sexta-feira, 4 de setembro de 2015

A Culpa é da Europa?

Na beira de uma praia turca, o corpo de um menino sírio jaz. O navio de imigrantes do qual fazia arte naufragou, selando o seu destino. A imagem, forte em muitos sentidos, tocou o mundo: a crise migratória é realmente grave. Algo precisa ser feito. E adivinhe para quem sobrou? Sim, a Europa. A culpa pela tragédia, mesmo que indireta, recai sobre os ombros do velho continente e suas leis restritivas. "Se estas imagens com poder extraordinário de uma criança síria morta levada a uma praia não mudarem as atitudes da Europa com relação aos refugiados, o que mudará?" diz o Independent, claramente colocando o continente na parede. Que atitude espera esse e outros veículos de comunicação europeus? A abertura irrestrita das fronteiras européias aos refugiados? Certamente que sim. Mas será esta a solução?
Hoje existem no mundo dois grandes bodes expiatórios; cristãos e ocidentais. A eles são atribuídas todas as mazelas do mundo. Décadas de distorções históricas terminaram por colocar o Ocidente e o cristianismo como sendo os vilões a serem destruídos. Para muitos, bastava a Europa abrir suas fronteiras e a crise estava resolvida. Simples assim. Mas... Que tem a Europa com isso? Nada. Ou melhor, tudo.
A cristandade e os europeus são os responsáveis por essa tragédia. Sobre seus ombros, repousa uma dívida histórica que precisa ser paga: a dívida de não ter destruído o islã quando puderam. Afinal, demorou-se quase 1000 anos para que os europeus reagisse ao flagelo muçulmano que dominou o norte da África e o Oriente Médio. Se há uma responsabilidade da Europa na crise migratória, é essa: complacência para com o Islã.
Se a culpa histórica é  européia, não o é a presente. Só há um único responsável por essa tragédia das imigrações: a Síria e, por extensão, os muçulmanos. Ora, são eles que assassinam sem piedade todos os infiéis. São eles que decapitam os infiéis. São eles que impõe sua religião pela força. São eles que estão em disputa na Síria. A culpa é dos muçulmanos. Simples assim. Deixem a Europa fora desta.
O Ocidente, porém, não deve ficar parado. Deveria juntar todo o seu poder para invadir os territórios islâmicos mais instáveis e hostis, como a própria Síria, e destruir o Islã. Essa é a reação que deve ser feita, não condenações inócuas a esse ou àquele país em reuniões da ONU. Abrir as fronteiras de maneira indiscriminada, como muitos "entendidos" defendem, é assinar a certidão de óbito da Europa. Ou melhor, dar o golpe de misericórdia em um continente fadado a desaparecer como povo.
As ondas migratórias islâmicas na Europa serviram apenas para espalhar o islã no continente e impor a Sharia em países como Alemanha, Inglaterra e até a França. É comum vermos grupos de muçulmanos protestando contra o país que lhes dá abrigo. A conclusão é óbvia e cristalina: a imigração islâmica é a maior ameaça que a Europa enfrenta.
Um menino, morto na praia, em busca de melhores condições para viver é chocante. Mas consta que somente o malvados cristãos e europeus choram por sua morte. Nada parece vir do mundo árabe acerca disso. A abertura das fronteiras européias é tudo o que o islã sempre quis. Não seria de se surpreender que os conflitos que ocorrem na área do Oriente Médio sejam propositais, a fim de convencer a opinião pública de que a culpa é do Ocidente, e que ele deve dar asilo político e condições de sobrevivência para os refugiados. Os europeus abrem as fronteiras e, em menos de dez anos, estão vivendo sobre as regras da teocracia islâmica. 



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