segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A Comissão da Verdade e Outras Mentiras

Muitas pessoas com as quais tenho conversado sobre a Comissão da Verdade têm me dito para não me preocupar porque "não haverá perseguições e criminalizações. A comissão está aí apenas para apurar o que aconteceu. O pessoal do governo já deixou isso bem claro". Ao ouvir este e outros argumentos que tentam me convencer que este processo inquisitório não é assim tão ruim, dois sentimentos me dominam: uma esperança moribunda de que realmente eu estou vendo chifre em cabeça de égua e uma tristeza, quase pena, daqueles que acreditam nas palavras dos políticos.
Este último sentimento fica ainda mais forte quando leio em uma reportagem da revista Veja da semana passada, que o PT falsificou assinaturas e documentos para criar um "mensalão tucano" e, assim, mostrar ao povo brasileiro que tal prática é algo corriqueiro e normal dentro da política tupiniquim. Não bastasse o PT, que se auto intitulava o bastião da ética, protagonizar a tentativa de compra do Congresso Nacional, agora o todo poderoso partido falsifica provas para, por intermédio do relativismo moral, eximir-se da culpa em ter protagonizado um dos momentos mais sujos, imorais e degradantes das relações políticas, como "nunca antes na história deste país".
Para algumas pessoas o fato surge como algo surpreendente. Mas não o é para aquelas que estudam e conhecem, por mínimo que seja, a formação ideológica desta agremiação política (bem como de seus aliados). Ética e verdade definitivamente não fazem parte de sua postura, pois seus integrantes não devem qualquer tipo de lealdade ao país, à família, à religião ou a qualquer grupo. A única coisa que tem a sua lealdade e dedicação total é a revolução socialista. É ela e somente ela que aglutina todos os esforços de seus integrantes. É por ela que se comprometem e utilizam de todos os expedientes de enganação, embuste, mentiras e trapaças. O processo de mentir, enganar e falsificar está tão arraigado dentro de suas mentes que seus membros sequer conseguem perceber que estão se utilizando destas ferramentas para atingir seu objetivo final. Sendo pela vitória do socialismo, até assassinatos são tolerados (o caso Celso Daniel até hoje continua no limbo...).
Um outro exemplo é o famigerado kit gay que seria distribuído para as escolas. Devido à reação da sociedade a doutrinação gay foi veemente negada e impedida de ser colocada nas mentes de nossas crianças. Ao mesmo tempo, por debaixo dos panos, criaturas ignóbeis como Marta Suplicy e Jean Wyllys trabalham em silêncio para que o kit atinja seu público alvo e consiga seu objetivo principal, que é o de recrutar novos gays. Ao mesmo tempo que negam, as mesmas pessoas trabalham para sua distribuição numa mentira sórdida que é dita com a mesma naturalidade com que respiramos.
Como pode-se, então, acreditarmos que um partido, que a corrente socialista como um todo, esteja falando a verdade justamente no caso da Comissão homônima? Uma comissão que explorará apenas um lado dos fatos? Impossível! Exemplos são fartos, e não somente no Brasil. Mundo afora sempre os socialistas e comunistas utilizaram-se da mentira e da trapaça para atingir seus objetivos. Enganar e iludir está na raiz de qualquer militante deste tipo de organização. Crer nestas pessoas é prova cabal de idiotismo, ignorância, inocência ou cumplicidade. Qualquer pessoa com mais de um neurônio sabe que nada que sai da boca dessas criaturas merece a mínima credibilidade. 
São tão verdadeiros como uma nota de 3 reais, ou como a História que nos ensinam na escola.


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