quinta-feira, 12 de novembro de 2009

DEMOCRACIA ADITREVNI.

Edmund Burke, em seu livro "Reflexões Sobre a Revolução em França", não considera a democracia como sendo o melhor sistema de governo que exista. Ele a classifica como apenas mais uma maneira de se governar um país. Não há provas suficientes para que possamos imaginar que a maioria está sempre com a razão, mesmo porque esta maioria é um corpo artificial, anônimo, sem face. Não podemos identificar a maioria. Fica fácil, desta maneira, utilizar o nome deste ser ilusório para impor a vontade de um grupo resistro sobre a vontade da população. E é exatamente isto o que está ocorrendo
Grupos minoritários estão tomando o poder decisório de tal forma que seus costumes estão se impondo sobre o todo. Exemplos não nos faltam. Os homossexuais querem impor á população, pelo PLC 122 a canonização de suas atitudes, tão santas que não podem sequer serem criticadas. Ou seja, se você acha a conduta homosexxual errada, antinatural, ou mesmo doentia, está automaticamente incorrendo no crime de homofobia. Pela sua opinião, você é automaticamente nivelado com os nazistas, facistas, e genocidas.Se ensinar a seus filhos que um casal gay é algo contrário à sua religião, ou mesmo à ordem natural das coisas, pronto, você corre o risco de ir à cadeia!
Fato semelhante ocorre com outras ditas "minorias". Mesmo os pobres e os negros não podem ter tratamento especial por serem miseráveis ou afrodescentes. Tem que tê-los por serem cidadãos e, como tal, devem ser respeitados. Não é porque eu chamo um negro alto de "negão" que eu esteja sendo racista. E se um negro chama outro negro de "negão", vai incorrer em crime? E se alguém chama um branco de "brancão, alemão" não deveria este ser preso por racismo? O que a lei anti racismo faz nada mais é do que aumentar ainda mais o preconceito contra estas pessoas. Aliás, estas são as palavras mágicas da nova ordem mundial: preconceito e discriminação. Basta falarmos que estamos sendo vítimas de uma ou de outra para, de imediato, passarmos a ter um poder tal capaz de mudar leis e costumes, mesmo contrários aos costumes e leis arraigadas ao longo dos anos. É como se rotulássemos os negros e os pobres como incompetentes, incapazes por natureza. Isto não seria a forma mais clara e absurda de preconceito? Eu acredito que os negros do nosso país têm plena capacidade de alcançar os postos mais elevados em qualquer setor de nossa sociedade, não pelo fato de serem negros, mas pelo fato de serem seres humanos, dotados de inteligência, como eu e os outros 6 bilhões de habitantes do planeta. Da mesma forma, os pobres também as possuem.
No campo, a situação repete-se. Um bando de desocupados, invade a terra de pessoas que são suas proprietárias legítimas e fica tudo por isto mesmo. E a posse destas terras? E o dinheiro suado que estas pessoas, ou seus antepassados,  tiveram que gastar para adquirir aquele pedaço de chão, isto não conta? Com que direito um bando de criminosos invade uma fazenda, rasga ordens judiciais de desocupações e muitas vezes consegue a desapropriação dos "latifúndios improdutivos"? Porque eles têm tamanho poder?
A cerne das questão é que estamos sendo governados pelo pensamento de uma minoria. Esta, impõe seu pensamento com tamanha facilidade que chega assustar. Não há qualquer análise sobre suas reivindicações, e quando são feitas pesquisas de opinião, que repetidamente demonstram que o brasileiro é contra tudo isto, os amantes da democracia logo apressam-se ou a manipular dados ou a tentar mudar o pensamento de toda a população.
Assim, a vontade da maioria é sistematicamente ignorada em prol das exigências das minorias. Criam-se nichos privilegiados dentro do corpo da sociedade, que passam a gozar de verdadeira imunidade juridica e moral, como se fossem deuses andando sobre a Terra. Em nome de uma suposta democracia, nos ajoelhamos cada vez mais a eles. Será que isto é realmente uma boa forma de governo?


Nenhum comentário:

Postar um comentário