sexta-feira, 30 de março de 2012

Não Apagarão o 31 de Março!

Não foram os militares os responsáveis pela contra-revolução de 31 de Março de 1964. Eles foram apenas o respaldo no qual a imensa maioria da sociedade brasileira se apoiou para evitar que o país mergulhasse no terror socialista e comunista, até hoje desejado por figuras como Manuela D'ávila, Aldo Rebelo, Maria do Rosário e a própria presidente Dilma (atenção pessoal da patrulha, isto não é opinião, é fato, basta ler os documentos internos do PT). Muitos se esquecem que, por um período relativamente grande, as Forças Armadas estiveram contaminadas por agentes a serviço do comunismo internacional, cujo mais famoso é Luis Carlos Prestes. Este cidadão, elevado à condição imoral de herói, queria fazer com que o Brasil se tornasse mais um satélite soviético na América Latina, como aconteceu com Cuba. O regime defendido por ele, depois abraçado por "estudantes, artistas, políticos e intelectuais" matou mais de 100 milhões de pessoas ao redor do planeta, seja de fome, seja através de assassinatos e justiçamentos. 
Setores do Exército, simpatizantes do comunismo chegaram a deslocar-se em direção ao Rio de Janeiro para combater as forças conservadoras. O país estava pronto para uma sangrenta guerra civil que, pela ação de destacados chefes militares da época, como o Marechal Castelo Branco, não se tornou realidade.
Não se pode, também, desligar os acontecimentos daquela época com o que estava ocorrendo no restante do mundo. Se economicamente os EUA pressionavam o país para adotar a via democrática, a antiga URSS pressionava o país para que se tornasse comunista, através do treinamento de quadros dos partidos de esquerda do Brasil, fornecimento de armas e um sistema de desinformação que funcionou tão bem a ponto de jornais acreditarem que a contra-revolução foi arquitetada pela CIA. 
Passados quarenta e oito anos daqueles dias que salvaram o país do terror, o que vemos? Vemos uma tentativa cada vez mais exitosa de se reescrever a história, bem à moda russa, a fim de adaptá-la ao discurso comunista de que "os militares massacraram, torturaram e prenderam pobres estudantes que defendiam a democracia". Mas que democracia é esta? É a democracia que impera em Cuba, na China, na Coréia do Norte e que ocorreu na Rússia, ou seja, um regime de terror, perseguições e falsificações, onde todos eram obrigados a adorar o partido ou o líder de seu país como a um deus, mesmo porque eles próprios destruíram qualquer fragmento de religião. Se houve tortura, perseguições e prisões? Claro que houve! Assim como houve os mesmos atos pelo lado dos "inocentes estudantes", que na verdade eram células terroristas dos mais diversos matizes cujo objetivo único era  derrubada do poder e a implementação da ditadura não do proletariado, mas do partido. Ou será que sequestros, bombas, assassinatos e atos de terror são justificáveis só porque são "pela causa"?  Fossem os partidários de Prestes vencedores, não teríamos problemas com a Lei da Anistia por exemplo, pois não haveria a quem anistiar: seriam todos mortos e executados, a fim de que o partido pudesse seguir eternamente no poder e executando a maravilhosa igualdade comunista, onde existe uma classe miserável (toda a população) e uma classe milionária (os integrantes do partido). 
Extirpar um determinado fato e isolá-lo do seu contexto histórico é uma forma bastante utilizada pelos historiadores comunistas para inverter a própria história e escrevê-la como lhes convém. Esconde-se os seus próprios crimes e acusa-se seus opositores de serem o que na verdade eles próprios são e pronto! O cenário cultural está dominado. Soma-se a isto, um bando de historiadores, pesquisadores e professores, que deveriam pagar para utilizar estes adjetivos, e temos a perpetuação da mentira e a criação de mitos falsos como Che Guevara, Olga Benário e o próprio Prestes. Nenhum historiador ou pesquisador brasileiro teve a ideia de olhar os arquivos de Moscou para desmascarar tudo o que está sendo ensinado sobre a famigerada "ditadura". Não o fazem porque são cúmplices do maior morticínio que a história já viu. Pessoas que adoram Stálin, Lênin, Mao, Pol Pot e Ho-Chi-Minh. Hitler, comparado a cada um destes homens, é um docinho de coco! E foram esses homens que inspiraram os terroristas e ainda inspiram os comunistas de hoje (virtualmente toda a classe política, cultural, e jornalistica), além de Fidel Castro, que transformou a Pérola do Caribe em uma prisão castrista. 
As torturas, violências e mortes não se pode negar que ocorreram, mas ocorreram também entre os terroristas. Os justiçamentos de grupos como a Guerrilha do Araguaia, a VAR-Palmares, a Vanguarda Popular Revolucionária, o MR-8, dentre outros, que julgavam, torturavam e matavam sem qualquer respaldo legal, apenas seguindo a doutrina do partido decidindo quem deveria viver e quem deveria morrer mostra o tipo de "democracia" que eles queriam. Muitos dos comunistas mortos foram mortos por seus próprios partidários. 
Ademais, os militares que saíam para combater as células terroristas como as de Marighella, sabiam que iriam encontrar grupos altamente especializados e treinados, e não jovens idealistas. A luta armada, ao contrário do que os canalhas e mau-caráteres das universidades, dos partidos políticos e da mídia querem empurrar goela abaixo ao povo brasileiro, não começou após a contra-revolução, mas muito antes, nos anos de 1961-1962 ou, ainda, em 1935 com a Intentona Comunista, que já mostrava como é a atuação da esquerda. O regime precisou endurecer para garantir a paz interna e evitar que hoje tivéssemos uma situação de guerra interna como hoje vive a Colômbia. Ora, inocentes eram mortos, bancos assaltados, embaixadores sequestrados, agentes policiais mortos e torturados... Alguma coisa era preciso ser feita, e se fez, resultando na pacificação interna e num efeito colateral ínfimo de mortos e desaparecidos, se comparados ao tamanho da população brasileira e ao que ocorreu em outros países ao redor do mundo. O problema é que, para a esquerda, somente os seus mortos têm valor. Os inocentes que eles mataram são tratados como espólios, troféus de guerra. Nenhum país que teve governo comunista anistiou os seus opositores: todos eram mortos sumariamente. No Brasil, não só os terroristas foram perdoados como recebem hoje milhões de reais pagos com o meu e o seu dinheiro. Em contrapartida, as famílias daqueles que foram vítimas do terrorismo vivem hoje com um salário mínimo. Isto quando ganham algo.
Os fatos que mostram quem eram os "perseguidos" não são divulgados e nem ensinados, a fim de que a população possa continuar acreditando que o comunismo é o paraíso na terra e que os militares daquela época, verdadeiros heróis nacionais, sejam hostilizados e perseguidos nos dias atuais. Um exemplo claro são as cenas de jovens idiota cuspindo e intimidando os homens que lutaram para que hoje estes imbecis pudessem ter a liberdade de protestar e saírem impunes. Agora experimente soltar uma cusparada no José Dirceu, em Lula, ou no Palocci para ver o que acontece! 
Além das tantas asneiras e atitudes violentas, ainda temos que aturar uns idiotas que dizem que esta história de imposição do comunismo no Brasil é "paranoia, coisa de filhote da ditadura, que não iria ser assim". Ora, não é loucura nem divagação: a história está aí para ser redescoberta e contada! Além do mais, àquela época, ainda existiam jornalistas estudiosos e verdadeiros analistas políticos e estratégicos que conseguiam visualizar as consequências de atitudes presentes num futuro de 20, 30 anos. Hoje, os renomados analistas dos grandes jornais são pegos de surpresa quando vêem que o PT quer impor o controle estatal das telecomunicações e da TV por assinatura! Se estes são considerados nossos grandes analistas, realmente estamos fadados a sermos um país com a sociedade cada vez mais estatizada e com a vida particular cada vez mais controlada e vigiada pelo governo.
Não bastasse a enxurrada de mentiras que são espargidas nos jornais e nos livros didáticos, existe um movimento muito claro para promover a cisão das Força Armadas. Muitos integrantes do governo já declararam, direta ou indiretamente, que os militares de hoje não são os mesmos militares que protagonizaram as ações do 31 de Março de 1964 e seus desdobramentos. O objetivo é mais do que claro: desarticular a coesão da caserna, dividi-la e batê-la por partes a fim de que possam fazer no Brasil o que seus asseclas fizeram na Argentina e no Uruguai. Querem apagar os fatos ocorridos naquela época da própria instituição militar. A proibição de que militares fossem à uma missa em memória dos mortos pela guerrilha no ano passado dá mostras do que nos espera. Mas aí vai um recado (de novo): o Exército de hoje é o mesmo de ontem, com seus erros e acertos. 
É preciso que se faça urgentemente o resgate histórico daqueles controversos anos para que as novas gerações saibam o que realmente aconteceu naquele período. É preciso que os homens que deram suas vidas na luta pela liberdade sejam reconhecidos. É preciso, também, que os militares façam uma auto-análise do período para saber onde erraram ao permitir que a esquerda derrotada saísse vitoriosa. O problema é que não há qualquer esperança, a curto e médio prazo (e longo talvez) de que isto ocorra. Mas enquanto existirem homens e mulheres dedicados a contar a verdade e a defender aqueles que lutaram pela verdadeira liberdade, jamais apagarão os feitos daqueles que arriscaram suas vidas e sua própria reputação na defesa da pátria e da verdadeira liberdade.






2 comentários:

  1. Parabéns, Morato! Eis a verdadeira história do Brasil. Deveria ser lida nas escolas de ensino médio e nas Universidades. Sei que isso só será possível quando as bestas do apocalipse forem expurgadas do nosso solo pátrio.Se possível, para 7 palmos abaixo dos lixões das cidades. Mas será a memória dos momentos finais delles.
    Que venham, não passarão!
    PILINCHO

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  2. Infelismente o EB perdeu a guerra cultural querra que ele se quer fez questao de lutar talvez este tenha sido pior erro dos militares, em duas geraçoes temos uma completamete doutrinada a moda esquerdista que domina toda midia e instituiçoes de ensino.

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