sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Kim Jong-Il e o PC do B

Surpresa seria se a reação do partido fosse justamente a contrária. Isto sim seria surpreendente!

Em nota publicada em seu sítio eletrônico, o PC do B lamenta a morte do ditador da Coréia do Norte e presta seu reconhecimento à contribuição deste para a luta contra o "imperialismo estadunidense", fonte de todo o mal do mundo e etc. Eu, particularmente, não vejo absolutamente nada de anormal em tal declaração. Mas parece que teve gente que se surpreendeu com este fato, como o jornalista Lasier Martins (respeitado comentarista do RS). Ora, como pode um profissional de sua estirpe não saber uma das coisas mais elementares a respeito do PC do B: ele é um partido comunista! (nossa... sério?)
Qualquer pessoa que queira ter verdadeira intensão de investigar os fatos pela sua veracidade e não pela cortina de nosso sistema educacional alienante e doutrinatório (tem gente que acha que o natal é tradição estadunidense...), precisa conhecer sobre o que está falando. Isto é o mínimo que se pode exigir de quem se propõe a esclarecer qualquer fato sobre qualquer assunto. Mas não é isso o que ocorre.
Em seu programa na rádio Gaúcha, o jornalista entra em contato com o presidente do partido para o RS, Adalberto Frasson, e demanda saber se a opinião deste é a mesma daquela externada por José Renato Rabelo. A resposta foi um esperado "não, o PC do B é um partido comunista, que é contra as ditaduras e blá blá blá". O jornalista poderia ter aproveitado para aprofundar a questão mas se contentou com o que falou Frasson. E assim, encerra a entrevista com um "agora está tudo explicado". 
Percebam como é vazio e raso o conhecimento de nossos formadores de opinião e detentores da informação acerca não só deste, mas de muitos outros assuntos. Ora, o PC do B é uma agremiação partidária comunista, surgida como braço brasileiro da Internacional Comunista, cuja inspiração era o regime de Stalin. Posteriormente, por divergências internas, o partido passou a seguir o pensamento de Mao Dze Dong, orientação ideológica que perdura até hoje. É flagrante que este partido apóia e aspira implementar no Brasil um regime ditatorial e comunista! Seus guias espirituais, seus gurus e mestres são os maiores assassinos da história, responsáveis por levar o terror, o medo e a morte a quem ousasse ser contrário à seu modo de pensar.
Não obstante, virtualmente todos os países que tiveram (e tem) o comunismo* como regime foram (são) ditaduras sangrentas e assassinas de fazer Adolf Hitler parecer uma vovozinha tricotando! E vem um renomado jornalista gaúcho, de grande influência dizer que está surpreso com as declarações do presidente nacional do PC do B? Está brincando com minha inteligência, só pode! Surpresa seria se a reação do partido fosse justamente a contrária. Isto sim seria surpreendente!
Já explorei sobre a capacidade que um militante comunista tem de transformar o ato de mentir e ludibriar em um reflexo automático que o impede de identificar sua própria mentira no momento mesmo em que ele  produz. Assim, fica fácil para qualquer integrante deste partido, inclusive aqueles que parecem "tão gente boa" como a deputada Manuela D'ávila, negarem suas próprias convicções com a mesma naturalidade com que respiram. 
Vejamos. Alguém se associa a um partido político, alinhado com o pensamento comunista, milita por este partido, participa ativamente da vida deste partido e depois vem dizer que não concorda com o pensamento do partido? Ora meus senhores! Entendam uma coisa de uma vez por todas: Não há espaço para o pensamento individual dentro de uma organização comunista ou socialista. A única orientação intelectual admissível é aquela que o partido determina. Simples assim.
O fato, claro, notório e escancarado, é que os integrantes do PC do B, bem como PT, PSol, PCO, etc. são todos apologistas de uma ideologia totalitária, que somente gerou ditaduras, mortes e destruição que englobam inclusive o nazi-fascismo, que tanta gente boa acha que é diferente dos demais regimes comunistas. E o fato ainda mais escancarado e consolidado é que nossos jornalistas não possuem o preparo cultural e o conhecimento adequado para exercerem sua profissão com competência ou a coragem intelectual para confrontar seu interlocutor e desnudar o impostor na frente de todos.
A verdade está ali, nua e crua. Mas aqueles que deveriam ser os responsáveis em mostrá-la, insistem em cobri-la com camadas e camadas de roupas feitas de mentiras.

* O termo regime comunista foi utilizado apenas para associar esta forma de governo ao objetivo final do PC do B. O correto seria regimes socialistas, em função do comunismo ser utópico e inalcançável, sendo aquele uma eterna transição para este.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Não Há Luzes em Porto Alegre

A quebra e ataque sistemático aos valores de família, religião, responsabilidade e respeito trás à tona uma leva de jovens e adultos sem qualquer preocupação com a preservação de tradições que nos acompanham a mais de 2000 anos. Para estas pessoas, o natal não é uma celebração do nascimento de Cristo, mas uma mera festividade capitalista e que por isto deve ser combatida.

Então é natal... E a capital gaúcha parece não se importar muito com isso. A decoração natalina da cidade é pífia, restringida aos centros de compras e às fachadas de algumas residências. O poder público não está muito preocupado em decorar as ruas, praças e prédios públicos com a típica decoração que caracteriza essa época. Lamentável e triste, porém não surpreendente. Este tipo de comportamento é cada vez mais comum tanto nas atitudes de nossos governantes quanto de nossa população.
Esta mudança de comportamento não iniciou-se ontem. Porto Alegre, e o Estado do Rio Grande do Sul, como um todo, tem passado continuamente por um processo de desconstrução comportamental e engenharia social. Cada vez mais, os valores tradicionais são corroídos por intermédio da infiltração progressiva de uma ideologia retrógrada e alienante que torna a população alheia a tudo aquilo que representa a "antiga ordem burguesa" em nome de uma nova ordem que nada mais é do que a desconstrução total de todas as crenças e valores que nos impelem a fazer uma decoração natalina, ou cuidar de um jardim ou monumento público por exemplo. 
Por outro lado, seria arriscado fazer da capital gaúcha uma cidade iluminada pelas luzes de natal. A probabilidade de depredação é muito grande, basta verificarmos o estado de conservação de qualquer benfeitoria, desde telefones públicos quebrados e pichados até estátuas e placas destruídas ou roubadas. Assim, fica complicado de se saber: ou a cidade está apagada por omissão do poder público ou por temor de ter sua decoração destruída, como é de praxe acontecer na capital dos revoltadinhos.
O fato é que a cidade está morna, apagada, sem vida. Nem parece que chegou o natal. E a culpa é de quem? Ora, os culpados são exatamente as pessoas que estão nos governando. São eles que aprovam leis como a que proíbe os pais de educarem seus filhos. São eles que saem a dizer nos jornais que um estudante não pode reprovar em sala de aula, que a polícia é violenta e que os bandidos são "vítimas da malvada sociedade". Os culpados são, também, toda essa corja de educadores, filósofos, jornalistas pedagogos e tutti quanti que retiram as noções de responsabilidade de nossos estudantes e a autoridade dos pais e professores. 
A quebra e ataque sistemático aos valores de família, religião, responsabilidade e respeito trás à tona uma leva de jovens e adultos sem qualquer preocupação com a preservação de tradições que nos acompanham a mais de 2000 anos. Para estas pessoas, o natal não é uma celebração do nascimento de Cristo, mas uma mera festividade capitalista e que por isto deve ser combatida. 
Não é difícil de se constatar este tipo de mentalidade. Basta lembrar do episódio do relógio dos 500 anos do Brasil que foi destruído por um bando de acéfalos, mera massa de manobra utilizada pelo pessoalzinho da esquerda, onde tudo é símbolo do imperialismo norte-americano, exceto o que foi erigido pelo partido. 
Não há luzes em Porto Alegre, e não só luzes de natal. Não há luzes, sequer lampejos, de inteligência ou de esperança em recuperarmos valores que nos caracterizam como gaúchos, especialmente o apego às tradições. O povo do Rio Grande sempre foi ligado muito às tradições, sempre foi um povo conservador. Infelizmente parece que estamos nos esquecendo disto. Somos seduzidos cada vez mais por discursos demagógicos que envenenam nossas cabeças. Mesmo nossas lideranças conservadores são cada vez mais rarefeitas, silenciadas e acovardadas.
Vestir bota e bombacha não nos torna tradicionalistas. Tradicionalismo está na alma e no coração, mas eles já foram entregues à sedutora melodia do "novo mundo é possível".




segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A Comissão da Verdade e Outras Mentiras

Muitas pessoas com as quais tenho conversado sobre a Comissão da Verdade têm me dito para não me preocupar porque "não haverá perseguições e criminalizações. A comissão está aí apenas para apurar o que aconteceu. O pessoal do governo já deixou isso bem claro". Ao ouvir este e outros argumentos que tentam me convencer que este processo inquisitório não é assim tão ruim, dois sentimentos me dominam: uma esperança moribunda de que realmente eu estou vendo chifre em cabeça de égua e uma tristeza, quase pena, daqueles que acreditam nas palavras dos políticos.
Este último sentimento fica ainda mais forte quando leio em uma reportagem da revista Veja da semana passada, que o PT falsificou assinaturas e documentos para criar um "mensalão tucano" e, assim, mostrar ao povo brasileiro que tal prática é algo corriqueiro e normal dentro da política tupiniquim. Não bastasse o PT, que se auto intitulava o bastião da ética, protagonizar a tentativa de compra do Congresso Nacional, agora o todo poderoso partido falsifica provas para, por intermédio do relativismo moral, eximir-se da culpa em ter protagonizado um dos momentos mais sujos, imorais e degradantes das relações políticas, como "nunca antes na história deste país".
Para algumas pessoas o fato surge como algo surpreendente. Mas não o é para aquelas que estudam e conhecem, por mínimo que seja, a formação ideológica desta agremiação política (bem como de seus aliados). Ética e verdade definitivamente não fazem parte de sua postura, pois seus integrantes não devem qualquer tipo de lealdade ao país, à família, à religião ou a qualquer grupo. A única coisa que tem a sua lealdade e dedicação total é a revolução socialista. É ela e somente ela que aglutina todos os esforços de seus integrantes. É por ela que se comprometem e utilizam de todos os expedientes de enganação, embuste, mentiras e trapaças. O processo de mentir, enganar e falsificar está tão arraigado dentro de suas mentes que seus membros sequer conseguem perceber que estão se utilizando destas ferramentas para atingir seu objetivo final. Sendo pela vitória do socialismo, até assassinatos são tolerados (o caso Celso Daniel até hoje continua no limbo...).
Um outro exemplo é o famigerado kit gay que seria distribuído para as escolas. Devido à reação da sociedade a doutrinação gay foi veemente negada e impedida de ser colocada nas mentes de nossas crianças. Ao mesmo tempo, por debaixo dos panos, criaturas ignóbeis como Marta Suplicy e Jean Wyllys trabalham em silêncio para que o kit atinja seu público alvo e consiga seu objetivo principal, que é o de recrutar novos gays. Ao mesmo tempo que negam, as mesmas pessoas trabalham para sua distribuição numa mentira sórdida que é dita com a mesma naturalidade com que respiramos.
Como pode-se, então, acreditarmos que um partido, que a corrente socialista como um todo, esteja falando a verdade justamente no caso da Comissão homônima? Uma comissão que explorará apenas um lado dos fatos? Impossível! Exemplos são fartos, e não somente no Brasil. Mundo afora sempre os socialistas e comunistas utilizaram-se da mentira e da trapaça para atingir seus objetivos. Enganar e iludir está na raiz de qualquer militante deste tipo de organização. Crer nestas pessoas é prova cabal de idiotismo, ignorância, inocência ou cumplicidade. Qualquer pessoa com mais de um neurônio sabe que nada que sai da boca dessas criaturas merece a mínima credibilidade. 
São tão verdadeiros como uma nota de 3 reais, ou como a História que nos ensinam na escola.