sábado, 23 de maio de 2015

Sim, Sobrevivemos Sem Estado.

Entre "direitos trabalhistas" e impostos, cerca de 50% de tudo o que o trabalhador ganha, vai para o governo. FGTS, contribuição previdenciária, sindical e o imposto de renda são apenas uma amostra do quanto do seu dinheiro vai para os cofres públicos. Soma-se a isso, os impostos que recaem sobre itens de consumo ou dos serviços que precisamos adquirir, a uma média de 30% (sendo muito, mas muito conservador). Assim chegamos aos 50%. Mas para quê?
Bem. Em tese, o dinheiro que o governo arrecada com os impostos serviria para garantir serviços básicos como segurança, saúde, educação e infraestrutura. Já os "direitos trabalhistas" nada mais são do que um sequestro compulsório do dinheiro que cada um de nós ganha. O Estado já fez a escolha por nós, ao invés de deixar que cada um decida o que fazer com o seu próprio dinheiro. O engraçado é que muitos trabalhadores não acham isso errado e creem em falácias como o 13º salário (na verdade, recebemos em 13 meses o que deveríamos receber em 12, só isso); acabam permitindo, com reação bovina, que o governo embolse mais de 30% do que deveria ir diretamente para o bolso de cada um de nós. Mas isso é outra história. 
A maior carga tributária do mundo deveria servir para que vivêssemos no primeiro mundo. Mas não é isso que ocorre. O Estado brasileiro  não consegue suprir as necessidades da sociedade por ser ineficiente, incompetente e não precisar gerar lucro. Em contrapartida, a iniciativa privada precisa gerar lucro e ganhar a concorrência. O resultado é que os serviços disponibilizados pela coragem de empreendedores individuais são mais eficientes e baratos do que aqueles proporcionados pelo Estado.
Ocorre que, no imaginário popular, somos um bando de pobre-coitados que devem ser cuidados por ele, que deveria fornecer todos os serviços. Privatização? Nunca! ("O petróleo é nosso!" Nosso né... Sei). Afinal, pagamos impostos para que o Estado nos forneça tudo "de grátis"! Ledo engano. Se você pensa assim caro leitor, preciso te dizer uma pequena coisinha: você já vive sem o Estado. Senão vejamos...
Para que possamos ter acesso a serviços satisfatórios, precisamos recorrer à iniciativa privada. Se precisamos de um atendimento médico, é melhor termos um plano de saúde. Se quisermos que nossos filhos estudem em instituições que efetivamente o preparem e lhes dê conhecimento, precisamos pagar uma escola particular. Se quisermos ficar longe da criminalidade, contratamos uma empresa de segurança ou pagamos o vigilante do condomínio. Se quisermos trafegar por boas estradas, precisamos pagar pedágio. Ou seja: pagamos impostos que deveriam garantir esses serviços e depois pagamos impostos sobre esses mesmos serviços que não providos pelo Estado. Somos todos otários não é mesmo?
Recorrer à iniciativa privada não é o problema, mas a solução. Os grandes surtos de desenvolvimento econômico e social do mundo deram-se quando o Estado deixou de se meter em atividades que podiam ser supridas pelo empreendedor privado. O problema é a quantidade de tributos que pagamos para manter esses mesmos serviços estatais, que não funcionam. Pagamos em dobro. E pagamos para manter um sem número de Ministérios, secretarias e toda sorte de órgãos governamentais que servem apenas para que os "amigos do rei" mamem nas tetas generosas do país, às custas do nosso suor de trabalhador.
"Ah mas e os mais necessitados?" Bem. Imagine que o empresário não precisasse pagar ao governo para manter o trabalhador empregado. Imagine os produtos na prateleira do supermercado custando 30% a menos em média. Imagine comprar bens duráveis como automóveis, eletrodomésticos e computadores pela metade do preço. Já imaginou? Pois é assim que viveríamos caso o Estado parasse de sugar nosso rico dinheirinho. Aí pergunto: quantos empregos seriam gerados para que as pessoas que hoje dependem dos bolsas-família da vida iriam entrar para o mercado de trabalho? Quantos consumidores deixariam de comprar o produto falsificado pelo original? Pois é...
O Estado surgiu com o único propósito de garantir a segurança. E só. Segurança física, segurança das operações financeiras, segurança na manutenção de um sistema unificado de pesos e medidas. Segurança da existência de uma moeda única em seu território. Todo o resto pode ser garantido pela iniciativa dos indivíduos que arriscam seu dinheiro para empreender, quer seja na saúde, na educação, na infraestrutura, bens de consumo, etc. 
Quanto mais o Estado se mete na vida da sociedade, mais ela é aprisionada e enfraquecida. Ministérios como o da Pesca, Cidades, Relações Institucionais e outras dezenas são apenas cabides de emprego. Não é à toa que sustentamos um dos maiores quadros de funcionários públicos do mundo que são ineficientes, desmotivados e, muitas vezes, aliados políticos do partido governante.
Privatizar a economia, diminuir o número de pessoas empregadas pelo governo são duas das condições mais importantes para que possamos cortar gastos e ainda diminuir impostos! Todos só têm a ganhar. Ou melhor, quase todos. Os políticos, sindicalistas e os movimentos sociais não; vão precisar fazer algo que lhes é muito difícil: trabalhar.
Não é preciso se assustar com a idéia de um Estado que não proporciona, saúde, educação e infraestrutura. Já vivemos em um Estado mínimo quanto aos serviços prestados à população. Mas pagamos para manter um gigantesco e enorme paquiderme. E pagamos dobrado.



Imbecilização Cultural

Se falar na existência de uma cultura negra é nada além de idiotice pura, o mesmo não se pode falar da chamada cultura da favela. De fato, existe uma"cultura" peculiar inerente às populações que vivem nesses lugares. Ainda, tal manifestação, espraia-se pelo país em uma velocidade realmente espantosa, muito fruto da existência de uma grande rede de telecomunicações que domina amplamente o segmento no país, as Organizações Globo. Através dela, a cultura popular "favelística" carioca tornou-se o novo padrão para o restante do país, muitas vezes sendo incentivada por programas como o famigerado "Esquenta". Foi assim que o funk carioca (o que, para qualquer pessoa com o mínimo do mínimo de conhecimento de história da música, definitivamente não é funk) foi levado aos quatro cantos do país
Enquanto a invenção da cultura negra serve para segregar a população, a ode à cultura dos cortiços serve à imbecilização da população, um verdadeiro experimento bem sucedido de engenharia social. Esse experimento possui como viga mestra a relativização, que coloca tudo em pé de igualdade com tudo. Soma-se a isso a utilização do instinto sexual como grande vetor de alienação da população. Sim meus caros, a utilização do sexo como elemento imbecilizante já é bem conhecida e, sendo ele o instinto mais poderoso da natureza (mais forte mesmo que o da autopreservação), manipulá-lo é garantia de manter a população a cabresto.
Ao equalizar a cultura da periferia com aquela dito erudita, vende-se um peixe podre pelo valor de um atum azul. Ao contrário do que o "paulofreirismo" nos leva a crer, não há igualdade entre culturas. A cultura grega era superior à romana, e foi por esse motivo que o Império Romano tinha cultura grega. Culturas monoteístas são superiores às politeístas. A cultura ocidental é superior à indígena (especialmente a dos índios brasileiros que vivem na idade da pedra lascada). Não há discussão quanto a isso. E a cultura superior irá dominar a inferior. Simples assim
Quando colocamos o funk do Mr Catra no mesmo nível de uma ópera do Carlos Gomes ou das canções de Tom Jobim e Chico Buarque, estamos condenando milhares de pessoas à ignorância. Quando um professor diz que um concerto de Mozart está no mesmo nível que um show de Tati Quebra Barraco, o que ele quer dizer a seus alunos nada mais é do que: "vocês não precisam estudar, buscar o conhecimento e conhecer a alta cultura, afinal, tudo é relativo". Nesse momento ele condena seus estudantes a se resignarem com a idiotice.
Sim, mas e quanto ao sexo? Ora. Letras pífias e repletas de apelos sexuais cantadas, coreografadas e dançadas por "MCs" adolescentes ou mesmo crianças aparecem nos programas de auditório e são vistas como inocentes e normais, mas não são. Ao colocar a criança em contato precoce com a sexualização, pula-se a importante fase da infância transformando-a futuramente em um adulto infantil, inconsequente e irresponsável. Ainda, fomenta-se a prática da pedofilia (que já já será legalizada, podem aguardar). O sexo passa a ser o centro da vida dessas pessoas, liberando-as das responsabilidades que o ato sexual acarreta, sendo a paternidade a mais normal, esperada e corriqueira. Ademais, ficam com a mente ocupada demais em planejar a próxima foda e deixam de se importar com ao fato de estarem se tornando cada vez mais prisioneiros de seus instintos.
Finalmente, tal tipo de comportamento chega à televisão e, por intermédio das telenovelas, passa a ser visto como normal.  Eis o milagre da multiplicação de idiotas e alienados. O fomento do sexo irresponsável desde a mais tenra idade ataca frontalmente a família e a religião, que nada mais são do que os dois pilares formadores de qualquer civilização. E são justamente esses dois pilares que o processo subversivo comunista visa destruir, através dos chamados "libs" (sexlib, womanlib, childlib, etc.). O feminismo tem papel fundamental nesse processo (sinto informar-lhes feministas, mas vocês nada mais são do que um produto planejado pela KGB).
No final das contas, temos uma geração inteira de jovens despreocupados em ter contato com as grandes obras dos grandes expoentes da civilização humana. Tudo o que importa é apenas sexo, putaria e "vida loca". Negar o contato da grande população com a cultura superior é fundamental para que mantenha-se o controle dessa mesma população. E a melhor forma de fazê-lo é por intermédio do relativismo. Esse foi o grande legado de Paulo Freire e seu método construtivista. Essa é a forma mais eficiente de tornar um povo eternamente escravizado pela sua própria idiotice

domingo, 17 de maio de 2015

Cultura Negra: a Idiotice que Colou.

Nos últimos anos, mais precisamente nas últimas duas décadas, uma das palavras da moda é o tal do multiculturalismo. Nesse período, vimos pipocar diversas manifestações ditas culturais em diversas partes do país. Essas manifestações permeiam, hoje, virtualmente toda a sociedade. Assim, surge uma série de "culturas", como a "negra", a "da favela", a "do povão" e inúmeras outras cuja importância não é assim tão explorada pela mídia.
Acontece que, no frigir dos ovos, todas essas manifestações culturais são nada mais que pura e simples invenção. Cultura é algo bastante complexo e envolve muito mais do que apenas a manifestação artística de determinada população: a religião, os aspectos morais, os costumes, a história, a tradição oral e escrita, os mitos, o idioma e a linguagem, as leis e as manifestações artísticas são apenas alguns dos aspectos que precisam ser considerados quando se fala em cultura.
Não bastasse a invencionice das diversas "culturas", tentam impor-nos a ideia de que toda e qualquer cultura é igualmente válida, que todas são iguais. Nonsense! Esse é o típico pensamento sócio-construtivista que moldou algumas gerações de idiotas que vomitam bobagens como essa e são elevados à condição de supremos entendidos do assunto. O mantra é o de sempre "todo conhecimento é igual, ninguém sabe mais do que ninguém", enfim, uma grande idiotice que doutrinou educou-nos nas últimas décadas.
Falar em "cultura negra", por exemplo, é nada menos que imbecilidade pura e simples. Isso não existe, da mesma forma que não existe uma cultura branca. Chamar cerveja, pagode, carnaval e candomblé de cultura negra é ridículo. Analogamente, não existe coisas como "cultura da favela". Existe si uma determinada manifestação "artística" que é predominantemente encontrada nesses locais. Mas chamar isso de cultura...
Negros, pobres, ricos, religiosos, ateus, enfim, toda a população brasileira está inserida em uma grande cultura: a ocidental. Esta é baseada em valores gregos, judaicos e cristãos. Sobre esses alicerces estão construídas nossa identidade como civilização. Dentro da cultura ocidental, podemos encontrar a européia, a americana, a latino-americana, a sul-americana e, por fim, a brasileira. E, obviamente, dentro da cultura brasileira encontramos outras com características cada vez mais distintas e peculiares.
A população negra, portanto, está inserida dentro da cultura ocidental e, no final das contas, brasileira. Esta, possui notas da cultura africana, indígena e europeia, pois essa foi a nossa formação étnica. Cada uma delas trouxe suas características próprias e, conforme o tempo foi passando, mantiveram-se aquelas que eram superiores. E é por isso que a contribuição europeia é mais contundente. Entretanto, isso não exclui os indígenas e os primeiros negros cativos de terem contribuído para nossa formação cultural. O mesmo ocorre nos demais países do globo. 
Para que houvesse uma cultura negra seria necessário que todos os negros do mundo partilhassem do mesmo território, língua, costumes, religião e manifestações artísticas. E isso jamais ocorreu na história do mundo! Mesmo quando a África estava intacta, as populações matavam umas as outras pela disputa do poder, visto que aquele continente era caracterizado por ser puramente tribal. Cada tribo tinha a sua própria cultura. Ou seja, nem mesmo o "continente negro" teve, em algum momento, uma cultura negra.
O que a maioria dos negros (afrodescendente todos somos, de acordo com o mapeamento genético) não percebe é que essa história de "cultura negra" é uma ilusão que muitas vezes afasta-os de buscar verdadeiramente fazer parte do mundo ao qual realmente eles pertencem. É como uma senzala cultural que os aprisiona sem que percebam. Fico imaginando o que diriam Machado de Assis, Cruz e Souza, Tobias Barreto, Aleijadinho e tantos outros expoentes negros da cultura brasileira ao saber que os entendidos do século XXI criaram uma pretensa "cultura negra", desprovida de qualquer valor cultural. Mas isso tem um propósito: criar conflitos.
Não creio que os negros aceitem passivamente serem reduzidos a mulatas seminuas, pagode, carnaval e capoeira. São brasileiros e, portanto, possuem cultura brasileira. Deixá-los iludidos em sua senzala cultural é apenas uma forma de mantê-los como massa de manobra. Eis aí o verdadeiro preconceito.
A cultura brasileira é repleta de negros com grande capacidade intelectual, criativa e filosófica. Eu, particularmente, tenho a felicidade de conhecer muitas dessas pessoas.
A invenção da "cultura negra" nega exatamente isso.






terça-feira, 5 de maio de 2015

Crise Negada.

Por mais que sejam feitas manobras, falsificações retóricas e manipulação de dados, uma hora a verdade vem à tona. Quanto mais adia-se sua revelação, mais aprofundado ficam os danos causados pela mentira e chega-se a um ponto de ruptura entre a ficção e a realidade que, por ter ficado escondida por tanto tempo, torna-se algo traumático. Estamos à beira dessa ruptura.
O país está em crise econômica. E ela é grave. Por mais que o governo e grande parte da imprensa neguem, não há mais como escondê-la. Crescimento nulo ou negativo e uma inflação constante são sintomas mais do que claros do colapso que nos aguarda. Ademais, a julgar pela forma com que se tem lidado com ela, o destino que se desenha no horizonte é, no mínimo, sombrio. Pode parecer apocalíptico... Será mesmo?
O endividamento do governo é inegável. Se pagamos a dívida externa, o fizemos ao custo de um aumento exponencial do endividamento interno. O país não consegue equilibrar suas contas, a não ser com um ajuste fiscal burro que se concentrará no aumento da carga tributária em detrimento do enxugamento dos gastos estatais. O reflexo do inevitável aumento de imposto se dará no produto final ao consumidor que pagará cada vez mais caro por mercadorias e serviços. 
Soma-se, ainda, os programas sociais do governo que a cada dia contam com mais e mais beneficiários, pressionando aqueles que produzem riquezas a sustentarem quem nada produz; e pior, não querem produzir. Para eles (e muitos estudiosos, estudantes, e intelectuais) o Estado deve sustentar aqueles que não conseguem sustentar a si próprios.
Ao mesmo tempo, esse mesmo Estado torna a contratação de novos trabalhadores algo extremamente oneroso para o empreendedor, alimentando um círculo vicioso interminável. Acontece que nem o Estado possui dinheiro e tampouco o dinheiro é público: ele pertence a cada um dos trabalhadores e empresários que pagam impostos e direitos trabalhistas, sustentando, pois, a famigerada distribuição de renda.
Impossibilitado de diminuir a carga tributária que sustenta seus currais eleitorais e conchavos políticos, nossos governantes resolve estimular o consumo por intermédio da mais perniciosa das medidas: expansão do crédito de maneira desenfreada e irresponsável. Com o aumento do meio circulante, o preço dos produtos aumenta. É a implacável Lei da Escassez em ação, lei que nem o mais corrupto governo petista é capaz de burlar.
O aumento de preços começa, então, a pressionar as pessoas que não tinham condições de contrair crédito à inadimplência, encarecendo-o para aqueles que não são beneficiários dos subsídios governamentais. Começa a ocorrer, como estamos vendo, uma queda na demanda e aumento da oferta o que poderia sugerir queda da inflação.
Ocorre que, sem capacidade de contrair novas dívidas, o consumidor deixa de consumir, gerando aumento de estoques na indústria que, sem a possibilidade de comercializar os bens que produziu, começa a demitir funcionários a fim de evitar prejuízos maiores. São exatamente esses efeitos que estamos sentindo agora.
Com a queda na produção industrial e no consumo e o aumento da carga tributária, temos então um cenário clássico das economias tipicamente socialistas: estagflação. A produção industrial deixa de crescer, ou encolhe, e os preços sobem. Isso é, muito provavelmente, o que estamos vivendo agora. Essa situação gera grande desconfiança do investidor estrangeiro que retira o dinheiro do país e encarece a moeda forte, no caso, o dólar. Resultado: aumento do custo de produção (máquinas e fertilizantes são importados) e queda no valor das exportações. O país não gera caixa e a moeda evapora!
Para piorar a situação, temos ainda a conjuntura econômica internacional que também desenha-se como preocupante. Afinal, a receita utilizada pelos bancos centrais ao redor do mundo para conter os efeitos da crise de 2008 foi, basicamente, a injeção de meio circulante na economia. Ou seja, mesmo a nível mundial, estamos com um excesso de moeda que não possui lastro para se sustentar. O Estado, a nível global, adotou a política econômica keynesiana que retira os riscos do investimento do indivíduo e o transfere para os governos, o que significa transferir esses riscos para todos os cidadãos.
No pior dos cenários, as pessoas não conseguirão honrar suas dívidas e terão que devolver seus imóveis e bens a seus credores, numa espécie de crise imobiliária, porém muito mais abrangente e profunda. Essa é a realidade como ela é, visível para qualquer um com o mínimo de interesse em encaixar as peças do quebra-cabeça. Negá-la tornará o remédio cada vez mais amargo e doloroso.
Repetir a mentira não a tornará verdade.