quinta-feira, 7 de abril de 2011

Bullying: A Doença Revolucionária

O processo de desmoralização da sociedade ocidental está cada vez mais evidente. E ele vai muito além do fomento ao homossexualismo, ao aborto, ao adultério e aos crimes de opinião. A devassa moral que  nos atinge começa a dar resultados, que atingem o cerne da formação do cidadão: a família.
Progressivamente, o Grande Irmão vem tirando dos genitores a autoridade e o direito natural de educarem seus filhos, através da intervenção de psicólogos, pedagogos e demais demagogos que conseguiram convencer os  pais que tudo aquilo que eles aprenderam com seus antepassados estava errado. Assim, dois mil anos de educação e moralidade foram destruídos e substituídos pelo novo dono da moral: o poderoso Estado.
Atacando a instituição familiar e a Igreja, o beautiful people conseguiu transformar toda uma sociedade estratificada em valores da corrente judaico-cristã em um emaranhado de atrocidades baseadas no relativismo e na liberdade sem responsabilidade. E hoje, os novos pais já quase não possuem em sua filosofia educacional qualquer parâmetro moral. Os ataques constantes aos ensinamentos cristãos e a santificação da sodomia, da libertinagem e da irresponsabilidade começam a dar seus frutos amargos, dentre os quais o mais famoso é o bullying.
Crianças e adolescentes que humilham seus colegas se tornaram cada vez mais comuns. Muitos, ditos pensadores, creditam este comportamento aos novos tempos, à utilização da informática e à avalanche de informações que todos os dias invadem as cabeças flexíveis e despreparadas de nossa juventude. Sem um referencial de moralidade, educação e comportamento, os seres humanos se tornam cada vez mais cruéis, e casos de violência gratuita contra seus colegas de escola, ou mesmo de trabalho se tornam cada vez mais frequentes. 
Os culpados deste estado de coisas poderiam ser os pais que, ignorantes, deixam de lado os preciosos ensinamentos que receberam de seus antepassados para embarcar na nova ideologia, sem questionar sua validade. Mas é claro que esta mudança de comportamento da família foi planejada e arquitetada pelo movimento revolucionário que progressivamente destrói os pilares de qualquer sociedade: família e religião.
Então, a verdadeira culpa recai sobre todos estes movimentos de nomes bonitinhos e aparência inocente, como o feminismo, o gayzismo, o ambientalismo e, como não poderia faltar, o mentor de tudo: a ideologia socialista incrustada na população através da filosofia de Gramsci. E os verdadeiros culpados realmente surgem: os teóricos e ideólogos da esquerda.
Diante da falta de valores morais e religiosos, progressivamente estamos perdendo nossa própria identidade cultural, e o surgimento de doenças sociais é inevitável. E o bullying nada mais é do que uma destas doenças.
O afastamento religioso faz com que apareçam este tipo de fenômeno. Afinal, a fonte da moral e mesmo das leis é, em última análise, a religião. Quando esta falta e é atacada sistematicamente pelas escolas, pela imprensa e pela produção cultural as pessoas tendem a desacreditá-la e os pais, que deveriam colocar as coisas nos eixos, cedem à pressão, sob pena de parecerem "caretas". A inversão da ordem das coisas fica patente: não são mais os pais que ensinam e educam seus filhos, mas o contrário.
Os casos de bullying ilustram muito bem este fato. Trata-se de uma violação clara à chamada regra de ouro do cristianismo: "tratar o próximo como gostaria de ser tratado; ou não fazer ao próximo o que não gostaria que fizessem contigo". Esta simples lição, aprendida no seio familiar e nas Igrejas, hoje é ignorada e as pessoas, doutrinadas pela nova ideologia, deixam de seguir este valioso ensinamento. O resultado é que crianças, adolescentes e mesmo adultos humilham seus semelhantes como forma de auto promoção e vaidade. Não exitam em pisar e destruir alguém para alcançarem seus objetivos. E a vítima do assédio pode vir a sofrer de depressão, melancolia, ou simplesmente resolve explodir um dia e sair matando quem aparece pela frente.
Muitos procuram na filosofia oriental, na holistica ou em sociedades secretas e discretas a chave para um mundo melhor. Muitos acham que o estresse do diário é o responsável por isto. Muitos creditam à internet e a jogos violentos o surgimento deste novo mal moderno. Todos se enganam. As variáveis alteradas foram justamente aquelas que sustentam qualquer sociedade. Cada vez mais a religião, particularmente o cristianismo, é sistematica e gratuitamente atacada como fanatismo ou charlatanice. Implodem, desde dentro, as intituições familiares e religiosas. Impedem os pais de educarem seus filhos. E o resultado aí está. E ainda é só o começo.
O bullying não é uma doença advinda da modernidade e dos jogos de videogame. É uma doença revolucionária, consequência de um planejamento muito bem pensado pela esquerda para destruir nossa sociedade. Pode até parecer teoria da conspiração. Mas basta juntarmos as peças do quebra-cabeça para verificarmos que ela é apenas o resultado de uma sociedade cada vez mais desmoralizada e atéia.
O remédio para esta doença social é simples: devolvam aos pais o direito de educarem seus filhos. Devolvam às Igrejas a liberdade de ministrarem as palavras de Jesus Cristo. Sigam, pois a regra de ouro e ensinem às novas gerações que devem tratar a todos como gostariam de serem tratados. Sem filosofia oriental, sem ocultismo, sem mãe-terra. Apenas com aquilo que nossos pais nos ensinaram. Apenas com as palavras do cristianismo. Apenas, enfim, utilizando tudo aquilo que a imprensa, a intelectualidade e a esquerda chamam de "coisa de burguês".




2 comentários:

  1. Desacreditar os valores judaico-cristãos, como vem fazendo a esquerda, nunca vai fazer a sociedade seguir em ordem. Até cientistas já andaram dizendo que nós, seres humanos, temos um condicionamento genético para acreditar em Deus. Logo, fica ainda mais claro que esses comunistóides são uma aberração e a cartilha deles acaba pondo tudo a perder...

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