terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O Fim - Parte 2

A crise demográfica do Ocidente, devido à queda na taxa de natalidade da população, abriu caminho para que se justificassem os movimentos migratórios. A Europa, notadamente, passou a contar com um crescimento vegetativo da população próximo a zero ou mesmo negativo. Assim, a escassez da mão de obra foi algo inevitável, principalmente para a execução de trabalhos braçais. Esta é a justificativa mais utilizada para que se abrissem as fronteiras aos imigrantes. Estes passam a ser fundamentais para a sustentabilidade econômica dos países.
Mergulhada em um mar esquerdista, as políticas sociais europeias são muito atraentes para os imigrantes. Eles contam com auxílio do governo para que possam viver na Europa e recebem toda sorte de benefícios sociais. Estas regalias, claro, não sai do bolso de nenhum governante, mas de cada cidadão europeu que, tributado pesadamente, passa a financiar a imigração. É a aplicação do Estado de Bem Estar Social.
Muitos grupos foram atraídos pelas oportunidades que se abrem no velho continente, notadamente naqueles países que foram colônias europeias em anos não muito distantes. E estes países são, em sua grande maioria, islâmicos. Abre-se, assim, duas justificativas para que aqueles que professam o islamismo migrem para a Europa: a possibilidade de morar em um país de primeiro mundo e a oportunidade de por em prática a Hégira (Hijrah), que nada mais é do que a Jihad pela imigração. E foi o que aconteceu.
Conforme o número de imigrantes foi aumentando começaram a surgir pressões para que este grupo pudesse ter participação na vida política dos países que os receberam. Tudo, claro, em nome da democracia. O continente europeu, então, oferece a combinação perfeita de duas condições que vão facilitar o crescimento do islão em seu território: democracia e cristianismo. No primeiro, temos a liberdade do livre pensar, falar, opinar e manifestar. No segundo, temos a tolerância religiosa que não vê mal algum que muçulmano pratiquem sua religião.
A combinação desses dois fatores com o islamismo, fez com que os imigrantes passassem a exigir do Estado que os recebeu o direito a professarem  sua fé. E ganham. A seguir, passam a implementar um poder islâmico paralelo, com a Sharia sendo aplicada ao arrepio da legislação nacional. A seguir, eles começam a se reusar a receber ordens e cumprir as leis dos governantes locais, posto que estes não são islâmicos, não aplicam a Sharia e, portanto, não tem legitimidade.
Como consequência, surgem grupos em países como a Alemanha, Suécia, Finlândia, França e Reino Unido que passam a perseguir a população (majoritariamente cristã) e exigir que o islão passe a ser ensinado nas escolas. Estes grupos atacam pessoas e praguejam contra o governo que os acolheu, alimentou e lhes deu segurança. 
Sem disparar um único tiro ou se envolver em qualquer combate militar, o islão vai se expandindo no Ocidente que assiste, impotente e atônito à sua própria destruição. O politicamente correto faz com que a pessoas percam a noção do quão perigoso é o islão e de quão violento ele é. Pouco a pouco, e sem que ninguém perceba, o hemisfério ocidental, começando pela Europa, está se tornando um grande conjunto de países islâmicos. E ninguém parece se importar.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

O Fim - Parte 1

Durante a última metade do século XX, vimos eclodir uma série de mudanças profundas em nossa sociedade. Passamos por uma chamada revolução social e cultural que tinha como objetivo libertar os ditos oprimidos do jugo dos "opressores históricos". Para que essa abolição acontecesse, foi necessário atacar o estamento religioso e familiar do Ocidente. Assim, enfraqueceu-se o Cristianismo e as relações parentais em nome do desenvolvimento econômico e da "liberdade".
Dentre tantas mudanças, o comportamento e papel da mulher na sociedade foi o que mais modificou-se. O movimento feminista passou a influenciar as jovens a serem iguais aos homens. Porém, esta igualdade apenas objetivou a liberdade sexual e a inserção no mercado de trabalho. Ao mesmo tempo, passou a demonizar aspectos tradicionais desempenhados pela mulher, como a dedicação à família e à criação da prole. O feminismo, enfim, escravizou as mulheres tanto quanto ele diz que os homens o fazem.
Fruto dessas modificações, acontece uma mudança de comportamento. As mulheres passam a priorizar suas carreiras em detrimento da construção de uma família. Com efeito, assistimos a uma queda vertiginosa das taxas de natalidade acompanhada da facilitação do desfazimento do núcleo familiar, através de processos de separação cada vez mais fáceis. Ainda, perde-se a noção de futuro. A sociedade passa apenas a pensar no presente, sem importar-se com as consequências que seus atos podem ter. O surgimento de movimentos pró-aborto é mais um elemento que surge com o intuito de garantir o “meu corpo, minhas regras”.
A grande conquista da revolução sexual e do feminismo foi, pois, o não-amadurecimento tanto do homem quanto da mulher. Não é à toa que mulheres na faixa dos 40 anos pensem que são adolescentes e passam a buscar um sem-número de parceiros para satisfazer seus desejos sexuais, estando casadas ou não, tendo filhos ou não. Muitas acabam ficando solteiras porque os homens que delas se aproximam sabe que elas servem apenas para seu alívio sexual e nada mais.
E o homem? Bem. A facilidade de encontros sexuais fortuitos e descompromissados causa um atraso enorme em seu amadurecimento. Se antes o homem tinha consciência de que a gravidez era algo natural de uma relação sexual, hoje ele sabe que não. Consequentemente, seu amadurecimento para assumir as funções de líder de uma família é atrasado. Ele acaba passando a viver como um adolescente até os 30 ou 40 anos. Afinal, sombram mulheres dispostas a uma relação sexual descompromissada. A tesoura corta dos dois lados e acabamos tendo uma geração de adultos que não passam de adolescentes birrentos, cheios de traumas e completamente desnorteados.
Toda esta situação é vista como libertadora, desejável e revolucionária por aqueles que a vivem. Mas não é. O papel que os homens e mulheres do Ocidente estão desempenhando hoje são o de agentes de sua destruição. Afinal, taxas de natalidade abaixo de 2 filhos por casal causa um dano irreversível ao sustento da sociedade. Não há registro de qualquer cultura que tenha sobrevivido com uma taxa tão baixa. Sua destruição é inevitável. E a redução do número de filhos por casal é fruto direto da árvore da contra-cultura do século passado.

Alguns podem pensar que isto é coisa de machista. Mas não é. Enquanto a Europa possui uma taxa de natalidade média de 1,3 filho por casal, os imigrantes muçulmanos que chegam ao continente têm entre 6 e 8 descendentes. Não é preciso ser um grande matemático para entender que, em meio século, a Europa estará sob o domínio islâmico, pois assim será a maioria de seus habitantes. A imigração desenfreada aliada à baixa taxa de natalidade do Ocidente é o caminho para a sua destruição. Como o processo é lento e poucos se dão ao trabalho de o analisar, parece que não está acontecendo. Mas está. 
O tempo está cada vez mais curto. Reverter esta situação está cada vez mais difícil, para não dizer impossível. Continuemos inertes e nossos filhos e netos estarão professando o islã. Queiram eles ou não.