sequer um direito civil. É algo muito maior. É um Direito Natural, ou seja, é uma conquista que deriva da própria concepção de como a natureza funciona. O retrato disto é tal que a maioria dos ouvintes da rádio que opinavam sobre o assunto colocavam a culpa no governo. Eles estão meio certos, porque a culpa na verdade é única e exclusivamente dos pais destas pessoas que não os educaram da maneira que deveriam fazê-lo. Não cabe ao grupo dos "ólogos - ogos" decidir se um pai ou uma mãe vai dar um castigo ou uma chinelada. Esta decisão é exclusivamente dos pais. Mas os ouvintes estão "meio certos", não foi o que escrevi? Onde entra a culpa do governo**?
Bem, a culpa deste entra precisamente quando, através do advento de conselhos tutelares e da assinatura de tratados internacionais como os do "Direitos da Criança e do Adolescentes" este arquitetado pela ONU (como não poderia deixar de ser), retira dos pais a possibilidade de educar seus filhos para o mundo. O pior é que este tipo de atitude governamental não encontra qualquer resistência na mídia e no grupo "ólogos - ogos" citado como é apoiada por eles. Os adultos, a quem cabe a tarefa de educar aos mais jovens, são destituídos desta obrigação, deste direito, e quando tentam aplicá-los são discriminados por isto (ou alguém esqueceu o caso da professora e do pixador?). Percebem o tamanho da inversão da noção de valores que está se processando?
Evidente que este não é o único motivo para a violência, mas com certeza é, senão o mais importante, um dos. Uma palmada, uma chinelada, um castigo e alguns casos até a velha e boa varinha de marmelo não são de maneira alguma ações de violência, mas de educação. Gerações inteiras foram criadas desta maneira, e me parece que não tínhamos o  grau de violência que temos hoje (entre pessoas de uma mesma comunidade, de um mesmo grupo). Enquanto os teóricos da educação continuarem metendo seus bedelhos onde não são chamados, as coisas tendem a piorar cada vez mais e mais. Foi assim, estatizando a educação e retirando a autoridade paterna dos adultos que Hitler criou a sua "juventude", com o auxílio sempre prestativos de psicólogos, sociólogos, pedagogos e outros demagogos.

*entram nesta categoria: professores,  acadêmicos, artistas, intelectuais, jornalistas e afins.

**governo aqui é uma espécie de Hiperlink, que contém: universidades, programas de televisão, jornais, revistas especializadas, artigos "científicos" etc.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

30 Fantásticos segundos

Uma verdadeira bomba estoura diante dos adaptos do aquecimento global antropogênico e nada, absolutamente nada é comentado na grande mídia. Aliás, uma mísera notícia no site G1 e 30 segundos, isto, 30 segundos no Fantástico, que poderia mudar o seu nome para Fanático, dada a ferocidade com que defende que a humanidade é a causadora do aquecimento global, principalmente os países ricos e suas emissões insuportáveis, fora outras posições da agenda revolucionária e do globalismo.
No caso da nota publicada no portal de notícias da Globo, verifica-se uma clássica manobra dialética erística, há muito demonstrada por Arthur Schopenhauer em Como vencer um debate sem ter rezão. O texto, transforma a acusação de fraude nos dados acerca do aquecimento global em uma arma conspiratória daqueles que a usam, invertendo completamente a ordem das coisas. Na verdade, são os ambientalistas que são os responsáveis pela conspiração que insiste em dizer que somos responsáveis pelo aumento da temperatura do planeta. E ponto final, ninguém discute. Falou está falado. Ignoram-se os ventos solares, o campo magnético terrestre, a variação da inclinação do eixo terrestre, o vapor de água, enfim, todas as outras variantes, fora os bilhões de anos de história climática. Afinal, os dados coletados são irrefutáveis(!). Mas porque justamente quando a autenticidade e a credibilidade destes dados são postos a prova, a mídia simplesmente ignora? Porque não exibiram um bloco inteiro do programa citado para pelo menos informar a população acerca deste verdadeiro achado? Ora, porque a função da esmagadora maioria dos jornalistas tupiniquins é uma só: desinformar e doutrinar.
Diferentemente do que ocorre nas terras brasilieras, a rede de televisão Fox News, resolveu entrar no debate e perguntar-se o porquê de redes como a CNN*, NBC ou ABC e jornais como o The New York Times* fazerem silêncio sobre o ocorrido. Nesta rede de notícias, líder de audiência nos EUA, o papel do jornalismo é cumprido: o de informar, seja lá qual for a notícia, e deixar a decisão para seu telespectador.
Não possuímos um debate verdadeiro, sincero acerca do tema. O que temos é apenas um alarmismo questionável sobre uma premissa que pode não ser verdadeira. Basta verificarmos o que ocorreu na década de 70 quando o Estadão afirmou que estávamos caminhando para uma nova Era do Gelo. Ao observarmos o gráfico que acompanha o jornal da época, verificamos que houve um declínio da temperatura entre as décadas de 40 e 70, justamente quando houve um intenso aumento das emissões de carbono na atmosfera.
Mas isto não é mostrado, isto não é veiculado. O que é nos empurrado goela abaixo é que somos responsáveis por algo que, na verdade, é um ciclo natural. Ao nos sentirmos culpados por isto, somos mais permissivos a novas taxas e impostos sobre os "poluidores", ao mesmo tempo que começamos a odiar toda e qualquer forma de produção que nos enriqueça, pois geralmente elas geram poluição que destruirá o planeta.
Devemos sim preservar o meio ambiente, isto não há dúvida. Mas também não podemos deixar que apenas um lado da história seja contado sem nos dar a oportunidade de debater sobre o que realmente está acontecendo. Somos, novamente, podados em nossa capacidade crítica de analisar mais este fato. Fica mais fácil, assim, dominar a mente da coletividade para que aceite cada vez mais docilmente os arreios intelectuais impostos.
Os 30 segundos de (des)informação sobre o tema mostrados no Fanático foram utilizados não para questionar se as revelações feitas pelo hacker ao coletar e-mails dos cientistas era válida, mas para uma pronta defesa de uma posição que há muito deixou de ser científica ou humanitária para se tornar mais uma página da agenda política da governança global.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Vergonha de ser brasileiro

O Brasil diz ser um país democrático, que defende os direitos humanos e tal e coisa. Diz que defende a autodeterminação dos povos, e seu atual presidente se transfigurou de embaixador do diálogo, da paz, como querendo ser um grande líder. Na verdade, não passa de um manipulador maquiavélico, que não consegue esconder em suas atitudes a verdadeira face. O queridinho da imprensa, junto com toda a esquerda nacional está cada vez mais colocando suas garras de fora.
Pois o apedeuta-mor resolveu dizer que não reconhece o governo eleito democraticamente pelo povo hondurenho. Diz ele, e nossos jornais, que Zelaya foi vítima de um golpe militar, um golpe de Estado, que o governo de Micheletti é golpista, etc. Estranho um governo golpista admitir manifestações pró zelaya, manter as instituições legislativas e judiciárias abertas, e levar o seu país de uma maneira que nós, brasileiros, não conseguimos entender: pelo fiel cumprimento da lei.
Tudo o que aconteceu e acontece em Honduras segue estritamente o que é previsto em sua Constituição. Nem para mais, nem para menos. Não cabe a Lula, ONU, OEA, Marco Aurélio Garcia, Obama, Fidel ou Chávez, ou qualquer um que seja, intrometer-se nos assuntos internos hondurenhos. Parece que o Foro de São Paulo está furioso com a ousadia do povo hondurenho em preservar sua liberdade e resistir à sua investida. Embora comemorando o sucesso dos vermelhos no Uruguai, estão incomodados com a pedra no sapato que se transformou o pequeno país caribenho.
Não foi suficiente a cobertura mentirosa e tendenciosa de nossa imprensa, que sequer ouviu Micheletti como fez a FoxNews, entrevista esta que traduzi e publiquei aqui. Para a Globo e cia, era tudo um golpe, e não era.
Enquanto isto, nosso presidente Lula se embriaga de felicidade diante da eleição do ex-guerrilhiro Mujica no Uruguai. Fica feliz em poder abrigar um companheiro de causa, que assassinou quatro pessoas na Itália. Fica em verdadeiro êxtase ao receber o tirano do Irã, que mata milhares de homossexuais e cristãos. E através dele, o Brasil acaba sendo aliado dos verdadeiros golpistas e terroristas.
Nossa imprensa, ao invés de informar, deturpa sistematicamente os fatos, levando-nos a acreditarmos que há um golpe em Honduras, que Battisti é um pobre refugiado e que Ahmadinejad é apenas um pougo "egocêntrico demais". Escondem a verdade, porque são cúmplices morais e intelectuais de todas as mazelas pelas quais estamos passando.
Como posso então ter orgulho de ser brasileiro? Não tem como, se mesmo nossos atletas de ponta precisam treinar fora do país para terem algum reconhecimento! Não... teria orgulho mesmo se fosse hondurenho. Aí sim seria magnífico estufar o peito e dizer que vivo em um país livre, qua não se curva aos desmandos da "comunidade internacional". Este pequeno país está dando uma lição de liberdade e de democracia. Uma verdadeira demosntração de legalidade. Para desespero geral de nossos jornalistas, universitários, professores e políticos.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Um golpe no Aquecimento Global

Imagine que você é um devotado revolucionário, seguidor ferrenho de Marx e da ideolgia de Guevara, Fidel e Mao. Imagine que, mesmo depois de todas as crueldades cometidas pelos governos socialistas ao redor do mundo, ainda acha que este é o melhor sistema de governo para um país. Afinal, você odeia os burgueses, estes malditos capitalistas que desenvolveram o mundo. Bando de safados! Mas como é que você vai lutar para enfraquecer a sociedade ocidental e o capitalismo? Tudo bem, você domina os meios de comuinicação, as universidades, o meio artístico e a esmagadora maioria do debate político. Mas isto não impede o desenvolvimento industrial dos "porcos capitalistas", que insistem em melhorar a vida de milhões de seres humanos. Que dilema, o que fazer? Eureka!!!!! Vamos inventar uma causa para o aquecimento global!!
Antes de prosseguir, quero deixar claro a minha posição completamente favorável à salvação do meio ambiente. Quero deixar claro que precisamos preservar o planeta. Agora, colocar a culpa na atividade humana pelo aquecimento global não me parece a coisa mais inteligente a se fazer.
Pare e pense. O planeta tem bilhões de anos, e já se esfriou e esquentou milhares de vezes. Ora, como é que as pessoas querem que o clima permaneça o mesmo, sempre? Não percebem que o planeta é dinâmico, que ora esquenta, ora esfria-se? E isto é completamente natural, ou não? Porque colocar a culpa nos seres humanos? Ora, para frear a produção industrial e enfraquecer os países ricos, para que se tornem pobres! Igualzinho ao que ocorre no Brasil. Lula não deixou os pobres mais ricos, mas está empobrecendo estes últimos...é a igualdade social.
A mídia, que deveria ser a fonte de informação é, na verdade, uma fonte de desinformação. Exemplo pode ser dado quando, a cerca de dois anos atrás, o Fantástico exibiu uma reportagem sobre um filme que abordava uma teoria contrária ao aquecimento global. Só que a fizeram de maneira caricata, com o claro propósito de desmoralizar aqueles que acham que o ser humano não é responsável pelo aquecimento. Pura manipulação retórica, nada mais.
E não é que o aquecimento não é assim tão forte. Ao ler o mídia sem máscara, um artigo do Bruno Pontes revelou algo no mínimo suspeito. Um hacker entrou nos computadores da Universidade de East Anglia, e coletou 61MB de e-mails, planilhas, PDF, e outros documentos que demonstram uma verdadeira conspiração para exagerar dados sobre o aquecimento global. Como não poderia deixar de ser, nossa imprensa não noticiou uma linha sequer sobre esta verdadeira notícia-bomba. Porque será hein??
A temperatura do planeta está relacionada ao PDO (oscilação decadal do pacífico), segundo as últimas pesquisas, pois a temperatura do Oceano Pacífico tem influência em toda a temperatura do globo. Entre 1920 e 1941, o pacífico se aqueceu (certamente devido às milhares de fábricas espalhadas pelo mundo), mas entre 1960 e 1981 ele esfriou (parece que jogaram toneladas de gelo nele). Ou seja, nada mais do que um cliclo natural da natureza (desculpe-me pela redundância).
São muitos os fatores que influenciam o clima do planeta. Vento solares, inclinação do eixo terrestre, campo eletromagnético (que inverte sua polaridade a cada 300 anos), enfim, uma série de elementos que não podem ser ignorados para favorecer a hipótese falha de responsabilidade humana pela mudança climática. Com humanos ou sem humanos, o clima já mudou, está mudando, e continuará mudando, seja para aquecer, seja para esfriar. Culpar a emissão de carbono da atividade humana como responsável pelo aumento da temperatura planetária só tem um propósito: acabar com a produção industrial e aglutinar os países em prol de uma causa comum, dando cada vez mais legitimidade à formação de um governo mundial. Que irão dizer quando o planeta começar a resfriar-se???

Enquanto isso, em Honduras...


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Asilo para os criminosos!

O Brasil é um verdadeiro refúgio de bandidos. Primeiro, foi o falso padre Olivério Medina, agente das FARC, que recebeu asilo político depois de intensa pressão e articulação política do PT. Mais para frente foi a vez de Manuel Zelaya, o golpista de Honduras, refugiar-se na embaixada brasileira, hospedado às custas do dinheiro de nossos impostos. Agora, para finalizar, é chegada a vez de Cesare Battisti. Isto só para citar os mais recentes, solenemente ignorados pela imprensa.
Este elemento matou 4 pessoas na Itália, sendo que uma de suas vítimas foi atingida pelas costas. Como militante de esquerda, lutou contra o regime italiano daquela forma que os esquerdistas mais gostam: terror, morte e sangue. Hoje ele é rejeitado até mesmo pelos copartidários de seu país. Deve ser uma santa pessoa, aliás como são todos aqueles que cercam nosso presidente. Uma assaltante, Dilma. Um terrorista, José Dirceu, e outros tantos criminosos que, nos tempos da "ditadura" (que de tão branda permitiu que eles voltassem!!) mataram e sequestratam inocentes em prol da causa. Interessante esta moral da esquerda! Para derrubar um governo, lançam carros bombas, sequestram, assassinam, torturam e jogam bombas em aeroportos, matando e ferindo dezenas de inocentes. E sabe o que aconteceu com estes criminosos? Alguns ganharam milhões de reais da Lei da Anistia em indenizações e pensões vitalícias e outros ocupam cargos da maior importância dentro do governo federal. Desta maneira, percebe-se o valor que estas pessoas doentes dão à vida: se é a vida de um "companhero" ela é a coisa mais importante do mundo. Se é a vida de um cidadão que deu o azar de estar passando onde eles lançaram um carro-bomba... bem, esta vida não vale nada, pois "estávamos lutando contra a ditadura".
É precisamente por este motivo que o presidente Lula não irá enviar o italiano a seu país para ser julgado. É que lá não houve lei da anistia. Lá as pessoas que matam, que torturam, que sequestram e roubam não recebem indenizações do governo. Elas vão para a cadeia. E o moluscão não iria deixar um companheiro de esquerda na mão. Afinal, pela moral de Lula, que já se comparou mesmo ao Cristo quando se autoproclamou isento de pecado, o que são quatro assassinatos em defesa da causa, de um mundo melhor??

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Imposição Homossexual


O PLC 122, que já menicionei aqui, é o coroamento final da ditadura gay que se impõe em todos os setores de nossa sociedade. Longe de mim querer que os homossexuais sejam excluídos da sociedade, isto jamais. O que está errado é o fato de que a opinião individual, a sagrada liberdade de expressão, está pouco a pouco sendo banida de nossos meios de comunicações, e agora do nosso próprio convívio social.
A conduta homossexual, é antinatural, disto não há dúvida. Não é algo normal. Qualquer que seja a sua causa, ela é uma exceção à regra. Ser contrário à prática homossexual, bem como ao acesso de supostos direitos, como o de adotar crianças, não é preconceito, mas uma simples opinião, e como tal deve ser tratada.
Como se não fosse suficiente a influência do gay way of life em nossa cultura, a liberalização total das passeatas gays, onde crianças são apresentadas a algo anormal como sendo natural, agora mais um passo é dado rumo à "gayzação" total da nossa civilização. Senhoras e senhores. Estamos prestes a perder o direito de... não sermos gays! Pasmem.
O Conselho Federal de Psicologia (que não passa de mais um entidade criada para sugar dinheiro dos psicólogos e nada fazer pelo bem desta profissão), no uso de suas atribuições proibiu a psicóloga Rozangela Justino, de exercer a sua profissão caso ela queira tratar pessoas que são homossexuais, mas que não desejam mais sê-lo. Percebam a gravidade da situação! E ainda temos pessoas que dizem que os gays são vítimas inocentes da inquisição homofóbica brasileira! Ora, se existem mesmo profissões que são quase que exclusivamente gays! Se existem personagens de todos os matizes que, justamente por serem gays, causam simpatia à população! Não me venham com este papo que ser contrário ao ideal gay é ser preconceituoso, porque não é. É pura e simplesmente questão de opinião. E esta suposta perseguição aos gays é questão de caráter mundial.
A coisa é tal que a miss Califórnia 2008, srta Prejean, foi escurraçada pela mídia local por ter dito que, na sua opinião, o casamento deva ocorrer entre um homem e uma mulher! Vejam o poder que os homossexuais têm, a ponto de transformarem uma declaração óbvia em um insulto preconceituoso.
Voltando o caso da psicóloga, esta ajudava homossexuais que se sentiam incomodados com sua situação a vencer este distúrbio. Ninguém era obrigado a ir à sua clínica. Simplesmente ela oferecia tatamento psicológico àqueles que a procuravam. E agora está impedida. Ou seja: digamos que você, ou eu, sejamos gays e estamos incomodados com a nossa condição, não queremos aceitá-la. Procuramos, pois, ajuda profissional, dentre as quais, a psicologia. Pois agora, você, eu, ou qualquer outra pessoa que queira deixar de ser gay está proibido de fazê-lo!!! Teremos que lutar sozinho, vivendo toda a sorte de frustrações, pois o Conselho Federal de Psicologia e os gayzista decidiram unitlateralmente que, uma vez que se sai do armário, ele é trancado e a chave, jogada fora.
Esta é a verdadeira face dos grupos dos direitos dos homossexuais. Eles não querem direitos iguais, querem proteção acima da lei, acima do julgamento moral ou religioso. Qualquer opinião contrária a sua é imediatamente taxada como sendo homofóbica. E agora impedem as pessoas que entram em seu mundo de sair. Um verdadeiro muro de berlim nas cores do arco-íris.

domingo, 15 de novembro de 2009

O poder gayzista

A imposição do gayzismo ganha cada vez mais força em nossa sociedade. Ao ler reportagem do G1 sobre a proibição de crianças e adolescentes em participar da parada gay da cidade de Duque de Caxias, uma fagulha de esperança começou a surgir, de que  não está tudo perdido. Contudo, do a reportagem do G1, mostra a indignação  do Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente, que repudiou a decisão do juiz federal, demonstra a força que os grupos homossexuais tem dentro da república. Um juiz, que na sua decisão buscou proteger nossas crianças de tal passeata foi criticado por aqueles que deveriam protege-las, mas que paradoxalmente apoiam a presença de menores na hedionda caminhada.
Nesta mesma reportagem, surge um cartaz os gayzistas onde se lê : "Eu tenho direito de ser gay e cristão". Quanto ao primeiro, não há dúvida de que se trata de uma decisão pessoal. Quanto ao segundo, são inúmeras as controvérsias. Ser cristão e ser gay é como ser judeu e nazista. É como ser gremista e colorado ao mesmo tempo, pois uma premissa invalida a outra.
De acordo com o  superintendente da Secretaria estadual de Desevolvimento Social e Direitos Humanos, Cláudio Nascimento, que disse estar representando o governador do estado Sérgio Cabral, nennhuma autoridade policial - PM ou bombeiro - irá interferir na participação de menores de idade no desfile.

"Como ocorre tradicionalmente em outras paradas gays, os menores de 18 anos não poderão desfilar nos trios por uma medida de segurança. Mas não há nada que os impeça de desfilar ou assistir a parada. É saudável e educativo ter contato com a diversidade".
Saudável e educativo? Ora seu  Cláudio, você deve estar achando que temos estrume no lugar do cérebro! Como pode ser saudável e educativo para uma criança presenciar uma manifestação flagrantemente antinatural? Até o assassinato é mais natural que o homossexualismo, tendo em vista que este ocorre no mundo animal com muito mais frequencia que aquele. Não há como engolir esta ideia de que ser gay é algo "completamente normal" porque não o é!
Deus, na sua sabedoria, e nosso Senhor Jesus Cristo dizem na bíblia que o homossexualismo é prática condenável. E ponto final! Se não o fosse, haveria apenas um sexo, e não dois. Se a escolha em ser ou não homossexual é genética, ambiental ou biológica, não deixa de ser uma aberração, uma situação que afronta completamente a naturalidade do mundo por motivos óbvios. Todos os casos de homossexualismo que surgem nas espécimes animais decorrem por dois motivos: falta de integrantes do sexo oposto ou demonstração de submissão, e ponto final. Não há qualquer registro no mundo animal de homossexuais criando sua prole!
Observem que, no caso de Duque de Caxias, nem o prefeito e nem mesmo um juiz tem autoridade suficiente para impedir o patrolamento gayzista. Serão sempre voto vencido. Não interessa se estes grupos contam com a maioria do repúdio popular, como de fato é verdade. Foda-se os costumes e a religiosidade da população, e viva a liberdade sexual. Dentro em breve, mesmo a pedofilia deixará de ser crime, afinal a maioria dos homossexuais é pedófilo, como pode ser comprovado desde a antiguidade clássica.
O cristianismo, o islamismo e ojudaísmo são claros no repúdio ao homossexualismo. Infelizmente, nos nossos dias, esta conduta é santificada a tal ponto que sequer pode ser criticada, bem ao contrário do que acontece com os seguidores da Bíblia, estereotipados e ridicularizados nas novelas das oito.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Eternos Adolescentes


A ideologia da esquerda, especialmente aquela que reina em nosso país, não passa de uma verdadeira governanta. De acordo com seus objetivos, ela reina soberana nos meios de comunicação, nas escolas e na intelectualidade brasileira. Transforma-nos em eternos adolescentes, sempre rebeldes, mas nunca responsáveis pelos seus atos, porque o Estado está lá para tomar as decisões que caberiam, a uma pessoa adulta. Desta maneira, nosso senso de responsabilidade é extremamente desvirtuado, e nossa consciência individual é destruída a tal ponto que não passamos de crianças sob a batuta de nosso "papai governo".
Vejamos alguns exemplos: A lei de combate ao fumo. Nesta verdadeira aberração aos direitos individuais, o estado proíbe o fumo em locais públicos, mesmo que sob administração privada. Ou seja, não temos a opção de evitarmos estes lugares. Nosso governo já tomou uma decisão por nós, que deveria ser estritamente pessoal, qual seja a de escolher entre ir a um restaurante com fumantes, ou a não ir. Podemos citar, também, a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança. Novamente, esta é uma escolha individual. Aquele que não o utiliza tem chance maior de vir a falecer em um acidente de carro, é verdade. Mas a escolha em usá-lo deve ser do cidadão, e não uma imposição estatal. Afinal, caso ele não o utilize e venha a falecer, o único prejudicado é ele próprio. Nada mais justo que arcar com suas responsabilidades. Da mesma maneira, poderíamos colocar a educação de nossas crianças. Desde os tempos mais remotos, ela é dada primeiramente pelos pais, que optam por colocarem seus filhos na rede pública ou privada de ensino. Arcam com a responsabilidade de entregarem seus descendentes às escolas de um país. Deveriam ter a mesma responsabilidade e liberdade em educá-los em casa, caso os pais não concordem com os absurdos que estão sendo ensinados nessas instituições, como a educação sexual e social, por exemplo.
O poder de decisão sobre nossas escolhas, efetivamente, não pertence a nós, mas aos governantes e suas ideologias políticas. Sob o manto da "consciência social" e o argumento de "acabar com a discriminação", a cada dia que passa nos é retirada a possibilidade de decidirmos o que queremos fazer com nossas vidas. Tudo é programado. Não há aprendizado, pois quando não erramos, não extraímos qualquer tipo de lição. Se o cara quer transar, o governo da camisinha. Se engravidar, o governo quer dar o aborto. Se tiver o filho, o governo da o bolsa-família. Nada, absolutamente nada é controlado pelo cidadão. Nossas vidas não passam de simples instrumentos nos quais o estado deposita seus tentáculos. Vivemos em uma verdadeira Matrix, uma realidade virtual, onde pensamos que temos domínio sob nossas vidas por estarmos esbaldados nas benesses governamentais.
Enquanto isto, de maneira rápida e eficiente, os tentáculos revolucionários vão tomando conta de nossas instituições, tornando-as verdadeiros zumbis a serviço do grande Big Brother que a tudo e a todos vê. É preciso acordamos para esta realidade. Precisamos sair desta verdadeira puberdade intelectual e encararmos nossas responsabilidades como adultos, e não como crianças doutrinadas pelo paternalismo estatal. Pensar a respeito, já é um primeiro passo.

DEMOCRACIA ADITREVNI.

Edmund Burke, em seu livro "Reflexões Sobre a Revolução em França", não considera a democracia como sendo o melhor sistema de governo que exista. Ele a classifica como apenas mais uma maneira de se governar um país. Não há provas suficientes para que possamos imaginar que a maioria está sempre com a razão, mesmo porque esta maioria é um corpo artificial, anônimo, sem face. Não podemos identificar a maioria. Fica fácil, desta maneira, utilizar o nome deste ser ilusório para impor a vontade de um grupo resistro sobre a vontade da população. E é exatamente isto o que está ocorrendo
Grupos minoritários estão tomando o poder decisório de tal forma que seus costumes estão se impondo sobre o todo. Exemplos não nos faltam. Os homossexuais querem impor á população, pelo PLC 122 a canonização de suas atitudes, tão santas que não podem sequer serem criticadas. Ou seja, se você acha a conduta homosexxual errada, antinatural, ou mesmo doentia, está automaticamente incorrendo no crime de homofobia. Pela sua opinião, você é automaticamente nivelado com os nazistas, facistas, e genocidas.Se ensinar a seus filhos que um casal gay é algo contrário à sua religião, ou mesmo à ordem natural das coisas, pronto, você corre o risco de ir à cadeia!
Fato semelhante ocorre com outras ditas "minorias". Mesmo os pobres e os negros não podem ter tratamento especial por serem miseráveis ou afrodescentes. Tem que tê-los por serem cidadãos e, como tal, devem ser respeitados. Não é porque eu chamo um negro alto de "negão" que eu esteja sendo racista. E se um negro chama outro negro de "negão", vai incorrer em crime? E se alguém chama um branco de "brancão, alemão" não deveria este ser preso por racismo? O que a lei anti racismo faz nada mais é do que aumentar ainda mais o preconceito contra estas pessoas. Aliás, estas são as palavras mágicas da nova ordem mundial: preconceito e discriminação. Basta falarmos que estamos sendo vítimas de uma ou de outra para, de imediato, passarmos a ter um poder tal capaz de mudar leis e costumes, mesmo contrários aos costumes e leis arraigadas ao longo dos anos. É como se rotulássemos os negros e os pobres como incompetentes, incapazes por natureza. Isto não seria a forma mais clara e absurda de preconceito? Eu acredito que os negros do nosso país têm plena capacidade de alcançar os postos mais elevados em qualquer setor de nossa sociedade, não pelo fato de serem negros, mas pelo fato de serem seres humanos, dotados de inteligência, como eu e os outros 6 bilhões de habitantes do planeta. Da mesma forma, os pobres também as possuem.
No campo, a situação repete-se. Um bando de desocupados, invade a terra de pessoas que são suas proprietárias legítimas e fica tudo por isto mesmo. E a posse destas terras? E o dinheiro suado que estas pessoas, ou seus antepassados,  tiveram que gastar para adquirir aquele pedaço de chão, isto não conta? Com que direito um bando de criminosos invade uma fazenda, rasga ordens judiciais de desocupações e muitas vezes consegue a desapropriação dos "latifúndios improdutivos"? Porque eles têm tamanho poder?
A cerne das questão é que estamos sendo governados pelo pensamento de uma minoria. Esta, impõe seu pensamento com tamanha facilidade que chega assustar. Não há qualquer análise sobre suas reivindicações, e quando são feitas pesquisas de opinião, que repetidamente demonstram que o brasileiro é contra tudo isto, os amantes da democracia logo apressam-se ou a manipular dados ou a tentar mudar o pensamento de toda a população.
Assim, a vontade da maioria é sistematicamente ignorada em prol das exigências das minorias. Criam-se nichos privilegiados dentro do corpo da sociedade, que passam a gozar de verdadeira imunidade juridica e moral, como se fossem deuses andando sobre a Terra. Em nome de uma suposta democracia, nos ajoelhamos cada vez mais a eles. Será que isto é realmente uma boa forma de governo?


domingo, 8 de novembro de 2009

Terras para os Índios

Existem diversos motivos para que seja defendida a demarcação das terras indígenas de maneira contínua. Aqueles que pensam que houve um estudo antropológico sobre a real necessidade dos indígenas em terem a vasta quantidade de terras que agora possuem, estão redondamente enganados. Os únicos especialistas que colocaram os pés aqui na reserva Raposa - Serra do Sol foram os experts em propaganda e manipulação intelectual. Os antropólogos e estudiosos que assinaram os relatórios sobre o tema o fizeram no confortável aconchego de seus lares citadinos, sem jamais terem sequer sobrevoado a área que julgam necessária para a sobrevivência das populações indígenas.


Ao adentrarmos na região da reserva, o que se vê são dezenas de quilômetros de... vazio. Para alguém desavisado, olhar para a área poderia remetê-lo aos pampas gaúchos, ou ao cerrado centro-brasileiro. Não há floresta, não há animais a serem caçados, mas uma vasta área de vegetação cerrada, uma savana. Enganam aqueles que pensam que esta é uma região de floresta só por se encontrar na região da Amazônia Legal. As áreas de matas, somente surgem aos pés das serras que se erguem formando um planalto que se estende para além das fronteiras nacionais. Acreditem. Índio nenhum necessita destas áreas para sobreviver.

Porque então a luta pela demarcação desta vasta área territorial? Porque expulsaram os produtores de arroz que ocupavam menos de 10% da área da reserva?

O Brasil é um país governado por integrantes da esquerda política mundial. Nenhum, repito, nenhum partido brasileiro atualmente pode reivindicar para si a alcunha de ser “de direita”, liberal ou conservador. Ademais, orgulhamo-nos de sermos cada vez mais influente na mais nefasta entidade internacional a ONU, que dentre seus preceitos determina que os membros devam demarcar terras contínuas aos povos indígenas “para, em caso de um desejo de independência, estes povos já estejam com o seu território garantido”. Não me atenho sequer ao fato de que a região seja uma grande reserva de minerais preciosos, como diamantes, ouro, urânio, nióbio, dentre outros, pois isto requer outro post.

Para aquelas pessoas que duvidam de tal fato, basta verificar o que ocorre no país vizinho, a Venezuela. Lá existe a reserva indígena de São Marcos, demarcada em forma de terra contínua que... nada mais é do que a continuação da terra indígena São Marcos que fica no Brasil. Uma vasta área territorial, demarcada de forma contínua abrangendo dois países, um verdadeiro enclave transnacional. O mesmo ocorre com a “Nação Yanomami”. Perigosamente, temos uma fragmentação do território brasileiro o que acontece, também, nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Assim, sob a proteção de argumentos humanitários, o governo revolucionário brasileiro vai pouco a pouco implantando sua estratégia de submissão à ONU. Ou o que vocês acham que fomos fazer no Haiti?

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Controlando Mentes e Corações


Reparem atentamente na figura ao lado. É o cartaz do Partido Nacional Social-Democrata Alemão, que seria conhecido por NAZI, dando início ao movimento nazista. Foi através deste partido político que Hitler dominou mentes e corações alemães, incitou o ódio contra judeus e comunistas. O curioso é que a única coisa que diferencia o nazismo do comunismo é seu caráter essencialmente nacionalista, de intolerância para com outros povos que não o seu próprio, fato mais do que comprovado pelo discurso de Hitler. Seu poder advinha de um sentimento racista e profundamente ufanista. Mas o que mais garantia ao partido a sua hegemonia, era a doutrinação ideológica, feita desde as mais tenras idades na população alemã. Era a fanática Juventude Hitlerista, responsável por difundir o regime e insuflar a população para que apoiassem todas as atrocidades que cometeriam durante o período que estivessem no comando.


Para conseguir doutrinar as crianças, Hitler elaborou um plano bastante inteligente. Desde cedo, 3, 4 anos de idade, os filhos eram separados de seus pais para receberem a educação do Estado, de maneira gratuita. Aparentemente inocente esta estratégia permitiu que os nazistas dominassem a mente dos infantes, arraigando ideais totalitários, destruindo qualquer resquício de autoridade paterna, ou pensamento individual. Era uma verdadeira linha de montagem, onde inocentes eram transformados em ávidos defensores do Estado, não poupando esforços ou sangue para perseguir e destruir todos aqueles que se opunham aos ditames estatais.

Foram eles que possibilitaram a Hitler o grau de apoio popular que teve. Eles doutrinavam seus próprios pais e professores, e mesmo que não conseguissem, de nada adiantaria resistir à lavagem cerebral nazista, pois as futuras gerações já estavam impregnadas de propaganda esquerdista e totalitária. Foi assim que se produziu um governo ditatorial, cruel e extremamente violento, embora muito mais brando do que seus semelhantes russo ou chinês.

Mas porque tocar neste assunto aparentemente fora de nexo? Bem. O Senado Federal aprovou a PEC 96A/03 que, entre outras atrocidades, torna obrigatória a educação de crianças a partir dos 4 anos de idade, mais precisamente, dos 4 aos 17 anos de idade. É um direito se tornando uma obrigação. Sob o argumento sedutor de melhorar a educação no país, nosso Big Brother começa a preparar cada vez mais cedo a versão tupiniquim da "Juventude Hitlerista". Obriga os pais a abrirem mão de educarem seus filhos, pois o estado "camarada" fará isto por eles, como se as escolas brasileiras não passassem de um antro de doutrinação esquerdista.

Por falar em escolas brasileiras, não é difícil de comprovar que nossos alunos são dos piores do mundo em português, redação, matemática, ciências. Em contrapartida, todos sabem colocar a camisinha e a vestir a camisa do Che Guevara! É isto o que nossas crianças recebem: doutrinação esquerdista e liberdade sexual (putaria), ao mesmo tempo em que aprendem a demonizar a religião e todas as formas de pensamento que não seja aquela imposta por seus professores/doutrinadores. A autoridade dos pais está cada vez mais enfraquecida. Os valores de família e religiosidade estão cada vez mais esquecidos, como foram pelos nazistas. Estamos formando cada vez mais gerações de ventríloquos, marionetes a serviço do "politicamente correto"

Convido o leitor a olhar novamente a figura do cartaz nazista. Observem no canto inferior esquerdo os símbolos ali representados: a foice e o martelo, a estrela vermelha, e a inscrição "Social Democrata". Qualquer semelhança não é mera coincidência.

domingo, 1 de novembro de 2009

Diplomacia Ilegal


Ao consentir a hospedagem ao criminoso Manuel Zelaya, sob o argumento de que este é o presidente legítimo de Honduras, e ao declarar que gostaria de vê-lo como presidente daquele país nas próximas eleições, o presidente Lula comete dois erros. O primeiro: hospeda na embaixada brasileira, a custo do meu, do teu, do nosso dinheiro, um cidadão que foi legitimamente impedido de colocar no país centro-americano, a política ditatorial e socialista de Hugo Chávez. Nós, que estamos pagando pela estada do fanfarrão Zelaya na embaixada brasileira, deveríamos exigir que o governo o retirasse de lá. Mas isto não acontecerá, pois nossos amados governantes esquerdistas só têm olhos para a “revolução bolivariana,” não como opositor, mas como sério entusiasta.

O segundo erro que comete o molusco mandatário, creio eu que seja um crime. Ao permitir que Zelaya montasse seu QG dentro de uma instalação diplomática, e ao exigir seu retorno ao poder o Itamaraty, e o governo federal como um todo viola de maneira frontal os incisos III e IV do artigo 4º da Constituição Federal de 1988, que tratam da autodeterminação dos povos e da não-intervenção, respectivamente, além da alínea 7 do artigo 2º da Carta da ONU e artigo 18 da Carta da OEA, ambos tratando do princípio da não-intervenção. Significa que nosso presidente comete um crime constitucional, e que o partidão rasgou a tradição que outrora tinha o corpo diplomático brasileiro, justamente a de honrar estes dois princípios que regem o Direito Internacional.
Mas porque Lula fez o que fez por Zelaya? Qual o interesse que poderia ter em um país tão pobre e pequeno quanto Honduras? A resposta? Medo. Sim, medo. O povo hondurenho, e o pior, suas instituições, resolveram desafiar a autoridade ideológica e política do Foro de São Paulo, personificado pela tríade Fidel-Lula-Chávez. Esta pequena nação ousou resistir à imposição totalitária da esquerda, do socialismo do século XXI. Tornou-se um entrave aos objetivos continentais da esquerda, e seu exemplo poderia ser seguido por outros povos. Como que o Foro de São Paulo poderia deixar que 20 anos de trabalhos clandestinos, obscuros e doutrinários pudessem ser destruídos pela audácia de um povo pobre, mas íntegro e justo. Além do mais, eles agora têm o apoio estratégico do socialista Obama. Estão com a faca e o queijo na mão.
É evidente que a imprensa nacional não analisa os fatos como eles são. Muito pelo contrário! Insiste em dizer que em Honduras houve um golpe de estado, que o governo é ditatorial e blá blá blá. Esquecem de informar que, a luz do Direito Internacional, da ONU e da OEA, questões internas devem ser tratadas internamente. Os que decidiram pela saída de Zelaya do poder foram a Suprema Corte e o Congresso Nacional hondurenho, que são as únicas e legítimas autoridades que podem decidir sobre a matéria. Não cabe à ONU, à OEA ou ao governo brasileiro contrariar ou apoiar a decisão. Cabe a eles respeitarem as decisões tomadas, conforme determinam suas próprias regras e leis aqui já citadas. É tudo questão interna, do país. Ninguém tem o direito de intervir, pois cada nação tem as suas leis, os seus costumes e as suas características próprias.
É nestas horas que fica ainda mais evidente os objetivos de Lula e da ONU. Um quer formar uma união de repúblicas socialistas na América Latina. O Outro quer impor a todos um governo mundial, onde os países e os indivíduos não terão mais poder sequer sobre os seus destinos. Tudo sob o aplauso hipócrita de jornalistas, intelectuais, e "prêmios Nobel da paz."

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A César o que é de César


Confesso que não acreditei quando li no sítio do Olavo de Carvalho que o nosso inestimável e maravilhoso governo está concedendo aos pobrezinhos dos presidiários o Auxílio por Reclusão, onde a família do apenado recebe cerca de R$ 700,00 por mês enquanto o infeliz estiver preso. Desta maneira, a famigerada justiça social das esquerdas estará sendo realizada.
Particularmente eu acho o benefício muito justo e apropriado. Afinal, devemos proteger as famílias dos estupradores, assassinos, traficantes e sequestradores. Eles são pobres vítimas da sociedade malvada. O que eles poderiam fazer? Sabe como é, vivemos num país de desigualdades, onde ou você nasce em um berço dourado ou então vira bandido! Vejam só a quantidade de pobres e miseráveis que temos no Brasil? Eles são exatamente, ou pelo menos se aproximam muito, do número de assaltantes, assassinos ou sequestradores por exemplo. Eles não tiveram escolha, foram obrigados a ir para o crime! Como iriam alimentar suas famílias? Trabalhando? Ora, trabalhar é para otários como eu, ou você caro leitor.
E as vítimas destes bandidos? Merecem alguma coisa? Ora, claro que não! Quem mandou o coitado do cidadão estudar, trabalhar e comprar um carro novo? Ninguém mandou o malvado do empresário ganhar dinheiro com sua empresa. Dane-se se ele arcou com todos os custos de montar qualquer coisa neste país, se ele ousou colocar suas economias em jogo! Negativo, tem mais é que ser roubado mesmo, ou sequestrado! Onde já se viu uma coisa destas? Além de obter lucro, o cara ainda dá emprego para o povo? Ele é o bandido, não aqueles que estão atrás das grades! E aquela menina que resolveu sair para se divertir na boate? Foi estuprada? Azar é o dela! Foi para a rua com roupas de festa é porque "tava pedindo"! Pediu levou! Ela é que é a culpada de seu próprio estupro, e não o animal que o cometeu. Afinal, ele é mais uma vítima desta sociedade controlada pelo capital e blá blá blá.
E a família destas vítimas, sabem o que recebem do governo e do beautiful people nacional? Pena, e nada mais. Nenhum centavo, nada. E ainda são obrigadas a ver a corja de intelectuais, sociólogos, antropólogos, e outros "ólogos" a defender o criminoso. Não recebem nenhuma ajuda psicológica ou material, nada, de ninguém. Recebem apenas os pêsames e as reclamações sobre a insegurança. Ou então são obrigados a ouvir das Lucianas Genro, Manuelas D'ávila, Marias do Rosário da vida coisas do tipo "os culpados são vocês, burgueses que não ajudam ao próximo!"
A estas antas da política nacional e a todos os pseudo-intelectuais que entopem as universidades e as redações dos jornais, apenas uma coisa tenho a dizer: ninguém obriga ninguém a ser criminoso. Se é criminoso, não é igual aos outros cidadãos. Se não é igual, é diferente. Se é diferente, tem que ser tratado como tal, e não ser privilegiado por isto. Somos frutos de nossas escolhas, e eles escolheram as suas. Não cabe ao trabalhador que se dedica sustentar esta afronta que é o Auxílio por Reclusão. Afinal, isto é pago com o dinheiro suado de pessoas honestas, de famílias honestas. Se os presos não querem deixar suas famílias desamparadas, eu tenho uma sugestão bem simples: não cometam crime, assim, não serão presos.
Ou alguém aí tem uma idéia melhor?

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A questão indígena em RR



Eu não sou um cara muito inteligente, longe disto. Não sou formado em antropologia ou arqueologia. Mas até onde meus parcos conhecimento conseguem alcançar, os indígenas brasileiros não tinham a tecnologia da metalurgia, ou mesmo extração de ouro, diamantes, ou qualquer outro tipo de minério ou pedra preciosa. A sobrevivência das populações nativas dependia basicamente da caça  da pesca, e de uma agricultura rudimentar. Suponho, portanto, que estas sejam as maneiras pelas quais uma comunidade indígena tenha que sobreviver quando está em seu ambiente. Pelo menos deveriam.
Causa-me estranheza, mas não surpresa, o fato de que aqui, no estado de Roraima, os indígenas ficaram indgnados quando o Exército Brasileiro realizou uma operação para desmantelar garimpos ilegais. E o argumento deles? As comunidades indígenas tiram o seus sustento do garimpo! Ora, mas o sustento dos indígenas não é retirado das florestas, dos rios, através da caça e da pesca? Não foi por isto que eles e o beautiful people da intelectualidade nacional lutaram tanto pela demarcação de suas reservas indígenas, como a Raposa-Serra do Sol? Não era desta gigantesca extensão de terras que eles necessitavam para sobreviver, devido ao ecossistema e blá blá blá? Para quê precisam do garimpo?
A resposta a esta pergunta, em breve. Aguardem.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Papelão Brasileiro: e agora jornalistas? E agora Planalto?


Enquanto a nossa imprensa podre preocupa-se em torcer para a queda do governo constitucional de Honduras, chamando injustamente de golpe o que ocorreu naquele país, eis que surge uma notícia extremamente relevante, de importância capital, que foi mais uma vez solenemente ignorada por toda a nossa imprensa. O Conselho de Segurança da ONU reconhece a legitimidade do governo de Micheletti. Mais, reconhecem que ninguém tem o direito de intervir nos assuntos internos da nação Hondurenha, conforme o Artigo 2, Número 7 da Carta das Nações Unidas.
Esta boa e revigorante notícia foi publicada pelo jornal eletrônico HONDUDIARIOH. Para visualizar a matéria na íntegra, basta clicar aqui.
E agora Lula, Márcio Aurélio Garcia, Celso Amorim e corja? E agora Folha de São Paulo, Zero Hora, Estadão, Rede Globo, Band, Record, SBT? Como vão explicar o papelão brasileiro ao permitir que o criminoso Zelaya fosse recebido como hóspede na Embaixada Brasileira em Honduras? Como vão explicar que o governo legítimo de Micheletti não é um golpe como vocês adoram dizer? Será que vão se desculpar pela sua incompetência e dutrinação ideológica ou irão omitir o reconhecimento das Nações Unidas e, possivelmente, da OEA acerca da legitimidade de tudo o que aconteceu em Honduras contra o ventríloquo chavista Manoel Zelaya?
Será que seus leitores não merecem nenhuma desculpa?

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A quem serve o MST?


O vandalismo do MST já é velho conhecido de todos. Esta entidade de esquerda, que tem como único objetivo semear a anarquia no campo e promover a baderna nos meio de produção agrícola brasileiro, há muito tempo vem demonstrando atos de violência, que são esquecidos como que por mágica. O curioso é que são poucos os jornalistas que buscam a verdade por trás deste movimento social. Este verdadeiro bando é sempre tratado como sendo o coitadinho da história, "que luta contra o latifúnio improdutivo da burguesia."
O que aconteceu em São Paulo, de uma propriedade particular sendo usurpada por estes criminosos é o exemplo mais claro de quem são realmente estas pessoas. E não é exceção, é a regra. É assim que eles trabalham. Querem o terror no campo, desmontar o sistema produtivo para assentarem famílias que, na sua esmagadora maioria, nem sabem plantar batatas. Com esta desculpa, ganham imunidade para violentar e depredar os produtores agrícolas deste país, que levam a economia nas costas.
Seria injusto de minha parte não ressaltar que os meios de comunicações condenaram este ato de vandalismo, a destruição dos laranjais no estado de São Paulo. Em contrapartida, tentam passar a imagem de que aquele grupo não passa de radiacais, que não são representantes legítimos daquele movimento maoísta. Esquecem-se, conscientemente, de falar a você leitor, a quem realmente o MST presta os seus serviços de desestabilizar a estrutura fundiária brasileira em prol de um projeto socialista. A foto acima não deixa a menor dúvida.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O Abismo de Helm

Quem assistiu ao filme "O Senhor dos Anéis", ou leu o livro homônimo, deve lembrar deste episódio ocorrido no segundo volume, "As Duas Torres". Durante este evento, o reino de Rohan, ameaçado pelas forças do paladino negro Sauron, se vê completamente impotente para resistir à ameaça de terror e escravidão que se abate sobre o povo. Em virtude disto, o rei envia seu povo à fortaleza do Abismo de Helm, onde tentará, de todas as maneiras, resistir à investida do inimigo. Cercado por todos os lados e atacado impiedosamente, ele resiste. Uma fortaleza de liberdade inserida no meio do caos, do terror e da tirania. E eles mantiveram a posição, firmes.
Por ironia do destino parece que a ficção ganhou a realidade, e temos hoje um Abismo de Helm. Ele se localiza na América Central, e atende pelo nome de Honduras. Diante da pressão do Foro de São Paulo, entidade que pintou de vermelho a Venezuela, Nicarágua, Bolívia, Equador, Paraguai, Argentina, Brasil e Chile. E não é que aquele país pequenino, sem maiores expressões, diz não à Lula, Chávez e Fidel? Que ousadia! Um pequeno paraíso no meio da América que não se dobra diante da pressão de entidades criminosas e comunistas como a ONU e a OEA. Um país de um povo que mostra ao mundo o significado da palavra Independência. Que cumpre o que sua lei determina, mesmo que os intelectuais vermelhos torçam o nariz.
Na entrevista de Micheletti, reproduzida aqui mesmo neste blog, ele afirma que Honduras é um país de belos lugares e de pessoas tranquilas. É mais do que isto. É um país de fibra, de coragem, de um povo que prima pela sua lei, pela sua liberdade. Uma nação que mostra ao mundo como se deve agir contra a sede de poder da esquerda, coisa que nem os militares brasileiros ousam fazer.
Enquanto isto, segue a campanha mundial para fazer Zelaya voltar ao poder. O tempo está passando, e os verdadeiros golpistas sabem isto. Mas em 29 de novembro o povo hondurenho irá às urnas eleger seu novo presidente, conforme manda a sua constituição. Por mais que o Willian  Bonner chame o governo de Micheletti de golpista, ele sabe que o verdadeiro arquiteto de golpes é Manuel Zelaya e seus amigos Latino Americanos. Não haverá mais como esconder esta verdade, por mais que a imprensa brasileira queira. E por mais que o mundo diga que houve um golpe em Honduras, este povo resistirá. Nem sempre (ou melhor, quase nunca) a maioria tem razão, e este é o caso agora. Os países do globo estão errados ao qualificar de golpe o que aconteceu naquele país da América Central.
Honduras é o Abismo de Helm. Cercada por inimigos que querem destruí-la, ela resiste, esperando as suas eleições que, tal qual Gandalf, certamente irão salvá-la da tremenda injustiça da qual este país é vítima, fruto da ignorância e da sede de poder das esquerdas.

* acessem o site http://www.heitordepaola.com/. Lá vocês encontrarão a fonte de maior credibilidade sobre o que acontece em Honduras.

A liberdade pela economia.

Nada melhor para comprar consciências do que o vil metal. O dinheiro e o modo como lidamos com ele parece ser a razão de nossa existência. A palavra economia deixou de ser uma ciência para se tornar o fiel da balança dos sistemas políticos. Desta maneira, um governo é bom ou ruim de acordo com sua habilidade de realizar todas as políticas fiscais e econômicas necessárias para que dê a falsa impressão de ser o que ele não é. Vejamos o exemplo do Brasil. Economicamente, somos capitalistas. Mas não o capitalismo da liberdade de mercado, e sim o de Estado, que sufoca a propriedade privada e pune aqueles que geram riqueza e empregos. Em contrapartida, a forte intervenção estatal na economia através de seus inúmeros regulamentos e tributos, permitiram-nos atravessar a crise mundial sem maiores problemas e garantir aos empresários, bancários, e mesmo ao cidadão comum, a obtenção de uma razoável melhoria de suas finanças. Desta maneira, até os ditos burgueses acreditam que o governo que temos é de uma economia de mercado, um governo capitalista. Que as coisas que falam do PT não eram assim tão verdadeiras. Ledo engano.
Ao isolarmos a economia de todos os matizes que compõe a orientação ideológica de um governo, de um partido, somos iludidos a crer em algo que não é verdade. Ideologicamente estamos vivendo em um país verdadeiramente socialista ou, pelo menos, proto-socialista. Basta olharmos os outros aspectos que compõe a sociedade para verificarmos a verdadeira intenção dos nossos dirigentes. Leis como a da legalização do aborto, do anti-fumo, da anti-homofobia e do racismo são exemplos claros da orientação deste governo. Todas elas são características de governos totalitários, que esmagam a opinião individual em prol da “verdade coletiva”. Condutas como o homossexualismo são consideradas sagradas ao ponto de não poderem ser criticadas! O proprietário de um bar ou restaurante é obrigado a não aceitarem fumantes! Ora, o estabelecimento é dele, ele aceita quem ele quiser! “- Ah, mas eu não gosto de fumantes! – Troque de restaurante, oras!” As diversas leis e cotas para supostamente acabarem com o racismo na verdade o fomentam. Ninguém tem que ter direitos especiais por ser gay, negro, amarelo, índio ou branco. O indivíduo tem que ter direito por ser cidadão e pronto. Direitos iguais a todos, porque todos são cidadãos. Se o casamento é entre um homem e uma mulher, ponto final, fim da discussão. Se a criação de um filho tem que ser entre um homem e uma mulher, acabou. É a lei natural das coisas. Não conheço nenhum, nenhum exemplo do reino animal de uma espécie composta de indivíduos homossexuais, e isto é fato.
Como se não bastasse, o Estado, com sua gula tributária, engole nosso dinheiro para pagar cada vez mais empresas e funcionários estatais para cumprirem funções que não são as suas. Leis trabalhistas que punem aqueles que dão emprego e engessam o trabalhador, que não tem escolha quanto à previdência, ou fundo de garantia. Ambos deveriam ser facultativos, e não obrigatórios. O trabalhador deveria receber em forma de salários todos os descontos que seu patrão é obrigado a dar ao governo, e aí sim ele decidir o que vai fazer com ele. Se vai salvar algo na poupança para o caso de ser demitido ou não, o problema é dele. Ele tem que ter esta liberdade, este direito de gerir sua própria vida, não o Estado. Nossas escolas precisam ter opções diferentes de leitura a nossos estudantes, e não ficarem enclausuradas no que o partidão quer que seja ensinado a nossas crianças. O governo abraça tudo, e como conseqüência formam-se cada vez mais cidadãos-zumbis que não conseguem enxergar nada além do que seu professor do ensino médio ou da faculdade ensinou, além é claro da inseparável camisa do Guevara.
E assim, segue cada vez mais a destruição de nosso país para a ascensão do socialismo. O certo vira errado, e vice – versa. Mas tudo está bem, tudo está normal. A economia vai bem, então o governo vai bem. Estamos vendendo nossa liberdade por uns trocados.

domingo, 4 de outubro de 2009

Olim Piadas no Rio!!!!!

E assim aconteceu. O Rio será a sede das Olimpíadas de 2016. Certamente uma decisão política. Afinal, qualquer ser humano com a inteligência de uma ameba sabe que a capital carioca, e o Brasil como um todo, não tem qualquer condição de sediar um evento desta magnitude. As deficiências do Rio estão concentradas praticamente em duas áreas: infra-estrutura e segurança. Opa? Como assim? Ora raios, mas não são essas as duas funções principais do Estado, do governo. Não são justamente a segurança e a infra-estrutura a razão de ser do poder estatal? Como pode então uma cidade não ter sequer condições de atender os requisitos mais primitivos que forçaram o homem a inventar o governo?


É, a coisa ta ruim. Enquanto os falsos nacionalistas ficam com esta campanha de “não vendam a Vale, não vendam as Teles! Estão assaltando o Brasil, roubando o povo" e outros blá blá blá, o governo não cumpre a sua atribuição. Ao invés disto vai cada vez aumentando seus quadros. Secretarias, ministérios, cargos de direção, novas empresas estatais, tudo isto com o meu dinheiro, com o seu dinheiro, com o nosso dinheiro. Dinheiro que, além de pagar indenizações milionárias para as vítimas da ditadura, paga também o salário a Dilma Roussef como conselheira da Petrobrás. Aliás, ela deve conhecer muito sobre exploração de petróleo, novas energias etc. É algo assim... como um jogador de futebol falando do funcionamento de um submarino atômico. E tudo isto, repito, com o nosso dinheiro. E quanto mais aumentam os cargos, mais aumentam os impostos. E quanto mais aumentam os impostos, mais bolsas-esmolas são distribuídas, tudo em nome da igualdade social.

Pois bem. Se o governo parasse de querer controlar todos os setores da economia e se resumisse a fazer o seu papel, a segurança e a infra-estrutura do Brasil seriam outras com certeza. Mas não são. E agora têm que ser. Afinal, é uma Copa e uma Olimpíada. Agora temos motivos para recuperar o atraso. Não podemos deixar de esquecer que também é uma boa hora para lavar o dinheiro do tráfico, e das FARCs não é Lula? Raul Reyes, o número dois, que não me deixa mentir. Vocês vão poder lavar o dinheiro do narcotráfico com as obras das Olimpíadas. Fabuloso. Quanto à violência, é só falar com o pessoal do tóxico que eles obedecem ao PT e principalmente ao Molusco-Mor. As atas do Foro de São Paulo que o digam. E se não der, chame o Exército. Aquele Exército que vocês vivem esculachando e que vive se submetendo às suas traições com a subserviência de um cão. A faca e o queijo estão aí, é só cortar. E assim, mais uma obra do governo Lula: as Olimpíadas no Rio.

Depois do dinheiro lavado, obras "superfraturadas" (quebradas e roubadas) e algumas centenas de misteriosos novos milionários chegará, enfim, o dia da abertura. Já posso até imaginar o Galvão Bueno falando via Sistema Brasileiro de TV Digital, gratuito para as camadas mais pobres. Não podemos esquecer a inclusão social né. Trabalho pro povão? Não! Bolsa-Família, Bolsa-Olimpíada, Bolsa TV Digital. Tudo isto pago com o dinheiro do contribuinte e do empresariado, que as Lucianas Genros da vida continuarão a chamar de "burguesia maldita". Tudo a postos, e começam os jogos.

A cerimônia de abertura será fantástica. Certamente organizada por um carnavalesco, com um tema do tipo "Olimpíadas no Rio em 2016: no esporte de bamba, tudo acaba em samba e ninguém se zanga." Com comentários de Leci Brandão e a avaliação dos internautas para cada delegação que desfilar, para sabermos com qual nota elas ficarão.

Centros esportivos serão construídos, vila olímpica, sala de imprensa. Tudo do mais alto nível. Afinal, teremos que ficar com a herança dos jogos para alavancar os pobres e colocar o Brasil como potência olímpica. Terminado os jogos, e o Brasil conquistará suas 30, ou 40 medalhas no total, o mesmo número que a China e os EUA conseguirão... só contanto as de bronze! E todos vão para casa felizes. Os turistas mais ainda, porque terão aproveitado o que o Rio e o Brasil oferecem de melhor: mulheres e sexo, nossos produtos de exportação.

No outro dia, os centros de excelência serão distribuídos a ONGs e a entidades governamentais, com mais funcionários que não farão nada o dia todo, a não ser deixar o pessoal da favela jogar uma pelada na quadra de vôlei, ou andar de bicicleta no velódromo. A vila olímpica vai ser loteada no programa "minha casa minha vida", tudo de mão beijada claro.

Finalmente, teremos novos e grandes campeões na natação, no hipismo, na esgrima e no atletismo vestindo verde e amarelo. Todos usufruindo da estrutura invejável criada para formar atletas de ponta, localizadas nos campus universitários e esportivos dos Estados Unidos da América


terça-feira, 29 de setembro de 2009

A agonia da democracia

Nunca antes na história deste país a democracia esteve tão ameaçada como está agora. Vivemos em um país onde não há corrente política que seja efetivamente de oposição. O que temos, na verdade, é um único pensamento dominante com diversas correntes que por vezes entram em desacordo uma com as outras. Mas no final das contas, na essência, o projeto político e governamental é o mesmo: levar nosso país para um governo socialista.
O quadro é de uma gravidade tal que qualquer debatedor ou entrevistado que seja identificado como sendo "de direita" é imediatamente execrado pelo interlocutor, tendo suas opiniões ridicularizadas, por mais que sejam verdades. Desta maneira as versões dadas como válidas serão sempre aquelas que são favoráveis ao pensamento de esquerda, deixando o leitor ou o telespectador a ver navios ao invés de expô-lo à análise crítica dos fatos, dando-lhe os dois contraposto, a tese e a antitese para que assim possa ele, através de seu pensamento individual, tomar um partido.
Exemplos disto não faltam. Pululam pelas rádios, jornais e televisão entrevistas com Tarso Genro, Dilma, Manoela Dávila, Maria do Rosário etc, mas não temos o mesmo espaço para políticos de direita (mesmo porque eles praticamente não existem) ou para pensadores de direita como Graça Salgueiro, Heitor de Paola, Olavo de Carvalho, Percival Puccina e Júlio Severo por exemplo. Desta forma, a opinião pública é conduzida de forma criminosa a apenas um tipo de pensamento, sufocando todos aqueles que não estejam em sintonia com o politicamente correto.
É inútil pensarmos que democracia seja liberdade de opinião. A verdadeira democracia é assentada na liberdade de informação. Sem informação, teremos opinião sobre o quê? E é esta informação que está monopolizada em uma só corrente de pensamento. Para agravar a esta situação, aqueles que deveriam passar a informação para a população a sonegam. Os profissionais das redações dos jornais não repassam para os seus clientes, leitores ou telespectadores, todas os fatos que envolvem determinado acontecimento. Isto se deve a seu compromisso ideológico com seus ídolos da esquerda. Basta irmos a uma faculdade de ciências humanas para nos certificarmos disto. Camisas de Che Guevara, Fidel , Chávez, faixas da UNE, apoio ao MST, aos partidos de esquerda são notoriamente dominantes na paisagem destes cursos. Com a doutrinação destes profissionais fica praticamente impossível de termos em nossos veículos de informação a chamada credibilidade.
A agonia da democracia está cada dia mais e mais evidente. Para ilustrar o fato, reportamo-nos ao que disse o presidente da república na semana passada. Segundo ele, o fato de termos somente candidatos de esquerda ao próximo pleito eleitoral é algo fantástico. Aqui temos duas colocações importantes: primeiro, nas duas últimas eleições, pelo menos, não tivemos qualquer representante da direita. Não adianta ficarmos iludidos com o DEM ou o PSDB. Ambos são apenas da esquerda "light", pois seus objetivos são os mesmos do PT ou do P C do B, apenas os meios é que são diferentes. O segundo, mais grave: ao comemorar o fato de não termos representante de direita concorrendo à presidência, o presidente acaba de decretar o fim da democracia. Temos apenas a reedição da antiga política do café-com-leite. Sem uma verdadeira oposição, onde está a democracia? Onde está a liberdade de escolha se somos obrigados a escolher entre um candidato de esquerda ou de esquerda?
Que democracia é esta? É a democracia à la Foro de São Paulo. Enquanto nos vangloriamos de termos o sistema eleitoral mais moderno do mundo, a verdadeira democracia agoniza a cada dia. O povo, alimentado com bolsas-esmolas de todo o tipo segue entorpecido pelas benesses estatais. Aqueles que possuem a informação a sonegam. E a elite que poderia tentar algo para mudar o quadro do enfermo nada pode fazer, pois a muito tempo já foi extinta.

domingo, 27 de setembro de 2009

Vergonha de ser gaúcho.

A cobertura leviana que está sendo dada ao fato que ocorre em Honduras pela imprensa brasileira é de enojar. Pior ainda é a total falta de liberdade que os veículos de informações do Rio Grande do Sul demonstram cada vez mais quando noticiam qualquer coisa que não seja relacionada ao futebol. A cobertura do grupo RBS, por exemplo, chega a ser ingênua, ou criminosa. Insistem em acusar de golpista um governo que nada mais fez do que seguir a sua lei maior. Repetem aos quatro ventos que foram os militares que tiraram Zelaya da presidência de Honduras, quando na verdade, o exército daquele país apenas cumpriu ordem emanada pela sua Suprema Corte que determinou a prisão do verdadeiro golpista. É evidente que ocorre uma manipulação vergonhosa e grotesca da verdade.
É neste momento que sinto verdadeira vergonha de ser gaúcho. Um povo que viveu em guerras, em disputas pela liberdade, tem no seu principal jornal motivo de vergonha e de submissão diante da grande mídia brasileira. Me envergonha que nós gaúchos estejamos sendo levados ao erro de condenar Honduras ao vilanismo, quando na verdade aquele país apenas exerce a sua liberdade e autodeterminação por ser uma nação independente e que ama a legalidade. Nós, gaúchos, deveríamos nos envergonhar dos jornalistas que temos, que nada mais são do que papagaios da imprensa do RJ e SP. Reportam apenas um lado da história e não abrem qualquer espaço para o contraponto. Publicam a entrevista de Zelaya, mas não fazem menção à entrevista de Micheletti à FOXNEWS*. Sem qualquer compromisso com a verdade, jogam a segundo plano a realidade em troca de sua doentia determinação militante em promover a ascensão do socialismo. Não consegue enxergar nada além de seus ideais adolescentes universitários, apenas repetindo como papagaios as palavras de ordem da UNE, da CUT, do PT e do Foro de São Paulo.
Os gaúchos, mais do que qualquer outro povo deste país, deveriam saber que a liberdade é algo que não tem preço. Deveríamos estar ao lado de Honduras, ao lado deste pequeno país, que mostra ao mundo que é possível resistir aos mandamentos de Hugo Chávez, Fidel e Lula. Um país que não se dobra às pretensões da criminosa ONU e da OEA, estes dois organismos que querem apenas esmagar as nações democráticas para que possam impor o seu governo mundial, que não respeita a liberdade individual das pessoas, e por extensão, a liberdade das nações. Nós aqui dos pagos do Rio Grande, deveríamos sim, dar o apoio incondicional à Micheletti e a Honduras, e não nos deixar levar pela retórica da esquerda mundial, que hoje domina as redações dos jornais, as universidades e os organismos internacionais. É um pequeno Davi contra o gigante Golias. Que sirvam as suas façanhas de modelo à toda terra!
* A imprensa brasileira obtém suas informações internacionais basicamente do jornal The New York Times e da rede CNN. Nos EUA, ambos passam por uma crise sem precedentes pela falta de leitores e telespectadores. Em contrapartida, a FOXNEWS é sucessivamente a emissora jornalística de TV a cabo mais assistida dos EUA, sendo que o programa TheReilly Factor, por diversas vezes bate a audiência não só da CNN e MSNBC, como também da poderosa rede de entretenimento capitaneada pela Disney.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A VOZ DA LEGALIDADE: A FORÇA MORAL DE HONDURAS



O que vocês lerão a partir de agora todas, absolutamente todas as redes de televisão, rádio, jornalismo e afins não deram a mínima importância. Entretanto, a entrevista do presidente hondurenho Roberto Micheletti à rede de televisão FoxNews, através da âncora do programa On The Record, Greta Van Susteren, revela em cores verdadeiras o que de fato aconteceu e acontece naquele bravo país, que teima em manter a sua constituição e a sua independência, mesmo sendo execrado pela ONU, OEA, e outros organismos internacionais, que ignoram a soberania de Honduras em prol do golpe traidor que Manuel Zelaya tenta impor sobre o país. Acreditem, não haverá qualquer menção a esta entrevista. Felizmente, pude acompanhá-la na integra pelo único canal de televisão dos EUA que ainda resiste à dominação revolucionária da esquerda e mantém o seu compromisso com a verdade. Como diz o seu lema: We report, you decide. Fair and Balanced. E você, caro leitor, esqueça a imprensa brasileira, a CNN e o NYT, se quiser saber a verdade do que acontece no mundo. Sem mais, vamos à entrevista:

ON THE RECORD – FOXNEWS – 17/09/2009

VAN SUSTEREN: Senhor, prazer em vê-lo. É um lugar bonito aqui.

MICHELETTI: Este é um país tranqüilo. Um país feliz. De lugares bonitos. Assim é Honduras.

VAN SUSTEREN: O que aconteceu em junho passado? Nos Estados Unidos, nós acordamos uma manhã, e vimos que vocês colocaram o presidente num avião e o mandaram para fora daqui...

MICHELETTI: Ele não era mais o presidente na hora que ele foi mandado para a Costa Rica. Ele estava agindo contra a nossa constituição

VAN SUSTEREN: Se eu entendi bem, embora não conheça a constituição e as leis do seu país completamente, mas eu entendi que ele queria fazer um referendo nacional em 28 de junho para convencer o Congresso Nacional a mudar a constituição para que ele pudesse então ser presidente uma segunda vez.

MICHELETTI: Isto é contra a lei. Em nosso país, ninguém pode ser presidente se já foi uma vez. Se ele foi presidente uma vez, jamais poderá ser presidente novamente

VAN SUSTEREN: E se vocês quiserem mudar a Constituição em dois, três ou quatro termos? Como que a Constituição de Honduras pode ser modificada?

MICHELETTI: Você não pode mudar a Constituição.

VAN SUSTEREN: Nunca?

MICHELETTI: Nunca.

VAN SUSTEREN: Não existe maneira de emendá-la?

MICHELETTI: Entre 1980 a 1982, os constituintes que estavam fazendo a constituição, pensaram: “algum dia pode aparecer um homem poderoso que possa tentar de alguma forma mudar as regras de nosso país”. Foi por isto que eles colocaram dois ou três artigos na constituição que não permite que alguém seja presidente novamente.

VAN SUSTEREN: Você está dizendo que ele foi um mau presidente ou um presidente desonesto?

MICHELETTI: Ambos.

VAN SUSTEREN: Ambos?

MICHELETTI: Ambos

VAN SUSTEREN: É um desonesto?

MICHELETTI. Sim, e nós podemos provar isto! Nós podemos provar isto!

VAN SUSTEREN: Como?

MICHELETTI: Ele ordenou a um de seus ministros, a seu Secretário de Estado, para que fosse ao banco, ao Banco Central, e retirasse de lá 40 milhões de lempiras. Em dinheiro vivo

VAN SUSTEREN: Quanto isto equivale em dólares? Uma idéia

MICHELETTI: Bem, 02 milhões de dólares. Nós somos um país pobre!

VAN SUSTEREN: O que eles fizeram com isto?

MICHELETTI: Ninguém sabe.

VAN SUSTEREN: E existem pessoas que o defendem, dizendo que isto tudo isto está errado, que sustentam que ele deveria continuar sendo presidente?

MICHELETTI: Sim

VAN SUSTEREN: E quem seriam eles?

MICHELETTI: Nosso grande amigo, os Estados Unidos estão dizendo que ele está habilitado a retornar.

VAN SUSTEREN: Quem é este melhor amigo?

MICHELETTI: O governo dos Estados Unidos.

VAN SUSTEREN: A sua visão é que o presidente Obama e a secretária Clinton não têm a história completa? É a sua visão?

MICHELETTI: Eles não sabem. Estou certo de que eles não sabem. Não sabem a verdadeira história.

VAN SUSTEREN: Você se encontrou alguma vez com o presidente Obama ou a secretária Clinton?

MICHELETTI: Não, não não. Eu os admiro, mas nunca em minha vida. Um dia eu recebi um telefonema da senhora Clinton.

VAN SUSTEREN: O que ela lhe falou?

MICHELETTI: Ela me perguntou se havia alguma maneira pela qual senhor Zelaya pudesse retornar ao poder.

VAN SUSTEREN: O que o senhor respondeu?

MICHELETTI: Não.

VAN SUSTEREN: Foi depois desta ligação, que os Estados Unidos cortaram 31 milhões de dólares para seu país. O que você pensa em sobre isto?

MICHELETTI: Bem nós tentamos enviar uma comissão aos Estados Unidos para explicarmos aos congressistas o que estava acontecendo, mas nos deparamos com uma grande barreira. A OEA disse que nós éramos uma cúpula, uma cúpula militar, e isto não é verdade. Nós estamos no poder, os civis estão no poder. Nós faremos eleições dia 29 de novembro.

VAN SUSTEREN: Você está concorrendo?

MICHELETTI. Não, não estou. E eu não posso concorrer nunca mais em minha vida. Porque, se eu sou presidente por apenas um dia neste país, eu jamais poderei concorrer ao cargo novamente. E se você observar o que está acontecendo na Venezuela, você saberá o que ele está planejando em fazer, uma cópia do que acontece na Venezuela. Hugo Chávez é um ditador! Há quantos anos Hugo Chávez está no poder? Ele está planejando fazer a mesma coisa.

VAN SUSTEREN: Ele é amigo de Hugo Chávez?

MICHELETTI: Acho que são irmãos.

VAN SUSTEREN: São como irmãos?

MICHELETTI: É, são como irmãos.

VAN SUSTEREN: Desde 28 de junho, Zelaya tentou entrar neste país duas vezes, pelo menos até onde eu sei. O que aconteceu?

MICHELETTI: Ele deveria entrar no país, ir à Suprema Corte ou aos juízes e dizer: “bem estou aqui. Julguem-me. Se sou um inocente, então posso andar nas ruas em liberdade. Agora se sou um homem corrupto, um ladrão, seja lá o que for, então devo ir para a cadeia". Ele tenta fazer mártires. Os Direitos Humanos vieram aqui, mas o presidente desta comissão era da Venezuela.

VAN SUSTEREN. Eles vieram aqui em agosto passado?

MICHELETTI: sim

VAN SUSTEREN: Porque eles tinham um relatório que acusava violação dos Direitos Humanos aqui?

MICHELETTI: sim

VAN SUSTEREN: Uma das coisas que esta comissão de Direitos Humanos disse era de que milhares de pessoas estavam nas prisões, desde 28 de junho. Isto é verdade?

MICHELETTI. Isto não é verdade. Eles não encontraram ninguém preso.

VAN SUSTEREN: Uma das coisas que foi dita, que esta comissão disse era que você e seu governo interino tinham prendido estas pessoas e cometeram violações nos Direitos Humanos. Mas você riu disto.

MICHELETTI: Porque isto não é verdade.

VAN SUSTEREN: Há quanto tempo o senhor conhece Zelaya?

MICHELETTI. Há muito tempo, porque ele foi congressista uma vez.

VAN SUSTEREN: Como ele era?

MICHELETTI: Bem, no começo ele era democrático, um homem democrático. Um bom homem. Nós estávamos com ele, éramos do mesmo partido

VAN SUSTEREN: Então você votou nele

MICHELETTI: Sim, eu o ajudei a ganhar muitos votos. E após isto ele continuou a mesma pessoa no começo. Depois de um ano ele começou a mudar de lado porque os ministros de seu governo eram de esquerda, comunistas.

VAN SUSTEREN: Você estará na ONU este mês quando praticamente todas as nações do mundo estarão em Nova Iorque? Você irá representar Honduras?

MICHELETTI: Não, eles não nos reconhecem.

VAN SUSTEREN: OK.

MICHELETTI: Não tenho visto par ir aos Estados Unidos.
Isto é, como eu diria, irônico. Nos EUA, na ONU, o cara que representa Honduras colocou bombas em Honduras em 1980.

VAN SUSTEREN: Espere um segundo. O que?

MICHELETTI: O homem que nos representa é Carlos Arturo Reina.

VAN SUSTEREN: Ele é seu representante na ONU?

MICHELETTI: Sim, representante de Zelaya, não meu.

VAN SUSTEREN: Zelaya o indicou para representar Honduras na ONU. O que se sabe sobre este cara?

MICHELETTI: Ele colocou bombas em Honduras. Ele não tinha visto para ir aos EUA. Ainda assm, ele está lá, representando Zelaya na ONU.

VAN SUSTEREN: Certo. Deixe-me ver se entendi. Ele não tem visto para ir aos EUA, mas Zelaya o colocou na ONU, então ele pode ir lá. E ele colocou bombas aqui nos anos 80?

MICHELETTI: Sim.

VAN SUSTEREN: Bombas que explodem?

MICHELETTI: Bombas, sim.

VAN SUSTEREN: Porque ele colocou bombas aqui?

MICHELETTI: Acredito que os EUA o acusaram e tomaram seu visto há muito tempo atrás.

VAN SUSTEREN: Porque ele colocou bombas aqui?

MICHELETTI: Porque ele era um revolucionário, era contra o governo.

VAN SUSTEREN: Os EUA ou o povo de Honduras nunca se queixaram dele ser o representante de deste país na ONU?

MICHELETTI: Nos queixamos, porque sabíamos que isto entra em confrontou com os EUA. Queremos boas relações com os EUA. Mas ele diz que vai estar lá, e lá está.

VAN SUSTEREN: Ok, ele nega ter colocado bombas em Honduras?

MICHELETTI: Não, eles têm provas que ele fez isto.

VAN SUSTEREN: Mas ele disse que não fez isto, ou ele disse “eu fiz isto”?

MICHELETTI: A corte diz que ele fez. Ele fez isto.

VAN SUSTEREN: Você acha que Zelaya estará nas Nações Unidas? Você espera que ele esteja nas Nações Unidas?

MICHELETTI: Eu não sei e não me interessa.

VAN SUSTEREN: Você gostaria de ir?

MICHELETTI: Não. Nos sentimos muito confiantes , o que fizemos em Honduras é certo, está de acordo com nossa constituição.

VAN SUSTEREN: Como vai Honduras? Como está sua economia?

MICHELETTI: Estamos indo OK. Com dificuldades e com o dinheiro dos Estados Unidos e outros povos trabalhando forte. Nós ficaremos aqui, governando este país pelo caminho certo até 27 de janeiro.

VAN SUSTEREN: Sua mensagem para o presidente Obama qual é?

MICHELETTI: Mande alguém para entender, para ler a nossa constituição. Dizem que as pessoas podem mudar a constituição dos Estados Unidos. Eu digo, bem, OK, porque vocês sabem a maneira como vocês podem ir mudando a constituição.
É a mesma coisa neste país – ninguém tem o poder para mudar a constituição. Tem que estar com o povo. Tem que ser com eleições

VAN SUSTEREN: E uma mensagem ao sr Zelaya?

MICHELETTI: Pare de tentar atingir os pobres deste país. Não minta mais.

VAN SUSTEREN: Obrigado senhor.

MICHELETTI: Obrigado a você. E Deus abençoe a América, Honduras e você.