terça-feira, 6 de outubro de 2009

A liberdade pela economia.

Nada melhor para comprar consciências do que o vil metal. O dinheiro e o modo como lidamos com ele parece ser a razão de nossa existência. A palavra economia deixou de ser uma ciência para se tornar o fiel da balança dos sistemas políticos. Desta maneira, um governo é bom ou ruim de acordo com sua habilidade de realizar todas as políticas fiscais e econômicas necessárias para que dê a falsa impressão de ser o que ele não é. Vejamos o exemplo do Brasil. Economicamente, somos capitalistas. Mas não o capitalismo da liberdade de mercado, e sim o de Estado, que sufoca a propriedade privada e pune aqueles que geram riqueza e empregos. Em contrapartida, a forte intervenção estatal na economia através de seus inúmeros regulamentos e tributos, permitiram-nos atravessar a crise mundial sem maiores problemas e garantir aos empresários, bancários, e mesmo ao cidadão comum, a obtenção de uma razoável melhoria de suas finanças. Desta maneira, até os ditos burgueses acreditam que o governo que temos é de uma economia de mercado, um governo capitalista. Que as coisas que falam do PT não eram assim tão verdadeiras. Ledo engano.
Ao isolarmos a economia de todos os matizes que compõe a orientação ideológica de um governo, de um partido, somos iludidos a crer em algo que não é verdade. Ideologicamente estamos vivendo em um país verdadeiramente socialista ou, pelo menos, proto-socialista. Basta olharmos os outros aspectos que compõe a sociedade para verificarmos a verdadeira intenção dos nossos dirigentes. Leis como a da legalização do aborto, do anti-fumo, da anti-homofobia e do racismo são exemplos claros da orientação deste governo. Todas elas são características de governos totalitários, que esmagam a opinião individual em prol da “verdade coletiva”. Condutas como o homossexualismo são consideradas sagradas ao ponto de não poderem ser criticadas! O proprietário de um bar ou restaurante é obrigado a não aceitarem fumantes! Ora, o estabelecimento é dele, ele aceita quem ele quiser! “- Ah, mas eu não gosto de fumantes! – Troque de restaurante, oras!” As diversas leis e cotas para supostamente acabarem com o racismo na verdade o fomentam. Ninguém tem que ter direitos especiais por ser gay, negro, amarelo, índio ou branco. O indivíduo tem que ter direito por ser cidadão e pronto. Direitos iguais a todos, porque todos são cidadãos. Se o casamento é entre um homem e uma mulher, ponto final, fim da discussão. Se a criação de um filho tem que ser entre um homem e uma mulher, acabou. É a lei natural das coisas. Não conheço nenhum, nenhum exemplo do reino animal de uma espécie composta de indivíduos homossexuais, e isto é fato.
Como se não bastasse, o Estado, com sua gula tributária, engole nosso dinheiro para pagar cada vez mais empresas e funcionários estatais para cumprirem funções que não são as suas. Leis trabalhistas que punem aqueles que dão emprego e engessam o trabalhador, que não tem escolha quanto à previdência, ou fundo de garantia. Ambos deveriam ser facultativos, e não obrigatórios. O trabalhador deveria receber em forma de salários todos os descontos que seu patrão é obrigado a dar ao governo, e aí sim ele decidir o que vai fazer com ele. Se vai salvar algo na poupança para o caso de ser demitido ou não, o problema é dele. Ele tem que ter esta liberdade, este direito de gerir sua própria vida, não o Estado. Nossas escolas precisam ter opções diferentes de leitura a nossos estudantes, e não ficarem enclausuradas no que o partidão quer que seja ensinado a nossas crianças. O governo abraça tudo, e como conseqüência formam-se cada vez mais cidadãos-zumbis que não conseguem enxergar nada além do que seu professor do ensino médio ou da faculdade ensinou, além é claro da inseparável camisa do Guevara.
E assim, segue cada vez mais a destruição de nosso país para a ascensão do socialismo. O certo vira errado, e vice – versa. Mas tudo está bem, tudo está normal. A economia vai bem, então o governo vai bem. Estamos vendendo nossa liberdade por uns trocados.

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