domingo, 27 de novembro de 2011

Feiticeiros do Século XXI

Não são poucos os sintomas que comprovam o estado senil do tecido social. A vulgarização da imagem da mulher, a indiferença diante da corrupção em todos os sentidos e a sexualização cada vez mais precoce de nossas crianças são alguns poucos exemplos de que, se não estamos na UTI, caminhamos a passos largos para ela.

Quando adoecemos, nosso corpo apresenta vários sintomas: Febres, dores, erupções cutâneas, problemas circulatórios ou neurológico, dentre outros. Rapidamente, o primeiro reflexo é buscarmos atenuar os efeitos da moléstia através da administração de medicamentos que vão atacar as consequências de um agente biológico que conseguiu despistar as defesas do corpo e se instalar em suas células, onde se reproduz e as destrói. Assim adoecemos. Bactérias, vírus, fungos e outros microorganismos hostis atacam a constituição básica do organismo: a célula. Não os vemos, mas sabemos que estão atuando pelos sintomas produzidos. Mas nem sempre foi assim.
Na Antiguidade, e mesmo no início da Idade Média, doenças eram atribuídas a espíritos demoniácos, ou à ira dos deuses. Era preciso se fazer sacrifícios e festivais para manter o povo saudável, ou seguir as orientações da Igreja, a fim de que fosse mantida um estado de higidez razoável e impedir que os demônios dominassem as pessoas. Qualquer um que ousasse desafiar este entendimento e buscar uma explicação mais lógica e científica era acusado de feitiçaria, ou de se envolver com as forças ocultas. Assim, por muito tempo, estudiosos passaram anos no ostracismo, sendo seus estudos somente levados a sério séculos mais tarde, ou ficando limitado a seu tempo aos manuscritos dos templos e igrejas.
Hoje, verificamos que a situação de outrora pode ser aplicada com precisão assustadora. Mas, evidentemente, não no campo da medicina. Afinal, não são mais as doenças do indivíduo que não entendemos, mas aquelas que atingem um outro corpo: o corpo da sociedade.
Não são poucos os sintomas que comprovam o estado senil do tecido social. A vulgarização da imagem da mulher, a indiferença diante da corrupção em todos os sentidos e a sexualização cada vez mais precoce de nossas crianças são alguns poucos exemplos de que, se não estamos na UTI, caminhamos a passos largos para ela. Felizmente, conforme ocorrera séculos, milênios atrás, temos nos dias de hoje pessoas que enxergam a causa da doença que aflige nossa sociedade. Infelizmente, porém, a eles é dado a alcunha de teóricos da conspiração, um nome moderninho para feiticeiros e bruxos. Estamos doentes por um motivo simples: nossas células estão cada vez mais fracas e debilitadas. E a célula da sociedade é a família.
Confirmar o diagnóstico não é difícil. Com o avanço totalitário da agenda homossexual, a família se torna cada vez mais um amontoado de gente (e futuramente coisas) onde um mero desejo sexual, fantasia, desordem, doença ou seja lá o que for, consegue se impor de maneira tão agressiva que sequer pode ser criticada. Quando alguém se desculpa porque disse que prefere não ser homossexual, temos noção da gravidade da coisa. Pensadores e analistas como Olavo de Carvalho e Júlio Severo previram com exatidão cirúrgica que este tipo de coisa iria acontecer. Foram acusados de "feitiçaria".
A pressão e o lobby pró gay é tamanho que, após conseguirem retirar por mera pressão política o homossexualismo da lista de doenças psicológicas, agora existem estudos para que a pedofilia seja retirada do rol desse tipo de doença, e passe a ser encarada apenas como mais um desejo, ou preferência. Surpresa? Claro que não. Foi o mesmo raciocínio utilizado para que o homossexualismo passasse a ser uma coisa bacana, e até desejável hoje em dia, considerando a apologia que se faz a este tipo de conduta.
Minando a noção tradicional de família, mina-se toda a estrutura moral de qualquer sociedade, independente dos valores nos quais ela se assenta. Em SC, já se concedeu pensão às duas amantes de um homem casado com uma terceira. Ou seja, acabou-se de vez a noção de responsabilidade e de construção de laços duradouros. Afinal, se a outra (ou outras, ou outros) começam a ter direitos semelhantes ao do cônjuge, porque então se preocupar em ter um relacionamento duradouro e fiel, com todos os problemas inerentes à convivência? Para que se preocupar em ter filhos. Afinal, hoje, todo mundo é de ninguém e de todo mundo também não é mesmo?
Com a família cada vez mais deteriorada, não tardará a acontecer cenas como a de um episódio de  "Os Simpsons", onde Homer é pastor de sua própria igreja e passa a realizar casamentos entre "qualquer coisa e qualquer coisa". Este é um futuro muito provável quando um desejo ou preferência sexual subverte a ordem natural das coisas. Em breve, teremos movimentos contra a pedofilia, a coprofilia, a zoofilia, a poligamia e tantos outros desvios sexuais. Não é teoria da conspiração, é apenas a evolução lógica da doença que se instalou em nossa sociedade. Antes, homossexuais faziam suas atividades e ninguém se importava com eles, desde que não invadissem a vida privada de terceiros. Hoje eles não só invadem como impedem qualquer reação contrária à sua orientação sexual.
Qualquer pessoa que ouse fazer uma ligação, por mais acertada que seja, da imposição da agenda gay com a deteriorização de todos os valores morais de nossa sociedade é imediatamente colocada na fogueira. São os novos feiticeiros, os bruxos do século XXI. Seus carrascos? Os representantes e defensores da hegemonia gay. Esses tornaram-se os mais intolerantes dos seres humanos. 







domingo, 20 de novembro de 2011

A Falência da Social Democracia

A intervenção estatal na economia requer a emissão de papel-moeda, o que aumenta a taxa de inflação, e retira de todo o processo a característica que o torna justo e próspero: a competição. Bancos e empresas que são má administradas recebem ajuda para se sustentarem, fazendo com que perdedores mantenham-se eternamente em condições de vencerem.


A crise que assola os países europeus não pode ser considerada surpreendente ou imprevisível. Qualquer pessoa que fizesse uma análise imparcial e despida de ideologias constataria que a atual situação daquele continente era previsível e evitável. Um dos fatores que deram origem a este produto são as políticas "sociais" praticadas pelos partidos socialistas que assumiram o poder, ainda na década de 90, em países como a Grécia, França, Inglaterra, Itália e Espanha por exemplo. Suas sociais-democracias plantaram, décadas atrás, as sementes dos frutos amargos que a Europa colhe e, ao que tudo indica, os EUA de Obama colherão nos próximos anos.
Somados a essas políticas "sociais" adicionamos a adoção da economia keynesiana pela imensa maioria dos países ocidentais e temos uma mistura explosiva capaz de destruir continentes inteiros. A socialdemocracia tem tornado o Estado cada vez mais intervencionista e suas políticas assistencialistas privilegiam os desocupados e oneram os verdadeiros trabalhadores e a iniciativa privada, que se veem cada vez mais mergulhados em impostos, taxas e contribuições que tornam o ato de empregar alguém uma atividade tão cara que muitas empresas resolvem falir. Além disso, os governos deixam de serem meros garantidores da manutenção das regras do mercado e passam a ser agentes do mesmo. Substituem a mão invisível pela mão visível do Estado, causando consequências catastróficas!
Além do intervencionismo e assistencialismo, os governos praticam uma seleção artificial às avessas, mantendo os menos capazes em iguais condições de competir com os mais capacitados. Esta situação é facilmente comprovada. Para tanto, basta verificarmos as repetidas ajudas emergenciais que são dadas aos bancos quando estes estão insolúveis e prestes a falirem. Bilhões de euros são destinados a socorrê-los, premiando maus administradores com a benevolência estatal. O mesmo ocorre com as relações laborais. Seguros, bolsas e previdência social são distribuídos à parcela economicamente inativa da população. E quem paga por estes benefícios? Os trabalhadores ativos e empresários. 
Com o arroxo tributário, salários são diminuídos, greves se tornam recorrentes e imediatamente protestos anticapitalistas são organizados. Acusam justamente um sistema que, se seguido pelo viés do liberalismo clássico, não permitiria que chegássemos a este estado de coisas.
A intervenção estatal na economia requer a emissão de papel-moeda, o que aumenta a taxa de inflação, e retira de todo o processo a característica que o torna justo e próspero: a competição. Bancos e empresas que são má administradas recebem ajuda para se sustentarem, fazendo com que perdedores mantenham-se eternamente em condições de vencerem. O discurso utilizado é a "proteção dos trabalhadores", quando na verdade os governos deveriam deixar que o processo de depuração natural excluísse do ambiente os menos capacitados.
Para socorrer bancos e garantir os benefícios aos não trabalhadores, o Estado precisa de dinheiro. Para isso, aumenta impostos e contribuições sociais. Assim, as mercadorias se tornam mais caras, o custo para contratar um empregado se torna mais caro e o custo para a produção de todos os setores da economia aumenta. E o círculo vicioso é continuamente aumentado, tornando-se uma bola de neve que não tardará a entrar em colapso. E foi o que aconteceu na Europa. A população começou a rejeitar os partidos socialistas para que o continente fosse salvo. E aí entra outro problema.
Quando a doença econômica está instalada e os Estados nacionais virtualmente falidos, os remédios para a sua cura são amargos, muito amargos. É preciso retirar o governo da economia, diminuir taxas e impostos e valorizar as pessoas pelo trabalho produzido, e não porque "todos somos iguais". E isto implica na retirada de benefícios sociais, corte da ajuda econômica aos incompetentes e a uma progressiva desestatização da economia. Durante esta depuração, muitos protestos surgirão e muitos empregos serão extintos. Progressivamente, porém, novos postos de trabalho aparecerão com a vantagem de pagarem menos encargos sociais, menos impostos e menos taxas. As empresas poderão contratar com mais facilidade, o trabalhador receberá pelo que ele trabalhou e o custo de produção cairá drasticamente. Assim, o preço final ao consumidor diminui, o consumo aumenta, e o Estado fica preocupado em garantir a segurança e a obediência às regras do mercado, não participando dele.
Durante este período, entretanto, a crise não será solucionada. Afinal, é preciso um período de tempo considerável para que o tecido econômico recupere-se da doença que o acometeu. Os partidos socialistas, responsáveis por ela, clamarão pelo seu retorno como salvadores da pátria, acusando o governo de retirar direitos dos trabalhadores e de ser "capitalista". 
Toda vez que o Estado interfere na economia e na vida privada o resultado que temos é o de crises intermináveis e prisões e mortes imensuráveis. A história está aí para ser consultada. O socialismo, transição eterna para o comunismo, é um regime assassino, maléfico e incompetente. Nas decadas passadas, resistiu sob a bandeira socialdemocrata, o que o fez  chegar ao poder em diversos países europeus. O resultado é este que vemos, previsto anos atrás pelos "teóricos da conspiração”.
O risco está na população acreditar mais uma vez no conto da carochinha e recolocar os socialistas no poder como solução para uma crise que eles próprios criaram. O remédio do conservadorismo e do liberalismo econômico é amargo, ruim e incômodo no começo, mas é a maneira para se evitar que toda a Europa decrete falência por não poder mais sustentar sua massa cada vez mais crescente de desocupados e estudantes-militantes.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Fábrica de Militantes

Do alto de sua total falta de caráter e responsabildade e do dinheiro gratuito e imerecido que recebem de seus pais, estes estudantes não tem nada a temer. São uma minoria apoiada por uma estrutura partidária consolidada dentro dos portões de nossas universidades

As manifestações ocorridas na USP monstram a total falência da educação superior no país. Estudantes exigindo o fim do policiamento para que possam consumir drogas sem serem incomodados nos dão uma amostragem do que podemos esperar para o futuro da nação. Eis nossos intelectuais, nossos humanistas do amanhã. Não é surpresa alguma que os manifestantes sejam oriundos da faculdade de filosofia, letras e ciências humanas. É ali que está o pólo disseminador da militância política que se instalou em todos os campus universitários do Brasil, cuja fonte está na USP. Não se formam mais pesquisadores ou professores, mas apenas replicadores socialistas cujo objetivo é manter o pensamento de todos sobre cerrado patrulhamento.
Os alunos desta faculdade são invariavelmente preparados para comporem a nova geração da militância intelectual que legitimará suas opiniões baseados em diplomas que lhes conferem títulos que não possuem, especialmente o de "filósofos", como se o mero conhecimento das escolas de pensamento fosse suficiente para que um indivíduo se torne um flósofo. É o mesmo que dizer que alguém formado em letras passa a ser automatiamente um escritor.
Quem toma esses protestos como surpreendentes fatalmente encontra-se alienado da realidade brasileira. A USP há muitas décadas deixou de ser um pólo irradiador de conhecimento e alta cultura para se tornar formadora de think tanks da ideologia socialistas, fundamentais para a continuação do processo gramscista no Brasil. Em seus bancos escolares não são produzidos intelectuais capazes de raciocinar sobre o contexto mundial com suas ameaças religiosas e ideológicas à sobrevivência de nossa sociedade, mas repetidores de uma doutrina hegemônica.
A eles cabe a tarefa de consolidar cada vez mais o processo de corrupção moral que se instalou no país, legitimando cada vez mais questões sobre as quais a sociedade brasileira, majoritariamente conservadora, possui um pensamento formado como a religião, o homossexualismo, o aborto, a legalização das drogas e afrouxamento da legislação penal. Estes novos rebeldes sem causa são parte da continuação do processo da chamada "transformação social", que nada mais é do que modificar o pensamento individual por um falso pensamento coletivo para atingir interesses de minorias que passam a estar acima da lei, da moral, da família e da religião. E ali, nos parques e corredores da USP, está reproduzido num microcosmo o que a futura "elite intelectual" encontrará no restante do país.
Esta afirmação é facilmente comprovável. No instante em que os manifestantes vermelhinhos pediam o fim do policiamento, grande parte dos estudantes se mostravam contrário a esta atitude. O problema é que estes não tem algo fundamental para que sejam ouvidos: apoio político. Os DCEs espalhados pelo país nada mais são que postos avançados da ideologia marxista responsáveis por insuflar as mentes fracas e maleáveis de adolescentes que perderam noções básicas de responsabilidade, autoridade, disciplina e justiça. O fato fica ainda mais evidente quando professores e alunos se unem em torno de algo que vai de encontro a qualquer análise lógica acerca do ocorrido. 
Todos querem fumar um baseado, e não pestanejam em trocar sua própria segurança pela oportunidade de se evadirem da realidade pelos efeitos entorpecentes causados pela maconha, comprovadamente psicotrópica apesar de estudos fajutos que revelam o contrário.
As atitudes desses estudantes refletem, também, o ambiente no qual foram criados. Seus pais são impedidos de utilizar sua autoridade, seja pela coação estatal, seja pelo doutrinamento ideológico que eles mesmo carregam. Assim, noções de justiça, como o receber pelo que se trabalhou ou estudou; autoridade, respeitando as leis, regulamentos e as pessoas que os representam quer sejam forças policiais ou professores; responsabilidade, responder pelos próprios atos; e disciplina vão sendo cada vez mais perdidas. Seus cérebros, fritados por uma produção artística, cultural e jornalística de viés completamente socialista, os tornam rebeldes sem causa. 
Comentem crimes, como dano ao patrimônio público, cientes de que sairão impunes porque fazem parte de um dos grupos que tem direito a quase tudo. Fazem de sua atividade uma profissão, chegando a declarar greve estudantil (!). Tempos atrás todos estariam expulsos da universidade. Afinal, este é um lugar para estudar, ganhar conhecimento e desenvolver o raciocínio e não pra se fazer militância política. Infelizmente, o papel das instituições de ensino superior tomaram o rumo inverso.
Do alto de sua total falta de caráter e responsabilidade e do dinheiro gratuito e imerecido que recebem de seus pais, estes estudantes não tem nada a temer. São uma minoria apoiada por uma estrutura partidária consolidada dentro dos portões de nossas universidades. No DCE, possuem a legitimidade política, sendo este um verdadeiro comitê partidário. Em seus professores, a base ideológica para suas revoluções. Muitos são apenas massa de manobra, cujo objetivo é semear a discórdia e o atrito entre instituições ditas "burguesas" como  a polícia e a população, condição fundamental para a continuidade de nossa realidade socialista. Outros são identificados e preparados para se tornarem futuros líderes em sua área de "conhecimento".
Assim, seguimos caindo cada vez mais rápido no abismo da incultura, corrupção e violência. E ainda me criticam quando digo que este país não tem solução.