segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Natal e Capitalismo

Não é um sistema econômico que molda o comportamento de uma população. É sua formação familiar e espiritual que o faz. Não é o capitalismo que transforma uma festa religiosa, um momento de reflexão em família em apenas mais um feriado no calendário. É a progressiva corrupção da instituição família e religião a responsável por isto.

Muitos criticam a falta de espiritualidade nas comemorações do natal. E a principal vítima dos ataques é o capitalismo. Falam que nos tornarmos uma sociedade consumista, que pensa apenas nos presentes, na ceia, e nas festas natalinas espalhadas em pontos turísticos ao redor do mundo. Perdeu-se o valor religioso que tal cerimônia representa, o significado do nascimento do menino Jesus para a humanidade, ou para os cristãos pelo menos. O engraçado é que justamente os opositores do capitalismo e da sociedade de livre mercado (a esquerda) é que são os verdadeiros responsáveis pela transformação de um momento de reflexão e reverência em mera data comercial.
Graças aos estratagemas de socialistas e comunistas, a religiosidade foi progressivamente sendo minada. A cristandade, especialmente a católica, foi progressivamente sendo atacada e corroída. E a esquerda soube muito bem executar o plano de extermínio do catolicismo. Atacou simultaneamente de fora e de dentro da estrutura eclesiástica. Infiltrou sacerdotes comunistas causando uma reviravolta nas estruturas clericais brasileiras. Ao mesmo tempo, atacou a Igreja de fora, através da produção "artística" e "cultural", bem como na produção falsificada de textos históricos onde o catolicismo sempre aparecia como sendo o grande mal do mundo. Utilizando-se de sofismas e de um discursos retóricos, historiadores vermelhos reescreveram a história. Ocupando virtualmente todos os setores formadores de opinião, a esquerda implodiu a religiosidade e, de arrasto, a própria instituição familiar. Faltava criar um bode expiatório para arrematar a estratégia. E a culpa caiu nos ombros do capitalismo e dos ideais liberais.
Mas são justamente esses ideais que conseguem sustentar um pouco do que resta do esfarrapado espírito de natal. Não fosse pelo capitalismo, não se comprariam presentes. E o ato de dar presentes nada mais é do que a representação do que fizeram os Reis Magos ao ofertarem ouro, incenso e mirra ao bebê Jesus. O Papai Noel nada mais é do que a representação de São Nicolau, homem que presenteava as crianças mais necessitadas. E é pela compra de presentes que os funcionários dos mais diversos ramos conseguem seu emprego para poderem ganhar o seu dinheiro para, também, comemorarem o natal.
A ceia de natal não representa apenas comer e beber em vão. É um ato de sacrifício, onde o Peru comprado no supermercado representa o sacrifício feito pelo homem em honra a Deus, e em agradecimento pelo ano que passou. Ao fazer um esforço para comprar a ave especial, sela-se o simbolismo do sacrifício. É como se fosse uma ação de graças pelas coisas conquistadas e pela força dada por Nosso Senhor para enfrentarmos os obstáculos. As luzes, os pinheiros decorados, guirlandas, são representações de alegria pelo nascimento do Messias, e a lembrança de nossa origem europeia. Sim porque, se tem-se orgulho de nossa origem negra, há que se der de nosso sangue europeu porque não. Mas acima de tudo, o capitalismo condensa algo que muito incomoda a esquerda: o fruto do trabalho. Ele mostra que não é por favorecimentos políticos, esmolas governamentais ou pena que se conquista a dignidade. É pelo suor do trabalho de cada dia, quando o operário, o comerciante, o artesão, o empresário, o pequeno, médio e grande agricultor se reúnem à mesa para celebrar em família o espírito natalino, mesmo quando um governo faz de tudo para demonizar a figura daqueles que geram emprego, renda, dignidade.
Não é um sistema econômico que molda o comportamento de uma população. É sua formação familiar e espiritual que o faz. Não é o capitalismo que transforma uma festa religiosa, um momento de reflexão em família em apenas mais um feriado no calendário. É a progressiva corrupção da instituição família e religião a responsável por isto. Afinal, desde a Revolução Francesa, uma das primeiras ações é destruir a Igreja. Robespierre fez assim, Lênin e Stálin fizeram assim, Mao fez assim, Fidel fez assim. Destruíram e corromperam a família e a Igreja, jogando a culpa no capitalismo. Implodiram os alicerces morais e religiosos que sustentavam a base da sociedade para sobre seus escombros construir o famigerado "novo mundo possível", a custa de mais de 100 milhões de vidas humanas.
O capitalismo não é o vilão consumista. O vilão está em cada um de nós. Se ao darmos um presente de natal a nossos entes queridos, lembrarmos que estamos repetindo um gesto de mais de 2 mil anos em honra de um menino nascido para salvar a humanidade, não estaremos sendo consumistas. Se lembrarmos que é graças à nossa compra que o empresário pode dar emprego a outras pessoas e também tirar o seu sustento, saberemos que estamos, naquele momento, ajudando outras pessoas a fazerem a sua ceia de natal, a darem os seus presentes, por mais simples que sejam. Que estas pessoas podem, assim como nós, repetir gestos milenares que são muito mais do que apenas gestos. São representações das nossas próprias origens. Não porque recebem esmolas, mas porque conseguiram, pelo valor de seu trabalho, um pouco mais de dignidade. Apesar da fome estatal por suas almas.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O Poder do Arco-Íris

E se um militar for assediado sexualmente por um gay? Que acontece? Será que o homossexual seria punido ou o que sofreu o assédio iria ser preso por homofobia?

O Senado aprovou e Obama assinou. Pronto. Gays no Exército dos Estados Unidos? Yes, they can! Agora a viadagem pode sair do armário sem qualquer problema. Não podem mais haver repreensão pelos seus superiores. Mais uma vitória do movimento gay. Já fico imaginando um soldado, sargento ou oficial do Exército dos EUA de brinco, batom e unha pintadinha.
Certamente, em pouco tempo, a moda vai pegar por aqui. Dentro em breve, as fileiras do Exército Brasileiro deverão também se submeter ao poder que emana de uma classe praticamente intocada, que foi ungida, sabe-se lá por quem, de uma aura santa. É meus amigos. Nos dias de hoje ser contra a boiolagem é caso de polícia. Fico imaginando como seria o convívio diário desses seres com os heterossexuais. E se um militar for assediado sexualmente por um gay? Que acontece? Será que o homossexual seria punido ou o que sofreu o assédio iria ser preso por homofobia? Aliás, porque os gays devem ficar no mesmo alojamento que os heteros? Não seria o caso de se criarem alas especiais somente para os homos? Por este raciocínio, mulheres poderiam dividir o mesmo alojamento dos homens não? É companheiros. O terceiro sexo tem poder, e muito. Podem, pela lógica atual, cometerem qualquer crime. Se forem acusado, bradam que "isto é homofobia!" e imediatamente tem um tratamento mais do que especial.
O argumento para que tomem as fileiras do Exército é de que "na antiguidade, os Exércitos tinham gays. Alexandre Magno era gay e foi um dos maiores generais da história!" Por este argumento, vejo que pouco a pouco voltaremos a seguir outros costumes da antiguidade grega. Cada homossexual poderá ter seu próprio "aprendiz" de 10, 11, 12 anos, conforme acontecia na Grécia Antiga. Ainda, poder-se-ia reavivar a escravidão, outro nobre costume de gregos e romanos. E a mulher, em breve, retornará a sua função primordial greco-romana: reprodutora. Pronto! Voltamos à antiguidade.
Utilizar costumes antigos para validar atuais é canalhice e falta de vergonha na cara. Sabemos que homossexuais sempre existiram, existem e existirão nas Forças Armadas. Sua conduta, entretanto, era a mais discreta possível. Agora não mais. No país do Obaminável, pode-se desmunhecar a hora que se bem entender, mesmo ao comando de uma tropa, no refeitório, ou nos alojamentos. Não tardará para que os gays mais fortões obriguem seus subordinados a terem atos sexuais com eles, sob pena de acusá-los de homofobia. E alguém duvidaria da palavra de um gay?
Relendo a história, parece mesmo que a melhor coisa a se fazer é não contrariar as bichinhas. Porque uma "bicha loca" pode ser desastroso. Explico. Diziam que Calígula era gay, assim como Alexandre, Napoleão e Hitler. Percebem os exemplos? Quando eles sobem nas tamancas, sai de perto! É sangue para todos os lados. Se foram viados, foram dos mais brabos. Mataram, assassinaram, torturaram e varreram povos inteiros do mapa (ou pelo menos tentaram). Ai de quem ser contrário a seu modo de vida.
No politicamente correto de hoje, não existe atividade mais nobre do que o doar o esfíncter anal a um parceiro do mesmo sexo. Tal atitude é tida hoje como nobre e desejável até. Mesmo nossos filhos serão obrigados a verem vídeos onde os guris e gurias descobrem sua sexualidade homossexual na maior naturalidade, como se fosse a coisa mais desejável do mundo. E ai dos pais que disserem a seus filhos que esta atitude é condenada por Deus e pela Bíblia! Correm o risco de terem seus filhos sequestrados pelo Estado e criados pelos infames Conselhos Tutelares.
É minhas caríssimas senhoras e meus digníssimos senhores. O poder do arco-íris é muito maior do que se pensa. Ele censura e silencia mais do que qualquer ditadura jamais sonhou. É incriticável, é blindado, é irrestrito. Contra ele, todo argumento contrário, todo pensamento de oposição se torna o crime mais horrendo da humanidade. Toda crítica se torna preconceito. 
Mas os partidários do homossexualismo não criticam os verdadeiros homofóbicos. Porque? Bem porque Alá responde com Bombas, não palavras.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A República Imperial das Bananas

Todos estes mandos e desmandos das entidades executivas, legislativas e judiciárias estão escritas na bíblia (conhecida pelo nome popular de Constituição Federal de 1988). E o livro sagrado da República Imperial das Bananas é seguido cegamente, desde que para beneficiar as divindades que, afinal, a escreveram.

A organização brasileira está longe de ser republicana ou federativa. Está mais para monárquica e teológica, como nas antigas civilizações Egípcia, Grega e Romana. Até o panteão de divindades o Brasil possui. Adiciona-se à sopa política uma pitada dos reinos europeus da Idade Média e voi-là! Eis que conseguimos saber como se organiza de fato nossa "República Imperial das Bananas"!
No Olimpo tupiniquim (conhecido como Poder Judiciário), estão os deuses. Intocáveis, detentores da verdade absoluta. A eles nenhuma lei atinge. Estão acima do bem e do mal, pois emanam mesmo a noção do que é cada um desses conceitos. São imunes a qualquer crítica ou aplicação as penas previstas, mesmo quando pegos em ato ilegal. Jamais são presos ou condenados, mesmo em flagrante delito. Seu poder divino é tamanho que basta um dedo em riste ou o som de suas palavras para lançar a fúria do Olimpo sobre os mortais. E esta nunca tarda.
Mas o Olimpo não pode ter contato com o povão assim diretamente. É preciso que alguém o represente sobre a terra. E esta pessoa é o Faraó, ou o Rei (aqui chamado Presidente da República). A ele é confiado a representatividade do poder das divindades. Ele está lá, do alto de seu trono, aplicando a lei divina sobre a plebe nacional. Como os deuses, é imune à criticas e a qualquer denúncia que possa atingir o seu caráter, mesmo quando não possui um. É o homem-deus. A encarnação das vontades celestiais sobre a Terra. Nunca sabe de nada, mas distribui pão e circo ao povo, garantindo o silêncio dos seus milhões de servos e a aprovação majoritária destes. Como homem-deus, também é ungido de características divinas, e a lei sobre ele não pode incidir.
Abaixo da escala teocrática, estão os semideuses (deputados e senadores). A eles resta apenas aprovar as vontades do panteão, representado pelo Faraó, utilizando o nome da "maioria". Como não são completamente divinos, a eles não é garantida a total imunidade diante da lei. Entretanto, raríssimos são os semideuses que respondem a ela. Os direitos, é claro, estão garantidos. Assim, quando os deuses querem mais, os semideuses querem também. Se as divindades querem mais sacrifícios humanos, os semideuses querem também. Se aqueles querem mais dinheiro, estes também irão se beneficiar. E assim, em nome do povo, votam leis em causa própria e jamais ousam afrontar o poder divino. Nos Estados e Municípios, a organização é similar, fazendo com que a República Imperial das Bananas tenha um "quê" de Império Romano (com "mesclas" dos feudos europeus), onde as províncias tinham sua organização política, mas eram vassalos de Roma.
Mas uma nação teocrática não pode viver sem o clero. Ele é responsável pela adoração particularmente do Rei-deus, dos deuses e em menor escala dos semideuses. E nas terras de Pindorama, o clero é composto pelos, religiosos, artistas, intelectuais, empresários, jornalistas, celebridades, altos oficiais militares, professores e universitários, sendo que os quatro últimos compõe o chamado baixo clero. O alto clero é responsável por criar o culto aos deuses e emanar a ideologia nacional, de acordo com a diretriz do Faraó. O baixo clero trata de disseminar esta ideologia, validá-la e fomentá-la. São os idiotas úteis.
Na base da estrutura social da República Imperial das Bananas está a plebe. Esta é composta dos médios e pequenos empresários, produtores rurais, trabalhadores dos três setores da economia e de alguns intelectuais que contestam o culto aos deuses. Todos eles compõem o povo, a plebe. A ela cabe trabalhar para sustentar o panteão de divindades e os caprichos do deus-imperador e dos semideuses. Fazem sacrifícios e pagam pesados impostos ao seu senhor feudal em troca de... Bom, deveria ser segurança, mas nem isto os deuses garante a seus servos. Mas os deuses são muito bons e generosos! Todos os anos, fazem inúmeras comemorações de carnaval e proporcionam horas de lazer com o futebol. E para que o imperador posso distribuir esmolas aos que não trabalham (e também às famílias dos presos), é necessário que a plebe pague por isto. E por cinco, quase seis meses, esta camada da população trabalha para seus senhores. Durante quase meio ano, nada de seu trabalho é revertido para o seu próprio bem-estar. Tudo é enviado diretamente para os cofres do faraó.
Mas existe uma classe de pessoas singulares na nação: os intocáveis. Esta é composta por gays, sem-terras, sindicatos, e toda sorte de minorias. São os únicos que ousam desafiar o poder dos deuses sem medo de represálias. Aliás, com o passar dos anos, vão se tornando verdadeiras eminências pardas do Olimpo, fazendo com que novas leis sejam produzidas e invocadas para a sua imunidade. Não podem sequer serem criticados. Em breve, tornar-se-ão os novos deuses. É questão de tempo.
Todos estes mandos e desmandos das entidades executivas, legislativas e judiciárias estão escritas na bíblia (conhecida pelo nome popular de Constituição Federal de 1988). E o livro sagrado da República Imperial das Bananas é seguido cegamente, desde que para beneficiar as divindades que, afinal, a escreveram.
É por este motivo que um aumento salarial da ordem de 60% para ministros, parlamentares e presidente é absolutamente constitucional. E as províncias, claro, seguirão o exemplo, num efeito cascata. Os deuses (juízes) quiseram aumento. O deus-rei também, assim como os semideuses. Tudo dentro da legalidade, mas absolutamente fora da moralidade claro. E de onde sairá o dinheiro para tudo isto? Para pagar 26,7 mil reais a cada parlamentar e ministro? Da plebe, do povão, dos otários como eu e você.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A Morte do Engenheiro

Qual seria o interesse de transformar os alunos mais brilhantes das salas de aula em profissionais desmotivados e universitários sem qualquer perspectiva de brilhar na carreira escolhida, além de semear o ódio entre alunos e professores? 
Recebi um e-mail de meu irmão onde um engenheiro relata a falta completa de valorização da sua profissão desde o ambiente acadêmico. No artigo, o autor mostra como os melhores alunos dos diversos colégios e escolas vão tendo sua auto-estima destruída e esfacelada ao longo do curso superior na área das engenharias em contraste com a progressiva valorização de outros cursos, especialmente a medicina e principalmente o direito. Nestes dois cursos em particular, o universitário vai progressivamente obtendo o status profissional, sendo tratado, nos semestres finais do curso, não como meros alunos, mas como o doutor fulano ou doutor sicrano, futuros médicos e advogados. O modo como se vestem e as atitudes que têm são mostras do aumento da auto-estima dos futuros doutores. E isto seguramente proporciona o surgimento de novos integrantes no mercado de trabalho que estejam, pelo menos, motivados.
Analisando o artigo do engenheiro (cujo nome infelizmente foge à minha memória), bem como as atrocidades que meu irmão relata acontecerem no curso de engenharia da UFRGS, especialmente no Departamento de Engenharia Elétrica, não pude deixar de me perguntar o porquê disto acontecer. Qual seria o interesse de transformar os alunos mais brilhantes das salas de aula em profissionais desmotivados e universitários sem qualquer perspectiva de brilhar na carreira escolhida, além de semear o ódio entre alunos e professores?
A resposta (ou respostas) que me ocorrem é que, por trás deste processo de desvalorização dos engenheiros, está a ideologia revolucionária da esquerda. Sim, vão dizer que é loucura ou "teoria da conspiração". Afinal, o que a filosofia revolucionária comunista "tem a ver" com este processo de castração da engenharia (e dos engenheiros)? Ora, tudo!
Um engenheiro de qualquer área precisa ter necessariamente um dom natural para as ciências exatas. Consequentemente o seu pensamento é exponencialmente mais lógico do que "o pessoal das ciências humanas e sociais". Por este motivo, os alunos que se dedicam ao estudo das ciências matemáticas são praticamente imunes ao discurso da esquerda. E quando são contaminados por eles, rapidamente conseguem verificar suas incoerências mediante o estudo de um artigo ou mera análise lógica. Suas mentes dificilmente são dominadas pela sereia comunista, ao  contrário do pessoal do direito, da economia, da história e da medicina por exemplo. Sendo assim, não é de interesse do partidão (e da intelectualidade esquerdista) que a atividade de engenharia seja valorizada, a não ser quando há maneiras de inserir a famigerada "consciência social" na cabeça desses profissionais. É por este motivo que, de todas as engenharias, a civil é a mais valorizada pelo partido e pelo governo. Afinal, é preciso casa para os "excluídos" morarem (sustentados pelo nosso dinheiro, claro).
O resultado deste descaso está ao alcance de qualquer pessoa que consiga enxergar. Pouco desenvolvimento tecnológico e alta dependência científica de nações estrangeiras. Pior é quando vemos reportagens no Jornal Nacional enaltecendo que um brasileiro descobriu "tal coisa"... no MIT! E não em terras brasileiras! 
Queiramos ou não, são os engenheiros os responsáveis pelas grandes revoluções e descobertas que trazem riqueza para uma nação. São eles que inovam, que produzem conhecimento palpável. Desde os primórdios da civilização, os povos que dedicaram sua riqueza e seu tempo à formação de engenheiros foram irrestritamente, os mais desenvolvidos. É pelas mentes brilhantes produzidas nos bancos das escolas de engenharia que melhorou-se a agricultura, as telecomunicações, os transportes, a genética, a eletrônica, a produção e consumo eficiente de energia, o meio-ambiente,  robótica e o consequente aumento da eficiência da produção industrial. E tudo isto barateia custos, gera emprego, gera riqueza e distribui renda, não por imposição estatal, mas pelo força do trabalho de cada indivíduo. Enquanto isto, o grande avanço tecnológico brasileiro é... É o que mesmo? Há, o automóvel flex. (E lá na Europa, a indústria de defesa da Itália (se a memória não me trai) produz um motor que queima desde benzina até gas natural, passando por diesel, gasolina e álcool).
Infelizmente, no Brasil, as mentes mais brilhantes são exportadas para o Japão, os EUA, a União Européia e mesmo China e Índia. Os que ficam no solo pátrio vêm seus sonhos transformados em poeira ao terem que deixar sua curiosidade criativa dar lugar a meras funções burocráticas.  Não há pesquisas em universidades, e nem empresas que produzam tecnologia em solo brasileiro, pois a sociedade não valoriza este tipo de atividade. Perdem o brilho no olhar, a vontade de serem engenheiros, inovadores, criadores. Por fim, acabam buscando uma carreira  estatal ou de ensino. Como profissionais, são meros burocratas do governo. Como professores, são pessoas frustradas. O Estado, enfim, suga-lhes a alma, e os escraviza.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O Estado na Telinha... Paga!!

Mas aí cabe a pergunta: que consumidor, cidadão, pessoa, animal ou vegetal paga TV por assinatura para ter o "direito de acesso à produção nacional"? Será que esta criatura acha que o assinante é burro ou idiota? Imagine ter que assistir a programas tupiniquins mesmo em canais estrangeiros. Seria a tortura intelectual mais impiedosa a que seriam submetidos o cérebro do telespectador.

Leio no portal do msn que a inclusão de cotas para produção nacional na TV por assinatura ainda divide opiniões. Segundo a reportagem, o tema cria opiniões diversas em variados setores da chamada sociedade. Há os que são contra e os que são a favor. 
Aqueles que são contra esta imposição nazista, o são por um motivo muito simples: O Estado não pode obrigar o consumidor a assitir um conteúdo à revelia de sua vontade. Este fato deveria ser suficiente para encerrar o assunto. Mas parece que não. O governo não consegue ver um fio de liberdade de expressão em qualquer meio de comunicação que já se apressa em se apossar de seu conteúdo. Não basta o financiamento estatal para conteúdo nacional. É preciso que o consumidor (mais conhecido como otário), também pague para que sejam elaborados programas 100% made in Brazil.
Para os que apóiam esta intervenção do Big Brother o argumento que utilizam é que os produtores brasileiros ficam "totalmente fora do mercado", como disse a diretora da associação que representa produtoras brasileiras - ABPA, Tereza Trautman. Segundo ela, a produção brasileira é feita com incentivos fiscais, dinheiro público. E, sendo assim, o contribuinte tem direito de acesso a essa obra, pois são os impostos pagos que os subsidiam. Mas aí cabe a pergunta: que consumidor, cidadão, pessoa, animal ou vegetal paga TV por assinatura para ter o "direito de acesso à produção nacional"? Será que esta criatura acha que o assinante é burro ou idiota? Imagine ter que assistir a programas tupiniquins mesmo em canais estrangeiros. Seria a tortura intelectual mais impiedosa a que seriam submetidos o cérebro do telespectador. Ora dona Tereza, vocês estão fora do mercado porque só produzem porcaria! Simples assim.
Outra entusiasta das cotas, senadora Ideli Salvatti (PT-SC) disse  que“O difícil é trocar de canal centenas de vezes e não ver nada nacional. Não há inconstitucionalidade, há, sim, defesa do povo brasileiro”. Não senadora. O difícil é ter que aturar declarações idiotas como esta. E que negócio é este de defesa do povo brasileiro? O povo brasileiro, todo ele, paga por TV por assinatura? Não. O que a senhora e este partido totalitário da qual faz parte quer é que eu e os demais assinantes paguem para que sejam produzidos programas que exaltem os valores comunistas, que ataquem a Igreja e destruam a família, além de aumentar os empregos a seus amiguinhos artistas vermelhinhos. Não basta o dinheiro que eu deposito nesta porcaria de produção nacional (contra a minha vontade) via impostos. Agora gente como a senhora quer que o assinante pague por eles goela abaixo.
É engraçada a noção e democracia da esquerda. Vejam, os ÚNICOS interessados no assunto não estão sendo ouvidos, que são os assinantes. Duvido que se fosse aberta a opção de conteúdo nacional obrigatório em todos os canais da TV por assinatura, o cliente a aceitaria. Ainda mais com o evidente aumento do valor da mensalidade. Cada vez mais o Big Brother está controlando a vida privada do cidadão. Impedindo o conteúdo estrangeiro, impede também a formação de uma mentalidade diferente da ordenada do centro do império, da mesma maneira que faz a Coréia do Norte, China, Cuba e a ex-URSS. Em nome do povo brasileiro atrofiam cada vez mais a liberdade cultural e intelectual do brasileiro. Uma censura unilateral da SKY ao canal FOXNews, retirado da grade de programação com um argumento mais falso que uma nota de três reais, mostra que já existe um sistema de auto-censura dentro da mídia nacional. Tudo em nome do bem da sociedade. O consumidor, o cliente que sustenta e paga pelo serviço, esse é um otário, ou um maldito burguês que deve ser eliminado, ou obrigado a financiar conteúdo ideológico nacional.
Sugiro àqueles que apoiam este tipo de iniciativa o seguinte: Que as operadoras de TV por assinatura sejam obrigadas a fornecerem um pacote de canais e conteúdo nacional à parte. Quem os quiser, pagará por eles. além de ser o caminho mais justo, mostrará que o assinante de TV paga quer, basicamente, distância do esgoto cultural produzido pela imensa maioria das produtoras nacionais. E não irá interferir na sagrada liberdade de escolha do senhor absoluto de qualquer empresa privada ou estatal prestadora de serviço ou fornecedora de produtos: o consumidor

domingo, 5 de dezembro de 2010

Forças Armadas e o Partidão

Será que as nossas Forças Armadas serão transformadas nas tropas vermelhas da antiga URSS, que esmagava qualquer resistência ou oposição ao governo, fosse ela qual fosse?

O progressivo desmonte moral das Forças Armadas brasileiras segue sem que a vítima apresente qualquer resistência. Muito pelo contrário. Os chefes militares aceitam qualquer  atividade que mostrem para a população que os militares são sim importantes. Baseiam-se, entretanto, não na opinião da população, mas na dos formadores de opinião que habitam as salas de imprensa, os corredores das universidades, teatros, cinema, música e literatura. Como resultado, aceitam com melancólica passividade os mandos e desmandos do  partidão. Deixam de ser defensores da Pátria Brasileira e passam a defender uma ideologia, um partido, um governo. Não se enganem. A democracia brasileira (se é que existe) está caminhando a passos largos para a extinção.
A brilhante estratégia da esquerda já é conhecida e foi explorada algumas vezes, inclusive nesse espaço. Com estratégias que parecem não serem descobertas pelos altos comandantes militares, os socialistas deixaram de reivindicar o poder pelas armas e entraram na política. Infiltraram seus agentes de desinformação pela elite cultural, militar, científica e intelectual do país, fazendo-os verdadeiros fantoches em suas habilidosas mãos. Os militares não perceberam (e ainda não percebem) esta ameaça. E os assassinos, sequestradores e terroristas contra os quais lutaram, hoje são aqueles que governam o país. Foi essa a dica que o presidente Lula deu a seus amiguinhos das FARC: "larguem as armas e conquistem o poder pela via política". E sendo as FARC fornecedoras de treinamento paramilitar, drogas e armas para as facções criminosas especialmente de RJ e SP e, ainda, aliada do PT (e de toda a curriola esquerdista) como podemos acreditar no sucesso efetivo das operações policiais conduzidas no Morro do Alemão?
Na Ordem do Dia 19 de novembro do corrente ano, dia da bandeira, o Comandante do Exército escreveu que o Exército passará por grandes transformações e que é preciso que os militares estejam preparados. Que transformação será essa? Será que as nossas Forças Armadas serão transmutadas nas tropas vermelhas da antiga URSS, que esmagava qualquer resistência ou oposição ao governo, fosse ela qual fosse? A infestação comunista atinge especialmente os postos de alto-comando, que são, em última análise, cargos muito mais políticos do que combatentes. Tal invasão não é de hoje. O parasita comunista alimenta-se dos militares desde a década de 80 pelo menos, quando os cidadãos fardados foram virtualmente proibidos de expressar suas posições políticas. O militar tornou-se apolítico, e consequentemente, deixou de exercer o seu papel de defensor da essência brasileira. Passou a "dançar conforme a música". O primeiro passo para a destruição e posterior reconstrução das Forças Armadas (agora ao molde comunista) já estava dado. E outro parece que está sendo concretizado nesse momento.
A pergunta é: porque os militares estão ocupando os morros? Foi decretado Estado de Emergência? Foi decretado Estado de Sítio? Não. Mas o partidão todo poderoso impôs aos militares uma atuação que pode inclusive ser inconstitucional. Militares não são policiais. São treinados para a guerra. Se quisessem fazer a coisa realmente bem feita, seria decretado Estado de Emergência, ou mesmo de Sítio e intervenção federal. A cidade seria zoneada e os locais onde as operações ocorreriam seriam zonas de guerra. E guerra é guerra. Evidentemente que nenhum governo pagaria este preço político. A operação, parece, foi um sucesso. Mas nós sabemos que em pouco tempo, os traficantes estarão soltos novamente. Se não voltarem para o Rio, irão para Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte. Porque a fonte que alimenta este tipo de criminalidade não secou.
Poderia o leitor perguntar se sou contra a participação do Exército no combate a criminalidade. Não sou, sou a favor. Mas aí tem que fazer as coisas bem feitas. No combate, prisioneiro de guerra não é necessariamente criminoso. É um soldado lutando pelo seu país. No combate contra o tráfico, o prisioneiro é inimigo da nação, do povo. Sendo assim, deve ser feito prisioneiro somente em último caso. Se é para chamar as Forças Armadas, que seja para que elas literalmente matem toda a bandidagem. Radical? Pode até ser. Mas existe uma solução menos traumática, mais coerente e, acima de tudo, dentro da legalidade. Basta colocar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica para fazer o que tem que ser feito. Patrulhamento das fronteiras secas, do mar e do espaço aéreo, com uma lei do abate decente, e não essa palhaçada esquerdista. Coloca-se o policial no morro para dar segurança à população, e os militares para impedir que a droga e o armamento cheguem nas mãos da bandidagem. Se isto for feito, começarem a efetivamente enfrentar o problema. Mas para isso teríamos que sufocar as FARC. E as FARC são aliadas e companheiras de luta do partidão.
Percebe-se cada vez mais que a função dos militares está sendo cada vez mais modificada, a revelia da Constituição Federal. A ocupação dos morros cariocas é uma delas. Os comandantes, em todos os níveis, as aceitam, pois precisam dar uma "razão de existir" para as Forças Armadas. Não percebem que estão sendo usados para a sovietização do país. Um exemplo é a inteligência militar. Outrora utilizada para investigar movimentos criminosos como o MST e as ameaças internacionais à integridade da nação como as FARC e o MIR, hoje ela é posta para espionar o "público interno". Isto vai se tornando cada vez mais perigoso, pois os oficiais e praças que possuam consciência do que está se passando no país, poderão ser impedidos de chegar aos mais altos cargos de comando. Stálin matou todos os oficiais do Exército para que pudesse por em marcha a sua máquina de engenharia social sem qualquer resistência. Lula os deixa vivo, mas só dá o comando a quem é submisso aos objetivos vermelhos. E o "último baluarte de resistência" está cada vez mais podre e enfraquecido.
Os militares são, ainda, os maiores defensores da pátria, pois empenham sua vida em solene juramento para defendê-la. Entretanto, todo o homem tem seu preço, e a esquerda sabe muito bem disto. Só não esperava que os militares estavam em liquidação.

sábado, 27 de novembro de 2010

Guerra Urbana

Tão triste quanto ter um governo cúmplice do tráfico e da violência é ter um Exército que cada vez mais se acovarda diante dos mandos e desmandos deste. Nossos generais esquecem que não são servos de um governo, mas sim de uma nação.

Há cerca de três anos, no meu antigo blog, fiz um paralelo entre o câncer e a criminalidade. Procurei mostrar que a melhor maneira de se lidar contra o crime e a violência é a prevenção. Porém, quando essa mazela social contamina virtualmente todo o corpo da nação, é necessário que sejam aplicadas medidas duras. Quando a doença já tomou conta do organismo, precisa-se agir de maneira firme e decisiva. E, salvo melhor juízo, geralmente o remédio é amargo e doloroso. Mas ele precisa ser administrado antes que o paciente morra. E de lá para cá, nada foi feito.
O que acontece no Rio de Janeiro não pode ser motivo de surpresas. É apenas a detonação de uma bomba-relógio já há muito anunciada. É o que décadas de tolerância com a criminalidade plantou, e parece agora colher os frutos. Sucessivos governos do Rio, primeiramente com Brizola, foram extremamente tolerantes com o tráfico. E, a medida que o tempo passava, o monstrinho foi crescendo. O Estado foi se afastando dos locais ocupados pela criminalidade, e essa foi tomando progressivamente o lugar daquele. Verdadeiras zonas de exclusões foram criadas na famigerada Cidade Maravilhosa. Mas a bandidagem não é e nunca será unida. Sempre um quer ser mais forte que o outro, como todas as coisas da natureza humana. O resultado são conflitos por todos os lugares e o consequente aumento no número de mortes, sequestros e roubos.
Mas combater a criminalidade e riscá-la do mapa não adiantará se não for cortada a sua fonte de alimentação. De nada adianta acabar com o tráfico se não impedirmos que as drogas cheguem nas mãos dos bandidos. Caso contrário, destruiremos toda a criminalidade hoje e, em menos de uma década, ela estará lá, mais equipada, com novos líderes e causando as mesmas cenas de guerra que estamos vendo hoje. A pergunta cuja resposta temos medo de saber é: a quem interessa o domínio do tráfico?
Não é surpresa para ninguém que o dinheiro gerado pelos traficantes do Rio alimenta uma rede interna de corrupção dentro da política, da polícia e da justiça. Mas, acima de tudo, o grande interessado em manter essa onde de crime é o corpo esquerdista brasileiro, capitaneado pelo Partido dos Trabalhadores. Loucura de minha parte? Vejamos: o presidente Lula declarou que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia deveriam ser tratadas como grupo beligerante, e não grupo terrorista. Declarou, também, que o mesmo grupo deveria tentar atingir o poder pela via política e não através da luta armada (foi assim que os grupos terroristas brasileiros estão hoje no poder). No Foro de São Paulo, organização fundada pelo PT, as FARC são membros cativos e signatários, conforme podemos constatar através de suas atas. No computador de Raul Reyes, foram encontrados inúmeras provas do envolvimento PT-FARC, inclusive que o dinheiro dos narcoterroristas ajudou a financiar a campanha de Lula, convenientemente escondidas pela mídia nacional, cúmplice do terror que hoje vivemos. Esses terroristas comemoraram a eleição da companheira Dilma no Brasil. Como pode, então, o governo lutar contra o maior fornecedor de drogas do mundo se é aliado dele? Como poderia viver sem os milhões de dólares recebidos dessa gente? E, acima de tudo, a canalhada esquerdista jamais deixaria irmãos de luta à mercê do governo colombiano, que tem imposto severas baixas contra os traficantes. Dessa maneira, como conseguiremos acabar com o tráfico sem sequer sua fonte?
Tão triste quanto ter um governo cúmplice do tráfico e da violência é ter um Exército que cada vez mais se acovarda diante dos mandos e desmandos deste. Nossos generais esquecem que não são servos de um governo, mas sim de uma nação. Os Militares são cada vez mais colocados no meio do fogo cruzado não como solução, mas como demonstração de força do Estado que faz muita fumaça, mas não resolve o problema. Se é para que as três Forças Armadas atuem contra a violência, o caso é de guerra. E na guerra, como disse o general Leônidas, não há nada de bonito. Somente a vitória. Ou as forças singulares entram para acabar de vez com o crime e destruir o inimigo, ou que fiquem dentro dos quartéis. Atuando como bucha de canhão, só tendem a se desmoralizar e a se desgastarem à toa, sem qualquer propósito. Para isso é preciso coragem se dizer ao Presidente da República, Ministro da Defesa ou quem quer que seja: nós só atuaremos se for para acabar de uma vez por todas com o problema. Mas a coragem há muito tempo deixou de ser regra entre os fardados.
Como resultado destes dois fatores, temos uma verdadeira guerra urbana que não tem fim, apenas períodos de trégua. Enquanto não acabarmos de vez com a fonte da droga e desmantelarmos o Foro de São Paulo, a novela será sempre a mesma. A esquerda cria o monstro e bota a culpa na sociedade, que deve colocá-la no poder para combater a criatura que ela mesmo criou. Tratar terroristas e guerrilheiros como terroristas e guerrilheiros, bandidos como bandidos e cidadãos como cidadãos. Esta deveria ser a atuação de nossos governantes. Abater aeronaves não autorizadas a sobrevoarem o país, afundar embarcações ilegais e patrulhar as nossas rodovias e áreas de fronteiras com as Forças Armadas e a Polícia Federal. É isso que precisa ser feito. Mas aí as FARC não ganham o seu dinheirinho... E nem o PT.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Opinião, Preconceito e Homofobia.

Acusar qualquer opinião como sendo uma atitude preconceituosa ou homofóbica é atitude extremamente intolerante.

Mais uma parada gay tratada com grande destaque nacional nos mais diversos meios de comunicações aconteceu em Copacabana. Milhares de Gays, Lésbias, Simpatizantes e tutti quanti, mostraram o seu “orgulho gay” para os olhos de quem quisesse e pudesse ver. As matérias, em uníssona aprovação a tal “evento”, pipocaram no noticiário nacional. Páginas e mais páginas dedicadas ao fomento, apoio e glamourização do gayzismo. Virou moda ser homossexual, e ninguém parece se importar muito com isso. Pudera! Qualquer mínima opinião que divirja da agenda gay é automaticamente taxada de homofóbica, fascista, e outras bobagens. Nos nossos dias, opinião, preconceito e homofobia são sinônimos.
Mesmo para o mais tenro aluno do curso médio ou mesmo fundamental, existe diferenças claras entre as três definições. Opinião nada mais é do que um pensamento formado, baseado em um raciocínio que parece lógico à ótica de seu possuidor. Por seu conhecimento, quer prático ou teórico, suas experiências de vida, suas conclusões e ponderações, o indivíduo ou mesmo um grupo, formula uma ideia acerca de um determinado assunto. E esta ideia pode ou não ir ao encontro do pensamento de um outro grupo. Quando elas divergem, temos um debate que, se bem conduzido e cujos participantes não utilizem-se dos mecanismos da dialética erística, pode conduzir à uma síntese, ou seja, tese, antítese, e síntese. Assim, qualquer elemento que se posicione contrário à prática homossexual, quer por convicções pessoais, quer por convicções religiosas ou mesmo científicas, não pode ser acusado de preconceituoso ou homofóbico. Este, está apenas emitindo a sua opinião.
O caso da universidade cristã Mackenzie é exemplo de opinião. Esta instituição de ensino condenou (e condena) a atividade homossexual, baseado nos seus valores bíblicos e cristãos. Em nenhum momento, entretanto, incita a violência ou propõe o extermínio dos gays. Muito pelo contrário. Oferece a ajuda religiosa sincera para aqueles que desejam abandonar a prática do homossexualismo, considerado pecado segundo as Sagradas Escrituras. Ao mesmo tempo, aprendem a amar e a respeitar os irmãos envoltos nesse pecado como filhos de Deus que são. Em nenhum momento pregam o extermínio, a quarentena ou a violência contra esse grupo. Em nenhum momento forçam esses indivíduos a modificarem sua orientação sexual. Apenas a condenam. Seria este pensamento, preconceito ou homofobia por parte da universidade? Não. Assim como não é preconceito e homofobia o fato dos pais educarem seus filhos a se posicionarem contrários a essa prática.
Preconceito, nada mais é do que um....Pré conceito! É uma ideia que se tem sobre algo sem no entanto conhecê-lo mais aprofundadamente. Na cultura do politicamente correto, preconceito sempre está associado a algo nefasto, negativo. Ter preconceito é, de acordo com ela, ser automaticamente um fascista e um porco capitalista. Ironicamente, isso é um preconceito para com quem supostamente tem preconceito! Dizer que todo o flamenguista é favelado ou que só é gay o passivo são dois exemplos que ilustram bem seu significado. Afirmar que todo o paulista é trabalhador e todo mineiro é quieto também o são, mesmo que tenham conotações positivas. A guria que rotulou os nordestinos de atrasados, subdesenvolvidos e burros por supostamente terem eleito Dilma foi preconceituosa também. O preconceito é geralmente abraçado ou por idiotas e ignorantes, que de maneira irracional adotam ideais sem qualquer lógica, ou por preguiçosos, que não se esforçam para estudar este ou aquele assunto com maior profundidade, deixando-se dominar por paradigmas falsos e inconsistentes. Muitas vezes essas pessoas fomentam atitudes realmente hostis a determinados grupos ou até mesmo fazendo apologia à violência, como foi neste caso.
Homofobia, numa interpretação literal, seria o medo de homossexuais. Mas num campo mais amplo, adquire um significado mais próximo ao ódio. Um homofóbico não exitaria em assassinar ou espancar um gay apenas pelo simples fato de a pessoa ser gay. A homofobia real não é conhecida no Brasil. Mesmo o caso do militar que atirou em um integrante da parada gay não é suficiente para declarar que vivemos em constante perigo de homofobia. Fosse assim, o militar ao invés de ser indiciado por assassinato seria condecorado por sua atitude. É assim que acontece nos países islâmicos, onde o homossexualismo é crime punido com a pena de morte. Nesses países, não existe paradas. E nenhum grupo defensor dos direitos dos GLS faz algum protesto defronte às embaixadas e consulados destes países que são verdadeiramente homofóbicos. No Brasil, são raríssimos os registros de homicídios cuja motivação tenha sido a opção sexual da vítima.
Os ativistas gays não querem respeito e reconhecimento para seus semelhantes. Querem “superpoderes, supergarantias e superdireitos” que não são concedidos a nenhum outro grupo. Almejam calar qualquer opinião que seja contrária ao seu modo de viver. Acusam de preconceituosos e homofóbicos, pessoas e instituições que não concordam com seu modo de vida, mas defendem o seu direito de tê-la, como os cristãos. Em contrapartida, fazem muito ou nenhum barulho contra aqueles que realmente querem varrê-los do mapa, como os países islâmicos.
Um crime contra um homossexual não pode ter tratamento especial por ter sido cometido contra um homossexual, mas por sê-lo contra um ser humano. A grande maioria dos gays vítimas de atitudes criminosas o são não devido à sua condição sexual, mas por fazerem parte da população como um todo que está à mercê dos criminosos de maneira igualitária. Gays cometem crimes e são vítimas deles na exata proporção de sua representatividade populacional.
Acusar qualquer opinião como sendo uma atitude preconceituosa ou homofóbica é atitude extremamente intolerante. Agindo desta maneira, os gayzistas de plantão acusam os que divergem de seus conceitos e valores daquilo que eles mesmos são. Querem tolerância, mas são intolerantes com os que possuem qualquer opinião, por mínima que seja, contrária à suas convicções.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O "Big Brother" Lanterninha

Afinal, a quem compete a educação de nossas crianças: aos pais, com sua bagagem de experiência e valores religiosos, morais e éticos solidificados por mais de 2 mil anos de civilização ocidental, ou ao Estado, que muda seus valores e sua moral a cada eleição?

Em reportagem do portal da RBS a senhora Simone Spadari, promotora de justiça do Ministério Público de Santa Cruz do Sul, proibiu os pais de levarem seus filhos menores de 16 anos para assistirem ao filme Tropa de Elite 2. Tudo começou quando um leitor de um jornal da cidade escreveu uma carta dizendo que tinha visto uma criança de 10 anos (acompanhada dos seus pais)  no cinema que estava exibindo a película. O argumento utilizado foi a de que crianças com menos de 16 anos não tem maturidade para entender que o filme é uma obra de ficção, embora baseada em fatos reais. Segundo a reportagem, ela afirma que "as cenas são muito violentas para a criança, que ainda não está com maturação suficiente para assimilar as imagens e mensagens desse filme. Ele não só expõe violência explícita, de execução sumária, mas também implícita, de tráfico de influência, de corrupção. E é preciso estar melhor preparado para fazer a interpretação".  E ainda diz que tomou a decisão porque os pais não estão preparados! O resultado: menores de 16 anos não podem ver o filme acompanhado dos pais. É o Big Brother lanterninha!
Vejam a que ponto o Estado intervém na vida privada do cidadão. O pai não pode levar seu filho para ver um filme porque ele não está preparado para decidir o que é ou não é bom para a educação da criança. Ora! Quem a senhora Simone Spadari pensa que é para saber se os pais estão ou não preparados? Desde quando um promotor, juiz, desembargador ou o raio que o parta tem o poder absoluto de decidir se os pais são capazes ou não assim, genericamente? Afinal, a quem compete a educação de nossas crianças: aos pais, com sua bagagem de experiência e valores religiosos, morais e éticos solidificados por mais de 2 mil anos de civilização ocidental, ou ao Estado, que muda seus valores e sua moral a cada eleição?
E porque os menores de 16 anos não estão preparados para as cenas (verídicas) de Tropa 2, mas podem ver um beijo gay, uma traição entre cônjuges e a iniciação sexual precoce exibidas diariamente na novela das 8.... Para ver a realidade violenta e corrupta na qual vivemos não estão preparados. Mas para ver as imoralidades rolando solta na TV, aí são maduros? Aí os pais, milagrosamente, são completamente preparados para discernir? Isso é, no mínimo paradoxal né "dotora". Cada vez mais, os pais estão perdendo o direito sagrado e natural de serem os educadores de seus filhos para o Estado, sob o aplauso caloroso de nossos pedagogos, psicólogos, educadores e intelectuais de plantão. Assim, fica facilitado o caminho para a doutrinação de nossa juventude de acordo com o ideal totalitário do partido, exatamente como fez Hitler, Stálin, Lênin, Solano López e tantos outros mandatários de regimes sangrentos, assassinos e totalitários.
É mister que a sociedade solte seu grito de liberdade entalado na garganta. É preciso vencer o processo de doutrinação sistemática do qual estamos sendo vítimas. Os homens que honram suas calças e as verdadeiras mulheres de fibra e coragem precisam despertar da hipnose socialista. Precisam mostrar a este e aos futuros governos que os filhos são educados e pertencem a seus pais. Não são filhos do Estado.
Os pais têm que ter o direito de levarem seus filhos a participarem de qualquer atividade que eles julgam ser importante para o processo educacional, desde que esta atividade não seja ilegal. Cinema não é ilegal não é mesmo? 
Sugerir uma faixa etária aos pais para a exibição de determinado filme ou espetáculo é uma coisa. Impô-la é totalitarismo.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Monteiro Lobato Racista?

Intrigante mesmo é o preconceito que se tem contra o pobre do macaquinho. Mas não é dito aos quatro ventos que descendemos destes inteligentes animais? (pelo menos de acordo com Darwin). Porque tantos ficam incomodados quando são feitas comparações com ele? Logo o macaco, nosso “primo”, que possui provavelmente o maior grau de inteligência entre os animais... 
O Conselho Nacional de Educação recuou, e o livro “Caçadas de Pedrinho”, de Monteiro Lobato, foi liberado para ser estudado nas escolas. A proibição à obra literária foi proposta porque um professor da universidade de Brasília considerou o livro racista. Passagens que diziam que Tia Anastácia “tem carne negra” e outra em que afirma “que trepou que nem uma macaca de carvão pelo mastro”, seriam provas do racismo contido dentro do texto.
Particularmente, acredito que o racismo, ou o preconceito, estão dentro de cada pessoa, e não em um texto ou passagem literária. O escritor utiliza-se de inúmeras figuras de linguagem para poder passar ao leitor as suas idéias e contar sua história. Foi o que Monteiro Lobato utilizou, e não conteúdo racista. Percebo que o racista da história é esse professor e o próprio Conselho Nacional de Educação.
Curioso é que ninguém iria chiar se a personagem Tia Anastácia fosse branca e as passagens fossem “tem carne branca” e “que trepou que nem uma macaca albina pelo mastro”. Seria isto considerado uma passagem racista? Provavelmente não.
Intrigante mesmo é o preconceito que se tem contra o pobre do macaquinho. Mas  não é dito aos quatro ventos que descendemos destes inteligentes animais? (pelo menos de acordo com Darwin). Porque tantos ficam incomodados quando são feitas comparações com ele? Logo o macaco, nosso “primo”, que possui provavelmente o maior grau de inteligência entre os animais... Se Tia Anastácia tivesse trepado no mastro como uma gata de carvão, seria isto considerado racismo? Muito provavelmente não.
Décadas já se passaram desde a publicação de “Caçadas de Pedrinho”. Parece-me que jamais a obra foi acusada de ter conteúdo racista, ou de fomentar a rixa entre negros e brancos, que também não são raças diferentes. Somos seres humanos, e não cachorros, gatos ou cavalos para sermos classificados por raças. Mas é evidente que os vários ambientes habitados pelos humanos provocaram mudanças em algumas de nossas características, justamente para que pudéssemos sobreviver desde os causticantes desertos africanos até as geladas calotas polares. De maneira alguma, entretanto, essas mudanças foram suficientes para nos dividir em raças.
Isto é apenas uma pequena amostra de como o Estado está intervindo cada vez mais na vida do cidadão, e como ele procura moldar a cabeça de nossas crianças de acordo com os seus propósitos, assim como fez Stálin e Hitler. Utilizando-se de pretextos como este para justificar a censura deste ou daquele material, vai progressivamente anestesiando a opinião pública, fazendo-a acreditar que calar a liberdade de opinião é a maneira mais adequada de proteger-nos contra o racismo e o preconceito. 
Felizmente, desta vez não conseguiram. Mas o regime é paciente e perserverante. Cedo ou tarde, sentiremos a mão pesada do Estado calar nossas bocas e destruir nossas mentes.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Refém da Ignorância


Comparar a “ditadura militar” com as FARCs além de falta de conhecimento é de uma canalhice, de uma sem-vergonhice sem tamanho.

"G1 - O que você achou da eleição da primeira mulher à Presidência no Brasil, Dilma?
Betancourt -
Gostei muito. Devo confessar que gostei muito. Por muitas razões. Obviamente, porque é uma mulher, mas não só por isso. Mas porque é ela. Penso que é uma mulher muito complexa, que tem muitas facetas, obviamente de êxito profissional, mas também é uma pessoa que sofreu na ditadura, e, portanto acho que deve valorizar infinitamente os direitos humanos e o valor da democracia.
E é muito interessante porque foi uma pessoa muito de esquerda, mas chega à Presidência democraticamente. Creio que isso, espero, que contribua para o distanciamento das FARCs. E que finalmente o Brasil entenda que as FARCs são um grupo terrorista que está fazendo mal. O mesmo mal que fizeram a ela na ditadura, que fez com que fosse vítima, torturada, é o que estão fazendo, pelos mesmos motivos ideológicos, com o mesmo extremismo, mas de um ponto oposto no espectro político, é o que estão fazendo as FARCs. Então acho que é muito importante que nos posicionemos pela democracia, contra o terrorismo, seja de onde venha, do Estado ou da subversão."

O trecho acima, extraído de entrevista ao portal de notícias G1 concedida por Ingrid Betancourt , onde ela afirma que “as FARCs fazem hoje o mesmo mal que a ditadura fez à Dilma” demonstra a total falta de conhecimento da ex-refém acerca da articulação político-revolucionária em curso no continente. Falar que Dilma irá se distanciar das FARCs é, no mínimo, falta de conhecimento. Ou ela se esqueceu que o presidente Lula não as considera um grupo terrorista e é do mesmo partido desta “democrata”?
Mas se Ingrid Betancourt insistir que as FARCs fazem o mesmo mal que a ditadura fez à Dilma, pode esquecer um afastamento. Que mal fizeram os militares à presidente eleita? Nada. Foi presa? Sim. Afinal, assaltar um banco, roubar armas de quartéis e ser mandante de assassinatos (se as coisas não mudaram) são crimes não? Torturada? Dilma? Faça-me o favor... Se o exército não tivesse agido em 64, sabe o que teríamos aqui no Brasil nos dias de hoje dona Ingrid? Uma versão das FARCs aqui na república dos bananas! E sabe quem seriam seus comandantes? Dilma, Dirceu, Lamarca, Flávio Tavares e Quartim de Moraes. Betancourt deveria sim agradecer às Forças Armadas brasileiras por terem impedido que aqui tivéssemos um grupo terrorista como este, e não idolatrar a figura de uma mulher que simpatiza com ele.
Comparar a “ditadura militar” com as FARCs além de falta de conhecimento é de uma canalhice, de uma sem-vergonhice sem tamanho. O exército não seqüestrou, não estuprou. Mesmo as mortes (inevitáveis quando se está em conflito) não foram assassinatos, mas baixas em combate. Morreram terroristas, bandidos que queria impor ao Brasil a ditadura do proletariado, que só em Cuba já ceifou 150 mil almas, deixando um rastro de morte de 100 milhões de pessoas na ex-URSS, China, Vietnã, Laos, Camboja e na Coréia do Norte. Houve exageros? Sim. Mas nada comparável ao que fazem as FARCs. Aliás a turma que a Dilma defendia foi que mandou um tenente da PM comer seu próprio escroto antes de matá-lo a sangue frio. É esta pessoa que Betancourt chama de democrata.
Dilma não foi de esquerda, é de esquerda. O grupo terrorista colombiano é, para ela, apenas companheiros de causa. Eles são aquilo que Dilma e toda esta corja esquerdista que é dona das universidades, dos jornais e do governo se tornariam caso vencessem a luta armada. E agora, por debaixo do nariz de toda a nação, o seu partido articula uma maneira de fazer com que as FARCs tomem o poder na Colômbia da mesma maneira que eles tomaram aqui no Brasil: dominando a cultura, a política, a imprensa e a educação.
Se as FARCs fizessem o mesmo mal à Ingrid Betancourt que a ditadura militar fez a Dilma Rousseff, ela deveria estar muito feliz. Teria hoje um cargo com gorda remuneração na Petrobrás e seria Presidente da República. Ingrid não é mais refém das FARCs, mas parece ser refém da ignorância... Ou de sua ideologia.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Glória Democrática

A direita, a oposição brasileira está esmagada, sem voz, sem representante. Tal Napoleão, a máquina do Foro de São Paulo a dividiu e a conquistou, tomando, inclusive, todas as manifestações do Poder Nacional, mesmo as Forças Armadas, que estão tombando inertes diante da estratégia esquerdista que não souberam compreender ou não quiseram acreditar.

Já explanei anteriormente os motivos pelos quais não voto. E a eleição presidencial apenas veio confirmar o que é mais do que notório: não há oposição no Brasil. O pleito eleitoral poderia ser definido como uma partida de futebol entre  Inter x Inter-B. Não importa o resultado, o Inter será vencedor. E, neste caso, o Inter é a esquerda.
PT ou PSDB? PSDB ou PT? Na verdade, não importa. O final da história é o mesmo. As diferenças são ínfimas perto do objetivo comum dos partidos, que é estabelecer no país um governo socialista. O PT é mais revoltadinho, um adolescente rebelde que quer impor tudo "pra ontem". O PSDB já é um adulto jovem que sabe como conquistar a confiança da nação para depois impor a sua agenda. Aliá, faz isso tão bem que chamam a tucanada de "direita". E aí vem a pergunta: e o DEM? Oras, que esperar de um partido inspirado na esquerda dos EUA? PMDB? Este é como uma massa de pão. Adapta-se conforme a forma. Não tem identidade própria, não tem voz que não seja uníssona com a do governo, não importa de que partido ele seja.
Essa é a democracia de Lula. Aquela que não tem direita, não tem oposição. Pouco a pouco a dinastia petista vai se instalando no palácio da alvorada. A situação é tão grave que ela pode se dar ao luxo de escolher quem será seu adversário em 2014. Basta não dar uma teta do governo ao partido escolhido e voi-là! Criou-se a oposição.
A direita, a oposição brasileira está esmagada, sem voz, sem representante. Tal Napoleão, a máquina do Foro de São Paulo a dividiu e a conquistou, tomando, inclusive, todas as manifestações do Poder Nacional, mesmo as Forças Armadas, que estão tombando inertes diante da estratégia esquerdista que não souberam compreender ou não quiseram acreditar. Jornais, universidades, Igreja. Tudo está infestado pela praga socialista que carrega 100 milhões de mortes nas suas costas. 
Documentos como o PNDH-3 seguirão seus caminhos totalitários, amordaçando a imprensa (que já se autocensura), acabando com a autoridade dos pais para com seus filhos, concedendo superdireitos às minorias, destruindo a propriedade privada, quer urbana, quer rural. Tudo isso em nome da igualdade, enquanto os poderosos, os partidários, os "copanhêros" estão nadando no dinheiro recolhidos  através dos impostos mais pesados do mundo. E acreditem, com Serra não seria muito diferente.
A máquina estatal continua seu processo de fusão com o governo. Estado, País, Partido e Governo são cada vez unidos num monstro só, que se alimenta do poder econômico e do capital para distribuir cargos a correligionários por intermédio de suas estatais e empresas públicas que nada mais são do que cabides de emprego e moedas de troca. 
A imprensa segue calada. Poderia ter feito a diferença caso denunciasse o emprego dado a integrantes das FARCs na Casa Civil, ou fizesse uma reportagem investigativa sobre as atas do Foro de São Paulo ou do computador de Raul Reyes. Se tivesse lembrado ao povo o escândalo do mensalão, do caso do prefeito Celso Daniel e de tantos outros crimes um tanto suspeitos (como a morte "acidental" de uma testemunha do caso do Detran-RS). Mas para eles, vidas humanas não são importantes. Corrupção, compra do congresso, alianças internacionais com o crime organizado e o tráfico de droga também não são importantes. Importante é o dólar baixo, a bolsa em alta e o assistencialismo. E Dirceu, Palocci, Genoíno e Gushiken estão de volta!
O mais intrigante e assustador é que o nosso país é formado por um povo majoritariamente cristão e conservador,  que é governado por políticos ateus e revolucionários. É um estranho caso onde a soma das partes é diferente do todo. Onde a vontade da maioria é esmagada por uma minoria, sem qualquer sinal de reação daquela. Não temos representantes da verdadeira direita, talvez por medo de críticas dos artistas, da imprensa e da intelectualidade. Certamente, um conservador seria chamado de fascista, nazista, etc. Mas o caso do referendo do desarmamento mostrou-nos que não adianta mil atores, cantores, políticos, jornalistas e acadêmicos tentarem impor sua vontade goela abaixo. O brasileiro sabe o que quer. Precisa apenas de alguém que o represente para mostrar sua vontade. E é justamente a falta deste representante que é comemorada pelo presidente como a suprema glória democrática, conquistada no seu governo, claro.



sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Invasão da Caserna

Após infiltrarem-se nas escolas militares (dos Colégios Militares à Escola Superior de Guerra) finalmente a esquerda, através do infame Ministério da Defesa, espalha seus tentáculos dentro dos aquartelamentos. O resultado será, inevitavelmente, a desmoralização e desmantelamento progressivo das já dóceis e sucateadas Forças Armadas.

Até 2022, o Exército Brasileiro deverá substituir 22 mil integrantes de seus quadros por servidores civis. Vejam bem, substituídos. Ninguém me disse isso. Ninguém comentou isso comigo. Eu mesmo li o documento, que ordena que seja feito um levantamento de quais vagas constantes no QCP (Quadro de Claros Previstos) ocupadas por integrantes das armas bélicas, de logística e administração podem ser preenchidas por não-militares (aliás, eu mesmo terei que fazer tal levantamento!). O objetivo, segundo o documento do Estado-Maior do Exército, é a valorização do servidor civil, com a ressalva de que é algo muito bom para o Exército, pois estes servidores serão pagos pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, sem ônus para o orçamento da Força.
O apadrinhamento chega às Forças Armadas. Servidores civis, que não estarão submetidos aos regulamentos militares e ao seu código de conduta moral estarão convivendo lado a lado com os militares. Certamente, receberão um salário muito maior do que aquele que atualmente é dado para os integrantes das Forças Armadas nos seus mais diversos postos e graduações. Finalmente, os quartéis tornar-se-ão o que hoje são as estatais: moeda política de troca. Pouco a pouco os militares estão sendo eliminados e silenciados. Foi assim que Stálin desmantelou o Exército Russo. A diferença é que ele efetivamente assassinou os quadros do Exército. Aqui, o assassinato não é físico, mas é moral.
Após infiltrarem-se nas escolas militares (dos Colégios Militares à Escola Superior de Guerra) finalmente a esquerda, através do infame Ministério da Defesa, espalha seus tentáculos dentro dos aquartelamentos. O resultado será, inevitavelmente, a desmoralização e desmantelamento progressivo das já dóceis e sucateadas Forças Armadas. Basta um aumentozinho sem vergonha e a compra de modernos equipamentos militares da década de 70 ou 80 para manter nossos generais sob controle, como pit-bulls com focinheiras. Reação a esta afronta? Nenhuma. Apenas a resposta já batida da turma do amém que comanda as Forças Singulares: Sim Senhor, Ministro da Defesa!
Muitos cidadãos brasileiros acreditam, ingenuamente, que os militares, particularmente o Exército, são a última esperança de contermos o avanço totalitário que tinge de vermelho a nação verde-amarela. Não são. E cada vez mais se mostram apáticos e desprovidos de testículos, pois tremem de medo ao menor sinal de desaprovação governamental. Passaram a ser marionetes, zumbis controlados pelo poder intelectual dos revolucionários que assaltaram o país.
Porém, mais preocupante e avassalador é que os oficiais formados pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) não saem com qualquer defesa contra a ideologia marxista. Mesmo na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, de Comando e Estado-Maior ou Superior de Guerra, não lhes são dados os instrumentos necessários para identificar as ameaças ideológicas, refutá-las e combatê-las. Os ensinamentos da disciplina de Filosofia na AMAN restringem-se apenas à identificação superficial das diversas escolas do pensamento, sem preocupação nenhuma em aprofundar o estudo de cada uma delas. É por isto que, qualquer discurso retórico ou dialético chinfrim enrola mesmo o mais experiente dos generais.
O produto deste estado de coisas é que os próprios militares enxergam como normal, e mesmo desejável, situações como esta de transferir 22 mil cargos hoje ocupados por militares para civis. Não conseguem perceber que isto aumentará ainda mais o controle governamental sobre o pensamento, os valores e a moral militar, tornando as Forças Armadas efetivamente o braço forte (e armado) da revolução comunista em marcha no país. E os militares passarão de guardiões dos reais valores do povo brasileiro a mais um instrumento de engenharia social do partidão.
O governo anuncia investimentos e o reaparelhamento das três forças singulares, tornando-as mais modernas e eficientes. Ao mesmo tempo, destrói a sua essência vital, a sua alma, a sua moral, sua própria razão de existir desmoralizando seus integrantes e corrompendo cada vez mais seus comandantes. Assim, o Exército Brasileiro é como uma árvore infestada por cupins. Por fora, aparenta pujança e vida, mas internamente está à beira da morte. Um morto-vivo que se arrasta e se agarra a migalhas com o intuito apenas de sobreviver.

Privatização? Claro que Sim!


A empresa estatal não serve ao país, serve a governos. É moeda de troca na hora de se formar alianças. Um imenso cabide de emprego para os companheiros desempregados do partido e seus aliados.

Antes da privatização do sistema “Tele”, comprar um aparelho telefone fixo era um verdadeiro martírio. Além do custo impeditivo, cerca de 4 mil reais em valores atualizados, era necessário esperar por 3, 4 ou mesmo 5 anos em uma grande fila para se obter o aparelho. Existia no país um ramo de negócio chamado aluguel de telefones. Claro que quem podia pagar 8 ou 10 mil reais conseguia uma linha vendida por um particular. Hoje, por cerca de 100 reais, entra-se em uma loja e já se sai com um telefone celular novinho. E isto graças a quê? À privatização do sistema.
Muita gente chiou. Privatizaram as Teles, a Vale, o sistema elétrico, e não foram poucas as acusações de que estavam vendendo o país. Mas a riqueza de uma nação não é medida pela quantidade de empresas que ela possui, mas pela riqueza de cada um de seus integrantes. A administração privada é infinitamente mais eficiente que a pública por dois motivos: busca do lucro e funcionários sem estabilidades. Ou seja, busca-se a eficiência dos serviços e a competência dos funcionários. Se o empregado trabalhar mal ou receber reclamações dos clientes, pode ser posto na rua. No caso da empresa estatal, não.
Particularmente, eu gostaria de ver todas as empresas privatizadas, da Petrobrás ao Banco do Brasil. Muitos certamente cairão em cima de mim, dizendo que quero vender a nação. Não, não quero. A empresa estatal não serve ao país, serve a governos. É moeda de troca na hora de se formar alianças. Um imenso cabide de emprego para os companheiros desempregados do partido e seus aliados. É assim que Dilma é conselheira da Petrobrás, ganhando dezenas de milhares de reais que todos os meses eu e você pagamos aos cofres públicos. É assim que um partido apóia ou não o governo, ou seja, à medida que recebe cargos polpudos e diretorias no Banco do Brasil, nos Correios ou no BNDES. Vão dizer que quero vender o petróleo, e que isto é loucura porque o petróleo é nosso. Então digo: e daí? De que adianta ser “dono do petróleo” se continuo pagando uma das gasolinas mais caras do mundo?
Vão dizer, também, que o empresário só visa o lucro e que se esquece do povo. Mas basta pegarmos o exemplo da telefonia para termos certeza de que, graças ao empresário e a iniciativa privada, o pobre pode ter acesso a um meio de comunicação essencial por preços muito mais baixos do que quando essas empresas estavam sob domínio do Estado. Imagine se uma empresa como a Petrobrás fosse privatizada e a exploração do petróleo aberta. Teríamos redução no preço devido à concorrência e ao enxugamento do quadro de pessoal. Muito dos funcionários que nada fazem além de receber o dinheiro do governo iriam sumir do mapa. Muitos diretores seriam demitidos ou substituídos por pessoas capazes, e não por aliados políticos. O mesmo pode se dizer dos Correios e de tantas outras empresas estatais. Ao governo, bastaria colocar regras claras e recolher os tributos, sem precisar arcar com o ônus de uma folha de pagamento. Afinal, a riqueza não está no petróleo em si, mas no capital que ele gera. Mas ninguém quer largar o osso.
Enquanto o governo for dono do poder econômico, os casos de corrupção se tornarão cada vez mais comuns. É claro que jamais conseguiremos atingir um nível zero. Mas ao tirarmos as empresas do governo, diminuímos consideravelmente esta mazela nacional. Diminuímos, também, o gasto com folha de pagamento, e o Estado passaria a tratar de assuntos que são realmente seus, especialmente a segurança.
O mais desafiador, porém, é modificar a mentalidade brasileira do não merecimento. Afinal, empresas privadas não têm estabilidade e quem não desempenha direito sua função, dança. E o povo do Brasil está acostumado a ter uma teta do governo pra mamar e se atirar nas cordas quando atinge a estabilidade no seu cargo. Não valoriza o trabalho e o desempenho como forma de garantir tanto o seu emprego quanto promoções e melhores remunerações. É assim que o sonho de todo jovem é passar em um concurso público...
E é assim que um Estado do tamanho de uma baleia precisa de mais e mais dinheiro para ser cada vez mais lento, pesado e incompetente! E adivinha quem paga essa conta?