quarta-feira, 15 de junho de 2011

Liberdade Relativista

Quanto mais vejo este tipo de coisa, chego a conclusão que somos um povo realmente livre. Um povo que pode expressar suas opiniões, seus pensamentos e seus posicionamentos com a certeza de que nossos tribunais garantirão essa liberdade. Isso, claro, se estiver de acordo com as opiniões, pensamentos e posicionamentos da escória esquerdista.

Vejo agora a pouco que o Supremo Tribunal Federal decidiu que as marchas pela legalização da maconha não podem ser consideradas ilegais porque ferem princípios constitucionais como a liberdade de reunião e expressão. Matéria no site G1 mostra também os motivos pelos quais os ministros rejeitaram, por oito  votos a zero, a criminalização de tal manifestação, alegando que não se trata de apologia ao uso de drogas.
Bravo ministros! Vossas Excelências defenderam um dos direitos fundamentais do cidadão: a liberdade de expressão. Mas... Tenho uma perguntinha pros "dotô": Porque para a marcha pela legalização da maconha (e de outras drogas futuramente) é utilizado o argumento da liberdade de expressão para defendê-la e este mesmo argumento é esquecido quando para defender pessoas que querem EXPRESSAR OPINIÕES contrárias ao homossexualismo? Não que seja esse o posicionamento do STF (embora eu acredite que seja) mas é o pensamento reinante nos cérebros deformados de nossos formadores de opinião.
Bom, alguns jornalistas, artistas e juristas (nossos "entendidos") podem argumentar que "a marcha para a maconha não quer incentivar o consumo de drogas, apenas liberá-lo." Certo cara-pálida. E desde quando alguém que emite opiniões contrárias à prática homossexual quer a morte deste grupo? Quer dizer que quando eu opino sobre a legalidade ou não da maconha eu sou livre; mas quando eu opino acerca da validade ou não da conduta homossexual eu não sou livre? Que raio de liberdade é essa?
Muito provavelmente, se houvesse uma marcha do orgulho heterossexual, ou pela liberação do consumo de cigarro em locais privados (bares, boates, restaurantes e tutti quanti), a repressão seria muito forte, especialmente por parte da mídia (sem falar nas novelas que logo logo estariam ridicularizando tais ações, coisa que não fazem com as marchas vermelhinhas) e de nossos "entendidos".
Quanto mais vejo este tipo de coisa, chego a conclusão que somos um povo realmente livre. Um povo que pode expressar suas opiniões, seus pensamentos e seus posicionamentos com a certeza de que nossos tribunais garantirão essa liberdade. Isso, claro, se estivermos de acordo com as opiniões, pensamentos e posicionamentos da escória esquerdista.

3 comentários:

  1. Quando eu era moleque e não conhecia tão bem o problema das drogas até me empolgava com usos industriais das canabiáceas, principalmente a fibra têxtil e o óleo da semente que seriam úteis para substituir derivados de petróleo. Até existem umas variedades transgênicas sem THC, visando justamente fins industriais (na França tem até cereais matinais feitos à base de semente de canabináceas), mas não são essas que os esquerdopatas seriam a favor, o negócio deles é afrontar valores morais e promover a esbórnia. Muitos maconheiros metidos a político dizem a torto e a direito que o óleo da semente de maconha tem todas as vitaminas lipossolúveis e ácidos graxos essenciais, que poderia acabar com a desnutrição e a fome no mundo mas não iriam exitar em queimar o "almoço".

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  2. Tem razão, Morato! A liberdade é ampla, ma non troppo. Há dois pesos e duas medidas! Faz um grupo musicval chamado "Só Branco, sem preconceito" ou sai por aí vestindo uma camisa escrita "100% Branco"! O mundo vai se acabar! Hoje é tudo normal: casamentos gays, a esculhambação familiar e chegaram ao ponto de banalizar a corrupção. É duro no Brasil de hoje você ser honesto, hétero e não gostar de drogas.

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