terça-feira, 12 de janeiro de 2016

O Fim - Parte 4

Moralmente destroçado e espiritualmente moribundo, o Ocidente é invadido pelo inimigo islâmico. Sim meus amigos, inimigo. Acreditar o contrário não os fará serem bonzinhos e tolerantes. A engenharia social à qual nos submetemos fez com que o elemento masculino da sociedade declinasse. Meninos não podem mais brincar com armas de brinquedo pois "se tornam violentos". É assim que as novas gerações perderam a noção de defesa e a força para lutar contra o mau, típica do homem, o macho da espécie.
Como já vimos, a democracia e o cristianismo deram as condições ideais para que ideologias nocivas que visam destruir a ambos, florescessem. As revoluções sociais de meados do século passado fizeram com que a população do ocidente entrasse em declínio, o que abriu espaço para políticas migratórias. A exaltação do sexo como finalidade de vida deturpou mentes e fez com que nossa população deixasse de se preocupar com o futuro de sua civilização. O objetivo primário dos ocidentais passou a ser a busca pelo prazer sexual seja ele qual for. Pelo sexo, fomos dominados.
Há os que digam ser um exagero dizer que o islamismo almeja destruir o Ocidente. Não passam de tolos. A verdade é que o islão irá parar apenas quando todo o mundo for convertido. Estamos enfrentando uma guerra santa, onde só um lado tem noção dela enquanto o outro dorme anestesiado pela droga do multiculturalismo. E esta é uma guerra caracterizada pelo conflito não-militar. Apenas infiltração migratória para derrubar as defesas do inimigo e fazer com que a investida dos exércitos seja apenas o golpe de misericórdia. Parece muita "viagem"? Ora... Foi exatamente assim que o Império Romano caiu.
A ameaça é real, mas não acreditamos nela. Está em todos os lugares, mas a mídia insiste em escondê-la. Falta-nos colhões e líderes capazes de enfrentá-la. A situação é muito perigosa. Se quando éramos compostos de nações dispostas a partirem para a guerra e de um forte sentimento cristão, demoramos dez séculos para responder à invasão islâmica... Que esperar agora quando o líder da Igreja Católica é um traidor da sua fé e os líderes das nações ocidentais são fracos e submissos?Devemos levar em consideração, também, as vultuosas somas de recursos que os países islâmicos têm investido em solo europeu. Somas extraordinárias de dinheiro estão sendo injetadas por eles. Diante da crise europeia e do iminente colapso das finanças da Zona do Euro (fruto da política do welfare state) a dependência financeira da Europa àqueles países faz com que uma reação mais contundente de seus governantes fique cada vez mais difícil de acontecer.
Neste vácuo de liderança, em meio a este domínio total do politicamente correto, do multiculturalismo, da imoralidade e da ode à (com o perdão da palavra) putaria, a população começa a buscar alguém que a possa representar. É precisamente neste espaço que surge o nome do único líder do Ocidente capaz de frear este processo: Putin. 
O presidente russo tem tomado posições contrárias às políticas relativas ao movimento LGBT à desmoralização sistemática do Ocidente. Ele surge como uma tábua que flutua entre náufragos que, sem ter qualquer outra esperança, agarram-se àquela que parece ser sua única escolha. Para muitos, Putin é o único líder capaz de fazer frente ao perigo do islão e contra-atacar. Na verdade, ele é o único líder europeu, visto que as repúblicas européias estão cada vez mais perdendo sua nacionalidade e as monarquias parecem conformadas com o destino de seus países. 
A queda moral do Ocidente não é obra de movimentos espontâneos ou fruto do acaso. Ela foi cuidadosamente planejada pelo Kremlin. Sua estratégia foi explicada e exposta pelo desertor Yuri Bezmenov. O caminho parecia estar aberto para que a Rússia assumisse a posição de moralizadora de uma sociedade desmoralizada. Entretanto, parece que a KGB ignorou o fator islã.


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