sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O Poder do Arco-Íris

E se um militar for assediado sexualmente por um gay? Que acontece? Será que o homossexual seria punido ou o que sofreu o assédio iria ser preso por homofobia?

O Senado aprovou e Obama assinou. Pronto. Gays no Exército dos Estados Unidos? Yes, they can! Agora a viadagem pode sair do armário sem qualquer problema. Não podem mais haver repreensão pelos seus superiores. Mais uma vitória do movimento gay. Já fico imaginando um soldado, sargento ou oficial do Exército dos EUA de brinco, batom e unha pintadinha.
Certamente, em pouco tempo, a moda vai pegar por aqui. Dentro em breve, as fileiras do Exército Brasileiro deverão também se submeter ao poder que emana de uma classe praticamente intocada, que foi ungida, sabe-se lá por quem, de uma aura santa. É meus amigos. Nos dias de hoje ser contra a boiolagem é caso de polícia. Fico imaginando como seria o convívio diário desses seres com os heterossexuais. E se um militar for assediado sexualmente por um gay? Que acontece? Será que o homossexual seria punido ou o que sofreu o assédio iria ser preso por homofobia? Aliás, porque os gays devem ficar no mesmo alojamento que os heteros? Não seria o caso de se criarem alas especiais somente para os homos? Por este raciocínio, mulheres poderiam dividir o mesmo alojamento dos homens não? É companheiros. O terceiro sexo tem poder, e muito. Podem, pela lógica atual, cometerem qualquer crime. Se forem acusado, bradam que "isto é homofobia!" e imediatamente tem um tratamento mais do que especial.
O argumento para que tomem as fileiras do Exército é de que "na antiguidade, os Exércitos tinham gays. Alexandre Magno era gay e foi um dos maiores generais da história!" Por este argumento, vejo que pouco a pouco voltaremos a seguir outros costumes da antiguidade grega. Cada homossexual poderá ter seu próprio "aprendiz" de 10, 11, 12 anos, conforme acontecia na Grécia Antiga. Ainda, poder-se-ia reavivar a escravidão, outro nobre costume de gregos e romanos. E a mulher, em breve, retornará a sua função primordial greco-romana: reprodutora. Pronto! Voltamos à antiguidade.
Utilizar costumes antigos para validar atuais é canalhice e falta de vergonha na cara. Sabemos que homossexuais sempre existiram, existem e existirão nas Forças Armadas. Sua conduta, entretanto, era a mais discreta possível. Agora não mais. No país do Obaminável, pode-se desmunhecar a hora que se bem entender, mesmo ao comando de uma tropa, no refeitório, ou nos alojamentos. Não tardará para que os gays mais fortões obriguem seus subordinados a terem atos sexuais com eles, sob pena de acusá-los de homofobia. E alguém duvidaria da palavra de um gay?
Relendo a história, parece mesmo que a melhor coisa a se fazer é não contrariar as bichinhas. Porque uma "bicha loca" pode ser desastroso. Explico. Diziam que Calígula era gay, assim como Alexandre, Napoleão e Hitler. Percebem os exemplos? Quando eles sobem nas tamancas, sai de perto! É sangue para todos os lados. Se foram viados, foram dos mais brabos. Mataram, assassinaram, torturaram e varreram povos inteiros do mapa (ou pelo menos tentaram). Ai de quem ser contrário a seu modo de vida.
No politicamente correto de hoje, não existe atividade mais nobre do que o doar o esfíncter anal a um parceiro do mesmo sexo. Tal atitude é tida hoje como nobre e desejável até. Mesmo nossos filhos serão obrigados a verem vídeos onde os guris e gurias descobrem sua sexualidade homossexual na maior naturalidade, como se fosse a coisa mais desejável do mundo. E ai dos pais que disserem a seus filhos que esta atitude é condenada por Deus e pela Bíblia! Correm o risco de terem seus filhos sequestrados pelo Estado e criados pelos infames Conselhos Tutelares.
É minhas caríssimas senhoras e meus digníssimos senhores. O poder do arco-íris é muito maior do que se pensa. Ele censura e silencia mais do que qualquer ditadura jamais sonhou. É incriticável, é blindado, é irrestrito. Contra ele, todo argumento contrário, todo pensamento de oposição se torna o crime mais horrendo da humanidade. Toda crítica se torna preconceito. 
Mas os partidários do homossexualismo não criticam os verdadeiros homofóbicos. Porque? Bem porque Alá responde com Bombas, não palavras.

2 comentários:

  1. É um absurdo essa imposição do homossexualismo como algo normal. Se um casal heterossexual pode ser repreendido por se beijar em público, deveria haver o mesmo rigor com os gays e lésbicas. E quando ocorre, fazem a mesma acusação de homofobia e ainda insistem em provocar organizando os infames "beijaços" coletivos. Já não vivemos num tempo em que os homossexuais queriam ser respeitados, vivemos infelizmente numa época em que as bichas loucas querem ter o direito de desrespeitar a nós heterossexuais e nosso apego pelos valores da família.

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  2. O problema é que eles não querem ter oportunidades iguais. Querem estar acima do bem e do mal. independente da origem do homossexualismo, uma coisa é certa: não é um comportamento natural. Calar a voz daqueles que são contrários a tal prática é uma violência sem tamanho, como se eles fossem verdadeiros deuses, uma raça superior que não podem sequer serem criticados.

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