segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

30 Fantásticos segundos

Uma verdadeira bomba estoura diante dos adaptos do aquecimento global antropogênico e nada, absolutamente nada é comentado na grande mídia. Aliás, uma mísera notícia no site G1 e 30 segundos, isto, 30 segundos no Fantástico, que poderia mudar o seu nome para Fanático, dada a ferocidade com que defende que a humanidade é a causadora do aquecimento global, principalmente os países ricos e suas emissões insuportáveis, fora outras posições da agenda revolucionária e do globalismo.
No caso da nota publicada no portal de notícias da Globo, verifica-se uma clássica manobra dialética erística, há muito demonstrada por Arthur Schopenhauer em Como vencer um debate sem ter rezão. O texto, transforma a acusação de fraude nos dados acerca do aquecimento global em uma arma conspiratória daqueles que a usam, invertendo completamente a ordem das coisas. Na verdade, são os ambientalistas que são os responsáveis pela conspiração que insiste em dizer que somos responsáveis pelo aumento da temperatura do planeta. E ponto final, ninguém discute. Falou está falado. Ignoram-se os ventos solares, o campo magnético terrestre, a variação da inclinação do eixo terrestre, o vapor de água, enfim, todas as outras variantes, fora os bilhões de anos de história climática. Afinal, os dados coletados são irrefutáveis(!). Mas porque justamente quando a autenticidade e a credibilidade destes dados são postos a prova, a mídia simplesmente ignora? Porque não exibiram um bloco inteiro do programa citado para pelo menos informar a população acerca deste verdadeiro achado? Ora, porque a função da esmagadora maioria dos jornalistas tupiniquins é uma só: desinformar e doutrinar.
Diferentemente do que ocorre nas terras brasilieras, a rede de televisão Fox News, resolveu entrar no debate e perguntar-se o porquê de redes como a CNN*, NBC ou ABC e jornais como o The New York Times* fazerem silêncio sobre o ocorrido. Nesta rede de notícias, líder de audiência nos EUA, o papel do jornalismo é cumprido: o de informar, seja lá qual for a notícia, e deixar a decisão para seu telespectador.
Não possuímos um debate verdadeiro, sincero acerca do tema. O que temos é apenas um alarmismo questionável sobre uma premissa que pode não ser verdadeira. Basta verificarmos o que ocorreu na década de 70 quando o Estadão afirmou que estávamos caminhando para uma nova Era do Gelo. Ao observarmos o gráfico que acompanha o jornal da época, verificamos que houve um declínio da temperatura entre as décadas de 40 e 70, justamente quando houve um intenso aumento das emissões de carbono na atmosfera.
Mas isto não é mostrado, isto não é veiculado. O que é nos empurrado goela abaixo é que somos responsáveis por algo que, na verdade, é um ciclo natural. Ao nos sentirmos culpados por isto, somos mais permissivos a novas taxas e impostos sobre os "poluidores", ao mesmo tempo que começamos a odiar toda e qualquer forma de produção que nos enriqueça, pois geralmente elas geram poluição que destruirá o planeta.
Devemos sim preservar o meio ambiente, isto não há dúvida. Mas também não podemos deixar que apenas um lado da história seja contado sem nos dar a oportunidade de debater sobre o que realmente está acontecendo. Somos, novamente, podados em nossa capacidade crítica de analisar mais este fato. Fica mais fácil, assim, dominar a mente da coletividade para que aceite cada vez mais docilmente os arreios intelectuais impostos.
Os 30 segundos de (des)informação sobre o tema mostrados no Fanático foram utilizados não para questionar se as revelações feitas pelo hacker ao coletar e-mails dos cientistas era válida, mas para uma pronta defesa de uma posição que há muito deixou de ser científica ou humanitária para se tornar mais uma página da agenda política da governança global.

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