quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Conquista Feminista

Uma professora é flagrada em um show na Bahia, onde o cantor da banda pegou-a pela calcinha e, mostrando a bunda da dita para a platéia começou uma dança digamos...exótica. Enquanto a criatura dançava com sua buzanfa à mostra para delírio dos machos da platéia, dezenas de telefones celulares pegaram a cena. E o vídeo acabou indo para o site youtube, onde se torno rapidamente um sucesso de acessos. A dança, digna das mais baixas putas dos meretrícios, rendeu uma demissão para a professora. Nada mais justo.
Evidentemente, não sou ninguém para julgar a conduta de qualquer pessoa que seja. Nas horas de folgas, esta mulher pode fazer o que bem entender, isto não me diz respeito. Agora, se eu sou o dono da escola onde ela leciona, teria tomado exatamente a mesma atitude que foi tomada pelo seu ex-chefe: demissão. E é aí que entra o problema. Críticas choveram em cima do Diretor que demitiu a criatura, dizendo que a vida particular não pode intervir na profissional. Tal atitude revela o grau de alienação que nos encontramos. E a opinião do Diretor não conta não? Ele é o responsável pela escola e contrata e demite quem ele quer. Se ele achou por bem demitir a mulher por se tratar de uma piranha, fez bem, eu mesmo faria. Isto não é discriminação, é apenas questão de princípio, coisa que o Brasil há muito tempo já perdeu. Enquanto isto, ficam as mulheres, como prostitutas, rebolando a bunda em frente às câmeras pelo Brasil afora e todos acham a coisa mais normal do mundo. Não é.
Concordo que este tipo de atitude existia décadas atrás, mas eram reservadas aos bordéis. Como então chegamos a esta total banalização do corpo da mulher? A resposta: Feminismo. É isto mesmo, feminismo. Este movimento revolucionário usou como pano de fundo a igualdade entre homens e mulheres para promover a anarquização de nossa sociedade. A conquista marcanta deste movimento não foi a igualdade entre os sexos, mas a liberdade sexual, que por consequência tornou a mulher livre para ter atitudes de uma puta, com a maior normalidade do mundo. Se antes tínhamos que ir à bordéis para uma noite de sexo, hoje basta saírmos a noite e gastarmos um pouco de saliva que elas já estão abrindo as pernas. Tudo, claro, em nome do feminismo, do "eu posso tudo". E as próprias mulheres aplaudem sua deteriorização. Tornaram-se prostitutas refinadas, com uma grande diferença: dão de graça!
A gravidade da situação é tal que se uma mulher resolve que quer casar virgem ela é imediatamente ridicularizada por suas amigas, ao passo que aquela que abre as pernas para todo mundo é ovacionada como sendo a liberal, a descolada, contrastando com a caretona. Não é de se espantar, pois, que uma mulher que sobe ao palco, levanta a saia e mostra sua bunda com a calcinha atochada, rebolando com o vocalista da banda, seja vista como uma atitude normal, um momento de diversão. Fosse em tempos idos, isto não aconteceria, pois a mulher trabalhava fora, estudava, mas pelo menos tinha mais respeito consigo mesma. Deixava para ser uma puta vadia na cama com seu marido, e não a frente de multidões.
Hoje não. Hoje, quem critica esta atitude é careta, é machista. Como podemos querer um futuro decente para as crianças de hoje se esta decência não é cultivada no mundo real? Como querer que uma menina se preserve se ela vê todos os dias imagens de mulheres seminuas rebolando para a platéia e para as câmeras? E, por último, como querer que meninos respeitem as meninas se eles observam que nem elas mesmo se dão o respeito? Complicado né?
O feminismo trouxe uma única "grande conquista" para as mulheres: o direito de serem putas, vadias e piranhas com o aplauso entusiasmado da sociedade-zumbi. As mulheres pensam que estão conquistando igualdade, quando na verdade estão sendo, geração após geração, preparadas para serem apenas objetos com os quais se possa brincar, usar e jogar fora. E ainda ficam apavoradas quando os estrangeiros dizem que o Brasil só tem mulher galinha, vadia e fácil! A propaganda é a alma do negócio.

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