terça-feira, 28 de junho de 2016

União Européia, Destruição da Europa.

No começo, a idéia foi boa: criar uma área de livre comércio e circulação de bens, pessoas e serviços. Inclusive, com uma moeda comum. Assim os países integrantes seriam fortalecidos e estariam aptos a enfrentar os desafios da economia de um mundo globalizado. Ah, a economia... Sempre ela. Justificativa recorrente para divisões ideológicas e união entre os povos. 
A Uniao Européia surgiu como o grande experimento de se fazer um bloco multinacional capaz de quebrar barreiras e fortalecer seus integrantes. E o início foi promissor. A economia cresceu e o bloco se mostrou como o grande contraponto a hegemonia dos EUA. O mundo estava em festa! Mas, como toda festividade, uma hora ela acaba.
Sob o manto da livre economia, o governo europeu começou progressivamente a mostrar seu real intuito: acabar com os Estados Nacionais. Estava tudo indo muito bem, até que movimentos nacionalistas começaram a questionar a autoridade de um parlamento continental sobre os assuntos internos de seus integrantes. Ainda, a massa de imigrantes que invadiram o território europeu começou a colocar em risco a própria existência da Europa. Pouco a pouco, os autóctones começaram a perceber  a cilada na qual estavam se metendo. Crescem, pois, os movimentos nacionalistas que questionam e lutam contra o governo europeu.
Ao contrário do que se possa imaginar, a Europa não possui uma população homogênia. O amálgama que une seus povos é unicamente a tradição judaico-cristã. Historicamente, o que vemos é uma constante disputa entre os povos por sua independência, pelo menos desde o fim do Império Romano. As experiências de se criar uma "Europa Unida" falharam, desde o francês Carlos Magno até agora, passando pelo Sacro Império Romano-Germânico, o Napoleônico, o Áustro-Húngaro, o III Reich, o Soviético e, ao que tudo indica, a União Européia.
As populações dos países-membros começaram a se dar conta de que as decisões oriundas desde Bruxelas têm solapado suas autonomias, algo que sempre lhes foi muito caro. Questões econômicas, sociais e políticas são resolvidas sem que se considerem as diferenças existentes entre cada Estado que, salvo melhor juízo, ainda são independentes. O resultado é uma crise migratória sem precedentes (parte da guerra islâmica contra o Ocidente) e a obrigatoriedade de se aceitar as decisões do Parlamento Europeu mesmo sem a aprovação da população.
Os britânicos perceberam isso, e votaram pela saída do bloco. As lideranças da União Européia, temem um efeito dominó. Sem o Reino Unido, os dois principais países do bloco passam a ser a Alemanha e a França, ambos já bastante dominados por imigrantes que impõe seu modo de vida aos nativos. Estão sendo conquistados por um invasor estrangeiro sem a necessidade de um conflito armado.
Entretanto, a direita vem crescendo, especialmente na França. Parece que os globalistas se esqueceram de colocar em sua contabilidade a chamada "maioria silenciosa" que está ficando farta de ter seu país invadido, suas leis destruídas,  seus lares ameaçados e de pagar a conta daqueles que nada produzem a não ser discórdia e violência.
A questão não é abandonar o livre mercado entre os países, mas abandonar a idéia de ser governado por estrangeiros reunidos em um parlamento continental. Não é a união poĺítica, econômica, monetária, social e militar que garantirá o futuro do continente europeu, mas a autonomia de seus países.
A União Européia parece ter como objetivo final, destruir a própria Europa. E os cidadãos europeus estão começando a entender isso.



Um comentário:

  1. Só a empolgação de alguns setores em torno de um eventual contraponto à dita "hegemonia dos Estados Unidos" já seria suficiente para fomentar alguns questionamentos em torno das reais intenções por trás da União Européia. A questão do privilégio à imigração islâmica também deve ser levada em conta como parte do problema, visto que insere no continente europeu uma massa de manobra facilmente manipulável pela máfia islamo-socialista sustentada pelos petrodólares e cujo modo de vida mais próximo da barbárie consegue ser tão vil quanto a miséria e a degradação moral trazidas pelo socialismo.

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