sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Canalhas e Ignorantes.

Desconhecimento, má fé ou militância política. Estes parecem ser os traços necessários para que um sujeito galgue postos na mídia tupiniquim. Em especial, no Rio Grande do Sul. O Estado é uma fábrica de militantes de esquerda que empesteiam sua imprensa. De David Coimbra a Juremir Machado da Silva, opiniões são vomitadas sem o mínimo estudo que determinados temas exigem. Toda a credibilidade repousa em títulos acadêmicos ou em habilidades da expressão escrita o que, necessariamente, não constituem fonte real de conhecimento.
Em entrevista à Rádio Gaúcha, Jair Bolsonaro falou sobre a necessidade de maior rigor e controle dos imigrantes que chegam ao país, citando o exemplo dos "refugiados" do mundo islâmico. Imediatamente, David Coimbra manifestou-se dizendo que "o senhor deve ser descendente de imigrantes italianos e o Brasil recebeu poloneses, japoneses, alemães, italianos recebemos pessoas fugindo da fome, da guerra e das dificuldades na Europa que se adaptaram e ajudaram no desenvolvimento do país". Citou também o fato de que o maior hospital brasileiro é o Sírio-Libanês e que, se o Brasil recebesse os refugiados, estes também se adaptariam. 
Esta opinião é compartilhada por, virtualmente, toda a imprensa gaúcha (e porque não dizer brasileira). Túlio Milman, colega de redação de David Coimbra, também se utilizou do mesmo argumento. Como se quisessem nos fazer crer que esses novos imigrantes possuem as mesmas características dos imigrantes europeus de outrora. Nada mais falso.
O que estamos assistindo não é um processo migratório qualquer, mas uma invasão. Se os diletos jornalistas tivessem o cuidado de olhar a realidade e estudar alguns princípios básicos do islamismo, certamente não teriam este pensamento. Acontece que, como todo bom discípulo da esquerda, a realidade passa pelos seus olhos mas seu cérebro a filtra de maneira que ela possa se encaixar na ideologia pré concebida que eles defendem. Mas qual é a realidade?
A realidade é que os imigrantes que chegam do mundo islâmico são infinitamente diferente dos europeus (e mesmo os orientais) que vieram ao Brasil nos séculos XIX e XX. Estes, apesar de possuírem diferentes nacionalidades, tinham religião, costumes e cultura semelhantes. Eram parte integrante da Civilização Ocidental, calcada em valores judaico-cristãos da qual a população brasileira também é parte. Eles não vieram impor seus valores, crenças e cultura àqueles que os recebiam.
Quanto à imigração islâmica, basta observarmos a realidade: é uma conquista. Um estudo mínimo do islão nos leva à hijrah, que é a jihad através da imigração. Assim, o imigrante islâmico quer impor sua cultura, sua religião e seus costumes sobre os países que os recebem (e estão conseguindo com incrível facilidade). Não reconhecem qualquer direito da mulher (e não vemos nenhuma feminista protestando) a ponto de cometerem estupros coletivos naquelas que eles julgam estarem nuas por usarem uma saia, por exemplo. 
Ao contrário do que os "jornalistas" dizem, não se trata de uma "minoria radical", mas sim da tradição religiosa e cultural do islão. Há massas de imigrantes que, inclusive, não reconhecem as leis dos países que invadiram, pois esta não segue o que prescreve a sharia. Eles não querem se integrar à sociedade, como os "Davids e Túlios" da vida nos querem fazer crer; eles querem invadir, dominar e destruir... E vão conseguir, como eu já escrevi por aqui.
Qualquer um que diga que os imigrantes islâmicos são semelhantes aos imigrantes europeus  que vieram ao Brasil no século XIX ou é um ignorante ou é um canalha.

Um comentário:

  1. Já que foi mencionado o Hospital Sírio-Libanês numa tentativa de "whitewashing" da invasão islâmica, vale uma nota sobre o perfil da imigração dos países árabes em outros momentos: a primeira geração de imigrantes daquela região era composta quase que totalmente por cristãos, fugindo exatamente da opressão islâmica que agora vem sendo importada para o país sob os auspícios da ditadura "politicamente-correta" do PT. Inclusive, no site oficial do HSL menciona-se a existência de uma capela dentro daquele complexo hospitalar, e não uma mesquita...

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