quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Gays nas Forças Armadas

E novamente ressurge das cinzas a velha discussão sobre a inclusão de homossexuais nas Forças Armadas. Claro que dentro dos quartéis sempre existiu, existe e existirá a presença de gays, e isto não é segredo. O que acontece é que, devido à reprovação da conduta homossexual dentro da caserna, as atitudes gays destas pessoas ficam restritas a seu ambiente privado, não influenciando seu desempenho dentro do meio militar. Entretanto, se houvesse uma liberalização generalizada, sérios problemas ocorreriam, pois um militar com atitudes e trejeitos "de alto teor viadônico", certamente seria ridicularizado por seus comandados, independente de sua competência profissional. Isto deve-se ao fato de que as Forças Armadas são instituições das mais democráticas do Brasil, e são as representantes mais fidedignas dos aspectos culturais de nossa população (e isto incomoda muita gente).
Desta maneira, fica evidente aquilo que inúmeras pesquisas comprovam e que o beaultiful people tenta esconder a todo custo: a população brasileira não classifica como normal a conduta homossexual. Por mais que novelas sejam feitas e exemplos históricos sejam dados, esta é a opinião geral. E vejam como são as coisas. Opiniões são, sumariamente, transformadas em atitudes preconceituosas. É o que fica comprovado ao se ler a reportagem do portal G1, que trata da opinião do general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, ao afirmar que a tropa não obedeceria um chefe gay, o que de fato é verdade. Nota-se que o Oficial-General refere-se a um comandante que tenha atitudes e trejeitos gays, e ele está certo. É opinião consolidada não só no meio militar, mas no próprio seio da população.
É importante salientar que existe um abismo de diferença entre opinião e preconceito. Eu acho a conduta homossexual condenável, antinatural e errada. Esta é a minha opinião. Mas jamais mataria um gay pelo simples fato desta pessoa ser gay, o que caracterizaria o preconceito. A questão é cultural, e está enraizada na nossa formação ocidental, de origem judaico-cristã, e que tanto tem sido atacada para ser destruída, a fim de que as minorias tenham direitos infinitamente superiores à maioria. Atualmente, ser gay é praticamente um status de poder, pois a conduta homossexual não pode sequer ser criticada (caso o faça, você é automaticamente um nazista preconceituoso)
Na defesa de gays nas Forças Armadas, o ex-sargento do Exército, Fernando de Alcântara Figueiredo, invoca exemplos históricos para afirmar que exércitos formados por líderes gays obtiveram grande sucesso ao longo da história, citando o caso de Alexandre, o Grande, que expandiu a cultura helênica desde o Egeu até as terras onde hoje fica a Índia. O fato é verdade, mas não pode servir de parâmetro para que nossas Forças Armadas admitam gays assumidos em suas fileiras. Basta lembrarmos que, na Grécia Antiga, o homossexualismo era tido como algo normal e desejável, bem como o era a pedofilia, pois tais práticas sexuais sempre andaram de mãos dadas naquele tempo. Ardilosamente, o sr Fernando oculta este fato, procurando dar credibilidade às suas afirmações. Pelo seu raciocínio, deveríamos, então, além de admitirmos gays em nossas Forças Armadas, retornar à escravidão, e transformar as mulheres em meras reprodutoras. Afinal, é assim que se fazia na Grécia Antiga.
Por fim, a reportagem traz exemplos de países onde a liberalização de militares gays já é aceita, deixando entender que, se deu certo em outros países, porque não no nosso? Tal situação demonstra as progressivas vitórias que o movimento gay internacional vem alcançando, mudando leis a seu bel prazer, e transformando a cultura e a tradição da maioria da população em condutas erradas, numa demonstração clara de inversão democrática. A minoria começa a ter mais voz e apelo que a maioria, com o argumento de que "deve-se tirar o preconceito da população". Impõe suas condutas e suas novas tradições como verdades eternas, destruindo desta maneira os pilares que sempre sustentaram qualquer civilização que se presta: religião e família.
Distorcendo os fatos e argumentos, e transformando opinião em preconceito, o movimento revolucionário, particularmente seu braço gay, ganha cada vez mais força, mesmo indo de encontro aos anseios da maioria. Criam-se minorias dotadas de superdireitos, acima mesmo do bem, do mal e da própria religião. Afinal, os escritos bíblicos sempre condenaram o homossexualismo e, ao que me consta, não possuímos seguidores  da antiga religião politeísta grega entre nossa população, que é maciçamente cristã. Mas parece que os gays estão acima mesmo do próprio Deus. 
A questão central não é se gays devem ou não serem admitidos nas Forças Armadas. A questão é até quando deixaremos que destruam o legado que nos foi deixado a mais de dois milênios, por um Cristo que, na Cruz, nos redimiu de nossos pecados. O homossexualismo é apenas uma faceta de algo ainda mais dantesco e obscuro, que vem progressivamente nos envolvendo e contaminando, como o cupim que corrói uma árvore aparentemente sadia. Quando nos dermos conta, será tarde demais, por já teremos perdido nossa identidade, nossa marca cultural, e nos veremos imersos em uma sinistra Nova Era.

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