sábado, 23 de maio de 2015

Imbecilização Cultural

Se falar na existência de uma cultura negra é nada além de idiotice pura, o mesmo não se pode falar da chamada cultura da favela. De fato, existe uma"cultura" peculiar inerente às populações que vivem nesses lugares. Ainda, tal manifestação, espraia-se pelo país em uma velocidade realmente espantosa, muito fruto da existência de uma grande rede de telecomunicações que domina amplamente o segmento no país, as Organizações Globo. Através dela, a cultura popular "favelística" carioca tornou-se o novo padrão para o restante do país, muitas vezes sendo incentivada por programas como o famigerado "Esquenta". Foi assim que o funk carioca (o que, para qualquer pessoa com o mínimo do mínimo de conhecimento de história da música, definitivamente não é funk) foi levado aos quatro cantos do país
Enquanto a invenção da cultura negra serve para segregar a população, a ode à cultura dos cortiços serve à imbecilização da população, um verdadeiro experimento bem sucedido de engenharia social. Esse experimento possui como viga mestra a relativização, que coloca tudo em pé de igualdade com tudo. Soma-se a isso a utilização do instinto sexual como grande vetor de alienação da população. Sim meus caros, a utilização do sexo como elemento imbecilizante já é bem conhecida e, sendo ele o instinto mais poderoso da natureza (mais forte mesmo que o da autopreservação), manipulá-lo é garantia de manter a população a cabresto.
Ao equalizar a cultura da periferia com aquela dito erudita, vende-se um peixe podre pelo valor de um atum azul. Ao contrário do que o "paulofreirismo" nos leva a crer, não há igualdade entre culturas. A cultura grega era superior à romana, e foi por esse motivo que o Império Romano tinha cultura grega. Culturas monoteístas são superiores às politeístas. A cultura ocidental é superior à indígena (especialmente a dos índios brasileiros que vivem na idade da pedra lascada). Não há discussão quanto a isso. E a cultura superior irá dominar a inferior. Simples assim
Quando colocamos o funk do Mr Catra no mesmo nível de uma ópera do Carlos Gomes ou das canções de Tom Jobim e Chico Buarque, estamos condenando milhares de pessoas à ignorância. Quando um professor diz que um concerto de Mozart está no mesmo nível que um show de Tati Quebra Barraco, o que ele quer dizer a seus alunos nada mais é do que: "vocês não precisam estudar, buscar o conhecimento e conhecer a alta cultura, afinal, tudo é relativo". Nesse momento ele condena seus estudantes a se resignarem com a idiotice.
Sim, mas e quanto ao sexo? Ora. Letras pífias e repletas de apelos sexuais cantadas, coreografadas e dançadas por "MCs" adolescentes ou mesmo crianças aparecem nos programas de auditório e são vistas como inocentes e normais, mas não são. Ao colocar a criança em contato precoce com a sexualização, pula-se a importante fase da infância transformando-a futuramente em um adulto infantil, inconsequente e irresponsável. Ainda, fomenta-se a prática da pedofilia (que já já será legalizada, podem aguardar). O sexo passa a ser o centro da vida dessas pessoas, liberando-as das responsabilidades que o ato sexual acarreta, sendo a paternidade a mais normal, esperada e corriqueira. Ademais, ficam com a mente ocupada demais em planejar a próxima foda e deixam de se importar com ao fato de estarem se tornando cada vez mais prisioneiros de seus instintos.
Finalmente, tal tipo de comportamento chega à televisão e, por intermédio das telenovelas, passa a ser visto como normal.  Eis o milagre da multiplicação de idiotas e alienados. O fomento do sexo irresponsável desde a mais tenra idade ataca frontalmente a família e a religião, que nada mais são do que os dois pilares formadores de qualquer civilização. E são justamente esses dois pilares que o processo subversivo comunista visa destruir, através dos chamados "libs" (sexlib, womanlib, childlib, etc.). O feminismo tem papel fundamental nesse processo (sinto informar-lhes feministas, mas vocês nada mais são do que um produto planejado pela KGB).
No final das contas, temos uma geração inteira de jovens despreocupados em ter contato com as grandes obras dos grandes expoentes da civilização humana. Tudo o que importa é apenas sexo, putaria e "vida loca". Negar o contato da grande população com a cultura superior é fundamental para que mantenha-se o controle dessa mesma população. E a melhor forma de fazê-lo é por intermédio do relativismo. Esse foi o grande legado de Paulo Freire e seu método construtivista. Essa é a forma mais eficiente de tornar um povo eternamente escravizado pela sua própria idiotice

Um comentário:

  1. E ainda tem agora o infame "funk ostentação" paulista, que acaba andando lado a lado com o crime organizado tanto quanto o "funk" carioca.

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