quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Armas Proibidas, Vidas Perdidas

Os EUA choram as vítimas inocentes do massacre ocorrido em uma escola de Newtown, Connecticut, que vitimou 28 pessoas, sendo 20 delas crianças inocentes. Imediatamente, o presidente Barack Hussein Obama estuda medidas governamentais para conter ações deste tipo em território americano. E adivinhem qual á a proposta? Política de desarmamento!
Virou lugar-comum. Mal secam as lágrimas daqueles que perderam seus entes queridos em tragédias deste tipo (Realengo, Oslo, EUA), e a esquerda toda se volta à obsessão infinda de desarmar a população. Os argumentos, sempre tentadores e retóricos, dão conta de que uma legislação forte e restritiva em relação à compra e ao porte de armas seria a solução para evitar a ocorrência deste tipo de crime. A mídia, especialmente a tupiniquim, limita-se a justificar, aprovar e ratificar tais políticas, sem realmente analisar e estudar a situação. Nossos especialistas e jornalistas são, pois, meros papagaios a repetir prontamente o discurso ideologicamente engajado e de resultado inócuo que tornou-se o politicamente correto.
Desarmar a população não é a solução para evitar tais acontecimentos ou, como gostam os esquerdistas, "evitar que mais pessoas inocentes percam sua vida". Fosse assim, o Brasil teria os menores índices de mortes por armas de fogo do mundo, visto que a nossa população é virtualmente desarmada, se não legalmente, praticamente. Afinal, comprar uma simples pistola calibre .22 no Brasil requer além de um trâmite burocrático infindo, recursos financeiros igualmente exorbitantes, fazendo com que aqueles que possuam armas sejam uma parcela ínfima da população. O resultado deste desarmamento não é acompanhado da esperada redução no índice de homicídios e da criminalidade em geral, muito antes pelo contrário. A mídia e os doutos entendidos se calam acerca deste fato.
Igualmente, os jornais, cientistas e estudiosos também se calam a respeito do fato de que países onde virtualmente todos possuem armas têm índices de violência notadamente pequenos, como Israel ou Suíça. O contra-argumento seria de que, com 300 milhões de armas nas mãos da população, os EUA enfrentam frequentemente massacres do tipo que ocorreu na escola de Connecticut. Numa análise primária, a afirmação reveste-se de forte credibilidade. Porém, o que o noticiário esconde são algumas semelhanças que ocorrem entre os diversos ataques, notadamente na questão dos locais em que este tipo de ação acontecem: são áreas livres de armas. Ora, um psicopata pode ser um maluco, mas não é burro. Se é para atacar um local cheio de pessoas, que seja onde ele tenha o privilégio de ser o único a portar uma arma!
Como aconteceu em Realengo, como aconteceu numa seção de cinema, também nos EUA, e como neste caso recente, bastava que um cidadão comum estivesse portanto uma arma para que o agressor fosse contido. Certamente o número de vítimas seria muito menor, senão zero. Assim, uma legislação que deveria proteger os cidadãos das armas torna-os vulneráveis a elas, justamente por restringirem seu porte.
Felizmente, nas terras do Tio Sam, ainda não impera a padronização de opiniões fazendo com que jornalistas e analistas realmente sérios em seus trabalhos possam jogar uma luz mais coerente à questão, como o artigo de Ann Coulter "We know how to stop school shootings"
O desarmamento da população é, definitivamente, a pior das soluções. Dificultar a venda de armas, idem. Um cidadão armado poderia ter evitado esta e tantas outras tragédias. O Estado, porém, retirou-lhe este direito ao vetar o porte de armas de fogo em escolas, mesmo para funcionários e professores, deixando-os completamente indefesos diante da ameaça, como cordeiros diante de um lobo faminto.

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