sábado, 12 de dezembro de 2009

A Queda da Cristandade

Há vários anos acontece uma crescente campanha para a progressiva desmoralização para posterior destruição da cristandade. O alvo preferido é a Igreja de Roma, mas mesmo as protestantes e evangélicas também são alvos cada vez mais recorrentes. A mídia de entretenimento, com suas novelas e séries televisivas, não poupa esforços em caricaturar os seguidores de Cristo, seja por suas atitudes, seja por suas opiniões, que nada mais refletem senão à da Bíblia.
O fenômeno é de escala mundial. Dentro das congregações religiosas, pessoas estão deturpando os ensinamentos bíblicos, reinterpretando-os às suas ideologias. Um exemplo que pode ser verificado é na “teologia da libertação” que, se fosse analisada de maneira fria, pareceria maia uma demonologia da libertação. Temas como o homossexualismo, a disputa de classe e a banalização do aborto são incluídos nesta nova agenda teológica, contrariando mesmo as escrituras. Dentro em breve, toda a fundação do cristianismo estará mudada de tal forma que sequer conseguiremos reconhece-lo.
A queda do mundo cristão, entretanto, não é um fenômeno nacional, mas internacional. De fora para dentro, a religião cristã vem sendo pressionada e virtualmente esmagada dentro de seu próprio território por outra que parece estar com todas as cartas na manga para, literalmente, conquistar o Ocidente: o Islã.
A ruína do Cristianismo se dará devido ao caráter pacífico de seus ensinamentos, que são ardilosamente utilizados pelos governos das nações cristãs, especialmente na Europa, para criar um discurso de tolerância com as diferentes religiões no mundo. O resultado é que temos levas e levas de imigrantes islâmicos no continente europeu que pouco a pouco vão impondo a sua cultura e a sharia, sem aparentemente encontrar resistência. 
A dissociação entre Igreja e governo tornou este um defensor das minorias, ignorando a cultura e os costumes de sua população. Ora, se um imigrante árabe resolve morar na Inglaterra ou na França, nada mais justo que se adapte aos costumes destes países, e não tente impor os seus. Que pratique sua religião, mas não obrigue todos a fazê-lo. Nos países europeus de grande população muçulmana verifica-se que bairros exclusivamente islâmicos possuem jornais, revistas e mesmo escolas onde sequer a língua da nação adotada é utilizada. Ou seja, os imigrantes querem se aproveitar dos benefícios sociais das nações européias sem adotá-las como sua nova pátria.
Ao permitirem este tipo de situação, e ao cederem às pressões, inclusive dos governos muçulmanos estrangeiros, a Europa está lentamente se transformando em um território cada vez mais islâmico. Não contentes com todos os benefícios concedidos por estes países, os imigrantes sempre querem mais...E adivinhe quem os apóia? A esquerda européia que, assim como as esquerdas do mundo, sempre luta pelo direito das minorias, dando a elas plenos poderes para subjugar a maioria. Este tipo de atitude somente acelera a degradação da cristandade, que não reage a esta verdadeira invasão. Foi assim que o Império Romano caiu, não por guerras intermináveis, mas por migrações em massa que tinham como objetivo a fixação de residência dos invasores, ou seja, uma colonização.
No mundo cristão, a tolerância é algo que o levará à sua ruína. Podemos observar o exemplo da França quando esta proibiu os símbolos religiosos nas suas instituições públicas. A comunidade islâmica ficou indignada! Mas porque raios a cristandade tem que permitir de bom grado o culto do Islã, se a recíproca é falsa? Experimente usar um crucifixo na Arábia, Turquia, ou outro país islâmico? Corre-se o risco de ser preso e mesmo executado.
Igrejas cristãs em território muçulmano são quase inexistentes, ao passo que mesquitas proliferam com uma velocidade impressionante no Ocidente. Dezenas de milhares de cristãos são mortos em países islâmicos, mas basta barrar um árabe em um aeroporto por suspeita de terrorismo que a mídia fica enlouquecida. Desconfiar de um muçulmano é preconceito. Matar milhares de cristãos por serem cristãos é o que?
Enquanto continuar a seguir o politicamente correto, o Ocidente cavará cada vez mais a sua sepultura. Enquanto se aceitar a ridicularização dos seguidores de Cristo e a aceitação do Islã como “a melhor coisa do mundo” estaremos preparando o terreno para a queda não de um império, mas de uma civilização inteira, a nossa civilização. Os cristãos de todas as correntes devem se unir não para discutir os ensinamentos da Bíblia, mas para protegê-la do império do Corão. A vitória não será conseguida pela força das armas, mas pela pena dos legisladores. E, nesta última, os seguidores de Maomé estão em perigosa e ameaçadora vantagem.

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