sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Multiculturalismo Suicida.

A tradição e a cultura são definidoras de uma nação, de um povo. Por elas, podemos identificar as características e peculiaridades que os tornam diferentes entre si. São elas que garantem  a determinado grupo uma raiz comum que cria vínculos invisíveis, mas fortes, entre pessoas que jamais se conheceram, ou que não dividam o mesmo espaço territorial.
Dentre os vários componentes que formam a cultura, a religião certamente é o mais importante, posto ser ela o amálgama de qualquer civilização. Quanto mais forte o sentimento religioso de uma população é, tão mais forte será sua capacidade de resistir, perseverar e sobreviver em um mundo repleto de outras crenças, povos e culturas; o famoso mundo multicultural.
Este multiculturalismo existe desde a aurora da civilização. Mas isso não significa dizer que as nações são multiculturais. Afinal, uma cultura superior sempre dominará uma inferior. Foi assim quando da criação do Império Egípcio, cuja cultura influenciou e dominou o norte da África, com a cultura grega, que se infiltrou na romana e perdura até os dias de hoje e, por fim, com o judaico-cristianismo, que é o alicerce cultural de toda a civilização Ocidental.
Ocorre que, nos últimos 50 ou 60 anos, o legado judeu e cristão que nos foi deixado vem sofrendo ataques sistemáticos de todas as formas. Produções artísticas, filosóficas religiosas e literárias fizeram um esforço tremendo para que o Ocidente "se libertasse da opressão". Em contrapartida, religiões e culturas alternativas ganharam um impulso sem precedentes na nossa História, minando primeiramente o Cristianismo e, a seguir, toda a alta cultura. O resultado é o enfraquecimento de valores religiosos, morais e artísticos, ao ponto de um bando de homens, tocando e cheirando o ânus uns dos outros, ser considerado arte.
Estes ataques acabaram por dividir-nos e enfraquecer-nos. Valores morais foram postos de lados e o valor d vida humana passou a valer menos do que a de um animal. Passamos a ser tolerantes com culturas alienígenas, mesmo que elas não sejam tolerantes com a nossa. Passamos a tirar símbolos religiosos de nossas repartições públicas por ofenderem uma minoria. Lentamente, estamos nos tornando escravos desta minoria.
Passamos a dar abrigos a refugiados muçulmanos, que daqui a dois ou três anos, estarão gritando contra nossa cultura, nossos símbolos e nossa religião. E achamos tudo isso a coisa mais normal do mundo. Mais tarde, esses refugiados passarão a assaltar, estuprar, bradar contra a Cruz e pedir a aplicação da Sharia. E nós iremos ceder. Não é devaneio: está acontecendo na Europa (não, isso não é coisa de uma minoria radical: o mais moderado islâmico é um radical).
As levas de refugiados e imigrantes que professam o islã que chega à Europa é assustadora. E todos ganharão abrigo e dinheiro, financiados por cidadãos europeus, cristãos em suas grande maioria. São recebidos com cartazes de boas vindas nas estações de trem da Alemanha para, em seguida, formarem grupos que irão oprimir aqueles que calorosamente receberam. São recebidos pela Igreja (por recomendação de Francisco) para, em seguida, destruir símbolos como o da Santa Virgem Maria. Tudo porque a Europa se orgulha de ser um continente multicultural. E é este multiculturalismo europeu que causará o suicídio do continente.
Com uma cultura heterogenia e em frangalhos, a Europa e o Ocidente tornam-se presa fácil para uma nação que possui uma sólida cultura e uma sólida religião, como é o caso dos islâmicos.
Este estado de coisas só foi possível porque o Ocidente tem uma combinação perfeita para tal: democracia e cristianismo... Deste, vem a tolerância e a compaixão; daquela, vem a liberdade de expressão e as liberdades individuais.
Suas maiores virtudes são também seus pontos mais fracos.

domingo, 8 de novembro de 2015

Aborto: "O Estado é Laico!". E daí?

Quando algum grupo minoritário quer impor sua vontade sobre a maioria, imediatamente apelam para a laicidade do Estado. Obviamente, isso implica em atacar valores religiosos na defesa de suas posições. Foi o que aconteceu recentemente em um vídeo com alguns artistas idiotas defendendo a legalização do aborto. O recado desses abortistas (e outros istas) é a de que o Estado é Laico. Como se isso fosse uma espécie de salvo conduto para que se cometa qualquer coisa que vá de encontro aos valores religiosos. 
O Estado é a representação política de um povo e seu território. O fato dele ser laico não significa que seu povo também o seja. Ele é a soma das partes que o compõe. No caso brasileiro, por ser democrático, deve se esperar que o Estado reflita as aspirações da maioria de sua população. E os valores religiosos desta população (que no Brasil é de maioria cristã) precisam ser respeitados, mesmo ao arrepio da vontade daqueles que se autodeclaram representantes da população. Aliás, pessoas alienadas, como esses artistas do vídeo, desconhecem por completo a importância que a religião tem e teve na evolução da humanidade.
O surgimento da religião foi de importância fundamental para o desenvolvimento da civilização. Aliás, é ela a responsável pelo seu surgimento e da família. A noção da imortalidade da alma, presente em virtualmente todas as religiões, foi o fundamento sobre o qual se ergueu o núcleo familiar. Foi este o conceito responsável pelo culto à memória daqueles que morreram, formando o que chamamos hoje de laços familiares. É por isso que toda e qualquer civilização têm na religião e na família, seus dois pilares de sustentação.
As primeiras organizações humanas com alguma formação semelhante ao que conhecemos hoje, baseavam-se em uma estrutura principal: o templo. Cidades-Estados surgiram em torno de seus locais de adoração. Estes eram o seus centros nevrálgicos e não é difícil entender o por quê. Todo o sistema moral e legal estava concentrado nos templos.
Foi a religião, pois, a responsável pelo surgimento do que conhecemos hoje como legislação civil. Assim, a religião de determinado povo ou civilização acabam os definindo. Ao abandoná-la, inicia-se sua extinção. Todas as civilizações duraram enquanto durou a sua religião. 
Sem o surgimento dela, não teríamos leis, normas ou coisas do gênero. O conceito no qual as leis civis foram baseadas derivam diretamente de valores religiosos. Entretanto, esta não é sua principal importância.
Colocar-nos em contato com Deus e dar a noção de que seremos julgados por todos os atos que praticarmos... Esta é a principal importância da religião. É este conceito fundamental que garantiu e garante ordem à sociedade. Afinal, uma condenação eterna assusta muito mais do que 10 ou 20 anos de cadeia! São os valores religiosos que trazem ao homem sentimentos como amor ao próximo, caridade, compaixão e perdão. É por isso que, até mesmo os ateus, sabem da importância que tem a religião na organização e formação da sociedade (mesmo não acreditando em Deus).
Impor à maioria que o aborto é direito da mulher é nada além de canalhice e vigarice. Ali está uma vida (ou a possibilidade de uma vida) de um ser completamente inocente das circunstâncias que o geraram. Sobre seus ombros, cai o peso da responsabilidade daqueles que o geraram. É a injustiça suprema, e a indefesa criatura paga, com sua vida, uma dívida da qual é completamente isenta.
O Estado é Laico. E daí? O povo não é.

PS: antes de começar com mimimi de "mas em caso de estupro" saiba que a campanha pró-morte dos abortistas visa a legalização do aborto sob qualquer circunstância.
PPS: vocês deveriam erguer as mãos aos céus e agradecer que o Estado Laico brasileiro é composto de um povo cristão. Porque se fosse composto por um povo islâmico, 80% desses artistas, gayzistas e outros istas já estariam pendurados em forcas e praça pública.