terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O Fim - O Crescente, A Águia, A Foice e o Martelo. (final)

A invasão que a Europa está sofrendo não é nenhuma novidade. O continente atravessou, ao longo da História, uma série de crises e violações de seu território que pareciam ser o seu fim. Mas não foram. De uma maneira ou de outra, os europeus ressurgiram mais fortes e prontos a assumir o protagonismo global. Para que isso fosse possível, foi necessário que a população tivesse, além de uma consciência nacional própria, uma característica que os identificasse como europeus. E o que garantiu este amálgama foi a filosofia judaico-cristã, parte fundamental de sua identidade.
Na atualidade, a coisa é diferente. Afinal, justamente aquilo que identificou e edificou a civilização europeia e, por consequência, todo o Ocidente está esfacelado. A coisa chegou ao ponto que os europeus acreditam serem eles os culpados pelas mazelas do mundo. E isso tem muito da infiltração socialista e suas ideias de igualdade. Percebemos a corrução moral que assola aquela população quando governos, como o da Alemanha, afirmam abertamente que, em 25 anos, aquele país será islâmico e que isto é inevitável. 
Os europeus encaram com naturalidade bovina o fato de que, em breve, não serão mais maioria em sua própria casa em virtude da migração. Pior; perdidos em ideologias românticas e sem qualquer ligação com a realidade acreditam piamente que os povos islâmicos que os invadem serão absorvidos pela cultura europeia e se adaptarão a ela. Acontece que o que está acontecendo é justamente o contrário. É a Europa que está se ajoelhando diante do avanço islâmico ao ponto de governos nacionais orientarem as mulheres a não usarem roupas curtas para "não ofenderem a fé islâmica" e, assim, não serem vítimas de estupro por motivos religiosos. Adivinhe quantos grupos feministas protestaram?
Secularizada, afastada do cristianismo e moralmente arruinada, a Europa entrega-se ao flagelo muçulmano. Não há lideranças capazes de deter este movimento. A União Europeia tem muita culpa nisso. Conforme o tempo foi passando, o bloco europeu deixou de ser uma mera união econômica e social para ser uma entidade supra nacional que domina todo o continente ao arrepio da vontade de cada país e sua população. O sonho de um mundo melhor "à la John Lenon" está acontecendo agora. Porém, será tão efêmero quanto foram as sociedades desprovidas de religião, consciência nacional e cultura.
No atual estado de coisas, quatro cenários parecem possíveis: A Europa se transforma em um grande Califado e, a seguir, este Califado mira suas garras nas Américas; A Europa encontra em Putin o líder conservador (de fachada) que lhe falta, transformando-se, pois, em um verdadeiro império comunista; Os EUA invadem o continente e expulsam o invasor russo e/ou islâmico; ou surge um movimento nacionalista que consiga aglutinar a população europeia a lutar contra o invasor.
A jogada  parece favorecer muito mais aos russos. Afinal, é deles a estratégia da corrupção moral e da destruição dos valores familiares e religiosos de uma nação ou país. A invasão islâmica atuaria, neste caso, para justificar a intervenção russa no continente como o grande "salvador" do Ocidente ( o que é mais que plausível diante do poderio bélico da Rússia). E o  eurasianismo de Dugin se concretizaria.
As peças do tabuleiro estão se mexendo... E a jogada decisiva será dada pelo resultado das eleições americanas. Poderá ser a salvação da Europa. Ou seu fim.

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