quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Por Trás das Massas

...o detalhe é que a queda destes governos será prossedida pela posse de governantes alinhados com a Fraternidade Islâmica. E assim, o ocidente vai perdendo valisosos aliados. Este levante de "jovens e estudantes" nada mais é do que sempre foram movimentos deste tipo (como os que aconteceram contra a "ditadura" brasileira): uma grande massa de manobra servindo a propósitos que eles acham conhecer.

Dentre muitos mitos que os profesores de história tentam colocar na cabeça da futura militância esquerdista de nossos estudantes é o de que o povo tem vontade própria. Esta idéia também é repetida incansavelmente na mídia e mesmo no meio cultural, dando-nos a falsa impressão de que as massas simplesmente se cansam e resolvem reagir. Falso.
Em todas as revoluções, revoltas e assemelhados que acontecerem no decorrer da história, quer para o bem, quer para o mal, sempre o "povão" foi influenciado por seus líderes. E estes líderes são influenciados por conceitos morais, filosóficos e religiosos com os quais mais se identificaram ou, pior ainda, com os quais foram contaminados. Não fosse Robespierre (inspirado por Rousseau), os franceses não teriam feito a sua revolução. Não fosse pela liderança de Hitler, o partido nazista não chegaria ao poder. Não fosse pela articulação esquerdista, o MST não existiria, e assim por diante.
A entusiástica cobertura jornalista sobre a queda de governos no Egito e na Tunísia (e recentemente na Líbia) exaustivamente televisionada, escrita e comentada pelos nossos experts, nos mostra como nossos jornalistas não conseguem buscar a informação mais importante: quem está por trás destes levantes? Se o leitor quer mesmo saber só tem um jeito: internet. Sim, pois nas terras brasileiras só entra informação da CNN e Le Monde e de colunistas vermelhos em êxtase pela "luta pela democracia" nestes países. E, segundo nossa imprensa a juventude e os estudantes é que estão sendo os vetores da democracia.
 Mais ainda, estão derrubando governos que tinham certa simpatia por Israel e EUA (e, consequentemente, pelo ocidente) e isto é visto com alegria pela mídia e por nossos partidos de esquerda como o P C do B (Aquele da Manuela). O problema maior, entretanto, é a articulação que se esconde por trás deste movimento, que é a Fraternidade Islâmica. Olavo de Carvalho e Heitor de Paola possuem análises profundas e detalhadas deste assunto. Em resumo, esta entidade busca unificar os países islâmicos num grande bloco anti-ocidente com o objetivo de levar a Jihad e a Sharí'a para estas nações e, a longo prazo, para todo o ocidente. Estes grupos não lutam pela democracia, pois não tem noção do que ela seja e, a rigor, as populações muçulmanas não crêem que os valores de liberdade conhecidos por nós possam ser melhores para eles¹
Embriagados pela ideologia anti-americana e pelos valores comunistas, nossos especialistas não conseguem ligar os fatos e, de uma hora para outra, o presidente do Egito passou a ser um ditador (muito embora um ditador, Raúl Castro, seja tratado como presidente.. Vai entender...) e a cada derrota sofrida por este, pulos de alegria eram dados não só no Brasil, mas na grande parte do mundo ocidental, com exceção da imprensa conservadora norte-americana (sim, lá existe uma segunda opinião). Só que o detalhe é que a queda destes governos será prossedida pela posse de governantes alinhados com a Fraternidade Islâmica. E assim, o ocidente vai perdendo valiosos aliados. Este levante de "jovens e estudantes" nada mais é do que sempre foram movimentos deste tipo (como os que aconteceram contra a "ditadura" brasileira): uma grande massa de manobra servindo a propósitos que eles acham conhecer.
A prostração cultural e religiosa da Europa frente o Islã já está praticamente finalizada. Países simpáticos ao ocidente estão sendo aliciados pelo radicalismo anti-semita e anti-americano. A dominação islâmica está a caminho, agora a passos cada vez mais rápidos. Estamos mais do que nunca em guerra. Uma guerra sem exércitos e sem batalhas em campo aberto. Estamos sendo atacados diretamente no centro de um dos pilares que sustentam nossa sociedade. Quando percebermos, o golpe da cimitarra ja terá sido deferido contra nós e, ao mesmo tempo, com a nossa própria ajuda.



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