sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Opinião, Preconceito e Homofobia.

Acusar qualquer opinião como sendo uma atitude preconceituosa ou homofóbica é atitude extremamente intolerante.

Mais uma parada gay tratada com grande destaque nacional nos mais diversos meios de comunicações aconteceu em Copacabana. Milhares de Gays, Lésbias, Simpatizantes e tutti quanti, mostraram o seu “orgulho gay” para os olhos de quem quisesse e pudesse ver. As matérias, em uníssona aprovação a tal “evento”, pipocaram no noticiário nacional. Páginas e mais páginas dedicadas ao fomento, apoio e glamourização do gayzismo. Virou moda ser homossexual, e ninguém parece se importar muito com isso. Pudera! Qualquer mínima opinião que divirja da agenda gay é automaticamente taxada de homofóbica, fascista, e outras bobagens. Nos nossos dias, opinião, preconceito e homofobia são sinônimos.
Mesmo para o mais tenro aluno do curso médio ou mesmo fundamental, existe diferenças claras entre as três definições. Opinião nada mais é do que um pensamento formado, baseado em um raciocínio que parece lógico à ótica de seu possuidor. Por seu conhecimento, quer prático ou teórico, suas experiências de vida, suas conclusões e ponderações, o indivíduo ou mesmo um grupo, formula uma ideia acerca de um determinado assunto. E esta ideia pode ou não ir ao encontro do pensamento de um outro grupo. Quando elas divergem, temos um debate que, se bem conduzido e cujos participantes não utilizem-se dos mecanismos da dialética erística, pode conduzir à uma síntese, ou seja, tese, antítese, e síntese. Assim, qualquer elemento que se posicione contrário à prática homossexual, quer por convicções pessoais, quer por convicções religiosas ou mesmo científicas, não pode ser acusado de preconceituoso ou homofóbico. Este, está apenas emitindo a sua opinião.
O caso da universidade cristã Mackenzie é exemplo de opinião. Esta instituição de ensino condenou (e condena) a atividade homossexual, baseado nos seus valores bíblicos e cristãos. Em nenhum momento, entretanto, incita a violência ou propõe o extermínio dos gays. Muito pelo contrário. Oferece a ajuda religiosa sincera para aqueles que desejam abandonar a prática do homossexualismo, considerado pecado segundo as Sagradas Escrituras. Ao mesmo tempo, aprendem a amar e a respeitar os irmãos envoltos nesse pecado como filhos de Deus que são. Em nenhum momento pregam o extermínio, a quarentena ou a violência contra esse grupo. Em nenhum momento forçam esses indivíduos a modificarem sua orientação sexual. Apenas a condenam. Seria este pensamento, preconceito ou homofobia por parte da universidade? Não. Assim como não é preconceito e homofobia o fato dos pais educarem seus filhos a se posicionarem contrários a essa prática.
Preconceito, nada mais é do que um....Pré conceito! É uma ideia que se tem sobre algo sem no entanto conhecê-lo mais aprofundadamente. Na cultura do politicamente correto, preconceito sempre está associado a algo nefasto, negativo. Ter preconceito é, de acordo com ela, ser automaticamente um fascista e um porco capitalista. Ironicamente, isso é um preconceito para com quem supostamente tem preconceito! Dizer que todo o flamenguista é favelado ou que só é gay o passivo são dois exemplos que ilustram bem seu significado. Afirmar que todo o paulista é trabalhador e todo mineiro é quieto também o são, mesmo que tenham conotações positivas. A guria que rotulou os nordestinos de atrasados, subdesenvolvidos e burros por supostamente terem eleito Dilma foi preconceituosa também. O preconceito é geralmente abraçado ou por idiotas e ignorantes, que de maneira irracional adotam ideais sem qualquer lógica, ou por preguiçosos, que não se esforçam para estudar este ou aquele assunto com maior profundidade, deixando-se dominar por paradigmas falsos e inconsistentes. Muitas vezes essas pessoas fomentam atitudes realmente hostis a determinados grupos ou até mesmo fazendo apologia à violência, como foi neste caso.
Homofobia, numa interpretação literal, seria o medo de homossexuais. Mas num campo mais amplo, adquire um significado mais próximo ao ódio. Um homofóbico não exitaria em assassinar ou espancar um gay apenas pelo simples fato de a pessoa ser gay. A homofobia real não é conhecida no Brasil. Mesmo o caso do militar que atirou em um integrante da parada gay não é suficiente para declarar que vivemos em constante perigo de homofobia. Fosse assim, o militar ao invés de ser indiciado por assassinato seria condecorado por sua atitude. É assim que acontece nos países islâmicos, onde o homossexualismo é crime punido com a pena de morte. Nesses países, não existe paradas. E nenhum grupo defensor dos direitos dos GLS faz algum protesto defronte às embaixadas e consulados destes países que são verdadeiramente homofóbicos. No Brasil, são raríssimos os registros de homicídios cuja motivação tenha sido a opção sexual da vítima.
Os ativistas gays não querem respeito e reconhecimento para seus semelhantes. Querem “superpoderes, supergarantias e superdireitos” que não são concedidos a nenhum outro grupo. Almejam calar qualquer opinião que seja contrária ao seu modo de viver. Acusam de preconceituosos e homofóbicos, pessoas e instituições que não concordam com seu modo de vida, mas defendem o seu direito de tê-la, como os cristãos. Em contrapartida, fazem muito ou nenhum barulho contra aqueles que realmente querem varrê-los do mapa, como os países islâmicos.
Um crime contra um homossexual não pode ter tratamento especial por ter sido cometido contra um homossexual, mas por sê-lo contra um ser humano. A grande maioria dos gays vítimas de atitudes criminosas o são não devido à sua condição sexual, mas por fazerem parte da população como um todo que está à mercê dos criminosos de maneira igualitária. Gays cometem crimes e são vítimas deles na exata proporção de sua representatividade populacional.
Acusar qualquer opinião como sendo uma atitude preconceituosa ou homofóbica é atitude extremamente intolerante. Agindo desta maneira, os gayzistas de plantão acusam os que divergem de seus conceitos e valores daquilo que eles mesmos são. Querem tolerância, mas são intolerantes com os que possuem qualquer opinião, por mínima que seja, contrária à suas convicções.

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