domingo, 30 de janeiro de 2011

Hora da Colheita

O colapso dos países europeus era inevitável por basicamente dois motivos: inchaço do estado e políticas migratórias erradas. Com uma população cada vez mais envelhecida, muito fruto da revolução feminista, e de Estados inchados, as contas começaram a ficar impagáveis. O chamado Estado de Bem-Estar Social mostrou-se falido, e o preço que os europeus estão pagando é a falência de todo o sistema.

Quem planta trigo, colhe trigo. Quem planta arroz, colhe arroz. Quem planta soja, colhe soja. E quem planta erva daninha... Bem, este não colhe nada. O velho ditado de que "quem planta, colhe" está mais uma vez ilustrado. Como qualquer simples agricultor familiar sabe, se pragas são plantadas, nada é colhido. Por este motivo, a União Europeia encontra-se em uma crise econômica, social e cultural, fruto de sementes lançadas há décadas atrás. O resultado é que, uma a uma, as outrora poderosas nações do velho continente estão enfrentando crises que foram anunciadas por poucos e sábios estudiosos que à época provavelmente foram chamados de loucos, teóricos da conspiração ou de extremos direitistas.
O colapso dos países europeus era inevitável por basicamente dois motivos: inchaço do estado e políticas migratórias erradas. Com uma população cada vez mais envelhecida, muito fruto da revolução feminista, e de Estados inchados, as contas começaram a ficar impagáveis. O chamado Estado de Bem-Estar Social mostrou-se falido, e o preço que os europeus estão pagando é a falência de todo o sistema. Afastando a iniciativa privada, infinitamente mais eficiente, de áreas como saúde, educação e previdência, os países daquele continente amargam pesado deficit em suas contas nacionais. E para equilibrar as contas, o remédio é amargo: aumento tributário e corte de benefícios. Os protestos são inevitáveis como vimos a cerca de três meses na França. Revoltas por míseros dois anos a mais de trabalho na chamada reforma previdenciária. A população não quer mais trabalhar para obter sua riqueza. Ela deseja, o mais cedo possível, viver a custa da aposentadoria estatal, quando na verdade poderia estar vivendo de um plano de previdência privada, de uma poupança adquirida ao longo de 30, 35 ou 40 anos de trabalho, continuar trabalhando ou a soma  dos dois. Mas não. E o problema é que muitas vezes o dinheiro da previdência é utilizado para tapar os buracos de outras contas públicas como projetos assistencialistas e as políticas para a Imigração.
Sobre este assunto, Walter Laqueur, na sua obra intitulada "Os Últimos dias da Europa", ilustra de maneira precisa como a complacência européia à imigração muçulmana (por intermédio de políticas assistencialistas, frouxidão de culturas e o conceito da New Age de multiculturalidade) está levando o continente europeu a seu ocaso. Milhões de imigrantes latino-americanos e principalmente árabes, turcos e muçulmanos em geral extraem a riqueza do solo europeu e a enviam a seus países de origem. Não contentes, ainda procuram impor seus costumes ao país que os acolheu, rejeitando as tradições locais de cultura, religião e comportamento. Além disso, sua taxa de fecundidade é muito maior que a europeia, o que nos faz concluir que, em breve, toda a Europa estará dominada pela Sharia e rezando para Meca. A questão não é expulsar o repelir os imigrantes, mas fazê-los aceitar a lei, a cultura e os costumes locais. Caso contrário, que voltem para seus países de origem. Mesmo a religião deve ser respeitada pelo imigrante. A Europa é majoritariamente cristã, portanto é normal e desejável que suas leis sigam as tradições do cristianismo. Mas o que acontece é que qualquer tentativa da população europeia em preservar seus valores (como a proibição do véu muçulmano) é tida como xenófoba. Experimente andar com um  Crucifixo e uma Bíblia em terras islâmicas para ver o que acontece?
O produto destes dois fatores é o que estamos acompanhando agora: a falência europeia. Não adianta os bancos europeus  e mundiais injetarem bilhões de euros em economias destinadas ao fracasso. Enquanto o assistencialismo continuar ascendente, o colapso é inevitável. Não é por ser um país de primeiro mundo que o estatismo é diferente. Ele é nefasto, prejudicial e ineficiente. E nem adianta enumerar os países nórdicos pois nestes o sistema aparentemente funciona devido à sua população reduzida. E mesmo eles não parecem estar assim tão bem. 
Os que se surpreendem pelo que ocorre na Europa ou são cegos que não querem ver ou vivem em outro planeta. A crise econômica e social foi plantada décadas atrás. É chegada, pois, a hora da colheita.



5 comentários:

  1. Belo texto e muito esclarecedor.

    A questão meu caro é que não existe mais ultura européia a ser respeitada pelos imigrantes estrangeiros.

    O cristianismo está indo para o esquecimento,a familia patriarcal e o capitalismo tambem.

    A única cúltura que existe hoje na europa em peso é homosexualismo,socialismo e papai estado.

    A Europa está a merce dos povos estrangeiros.

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  2. "Mas o que acontece é que qualquer tentativa da população europeia em preservar seus valores (como a proibição do véu muçulmano) é tida como xenófoba. Experimente andar com um Crucifixo e uma Bíblia em terras islâmicas para ver o que acontece?"
    O primeiro argumento que eles usariam é que: O ocidente é democrático. caso contrário estaria se igualando ao mundo islâmico.

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  3. Mais um ótimo texto. Os europeus depois dos horrores do nazismo acharam que aceitar passivamente a imigração muçulmana iriam estar tirando onda de "politicamente corretos", mas a longo prazo vão sofrer perseguição religiosa...

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  4. Dinessa: Exatamente. A Europa, e o Ocidente como um todo, precisam entender que estão em guerra não declarada, uma guerra sem armas ou exércitos, mas cultural e religiosa que silenciosamente vai sendo vencida pelo islamismo e pelo comunismo(que não acabou com o muro de Berlim)
    Osvaldo: Para tentar sobreviver, o Cristianismo precisa buscar inspiração nas Cruzadas, que foram uma reação tardia (cerca de 5 séculos de atraso) à invasão muçulmana de suas terras.
    Cripple: O problema em si não é na imigração, mas na forma como ela é tratada pelos governos locais. Se os imigrantes fossem para um país para ajudar este a se desenvolver, assimilando a cultura e a lei local, acredito que não haveria problema. O caso é que, especificamente os muçulmanos, querem que a Europa se torne islâmica, o que acaba proporcionando o aparecimento de legislações que os beneficiam muito mais do que a população nativa. Ora, se está ruim na Alemanha, França ou Espanha, que retornem para seus paraísos árabes!!!
    Abraços a todos

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