quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Eternos Adolescentes


A ideologia da esquerda, especialmente aquela que reina em nosso país, não passa de uma verdadeira governanta. De acordo com seus objetivos, ela reina soberana nos meios de comunicação, nas escolas e na intelectualidade brasileira. Transforma-nos em eternos adolescentes, sempre rebeldes, mas nunca responsáveis pelos seus atos, porque o Estado está lá para tomar as decisões que caberiam, a uma pessoa adulta. Desta maneira, nosso senso de responsabilidade é extremamente desvirtuado, e nossa consciência individual é destruída a tal ponto que não passamos de crianças sob a batuta de nosso "papai governo".
Vejamos alguns exemplos: A lei de combate ao fumo. Nesta verdadeira aberração aos direitos individuais, o estado proíbe o fumo em locais públicos, mesmo que sob administração privada. Ou seja, não temos a opção de evitarmos estes lugares. Nosso governo já tomou uma decisão por nós, que deveria ser estritamente pessoal, qual seja a de escolher entre ir a um restaurante com fumantes, ou a não ir. Podemos citar, também, a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança. Novamente, esta é uma escolha individual. Aquele que não o utiliza tem chance maior de vir a falecer em um acidente de carro, é verdade. Mas a escolha em usá-lo deve ser do cidadão, e não uma imposição estatal. Afinal, caso ele não o utilize e venha a falecer, o único prejudicado é ele próprio. Nada mais justo que arcar com suas responsabilidades. Da mesma maneira, poderíamos colocar a educação de nossas crianças. Desde os tempos mais remotos, ela é dada primeiramente pelos pais, que optam por colocarem seus filhos na rede pública ou privada de ensino. Arcam com a responsabilidade de entregarem seus descendentes às escolas de um país. Deveriam ter a mesma responsabilidade e liberdade em educá-los em casa, caso os pais não concordem com os absurdos que estão sendo ensinados nessas instituições, como a educação sexual e social, por exemplo.
O poder de decisão sobre nossas escolhas, efetivamente, não pertence a nós, mas aos governantes e suas ideologias políticas. Sob o manto da "consciência social" e o argumento de "acabar com a discriminação", a cada dia que passa nos é retirada a possibilidade de decidirmos o que queremos fazer com nossas vidas. Tudo é programado. Não há aprendizado, pois quando não erramos, não extraímos qualquer tipo de lição. Se o cara quer transar, o governo da camisinha. Se engravidar, o governo quer dar o aborto. Se tiver o filho, o governo da o bolsa-família. Nada, absolutamente nada é controlado pelo cidadão. Nossas vidas não passam de simples instrumentos nos quais o estado deposita seus tentáculos. Vivemos em uma verdadeira Matrix, uma realidade virtual, onde pensamos que temos domínio sob nossas vidas por estarmos esbaldados nas benesses governamentais.
Enquanto isto, de maneira rápida e eficiente, os tentáculos revolucionários vão tomando conta de nossas instituições, tornando-as verdadeiros zumbis a serviço do grande Big Brother que a tudo e a todos vê. É preciso acordamos para esta realidade. Precisamos sair desta verdadeira puberdade intelectual e encararmos nossas responsabilidades como adultos, e não como crianças doutrinadas pelo paternalismo estatal. Pensar a respeito, já é um primeiro passo.

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