sábado, 15 de agosto de 2009

Sob as Garras da ONU



Qual é o preço que devemos pagar para sermos um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU? Tal posição vale tanto assim que podemos trocar a nossa integridade territorial e independência. Acredito que não.
As Nações Unidas, criadas após a II GM, parece ter se desvirtuado de seus objetivos iniciais com a finalidade de implementar sua vontade custe o que custar. Ademais, suas decisões são meras recomendações que os países membros não tem qualquer obrigação de aceitar. O exemplo da invasão do Iraque pelos EE UU não me deixa mentir.
Apesar da crise existencial que vive o mais influente organismo internacional, o Brasil pleiteia o seu ingresso como membro permanente no conselho de segurança da ONU. A grande pergunta é: para quê??? Nosso país tem problemas muito mais urgentes do que se preocupar em conquistar tal posto. Somos um país pobre, corrupto e em desintegração moral avançada. Temos mais a fazer além disto. Entretanto, nosso beautiful people parece não se importar. E tome campanha para que ingressemos em tal grupo. Mas...Ingressaremos de graça?
Elementar. É lógico que para termos a mínima possibilidade de sermos aceitos no clube dos poderosos do mundo, precisamos cumprir algumas exigências. Duas delas, aliás, estamos cumprindo com louvor! A campanha brasileira no Haiti é um exemplo. Somos comandantes de uma força internacional que visa impor a paz e reestabelecer a ordem naquele país, como se paz e ordem fossem características principais do Brasil. Seria cômico se não fosse trágico. Imediatamente todos apoiaram o projeto brasileiro para aquele país. Os militares foram praticamente unânimes. Afinal, o povo veria que eles ainda têm utilidade, apesar de campanha nacional estar sendo feita para provar o contrário. O curioso é que eles mesmos não se defendem. E lá se foi o Brasil para o Haiti. Cuidar de um país problemático e esquecer os seus problemas!! Brilhante.
A outra exigência é um pouco mais complicada. Trata da demarcação de reservas indígenas de maneira contínua. Acreditem, e eu posso dizer com toda a convicção, nenhum antropólogo jamais entrou nas terras roraimenses para verificar a real necessidade da demarcação da reserva Raposa-Serra do Sol. Ninguém veio à Roraima fazer um estudo sério. No entanto, o que o Brasil decidiu??? A demarcação da reserva de maneira contínua. Agora, sabiam por quê? Pelo simples motivo de que esta é uma determinação das Nações Unidas, sob o argumento de que "se um dia estes povos quiserem formar um país, uma nação independente, já teriam território definido". Qualquer semelhança com o uso do termo "Nação Yanomami" não é mera coinscidência. Para o gran finale. Tentem adivinhar quem ficou mudo a respeito desta afronta à integridade territorial do Brasil???? Eles mesmos! Os militares! Um ou outro resmungo do gen Heleno e nada mais. Todos disseram amém. Nenhum deles veio a público, em jornais, revistas, ou qualquer outro tipo de meio de informação mostrar ao povo brasileiro a verdade e a consequência de tal atitude governamental. Uma verdadeira ameaça à nossa Soberania. Não por acaso, o Ministro da Defesa é um comunista de primeira ordem, que literalmente impede os militares de se manifestarem (infelizmente, mais e mais generais vermelhos estão tomando conta da caserna).
Este é o preço que precisamos pagar para sermos aceitos em um órgão que já demonstrou não ter muita influência nas questões de segurança. Pouco a pouco, estamos caindo no canto do governo mundial, que já demonstra suas garras com a desvirtuada União Européia. Sob o mantra da união, caímos na destruição de nosso país. Não somos mais independentes e começamos a obedecer cegamente a determinação dos Organismos Internacionais. Enquanto isto, nossos intelectuais aplaudem a criação das reservas indígenas de maneira contínua e nossa aventura no Haiti, sem saber que estamos trocando a nossa liberdade por isto.

Um comentário:

  1. Basicamente a ONU se tornou um chiqueirão esquerdista, celeiro de destilação de ódio contra os valores democráticos que sobrevivem essencialmente apenas nos Estados Unidos e em Israel. Por isso tais países são sempre tão criticados por essa organização corrupta.

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