terça-feira, 29 de setembro de 2009

A agonia da democracia

Nunca antes na história deste país a democracia esteve tão ameaçada como está agora. Vivemos em um país onde não há corrente política que seja efetivamente de oposição. O que temos, na verdade, é um único pensamento dominante com diversas correntes que por vezes entram em desacordo uma com as outras. Mas no final das contas, na essência, o projeto político e governamental é o mesmo: levar nosso país para um governo socialista.
O quadro é de uma gravidade tal que qualquer debatedor ou entrevistado que seja identificado como sendo "de direita" é imediatamente execrado pelo interlocutor, tendo suas opiniões ridicularizadas, por mais que sejam verdades. Desta maneira as versões dadas como válidas serão sempre aquelas que são favoráveis ao pensamento de esquerda, deixando o leitor ou o telespectador a ver navios ao invés de expô-lo à análise crítica dos fatos, dando-lhe os dois contraposto, a tese e a antitese para que assim possa ele, através de seu pensamento individual, tomar um partido.
Exemplos disto não faltam. Pululam pelas rádios, jornais e televisão entrevistas com Tarso Genro, Dilma, Manoela Dávila, Maria do Rosário etc, mas não temos o mesmo espaço para políticos de direita (mesmo porque eles praticamente não existem) ou para pensadores de direita como Graça Salgueiro, Heitor de Paola, Olavo de Carvalho, Percival Puccina e Júlio Severo por exemplo. Desta forma, a opinião pública é conduzida de forma criminosa a apenas um tipo de pensamento, sufocando todos aqueles que não estejam em sintonia com o politicamente correto.
É inútil pensarmos que democracia seja liberdade de opinião. A verdadeira democracia é assentada na liberdade de informação. Sem informação, teremos opinião sobre o quê? E é esta informação que está monopolizada em uma só corrente de pensamento. Para agravar a esta situação, aqueles que deveriam passar a informação para a população a sonegam. Os profissionais das redações dos jornais não repassam para os seus clientes, leitores ou telespectadores, todas os fatos que envolvem determinado acontecimento. Isto se deve a seu compromisso ideológico com seus ídolos da esquerda. Basta irmos a uma faculdade de ciências humanas para nos certificarmos disto. Camisas de Che Guevara, Fidel , Chávez, faixas da UNE, apoio ao MST, aos partidos de esquerda são notoriamente dominantes na paisagem destes cursos. Com a doutrinação destes profissionais fica praticamente impossível de termos em nossos veículos de informação a chamada credibilidade.
A agonia da democracia está cada dia mais e mais evidente. Para ilustrar o fato, reportamo-nos ao que disse o presidente da república na semana passada. Segundo ele, o fato de termos somente candidatos de esquerda ao próximo pleito eleitoral é algo fantástico. Aqui temos duas colocações importantes: primeiro, nas duas últimas eleições, pelo menos, não tivemos qualquer representante da direita. Não adianta ficarmos iludidos com o DEM ou o PSDB. Ambos são apenas da esquerda "light", pois seus objetivos são os mesmos do PT ou do P C do B, apenas os meios é que são diferentes. O segundo, mais grave: ao comemorar o fato de não termos representante de direita concorrendo à presidência, o presidente acaba de decretar o fim da democracia. Temos apenas a reedição da antiga política do café-com-leite. Sem uma verdadeira oposição, onde está a democracia? Onde está a liberdade de escolha se somos obrigados a escolher entre um candidato de esquerda ou de esquerda?
Que democracia é esta? É a democracia à la Foro de São Paulo. Enquanto nos vangloriamos de termos o sistema eleitoral mais moderno do mundo, a verdadeira democracia agoniza a cada dia. O povo, alimentado com bolsas-esmolas de todo o tipo segue entorpecido pelas benesses estatais. Aqueles que possuem a informação a sonegam. E a elite que poderia tentar algo para mudar o quadro do enfermo nada pode fazer, pois a muito tempo já foi extinta.

domingo, 27 de setembro de 2009

Vergonha de ser gaúcho.

A cobertura leviana que está sendo dada ao fato que ocorre em Honduras pela imprensa brasileira é de enojar. Pior ainda é a total falta de liberdade que os veículos de informações do Rio Grande do Sul demonstram cada vez mais quando noticiam qualquer coisa que não seja relacionada ao futebol. A cobertura do grupo RBS, por exemplo, chega a ser ingênua, ou criminosa. Insistem em acusar de golpista um governo que nada mais fez do que seguir a sua lei maior. Repetem aos quatro ventos que foram os militares que tiraram Zelaya da presidência de Honduras, quando na verdade, o exército daquele país apenas cumpriu ordem emanada pela sua Suprema Corte que determinou a prisão do verdadeiro golpista. É evidente que ocorre uma manipulação vergonhosa e grotesca da verdade.
É neste momento que sinto verdadeira vergonha de ser gaúcho. Um povo que viveu em guerras, em disputas pela liberdade, tem no seu principal jornal motivo de vergonha e de submissão diante da grande mídia brasileira. Me envergonha que nós gaúchos estejamos sendo levados ao erro de condenar Honduras ao vilanismo, quando na verdade aquele país apenas exerce a sua liberdade e autodeterminação por ser uma nação independente e que ama a legalidade. Nós, gaúchos, deveríamos nos envergonhar dos jornalistas que temos, que nada mais são do que papagaios da imprensa do RJ e SP. Reportam apenas um lado da história e não abrem qualquer espaço para o contraponto. Publicam a entrevista de Zelaya, mas não fazem menção à entrevista de Micheletti à FOXNEWS*. Sem qualquer compromisso com a verdade, jogam a segundo plano a realidade em troca de sua doentia determinação militante em promover a ascensão do socialismo. Não consegue enxergar nada além de seus ideais adolescentes universitários, apenas repetindo como papagaios as palavras de ordem da UNE, da CUT, do PT e do Foro de São Paulo.
Os gaúchos, mais do que qualquer outro povo deste país, deveriam saber que a liberdade é algo que não tem preço. Deveríamos estar ao lado de Honduras, ao lado deste pequeno país, que mostra ao mundo que é possível resistir aos mandamentos de Hugo Chávez, Fidel e Lula. Um país que não se dobra às pretensões da criminosa ONU e da OEA, estes dois organismos que querem apenas esmagar as nações democráticas para que possam impor o seu governo mundial, que não respeita a liberdade individual das pessoas, e por extensão, a liberdade das nações. Nós aqui dos pagos do Rio Grande, deveríamos sim, dar o apoio incondicional à Micheletti e a Honduras, e não nos deixar levar pela retórica da esquerda mundial, que hoje domina as redações dos jornais, as universidades e os organismos internacionais. É um pequeno Davi contra o gigante Golias. Que sirvam as suas façanhas de modelo à toda terra!
* A imprensa brasileira obtém suas informações internacionais basicamente do jornal The New York Times e da rede CNN. Nos EUA, ambos passam por uma crise sem precedentes pela falta de leitores e telespectadores. Em contrapartida, a FOXNEWS é sucessivamente a emissora jornalística de TV a cabo mais assistida dos EUA, sendo que o programa TheReilly Factor, por diversas vezes bate a audiência não só da CNN e MSNBC, como também da poderosa rede de entretenimento capitaneada pela Disney.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A VOZ DA LEGALIDADE: A FORÇA MORAL DE HONDURAS



O que vocês lerão a partir de agora todas, absolutamente todas as redes de televisão, rádio, jornalismo e afins não deram a mínima importância. Entretanto, a entrevista do presidente hondurenho Roberto Micheletti à rede de televisão FoxNews, através da âncora do programa On The Record, Greta Van Susteren, revela em cores verdadeiras o que de fato aconteceu e acontece naquele bravo país, que teima em manter a sua constituição e a sua independência, mesmo sendo execrado pela ONU, OEA, e outros organismos internacionais, que ignoram a soberania de Honduras em prol do golpe traidor que Manuel Zelaya tenta impor sobre o país. Acreditem, não haverá qualquer menção a esta entrevista. Felizmente, pude acompanhá-la na integra pelo único canal de televisão dos EUA que ainda resiste à dominação revolucionária da esquerda e mantém o seu compromisso com a verdade. Como diz o seu lema: We report, you decide. Fair and Balanced. E você, caro leitor, esqueça a imprensa brasileira, a CNN e o NYT, se quiser saber a verdade do que acontece no mundo. Sem mais, vamos à entrevista:

ON THE RECORD – FOXNEWS – 17/09/2009

VAN SUSTEREN: Senhor, prazer em vê-lo. É um lugar bonito aqui.

MICHELETTI: Este é um país tranqüilo. Um país feliz. De lugares bonitos. Assim é Honduras.

VAN SUSTEREN: O que aconteceu em junho passado? Nos Estados Unidos, nós acordamos uma manhã, e vimos que vocês colocaram o presidente num avião e o mandaram para fora daqui...

MICHELETTI: Ele não era mais o presidente na hora que ele foi mandado para a Costa Rica. Ele estava agindo contra a nossa constituição

VAN SUSTEREN: Se eu entendi bem, embora não conheça a constituição e as leis do seu país completamente, mas eu entendi que ele queria fazer um referendo nacional em 28 de junho para convencer o Congresso Nacional a mudar a constituição para que ele pudesse então ser presidente uma segunda vez.

MICHELETTI: Isto é contra a lei. Em nosso país, ninguém pode ser presidente se já foi uma vez. Se ele foi presidente uma vez, jamais poderá ser presidente novamente

VAN SUSTEREN: E se vocês quiserem mudar a Constituição em dois, três ou quatro termos? Como que a Constituição de Honduras pode ser modificada?

MICHELETTI: Você não pode mudar a Constituição.

VAN SUSTEREN: Nunca?

MICHELETTI: Nunca.

VAN SUSTEREN: Não existe maneira de emendá-la?

MICHELETTI: Entre 1980 a 1982, os constituintes que estavam fazendo a constituição, pensaram: “algum dia pode aparecer um homem poderoso que possa tentar de alguma forma mudar as regras de nosso país”. Foi por isto que eles colocaram dois ou três artigos na constituição que não permite que alguém seja presidente novamente.

VAN SUSTEREN: Você está dizendo que ele foi um mau presidente ou um presidente desonesto?

MICHELETTI: Ambos.

VAN SUSTEREN: Ambos?

MICHELETTI: Ambos

VAN SUSTEREN: É um desonesto?

MICHELETTI. Sim, e nós podemos provar isto! Nós podemos provar isto!

VAN SUSTEREN: Como?

MICHELETTI: Ele ordenou a um de seus ministros, a seu Secretário de Estado, para que fosse ao banco, ao Banco Central, e retirasse de lá 40 milhões de lempiras. Em dinheiro vivo

VAN SUSTEREN: Quanto isto equivale em dólares? Uma idéia

MICHELETTI: Bem, 02 milhões de dólares. Nós somos um país pobre!

VAN SUSTEREN: O que eles fizeram com isto?

MICHELETTI: Ninguém sabe.

VAN SUSTEREN: E existem pessoas que o defendem, dizendo que isto tudo isto está errado, que sustentam que ele deveria continuar sendo presidente?

MICHELETTI: Sim

VAN SUSTEREN: E quem seriam eles?

MICHELETTI: Nosso grande amigo, os Estados Unidos estão dizendo que ele está habilitado a retornar.

VAN SUSTEREN: Quem é este melhor amigo?

MICHELETTI: O governo dos Estados Unidos.

VAN SUSTEREN: A sua visão é que o presidente Obama e a secretária Clinton não têm a história completa? É a sua visão?

MICHELETTI: Eles não sabem. Estou certo de que eles não sabem. Não sabem a verdadeira história.

VAN SUSTEREN: Você se encontrou alguma vez com o presidente Obama ou a secretária Clinton?

MICHELETTI: Não, não não. Eu os admiro, mas nunca em minha vida. Um dia eu recebi um telefonema da senhora Clinton.

VAN SUSTEREN: O que ela lhe falou?

MICHELETTI: Ela me perguntou se havia alguma maneira pela qual senhor Zelaya pudesse retornar ao poder.

VAN SUSTEREN: O que o senhor respondeu?

MICHELETTI: Não.

VAN SUSTEREN: Foi depois desta ligação, que os Estados Unidos cortaram 31 milhões de dólares para seu país. O que você pensa em sobre isto?

MICHELETTI: Bem nós tentamos enviar uma comissão aos Estados Unidos para explicarmos aos congressistas o que estava acontecendo, mas nos deparamos com uma grande barreira. A OEA disse que nós éramos uma cúpula, uma cúpula militar, e isto não é verdade. Nós estamos no poder, os civis estão no poder. Nós faremos eleições dia 29 de novembro.

VAN SUSTEREN: Você está concorrendo?

MICHELETTI. Não, não estou. E eu não posso concorrer nunca mais em minha vida. Porque, se eu sou presidente por apenas um dia neste país, eu jamais poderei concorrer ao cargo novamente. E se você observar o que está acontecendo na Venezuela, você saberá o que ele está planejando em fazer, uma cópia do que acontece na Venezuela. Hugo Chávez é um ditador! Há quantos anos Hugo Chávez está no poder? Ele está planejando fazer a mesma coisa.

VAN SUSTEREN: Ele é amigo de Hugo Chávez?

MICHELETTI: Acho que são irmãos.

VAN SUSTEREN: São como irmãos?

MICHELETTI: É, são como irmãos.

VAN SUSTEREN: Desde 28 de junho, Zelaya tentou entrar neste país duas vezes, pelo menos até onde eu sei. O que aconteceu?

MICHELETTI: Ele deveria entrar no país, ir à Suprema Corte ou aos juízes e dizer: “bem estou aqui. Julguem-me. Se sou um inocente, então posso andar nas ruas em liberdade. Agora se sou um homem corrupto, um ladrão, seja lá o que for, então devo ir para a cadeia". Ele tenta fazer mártires. Os Direitos Humanos vieram aqui, mas o presidente desta comissão era da Venezuela.

VAN SUSTEREN. Eles vieram aqui em agosto passado?

MICHELETTI: sim

VAN SUSTEREN: Porque eles tinham um relatório que acusava violação dos Direitos Humanos aqui?

MICHELETTI: sim

VAN SUSTEREN: Uma das coisas que esta comissão de Direitos Humanos disse era de que milhares de pessoas estavam nas prisões, desde 28 de junho. Isto é verdade?

MICHELETTI. Isto não é verdade. Eles não encontraram ninguém preso.

VAN SUSTEREN: Uma das coisas que foi dita, que esta comissão disse era que você e seu governo interino tinham prendido estas pessoas e cometeram violações nos Direitos Humanos. Mas você riu disto.

MICHELETTI: Porque isto não é verdade.

VAN SUSTEREN: Há quanto tempo o senhor conhece Zelaya?

MICHELETTI. Há muito tempo, porque ele foi congressista uma vez.

VAN SUSTEREN: Como ele era?

MICHELETTI: Bem, no começo ele era democrático, um homem democrático. Um bom homem. Nós estávamos com ele, éramos do mesmo partido

VAN SUSTEREN: Então você votou nele

MICHELETTI: Sim, eu o ajudei a ganhar muitos votos. E após isto ele continuou a mesma pessoa no começo. Depois de um ano ele começou a mudar de lado porque os ministros de seu governo eram de esquerda, comunistas.

VAN SUSTEREN: Você estará na ONU este mês quando praticamente todas as nações do mundo estarão em Nova Iorque? Você irá representar Honduras?

MICHELETTI: Não, eles não nos reconhecem.

VAN SUSTEREN: OK.

MICHELETTI: Não tenho visto par ir aos Estados Unidos.
Isto é, como eu diria, irônico. Nos EUA, na ONU, o cara que representa Honduras colocou bombas em Honduras em 1980.

VAN SUSTEREN: Espere um segundo. O que?

MICHELETTI: O homem que nos representa é Carlos Arturo Reina.

VAN SUSTEREN: Ele é seu representante na ONU?

MICHELETTI: Sim, representante de Zelaya, não meu.

VAN SUSTEREN: Zelaya o indicou para representar Honduras na ONU. O que se sabe sobre este cara?

MICHELETTI: Ele colocou bombas em Honduras. Ele não tinha visto para ir aos EUA. Ainda assm, ele está lá, representando Zelaya na ONU.

VAN SUSTEREN: Certo. Deixe-me ver se entendi. Ele não tem visto para ir aos EUA, mas Zelaya o colocou na ONU, então ele pode ir lá. E ele colocou bombas aqui nos anos 80?

MICHELETTI: Sim.

VAN SUSTEREN: Bombas que explodem?

MICHELETTI: Bombas, sim.

VAN SUSTEREN: Porque ele colocou bombas aqui?

MICHELETTI: Acredito que os EUA o acusaram e tomaram seu visto há muito tempo atrás.

VAN SUSTEREN: Porque ele colocou bombas aqui?

MICHELETTI: Porque ele era um revolucionário, era contra o governo.

VAN SUSTEREN: Os EUA ou o povo de Honduras nunca se queixaram dele ser o representante de deste país na ONU?

MICHELETTI: Nos queixamos, porque sabíamos que isto entra em confrontou com os EUA. Queremos boas relações com os EUA. Mas ele diz que vai estar lá, e lá está.

VAN SUSTEREN: Ok, ele nega ter colocado bombas em Honduras?

MICHELETTI: Não, eles têm provas que ele fez isto.

VAN SUSTEREN: Mas ele disse que não fez isto, ou ele disse “eu fiz isto”?

MICHELETTI: A corte diz que ele fez. Ele fez isto.

VAN SUSTEREN: Você acha que Zelaya estará nas Nações Unidas? Você espera que ele esteja nas Nações Unidas?

MICHELETTI: Eu não sei e não me interessa.

VAN SUSTEREN: Você gostaria de ir?

MICHELETTI: Não. Nos sentimos muito confiantes , o que fizemos em Honduras é certo, está de acordo com nossa constituição.

VAN SUSTEREN: Como vai Honduras? Como está sua economia?

MICHELETTI: Estamos indo OK. Com dificuldades e com o dinheiro dos Estados Unidos e outros povos trabalhando forte. Nós ficaremos aqui, governando este país pelo caminho certo até 27 de janeiro.

VAN SUSTEREN: Sua mensagem para o presidente Obama qual é?

MICHELETTI: Mande alguém para entender, para ler a nossa constituição. Dizem que as pessoas podem mudar a constituição dos Estados Unidos. Eu digo, bem, OK, porque vocês sabem a maneira como vocês podem ir mudando a constituição.
É a mesma coisa neste país – ninguém tem o poder para mudar a constituição. Tem que estar com o povo. Tem que ser com eleições

VAN SUSTEREN: E uma mensagem ao sr Zelaya?

MICHELETTI: Pare de tentar atingir os pobres deste país. Não minta mais.

VAN SUSTEREN: Obrigado senhor.

MICHELETTI: Obrigado a você. E Deus abençoe a América, Honduras e você.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Mensagem ao Sala de Redação

Prezados comentaristas do programa sala de redação:
Possivelmente esta mensagem será ignorada pelos senhores, ou será dada como alarmista, ou teoria da conspiração. Entretanto, sinto que é dever daqueles que detêm a informação, mesmo sem deter o conhecimento, buscar dar à população a verdade dos fatos e do que acontece hoje em nosso RS, no Brasil e no mundo.
Antes de iniciar, gostaria de dizer que sou um grande admirador do programa e de seus participantes. Até o Cacalo parece estar mais ponderado e vendo as coisas como elas são no meio esportivo. Após o terceiro tempo da rádio guaíba, sempre que posso, sintonizo no sala de redação, principalmente em busca das análises sempre precisas do futebol, feita principalmente pelo professor, acerca do meu Colorado. Com a eclosão de fatos aparentemente incongruentes e difusos no campo da política e da cultura, este programa, mesmo se tratando de ser uma mesa redonda esportiva, não poderia se furtar de fazer comentários acerca do que ocorre no país. Mas para tanto, é preciso conhecer os princípios, como já ensinara Aristóteles, para não cairmos na teia de armadilhas que o politicamente correto nos oferece. Vejamos:
O jornalista Lauro Quadros, o qual admiro desde há muito tempo, fez uma colocação pessoal corajosa, ao afirmar que, agora era de esquerda. Meu caro Lauro. Certamente, deves saber que, agindo desta maneira, passas a ser co-responsável moral pela morte de mais de 100 milhões de pessoas ao longo do século vinte, seja na antiga URSS, de Lênin e Stálin; na China de Mao, no Campoja de Pol Pot, na Cuba de Che e Fidel, enfim, em todos os países que guinaram à esquerda e impuseram à sua população o regime socialista, comunista, ou de esquerda.
Quando o professor fala sobre a destruição dos valores de outrora em relação ao que temos hoje, e que aqueles devem se adaptar à nova sociedade, fica, para mim, mais que evidente o grau que a revolução cultural atingiu mesmo nos homens mais cultos e letrados, que caem no abismo e nas artimanhas de Gramnsci. Aceitam a mudança da sociedade como algo normal quando, de fato, não o é. A destruição da sociedade tradicional remonta há tempos muitos antigos, ainda na filosofia de Epicuro, filosofia esta que vai inundar o pensamento iluminista e positivista, e proporcionar o surgimento de figuras como Russeau, Marx, Hegel e Gramnsci.
Além disto surgirão, em sua esteira, muitos outros movimentos como o gayzismo, o ambientalismo, e o feminismo, além da revolução cultural em si. Desta maneira, os valores sociais são destruídos para serem erguidos no seu lugar uma nova sociedade "um mundo melhor". Com todos estes movimentos de minorias, somos obrigados a engolir mil e um estatutos, dando super direitos para categorias seletas. Um caso especial que serve como exemplo é o do gayzismo onde o simples fato de um cidadão ter opinião contrária a seus praticantes é considerado imediatamente um ato homofóbico. O homossexual tem que ter direito igual a todos os cidadãos, e não um direito exclusivamente seu que advém de sua condição.
Não é só em nosso país que tal situação é encontrada. Os EUA também sofrem desde muito a transformação progressiva de sua sociedade em algo diferente do que ela é, o que acaba destruindo os valores judaico-cristãos, bases de nossa sociedade. O problema maior, no entanto, é a ocultação que a mídia mundial faz sobre estes temas. Afinal, são anos de doutrinação ideológica de esquerda dentro de nossas universidades e nas redações dos jornais. O caso fica tão grave, que mesmo quando confrontamos o nosso jornalista ou universitário de hoje com dados reais e indiscutíveis, estes os ignoram, tamanaha a eficiência da lavagem cerebral proporcionada pela esquerda, desde o seu epicentro russo, a KGB.
Meus caros senhores. Não quero aqui atacá-los ou criticá-los, mas convidá-los a abordar os fatos atuais e históricos de outro prisma que não o do politicamente correto ou o do academicamente aceito. Não sou eu a fonte deste tipo de informação, apenas procuro a verdade por trás deste véu de obviedades que nos cerca. Ironicamente, a pessoa que me fez, no final da década de 90, ver o mundo sobre outro prisma, escrevia para a Zero Hora, e foi pela demissão inexplicável dela que cancelei a assinatura deste outrora crível diário. Chama-se Olavo de Carvalho, o maior estudioso do movimento revolucionário mundial. Por buscar a verdade dos fatos, este grande filósofo foi enxotado do jornal, seguindo as ordens da metrópole (globo) que mostrou quem realmente manda no grupo RBS.
Quanto ao MST é mister destacar que se trata de um movimento criminoso e organizado, de inspiração maoísta que busca destruir o campo para sitiar as cidades, fazendo com que o socialismo possa aparecer como salvador da pátria. Seus integrantes são, em sua maioria, ignorantes úteis, comandados por lideranças muito bem instruídas em fomentar a violência e acabar com os "burgueses do campo". É um engano terrível acharmos que se trata apenas de um movimento reivindicatório, pois suas raízes vão muito além da busca pela terra. Eles querem a busca do poder e a transformação do Brasil em uma República Popular.
Não quero aquir mudar mentes ou opiniões, apenas convidá-los a olharem a história por outro ângulo. Para isto, sugiro aos nobres integrantes do programa, que leiam O Jardim das Aflições, de Olavo de Carvalho; Os Intelectuais, de Paul Johnson, O Livro Negro do Comunismo, Vários Autores (todos ex-comunistas);que assitam à FoxNews, e acessem os sites http://www.midiasemmascara.com.br/; olavodecarvalho.org; heitordepaola.com, e assistam no youtube a entrevista de Yuri Alexandrovich, dissidente soviético da KGB. Certamente, estas fontes, que são apenas algumas, lhes trarão, pelo mínimo, uma outra versão da realidade que nos engloba, e certamente favorecerá o crescimento intelectual das já geniais mentes dos senhores.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Opressão Coletiva

A asfixia a qual somos submetidos é de uma crueldade sem precedentes. A liberdade de pensamento do indivíduo foi substituída pela vontade da coletividade, como se esta fosse a portadora única e suprema da verdade. As idéias e opiniões pessoais são sumariamente desconsideradas quando o indivíduo entra em desacordo com a opinião do grupo. O resultado de tal situação é a formação do que chamo de pensadores-zumbis. Estes são pessoas que julgam estar emitindo suas próprias opiniões, mas que na verdade apenas repetem o discurso politicamente correto que está incrustado na coletividade. E toda esta coletividade pune aqueles que são contrário às suas diretrizes.

Esta situação fica muito visível quando analisamos a produção cultural brasileira, ou mesmo internacional. Na teledramartugia isto fica ainda mais evidente. Toda a personagem que tem opinião e pensamento divergente em relação ao grupo já tem o seu destino traçado: ou ela irá sofrer provações intensas durante a trama, ou mesmo será morta. Ou seja, ela paga o preço por ter um pensamento próprio, por tentar resistir à lavagem cerebral praticada pelo grupo. Perde-se completamente a liberdade de opinião, ao mesmo tempo que a pessoa tem a ilusão de a estar exercendo, quando na verdade apenas repete o velho chavão surrado.

O sufocamento da liberdade do indivíduo proporciona que surjam dentro de uma coletividade experiências de doutrinações intelectuais que são fadadas ao sucesso. Sem pessoas que pensem por si só, o núcleo diretor do grupo, os líderes , têm em suas mãos o total controle das mentes de seus liderados, sem encontrar qualquer tipo de resistência. Não existe qualquer voz ativa que fale contra o aborto, contra o movimento gayzista, contra os bolsas esmolas, enfim, contra o politicamente correto. Quando se fala, a voz é censurada pela própria imprensa, sob a justificativa de se evitar o preconceito ou a opinião de "facistas". Quem perde com isto é toda a população. Sem opiniões divergentes, perde-se a oportunidade de se desenvolver uma verdadeira discussão sobre determinado assunto. Não há raciocínio, não há teses e antiteses, não há pensamento lógico, mas apenas a repetição sistemática de um mesmo discurso formatado de maneiras diferentes.

Desta maneira, sufocando aqueles que pensam com seus próprios encéfalos, fica aberto o caminho para a dominação mental coletiva na qual vivemos, e o dominado sequer desconfia de sua condição. Por fim, atrofia-se por completo o senso de julgamento individual do cidadão, fazendo com que ele não precise pensar por si próprio, pois a coletividade já pensou e tomou as decisões por ele. E segue-se, pois, a formação sistemática de mais e mais pensadores-zumbis.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Conquista Feminista

Uma professora é flagrada em um show na Bahia, onde o cantor da banda pegou-a pela calcinha e, mostrando a bunda da dita para a platéia começou uma dança digamos...exótica. Enquanto a criatura dançava com sua buzanfa à mostra para delírio dos machos da platéia, dezenas de telefones celulares pegaram a cena. E o vídeo acabou indo para o site youtube, onde se torno rapidamente um sucesso de acessos. A dança, digna das mais baixas putas dos meretrícios, rendeu uma demissão para a professora. Nada mais justo.
Evidentemente, não sou ninguém para julgar a conduta de qualquer pessoa que seja. Nas horas de folgas, esta mulher pode fazer o que bem entender, isto não me diz respeito. Agora, se eu sou o dono da escola onde ela leciona, teria tomado exatamente a mesma atitude que foi tomada pelo seu ex-chefe: demissão. E é aí que entra o problema. Críticas choveram em cima do Diretor que demitiu a criatura, dizendo que a vida particular não pode intervir na profissional. Tal atitude revela o grau de alienação que nos encontramos. E a opinião do Diretor não conta não? Ele é o responsável pela escola e contrata e demite quem ele quer. Se ele achou por bem demitir a mulher por se tratar de uma piranha, fez bem, eu mesmo faria. Isto não é discriminação, é apenas questão de princípio, coisa que o Brasil há muito tempo já perdeu. Enquanto isto, ficam as mulheres, como prostitutas, rebolando a bunda em frente às câmeras pelo Brasil afora e todos acham a coisa mais normal do mundo. Não é.
Concordo que este tipo de atitude existia décadas atrás, mas eram reservadas aos bordéis. Como então chegamos a esta total banalização do corpo da mulher? A resposta: Feminismo. É isto mesmo, feminismo. Este movimento revolucionário usou como pano de fundo a igualdade entre homens e mulheres para promover a anarquização de nossa sociedade. A conquista marcanta deste movimento não foi a igualdade entre os sexos, mas a liberdade sexual, que por consequência tornou a mulher livre para ter atitudes de uma puta, com a maior normalidade do mundo. Se antes tínhamos que ir à bordéis para uma noite de sexo, hoje basta saírmos a noite e gastarmos um pouco de saliva que elas já estão abrindo as pernas. Tudo, claro, em nome do feminismo, do "eu posso tudo". E as próprias mulheres aplaudem sua deteriorização. Tornaram-se prostitutas refinadas, com uma grande diferença: dão de graça!
A gravidade da situação é tal que se uma mulher resolve que quer casar virgem ela é imediatamente ridicularizada por suas amigas, ao passo que aquela que abre as pernas para todo mundo é ovacionada como sendo a liberal, a descolada, contrastando com a caretona. Não é de se espantar, pois, que uma mulher que sobe ao palco, levanta a saia e mostra sua bunda com a calcinha atochada, rebolando com o vocalista da banda, seja vista como uma atitude normal, um momento de diversão. Fosse em tempos idos, isto não aconteceria, pois a mulher trabalhava fora, estudava, mas pelo menos tinha mais respeito consigo mesma. Deixava para ser uma puta vadia na cama com seu marido, e não a frente de multidões.
Hoje não. Hoje, quem critica esta atitude é careta, é machista. Como podemos querer um futuro decente para as crianças de hoje se esta decência não é cultivada no mundo real? Como querer que uma menina se preserve se ela vê todos os dias imagens de mulheres seminuas rebolando para a platéia e para as câmeras? E, por último, como querer que meninos respeitem as meninas se eles observam que nem elas mesmo se dão o respeito? Complicado né?
O feminismo trouxe uma única "grande conquista" para as mulheres: o direito de serem putas, vadias e piranhas com o aplauso entusiasmado da sociedade-zumbi. As mulheres pensam que estão conquistando igualdade, quando na verdade estão sendo, geração após geração, preparadas para serem apenas objetos com os quais se possa brincar, usar e jogar fora. E ainda ficam apavoradas quando os estrangeiros dizem que o Brasil só tem mulher galinha, vadia e fácil! A propaganda é a alma do negócio.