terça-feira, 20 de outubro de 2009

A César o que é de César


Confesso que não acreditei quando li no sítio do Olavo de Carvalho que o nosso inestimável e maravilhoso governo está concedendo aos pobrezinhos dos presidiários o Auxílio por Reclusão, onde a família do apenado recebe cerca de R$ 700,00 por mês enquanto o infeliz estiver preso. Desta maneira, a famigerada justiça social das esquerdas estará sendo realizada.
Particularmente eu acho o benefício muito justo e apropriado. Afinal, devemos proteger as famílias dos estupradores, assassinos, traficantes e sequestradores. Eles são pobres vítimas da sociedade malvada. O que eles poderiam fazer? Sabe como é, vivemos num país de desigualdades, onde ou você nasce em um berço dourado ou então vira bandido! Vejam só a quantidade de pobres e miseráveis que temos no Brasil? Eles são exatamente, ou pelo menos se aproximam muito, do número de assaltantes, assassinos ou sequestradores por exemplo. Eles não tiveram escolha, foram obrigados a ir para o crime! Como iriam alimentar suas famílias? Trabalhando? Ora, trabalhar é para otários como eu, ou você caro leitor.
E as vítimas destes bandidos? Merecem alguma coisa? Ora, claro que não! Quem mandou o coitado do cidadão estudar, trabalhar e comprar um carro novo? Ninguém mandou o malvado do empresário ganhar dinheiro com sua empresa. Dane-se se ele arcou com todos os custos de montar qualquer coisa neste país, se ele ousou colocar suas economias em jogo! Negativo, tem mais é que ser roubado mesmo, ou sequestrado! Onde já se viu uma coisa destas? Além de obter lucro, o cara ainda dá emprego para o povo? Ele é o bandido, não aqueles que estão atrás das grades! E aquela menina que resolveu sair para se divertir na boate? Foi estuprada? Azar é o dela! Foi para a rua com roupas de festa é porque "tava pedindo"! Pediu levou! Ela é que é a culpada de seu próprio estupro, e não o animal que o cometeu. Afinal, ele é mais uma vítima desta sociedade controlada pelo capital e blá blá blá.
E a família destas vítimas, sabem o que recebem do governo e do beautiful people nacional? Pena, e nada mais. Nenhum centavo, nada. E ainda são obrigadas a ver a corja de intelectuais, sociólogos, antropólogos, e outros "ólogos" a defender o criminoso. Não recebem nenhuma ajuda psicológica ou material, nada, de ninguém. Recebem apenas os pêsames e as reclamações sobre a insegurança. Ou então são obrigados a ouvir das Lucianas Genro, Manuelas D'ávila, Marias do Rosário da vida coisas do tipo "os culpados são vocês, burgueses que não ajudam ao próximo!"
A estas antas da política nacional e a todos os pseudo-intelectuais que entopem as universidades e as redações dos jornais, apenas uma coisa tenho a dizer: ninguém obriga ninguém a ser criminoso. Se é criminoso, não é igual aos outros cidadãos. Se não é igual, é diferente. Se é diferente, tem que ser tratado como tal, e não ser privilegiado por isto. Somos frutos de nossas escolhas, e eles escolheram as suas. Não cabe ao trabalhador que se dedica sustentar esta afronta que é o Auxílio por Reclusão. Afinal, isto é pago com o dinheiro suado de pessoas honestas, de famílias honestas. Se os presos não querem deixar suas famílias desamparadas, eu tenho uma sugestão bem simples: não cometam crime, assim, não serão presos.
Ou alguém aí tem uma idéia melhor?

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A questão indígena em RR



Eu não sou um cara muito inteligente, longe disto. Não sou formado em antropologia ou arqueologia. Mas até onde meus parcos conhecimento conseguem alcançar, os indígenas brasileiros não tinham a tecnologia da metalurgia, ou mesmo extração de ouro, diamantes, ou qualquer outro tipo de minério ou pedra preciosa. A sobrevivência das populações nativas dependia basicamente da caça  da pesca, e de uma agricultura rudimentar. Suponho, portanto, que estas sejam as maneiras pelas quais uma comunidade indígena tenha que sobreviver quando está em seu ambiente. Pelo menos deveriam.
Causa-me estranheza, mas não surpresa, o fato de que aqui, no estado de Roraima, os indígenas ficaram indgnados quando o Exército Brasileiro realizou uma operação para desmantelar garimpos ilegais. E o argumento deles? As comunidades indígenas tiram o seus sustento do garimpo! Ora, mas o sustento dos indígenas não é retirado das florestas, dos rios, através da caça e da pesca? Não foi por isto que eles e o beautiful people da intelectualidade nacional lutaram tanto pela demarcação de suas reservas indígenas, como a Raposa-Serra do Sol? Não era desta gigantesca extensão de terras que eles necessitavam para sobreviver, devido ao ecossistema e blá blá blá? Para quê precisam do garimpo?
A resposta a esta pergunta, em breve. Aguardem.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Papelão Brasileiro: e agora jornalistas? E agora Planalto?


Enquanto a nossa imprensa podre preocupa-se em torcer para a queda do governo constitucional de Honduras, chamando injustamente de golpe o que ocorreu naquele país, eis que surge uma notícia extremamente relevante, de importância capital, que foi mais uma vez solenemente ignorada por toda a nossa imprensa. O Conselho de Segurança da ONU reconhece a legitimidade do governo de Micheletti. Mais, reconhecem que ninguém tem o direito de intervir nos assuntos internos da nação Hondurenha, conforme o Artigo 2, Número 7 da Carta das Nações Unidas.
Esta boa e revigorante notícia foi publicada pelo jornal eletrônico HONDUDIARIOH. Para visualizar a matéria na íntegra, basta clicar aqui.
E agora Lula, Márcio Aurélio Garcia, Celso Amorim e corja? E agora Folha de São Paulo, Zero Hora, Estadão, Rede Globo, Band, Record, SBT? Como vão explicar o papelão brasileiro ao permitir que o criminoso Zelaya fosse recebido como hóspede na Embaixada Brasileira em Honduras? Como vão explicar que o governo legítimo de Micheletti não é um golpe como vocês adoram dizer? Será que vão se desculpar pela sua incompetência e dutrinação ideológica ou irão omitir o reconhecimento das Nações Unidas e, possivelmente, da OEA acerca da legitimidade de tudo o que aconteceu em Honduras contra o ventríloquo chavista Manoel Zelaya?
Será que seus leitores não merecem nenhuma desculpa?

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A quem serve o MST?


O vandalismo do MST já é velho conhecido de todos. Esta entidade de esquerda, que tem como único objetivo semear a anarquia no campo e promover a baderna nos meio de produção agrícola brasileiro, há muito tempo vem demonstrando atos de violência, que são esquecidos como que por mágica. O curioso é que são poucos os jornalistas que buscam a verdade por trás deste movimento social. Este verdadeiro bando é sempre tratado como sendo o coitadinho da história, "que luta contra o latifúnio improdutivo da burguesia."
O que aconteceu em São Paulo, de uma propriedade particular sendo usurpada por estes criminosos é o exemplo mais claro de quem são realmente estas pessoas. E não é exceção, é a regra. É assim que eles trabalham. Querem o terror no campo, desmontar o sistema produtivo para assentarem famílias que, na sua esmagadora maioria, nem sabem plantar batatas. Com esta desculpa, ganham imunidade para violentar e depredar os produtores agrícolas deste país, que levam a economia nas costas.
Seria injusto de minha parte não ressaltar que os meios de comunicações condenaram este ato de vandalismo, a destruição dos laranjais no estado de São Paulo. Em contrapartida, tentam passar a imagem de que aquele grupo não passa de radiacais, que não são representantes legítimos daquele movimento maoísta. Esquecem-se, conscientemente, de falar a você leitor, a quem realmente o MST presta os seus serviços de desestabilizar a estrutura fundiária brasileira em prol de um projeto socialista. A foto acima não deixa a menor dúvida.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O Abismo de Helm

Quem assistiu ao filme "O Senhor dos Anéis", ou leu o livro homônimo, deve lembrar deste episódio ocorrido no segundo volume, "As Duas Torres". Durante este evento, o reino de Rohan, ameaçado pelas forças do paladino negro Sauron, se vê completamente impotente para resistir à ameaça de terror e escravidão que se abate sobre o povo. Em virtude disto, o rei envia seu povo à fortaleza do Abismo de Helm, onde tentará, de todas as maneiras, resistir à investida do inimigo. Cercado por todos os lados e atacado impiedosamente, ele resiste. Uma fortaleza de liberdade inserida no meio do caos, do terror e da tirania. E eles mantiveram a posição, firmes.
Por ironia do destino parece que a ficção ganhou a realidade, e temos hoje um Abismo de Helm. Ele se localiza na América Central, e atende pelo nome de Honduras. Diante da pressão do Foro de São Paulo, entidade que pintou de vermelho a Venezuela, Nicarágua, Bolívia, Equador, Paraguai, Argentina, Brasil e Chile. E não é que aquele país pequenino, sem maiores expressões, diz não à Lula, Chávez e Fidel? Que ousadia! Um pequeno paraíso no meio da América que não se dobra diante da pressão de entidades criminosas e comunistas como a ONU e a OEA. Um país de um povo que mostra ao mundo o significado da palavra Independência. Que cumpre o que sua lei determina, mesmo que os intelectuais vermelhos torçam o nariz.
Na entrevista de Micheletti, reproduzida aqui mesmo neste blog, ele afirma que Honduras é um país de belos lugares e de pessoas tranquilas. É mais do que isto. É um país de fibra, de coragem, de um povo que prima pela sua lei, pela sua liberdade. Uma nação que mostra ao mundo como se deve agir contra a sede de poder da esquerda, coisa que nem os militares brasileiros ousam fazer.
Enquanto isto, segue a campanha mundial para fazer Zelaya voltar ao poder. O tempo está passando, e os verdadeiros golpistas sabem isto. Mas em 29 de novembro o povo hondurenho irá às urnas eleger seu novo presidente, conforme manda a sua constituição. Por mais que o Willian  Bonner chame o governo de Micheletti de golpista, ele sabe que o verdadeiro arquiteto de golpes é Manuel Zelaya e seus amigos Latino Americanos. Não haverá mais como esconder esta verdade, por mais que a imprensa brasileira queira. E por mais que o mundo diga que houve um golpe em Honduras, este povo resistirá. Nem sempre (ou melhor, quase nunca) a maioria tem razão, e este é o caso agora. Os países do globo estão errados ao qualificar de golpe o que aconteceu naquele país da América Central.
Honduras é o Abismo de Helm. Cercada por inimigos que querem destruí-la, ela resiste, esperando as suas eleições que, tal qual Gandalf, certamente irão salvá-la da tremenda injustiça da qual este país é vítima, fruto da ignorância e da sede de poder das esquerdas.

* acessem o site http://www.heitordepaola.com/. Lá vocês encontrarão a fonte de maior credibilidade sobre o que acontece em Honduras.

A liberdade pela economia.

Nada melhor para comprar consciências do que o vil metal. O dinheiro e o modo como lidamos com ele parece ser a razão de nossa existência. A palavra economia deixou de ser uma ciência para se tornar o fiel da balança dos sistemas políticos. Desta maneira, um governo é bom ou ruim de acordo com sua habilidade de realizar todas as políticas fiscais e econômicas necessárias para que dê a falsa impressão de ser o que ele não é. Vejamos o exemplo do Brasil. Economicamente, somos capitalistas. Mas não o capitalismo da liberdade de mercado, e sim o de Estado, que sufoca a propriedade privada e pune aqueles que geram riqueza e empregos. Em contrapartida, a forte intervenção estatal na economia através de seus inúmeros regulamentos e tributos, permitiram-nos atravessar a crise mundial sem maiores problemas e garantir aos empresários, bancários, e mesmo ao cidadão comum, a obtenção de uma razoável melhoria de suas finanças. Desta maneira, até os ditos burgueses acreditam que o governo que temos é de uma economia de mercado, um governo capitalista. Que as coisas que falam do PT não eram assim tão verdadeiras. Ledo engano.
Ao isolarmos a economia de todos os matizes que compõe a orientação ideológica de um governo, de um partido, somos iludidos a crer em algo que não é verdade. Ideologicamente estamos vivendo em um país verdadeiramente socialista ou, pelo menos, proto-socialista. Basta olharmos os outros aspectos que compõe a sociedade para verificarmos a verdadeira intenção dos nossos dirigentes. Leis como a da legalização do aborto, do anti-fumo, da anti-homofobia e do racismo são exemplos claros da orientação deste governo. Todas elas são características de governos totalitários, que esmagam a opinião individual em prol da “verdade coletiva”. Condutas como o homossexualismo são consideradas sagradas ao ponto de não poderem ser criticadas! O proprietário de um bar ou restaurante é obrigado a não aceitarem fumantes! Ora, o estabelecimento é dele, ele aceita quem ele quiser! “- Ah, mas eu não gosto de fumantes! – Troque de restaurante, oras!” As diversas leis e cotas para supostamente acabarem com o racismo na verdade o fomentam. Ninguém tem que ter direitos especiais por ser gay, negro, amarelo, índio ou branco. O indivíduo tem que ter direito por ser cidadão e pronto. Direitos iguais a todos, porque todos são cidadãos. Se o casamento é entre um homem e uma mulher, ponto final, fim da discussão. Se a criação de um filho tem que ser entre um homem e uma mulher, acabou. É a lei natural das coisas. Não conheço nenhum, nenhum exemplo do reino animal de uma espécie composta de indivíduos homossexuais, e isto é fato.
Como se não bastasse, o Estado, com sua gula tributária, engole nosso dinheiro para pagar cada vez mais empresas e funcionários estatais para cumprirem funções que não são as suas. Leis trabalhistas que punem aqueles que dão emprego e engessam o trabalhador, que não tem escolha quanto à previdência, ou fundo de garantia. Ambos deveriam ser facultativos, e não obrigatórios. O trabalhador deveria receber em forma de salários todos os descontos que seu patrão é obrigado a dar ao governo, e aí sim ele decidir o que vai fazer com ele. Se vai salvar algo na poupança para o caso de ser demitido ou não, o problema é dele. Ele tem que ter esta liberdade, este direito de gerir sua própria vida, não o Estado. Nossas escolas precisam ter opções diferentes de leitura a nossos estudantes, e não ficarem enclausuradas no que o partidão quer que seja ensinado a nossas crianças. O governo abraça tudo, e como conseqüência formam-se cada vez mais cidadãos-zumbis que não conseguem enxergar nada além do que seu professor do ensino médio ou da faculdade ensinou, além é claro da inseparável camisa do Guevara.
E assim, segue cada vez mais a destruição de nosso país para a ascensão do socialismo. O certo vira errado, e vice – versa. Mas tudo está bem, tudo está normal. A economia vai bem, então o governo vai bem. Estamos vendendo nossa liberdade por uns trocados.

domingo, 4 de outubro de 2009

Olim Piadas no Rio!!!!!

E assim aconteceu. O Rio será a sede das Olimpíadas de 2016. Certamente uma decisão política. Afinal, qualquer ser humano com a inteligência de uma ameba sabe que a capital carioca, e o Brasil como um todo, não tem qualquer condição de sediar um evento desta magnitude. As deficiências do Rio estão concentradas praticamente em duas áreas: infra-estrutura e segurança. Opa? Como assim? Ora raios, mas não são essas as duas funções principais do Estado, do governo. Não são justamente a segurança e a infra-estrutura a razão de ser do poder estatal? Como pode então uma cidade não ter sequer condições de atender os requisitos mais primitivos que forçaram o homem a inventar o governo?


É, a coisa ta ruim. Enquanto os falsos nacionalistas ficam com esta campanha de “não vendam a Vale, não vendam as Teles! Estão assaltando o Brasil, roubando o povo" e outros blá blá blá, o governo não cumpre a sua atribuição. Ao invés disto vai cada vez aumentando seus quadros. Secretarias, ministérios, cargos de direção, novas empresas estatais, tudo isto com o meu dinheiro, com o seu dinheiro, com o nosso dinheiro. Dinheiro que, além de pagar indenizações milionárias para as vítimas da ditadura, paga também o salário a Dilma Roussef como conselheira da Petrobrás. Aliás, ela deve conhecer muito sobre exploração de petróleo, novas energias etc. É algo assim... como um jogador de futebol falando do funcionamento de um submarino atômico. E tudo isto, repito, com o nosso dinheiro. E quanto mais aumentam os cargos, mais aumentam os impostos. E quanto mais aumentam os impostos, mais bolsas-esmolas são distribuídas, tudo em nome da igualdade social.

Pois bem. Se o governo parasse de querer controlar todos os setores da economia e se resumisse a fazer o seu papel, a segurança e a infra-estrutura do Brasil seriam outras com certeza. Mas não são. E agora têm que ser. Afinal, é uma Copa e uma Olimpíada. Agora temos motivos para recuperar o atraso. Não podemos deixar de esquecer que também é uma boa hora para lavar o dinheiro do tráfico, e das FARCs não é Lula? Raul Reyes, o número dois, que não me deixa mentir. Vocês vão poder lavar o dinheiro do narcotráfico com as obras das Olimpíadas. Fabuloso. Quanto à violência, é só falar com o pessoal do tóxico que eles obedecem ao PT e principalmente ao Molusco-Mor. As atas do Foro de São Paulo que o digam. E se não der, chame o Exército. Aquele Exército que vocês vivem esculachando e que vive se submetendo às suas traições com a subserviência de um cão. A faca e o queijo estão aí, é só cortar. E assim, mais uma obra do governo Lula: as Olimpíadas no Rio.

Depois do dinheiro lavado, obras "superfraturadas" (quebradas e roubadas) e algumas centenas de misteriosos novos milionários chegará, enfim, o dia da abertura. Já posso até imaginar o Galvão Bueno falando via Sistema Brasileiro de TV Digital, gratuito para as camadas mais pobres. Não podemos esquecer a inclusão social né. Trabalho pro povão? Não! Bolsa-Família, Bolsa-Olimpíada, Bolsa TV Digital. Tudo isto pago com o dinheiro do contribuinte e do empresariado, que as Lucianas Genros da vida continuarão a chamar de "burguesia maldita". Tudo a postos, e começam os jogos.

A cerimônia de abertura será fantástica. Certamente organizada por um carnavalesco, com um tema do tipo "Olimpíadas no Rio em 2016: no esporte de bamba, tudo acaba em samba e ninguém se zanga." Com comentários de Leci Brandão e a avaliação dos internautas para cada delegação que desfilar, para sabermos com qual nota elas ficarão.

Centros esportivos serão construídos, vila olímpica, sala de imprensa. Tudo do mais alto nível. Afinal, teremos que ficar com a herança dos jogos para alavancar os pobres e colocar o Brasil como potência olímpica. Terminado os jogos, e o Brasil conquistará suas 30, ou 40 medalhas no total, o mesmo número que a China e os EUA conseguirão... só contanto as de bronze! E todos vão para casa felizes. Os turistas mais ainda, porque terão aproveitado o que o Rio e o Brasil oferecem de melhor: mulheres e sexo, nossos produtos de exportação.

No outro dia, os centros de excelência serão distribuídos a ONGs e a entidades governamentais, com mais funcionários que não farão nada o dia todo, a não ser deixar o pessoal da favela jogar uma pelada na quadra de vôlei, ou andar de bicicleta no velódromo. A vila olímpica vai ser loteada no programa "minha casa minha vida", tudo de mão beijada claro.

Finalmente, teremos novos e grandes campeões na natação, no hipismo, na esgrima e no atletismo vestindo verde e amarelo. Todos usufruindo da estrutura invejável criada para formar atletas de ponta, localizadas nos campus universitários e esportivos dos Estados Unidos da América