segunda-feira, 5 de julho de 2010

Gravidez Humana: O Horror da Natureza

...a definição da mulher como sexo frágil é completamente equivocada. Sob o argumento do feminismo e do movimento abortista, mulher, hoje, é sexo fácil.


Cada vez mais, chego à conclusão de que a vida humana é totalmente descartável. Também descubro que a gravidez é algo dos mais horrendos que pode acontecer com uma mulher. Preciso esquecer aquela lenga-lenga que minha mãe, minhas tias e avós contavam  que "estar grávida para uma mulher, é a realização do sonho de ser mãe". Sinceramente, quanto mais o tempo passa, mais observo que esta afirmação não é verdadeira.
Se fosse, como explicar a onda de movimentos abortistas que assola toda a nossa sociedade? Como pode alguém em sã consciência declarar que "a mulher tem que ter direito sobre o próprio corpo?" O corpo de um ser humano em gestação pertence ao corpo da mãe? Ora, claro que não! É certo e indiscutível que, sem o suporte vital do corpo materno, o feto morre. Mas isto não o torna parte integrante da mãe. Fosse por este raciocínio torpe, fazendo uma analogia com as demais criaturas da natureza, não existiriam interações entre animais e plantas, seja de forma simbiótica ou de forma parasitária. Um animal ou planta que seja hospedeiro de outra(o) seria automaticamente considerada parte integrante deste.
Na verdade, o aborto nada mais é do que mais uma ferramenta utilizada pelos grandes  governos e ONGs pró-morte e esquerdistas (perdão pela redundância), no seu esforço de cada vez mais retirar a senso de responsabilidade do ser humano. E neste nicho, o movimento feminista é pródigo. Prega uma liberdade sexual sem a contrapartida da responsabilidade. O resultado é que hoje, para "comer alguém" o homem só precisa se preocupar em escolher o bar, danceteria ou festa que ele vai. É fatal sair destes locais, após trocadas duas ou três palavras, e pronto:  já pra cama! Sinto pena das prostitutas que oferecem sexo pago. Se os homens fossem inteligentes elas morreriam de fome. Realmente, vejo que a definição da mulher como sexo frágil é completamente equivocada. Sob o argumento do feminismo e do movimento abortista, mulher, hoje, é sexo fácil.
Que elas queiram dar mais que chuchu na serra, isto é problema delas. Agora, se foi mulher pra dar, tem que ser também para arcar com uma gravidez indesejada. Afinal, cada ato tem uma consequência não? Mas não parece ser isto o que pensam os governos socialistas e revolucionários ao redor do mundo. Basta verificarmos o que está acontecendo na Espanha, onde um projeto de lei permite a adolescentes de 16 e 17 anos a abortarem, sem restrições, sua gravidez até 14 semanas após a concepção. É mais uma peça no ciclo vicioso que retira por completa qualquer noção de responsabilidade da mulher (e do homem também). A mensagem é clara: trepem a vondade chiquitas e chiquitos! Se engravidarem, o bondoso Estado ajuda vocês a matarem o filho indesejado. Ser responsável? Não, isto é coisa de conservador...




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