terça-feira, 15 de setembro de 2015

O Momento Certo

Saber quando agir é tão ou mais importante do que a ação em si. Identificar a hora certa, o onde e o quando são fundamentais para que tenhamos sucesso. Seu erro, por outro lado, é a garantia quase certa da derrota. Na arte da guerra, isso fica ainda mais claro.
A história está repleta de exemplos do quão importante foi a escolha da hora da ação.  Da Batalha de Kadesh à eliminação de Bin Laden podemos encontrar, ao longo da história, os sucessos e fracassos que a escolha do momento determinou a povos, exércitos, nações ou mesmo civilizações inteiras. Tão ou mais importante que o “como fazer” é o “quando e onde fazer”. E hoje, estamos em um desses momentos.
O cenário que se desenha desde pelo menos dez anos atrás, nos conduz para que cheguemos a uma reunião de características que possibilitam, a um bom estrategista, a escolha do local e da hora da ação. O cenário hoje é o seguinte: elevada tensão no Oriente Médio, notadamente nos países islâmicos. Crise econômica europeia e a consolidação do poder político dos partidos de esquerda no continente. Degradação moral no ocidente, causada pela estratégia socialista, com o enfraquecimento do cristianismo. Enfraquecimento do poderio dos EUA, cujo presidente é simpático ao islamismo e adota a política da não intervenção.
Esses fatores nos levam a algumas conclusões: as tensões no Oriente Médio faz com que ocorram deslocamentos de grande contingente populacional das áreas afetadas. A crise europeia faz com que a procura por mão de obra mais barata aumente, a fim de que se diminuam os custos. Por consequência, a Europa busca nos imigrantes a solução para o problema da mão de obra. É precisamente o que estão fazendo países como a Alemanha, o Reino Unido, a França e os países nórdicos.
A crise moral do Ocidente e o enfraquecimento do cristianismo faz com que setores da sociedade busquem a retomada da moralidade europeia através de aliados improváveis como o Islã ou a Rússia de Putin. A esquerda, internacionalista, busca incentivar a vinda de imigrantes dando-lhes polpudos incentivos estatais, tolerância religiosa e a possibilidade de que obtenham total cidadania. Enquanto isso, os EUA diminuem seus esforços no combate ao terrorismo islâmico.
Em suma, o Ocidente jamais passou por um momento tão vulnerável como agora. Em nenhum outro momento da história tantos fatores se uniram para que seja justificada a ocorrência de um processo de migração que pode vir a ser o maior da História. Em nenhum outro momento o islamismo teve a oportunidade de entrar no seio do cristianismo e destruí-lo. Porque é isso o que vai acontecer. Aliás, já está acontecendo.
No Reino Unido, França, Itália e Alemanha, por exemplo, são inúmeros os protestos de muçulmanos contra a atuação da polícia e contra as leis desses Estados por não seguirem a Sharia. Cristãos são hostilizados de todas as formas e há verdadeiros enclaves teocráticos islâmicos no território europeu. Em breve, com sua taxa de natalidade muito maior do que a dos nativos europeus, o continente será parte do Califado. A imigração em massa apenas acelerará o processo.
Estamos, enfim, no momento ideal para que a Europa seja tomada de assalto pelo islamismo. A inércia dos EUA, a eficiência da esquerda em destruir as identidades nacionais e o fanatismo religioso dos muçulmanos selará o seu destino. Para o islã, o momento do ataque é ideal. E este ataque está ocorrendo sem o disparo de um único tiro entre forças armadas europeias e islâmicas.

Resta esperarmos pela reação do Ocidente a essa verdadeira invasão bárbara que ocorre em pleno século XXI... Mas parece que, quando e se ela acontecer, o momento terá sido perdido. 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

A Culpa é da Europa?

Na beira de uma praia turca, o corpo de um menino sírio jaz. O navio de imigrantes do qual fazia arte naufragou, selando o seu destino. A imagem, forte em muitos sentidos, tocou o mundo: a crise migratória é realmente grave. Algo precisa ser feito. E adivinhe para quem sobrou? Sim, a Europa. A culpa pela tragédia, mesmo que indireta, recai sobre os ombros do velho continente e suas leis restritivas. "Se estas imagens com poder extraordinário de uma criança síria morta levada a uma praia não mudarem as atitudes da Europa com relação aos refugiados, o que mudará?" diz o Independent, claramente colocando o continente na parede. Que atitude espera esse e outros veículos de comunicação europeus? A abertura irrestrita das fronteiras européias aos refugiados? Certamente que sim. Mas será esta a solução?
Hoje existem no mundo dois grandes bodes expiatórios; cristãos e ocidentais. A eles são atribuídas todas as mazelas do mundo. Décadas de distorções históricas terminaram por colocar o Ocidente e o cristianismo como sendo os vilões a serem destruídos. Para muitos, bastava a Europa abrir suas fronteiras e a crise estava resolvida. Simples assim. Mas... Que tem a Europa com isso? Nada. Ou melhor, tudo.
A cristandade e os europeus são os responsáveis por essa tragédia. Sobre seus ombros, repousa uma dívida histórica que precisa ser paga: a dívida de não ter destruído o islã quando puderam. Afinal, demorou-se quase 1000 anos para que os europeus reagisse ao flagelo muçulmano que dominou o norte da África e o Oriente Médio. Se há uma responsabilidade da Europa na crise migratória, é essa: complacência para com o Islã.
Se a culpa histórica é  européia, não o é a presente. Só há um único responsável por essa tragédia das imigrações: a Síria e, por extensão, os muçulmanos. Ora, são eles que assassinam sem piedade todos os infiéis. São eles que decapitam os infiéis. São eles que impõe sua religião pela força. São eles que estão em disputa na Síria. A culpa é dos muçulmanos. Simples assim. Deixem a Europa fora desta.
O Ocidente, porém, não deve ficar parado. Deveria juntar todo o seu poder para invadir os territórios islâmicos mais instáveis e hostis, como a própria Síria, e destruir o Islã. Essa é a reação que deve ser feita, não condenações inócuas a esse ou àquele país em reuniões da ONU. Abrir as fronteiras de maneira indiscriminada, como muitos "entendidos" defendem, é assinar a certidão de óbito da Europa. Ou melhor, dar o golpe de misericórdia em um continente fadado a desaparecer como povo.
As ondas migratórias islâmicas na Europa serviram apenas para espalhar o islã no continente e impor a Sharia em países como Alemanha, Inglaterra e até a França. É comum vermos grupos de muçulmanos protestando contra o país que lhes dá abrigo. A conclusão é óbvia e cristalina: a imigração islâmica é a maior ameaça que a Europa enfrenta.
Um menino, morto na praia, em busca de melhores condições para viver é chocante. Mas consta que somente o malvados cristãos e europeus choram por sua morte. Nada parece vir do mundo árabe acerca disso. A abertura das fronteiras européias é tudo o que o islã sempre quis. Não seria de se surpreender que os conflitos que ocorrem na área do Oriente Médio sejam propositais, a fim de convencer a opinião pública de que a culpa é do Ocidente, e que ele deve dar asilo político e condições de sobrevivência para os refugiados. Os europeus abrem as fronteiras e, em menos de dez anos, estão vivendo sobre as regras da teocracia islâmica.