terça-feira, 15 de novembro de 2011

Fábrica de Militantes

Do alto de sua total falta de caráter e responsabildade e do dinheiro gratuito e imerecido que recebem de seus pais, estes estudantes não tem nada a temer. São uma minoria apoiada por uma estrutura partidária consolidada dentro dos portões de nossas universidades

As manifestações ocorridas na USP monstram a total falência da educação superior no país. Estudantes exigindo o fim do policiamento para que possam consumir drogas sem serem incomodados nos dão uma amostragem do que podemos esperar para o futuro da nação. Eis nossos intelectuais, nossos humanistas do amanhã. Não é surpresa alguma que os manifestantes sejam oriundos da faculdade de filosofia, letras e ciências humanas. É ali que está o pólo disseminador da militância política que se instalou em todos os campus universitários do Brasil, cuja fonte está na USP. Não se formam mais pesquisadores ou professores, mas apenas replicadores socialistas cujo objetivo é manter o pensamento de todos sobre cerrado patrulhamento.
Os alunos desta faculdade são invariavelmente preparados para comporem a nova geração da militância intelectual que legitimará suas opiniões baseados em diplomas que lhes conferem títulos que não possuem, especialmente o de "filósofos", como se o mero conhecimento das escolas de pensamento fosse suficiente para que um indivíduo se torne um flósofo. É o mesmo que dizer que alguém formado em letras passa a ser automatiamente um escritor.
Quem toma esses protestos como surpreendentes fatalmente encontra-se alienado da realidade brasileira. A USP há muitas décadas deixou de ser um pólo irradiador de conhecimento e alta cultura para se tornar formadora de think tanks da ideologia socialistas, fundamentais para a continuação do processo gramscista no Brasil. Em seus bancos escolares não são produzidos intelectuais capazes de raciocinar sobre o contexto mundial com suas ameaças religiosas e ideológicas à sobrevivência de nossa sociedade, mas repetidores de uma doutrina hegemônica.
A eles cabe a tarefa de consolidar cada vez mais o processo de corrupção moral que se instalou no país, legitimando cada vez mais questões sobre as quais a sociedade brasileira, majoritariamente conservadora, possui um pensamento formado como a religião, o homossexualismo, o aborto, a legalização das drogas e afrouxamento da legislação penal. Estes novos rebeldes sem causa são parte da continuação do processo da chamada "transformação social", que nada mais é do que modificar o pensamento individual por um falso pensamento coletivo para atingir interesses de minorias que passam a estar acima da lei, da moral, da família e da religião. E ali, nos parques e corredores da USP, está reproduzido num microcosmo o que a futura "elite intelectual" encontrará no restante do país.
Esta afirmação é facilmente comprovável. No instante em que os manifestantes vermelhinhos pediam o fim do policiamento, grande parte dos estudantes se mostravam contrário a esta atitude. O problema é que estes não tem algo fundamental para que sejam ouvidos: apoio político. Os DCEs espalhados pelo país nada mais são que postos avançados da ideologia marxista responsáveis por insuflar as mentes fracas e maleáveis de adolescentes que perderam noções básicas de responsabilidade, autoridade, disciplina e justiça. O fato fica ainda mais evidente quando professores e alunos se unem em torno de algo que vai de encontro a qualquer análise lógica acerca do ocorrido. 
Todos querem fumar um baseado, e não pestanejam em trocar sua própria segurança pela oportunidade de se evadirem da realidade pelos efeitos entorpecentes causados pela maconha, comprovadamente psicotrópica apesar de estudos fajutos que revelam o contrário.
As atitudes desses estudantes refletem, também, o ambiente no qual foram criados. Seus pais são impedidos de utilizar sua autoridade, seja pela coação estatal, seja pelo doutrinamento ideológico que eles mesmo carregam. Assim, noções de justiça, como o receber pelo que se trabalhou ou estudou; autoridade, respeitando as leis, regulamentos e as pessoas que os representam quer sejam forças policiais ou professores; responsabilidade, responder pelos próprios atos; e disciplina vão sendo cada vez mais perdidas. Seus cérebros, fritados por uma produção artística, cultural e jornalística de viés completamente socialista, os tornam rebeldes sem causa. 
Comentem crimes, como dano ao patrimônio público, cientes de que sairão impunes porque fazem parte de um dos grupos que tem direito a quase tudo. Fazem de sua atividade uma profissão, chegando a declarar greve estudantil (!). Tempos atrás todos estariam expulsos da universidade. Afinal, este é um lugar para estudar, ganhar conhecimento e desenvolver o raciocínio e não pra se fazer militância política. Infelizmente, o papel das instituições de ensino superior tomaram o rumo inverso.
Do alto de sua total falta de caráter e responsabilidade e do dinheiro gratuito e imerecido que recebem de seus pais, estes estudantes não tem nada a temer. São uma minoria apoiada por uma estrutura partidária consolidada dentro dos portões de nossas universidades. No DCE, possuem a legitimidade política, sendo este um verdadeiro comitê partidário. Em seus professores, a base ideológica para suas revoluções. Muitos são apenas massa de manobra, cujo objetivo é semear a discórdia e o atrito entre instituições ditas "burguesas" como  a polícia e a população, condição fundamental para a continuidade de nossa realidade socialista. Outros são identificados e preparados para se tornarem futuros líderes em sua área de "conhecimento".
Assim, seguimos caindo cada vez mais rápido no abismo da incultura, corrupção e violência. E ainda me criticam quando digo que este país não tem solução.



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