domingo, 31 de julho de 2016

Falhamos

Fim do regime semiaberto. Esse é o mais novo anseio da sociedade gaúcha. Pudera. A maioria dos crimes que vêm assolando o Rio Grande do Sul são cometidos por apenados contemplados por essa modalidade penal. E não são poucos. Nos últimos cinco ou dez anos, o RS viu suas taxas de criminalidade dispararem. Assassinatos, assaltos, latrocínio, roubos e furtos. A rotina dos gaúchos, notadamente os residentes na grande Porto Alegre, tornou-se uma batalha pela sobrevivência. Não há mais hora, dia ou local seguro. E não chegamos a esse estado de coisas por acaso. 
Diante de tanta violência, jornalistas clamam por alguma ação do Estado. Entretanto, quando este age através da força policial, esses mesmos jornalistas são os primeiros a questionar o "uso indevido da força" ou a "reação proporcional" (julgamento que, aliás, nem mesmo as Forças Armadas escapam quando são desviadas de suas funções para atuarem na segurança pública). É preciso ensinar para os profissionais de imprensa que um criminoso não é parado por um pedido de por favor, um ramalhete de flores ou uma caixa de bombons.
Com o advento da Constituição Federal de 1988, um sem-número de direitos foram dados aos cidadãos brasileiros sem a contrapartida dos deveres. No seu esteio, a legislação criminal foi sendo cada vez mais abrandada com o intuito de mostrar a sociedade que o criminoso não é uma pessoa má, mas uma vítima dela mesma (ao melhor etilo Foucault). 
Assim, construiu-se a ideia de que a cadeia deveria servir primordialmente para buscar a ressocialização do bandido, visando reabilitá-lo para a vida civilizada. Ainda, o bom comportamento, antecedentes, etc. formaram todo um arcabouço de direitos e possibilidades que acabaram por transformar as penas previstas na legislação brasileiras (que já são brandas) em meras formalidade. Afinal, o apenado pode sair da prisão cumprindo apenas 1/5 da pena inicial. "Se" for preso, evidentemente. E o que vemos: altos índices de reincidência e a mentalidade de que o crime, afinal, compensa. A conclusão é óbvia: o sistema penal falhou; quer seja em ressocializar o criminoso ou manter a sociedade em segurança. A função da cadeia não é ressocializar, mas retirar do convívio social aqueles que a ele não se adaptam. (mesmo que por transtorno mental)
A premissa de que o homem é um ser bom e que a sociedade o corrompe é o argumento mais utilizado por aqueles que insistem em defender que a prisão serve como um reformatório. Nada mais falso. Fosse o homem um ser bom, jamais poderia criar uma sociedade que o corrompesse. Parece que isso escapou a Rousseau. Por acreditarmos nisso, estamos construindo uma sociedade cada vez mais violenta com a conivência de autoridades, intelectuais e jornalistas que aplaudem projetos das Marias do Rosário da vida (que protegem o bandido) e procuram desqualificar aqueles que tornam as penas mais duras para os marginais (como os do deputado Jair Bolsonaro). 
Na busca por uma sociedade igualitária, de paz e amor, esquecemos de pensar em algo fundamental: somos todos diferentes e é por meio dessas diferenças que podemos evoluir. Ao dar os mesmos direitos das pessoas que cumprem as leis para aqueles que as infringem, estamos praticamente justificando os atos criminosos que são cometidos. A culpa nunca é do indivíduo, mas da sociedade.
Mas de todas as falácias, a mais gritante é a que trata da questão do desarmamento. A população votou majoritariamente contra o desarmamento, com uma margem expressiva por sinal. Sua vontade não foi atendida. E o que observamos? O aumento geométrico de crimes contra a vida e  patrimônio. O Estado, cuja função única e exclusiva é garantir a segurança não só não o faz como impede que cada cidadão possa garantir a sua. O resultado, mais uma vez, é óbvio: o desarmamento falhou.
O fato é que, quase trinta anos depois da "Constituição Cidadã", o que temos: altos índices de criminalidades, cerceamento progressivo e ininterrupto de nossas liberdades individuais, concessão de privilégios para as minorias e a deterioração completa das noções de disciplina, autoridade e responsabilidade. Não poderíamos, pois, escapar de chegarmos onde chegamos. Para que consigamos sair da situação na qual nos encontramos para voltarmos a estancar a criminalidade e recuperar nossa segurança, é mister que aceitemos esta verdade: falhamos.

domingo, 17 de julho de 2016

Flores e Velas para o Reino dos Francos.

A França, novamente, foi vítima de um atentado islâmico. Porém, para a mídia nacional, foi "um caminhão" que atropelou e matou os civis que comemoravam o 14 de julho, feriado magno da República Francesa. É incrível como nossos jornalistas e formadores de opinião tentam esconder o óbvio: o islã está em guerra contra o Ocidente. Uma guerra, como já disse, que dura quase 15 séculos. 
Portanto, não há dúvida de que outros virão. E mais pessoas irão morrer. E a reação da Europa e do mundo ocidental será a mesma: "foi coisa de um radical, o islamismo é a religião da paz", dirão. Mudarão a foto do perfil com um filtro colorido de acordo com o local da tragédia (ou da orientação sexual dos atingidos), iluminarão prédios públicos e oferecerão tolerância. É o que teremos de um mundo cada vez mais à esquerda.
Encarar a verdade e a realidade, para essas pessoas, é algo muito doloroso. Para elas, é difícil aceitar que o islamismo, desde o seu surgimento, objetiva unicamente a aniquilação dos infiéis e a imposição de sua civilização aos povos dominados. É difícil aceitar que, muitas vezes, o conflito armado é a única solução a um empasse. E, principalmente, é por demais difícil aceitar o erro de avaliação sobre as consequências da imigração islâmica descontrolada, a verdadeira face do islã e que o Ocidente está impotente diante da guerra que enfrenta.
De fato, nunca antes a Europa (e todo o ocidente) estiveram tão vulneráveis. Esta vulnerabilidade repousa sobre duas situações: o enfraquecimento do cristianismo e a feminização de sua sociedade. A primeira, afasta-nos de nossas raízes históricas e nos faz alvos fáceis para o surgimento de uma série de movimentos que objetivam nos destruir (feminismo, gayzismo, ambientalismo...). A segunda faz com que os homens, aqueles que deveriam lutar para defender os seus, se tornem seres dóceis, amáveis e gentis; ao ponto de colocarem vestidos e calcinhas em protesto contra os estupros que os imigrantes têm feito contra mulheres alemãs.
A retirada da masculinidade dos homens é algo extremamente perigoso para a nossa existência. Afinal, são eles que não hesitam em sacrificar suas vidas para salvar sua família, sua cidade, seu país. E isso mudou. Em um vídeo gravado logo após o atentado a Nice, um pai tenta consolar seu filho: "Compreende quem fez isso?", pergunta o repórter à criança. "Foram homens maus que fizeram isso e agora teremos que mudar de casa. Eles estão em nosso país e têm armas", disse a criança. O pai respondeu-lhe que "Não, não precisamos mudar de casa. A França é a nossa casa. Eles têm armas, mas nós temos flores e velas". O menino, então respondeu: "mas flores não fazem nada". "Claro que fazem, veja o pessoal colocando flores. É para combater os atiradores", retrucou o pai. "Flores e velas", responde o filho. "As flores são para nos proteger?" continua. "Sim", diz o pai. "As flores e as velas são para homenagear os mortos", prossegue. "São para nos proteger, as flores e as velas", completa o menino. "Sente-se melhor", pergunta o repórter. "Sim, parece melhor".
Vejam como o pai tenta proteger seu filho da dura realidade. "Temos flores", disse. Mas "elas não fazem nada" respondeu  o menino". O pai, neste caso, entra no rol dos homens femininos. Não percebe que somente armas podem combater armas; que flores são inúteis. Ou ele está em um estado de histeria, pois vive em uma realidade paralela que lhe foi imposta, ou então ele tem consciência de que nada será feito para reagir a mais essa ameaça. Ao proteger seu filho, acaba de criar uma impressão àquela criança de que armas são combatidas com flores. Os homens europeus estão assim: femininos, delicados e conformados. São anos de feminismo e de idiotices esquerdistas em suas cabeças...
O mais interessante é que o atentado ocorre em um 14 de julho, dia que marca o início da Revolução Francesa e a queda da hegemonia da França no cenário mundial. Marca, literalmente, o início da lenta agonia do glorioso Reino dos Francos que conquistou a Inglaterra com Guilherme I, derrotou o invasor mouro, dominou a Idade Média e foi a grande nação daqueles dias. Após a Revolução, a França vira um mero rascunho do que fora. Seus filósofos e ideólogos levaram-na a este ponto: impotente, incapaz e sem vontade de contra-atacar os invasores.
Responde à agressão externa com flores, pombas e protestos. Abre suas fronteiras ao invasor islâmico disfarçado de imigrante. Reduz sua jornada de trabalho para menos de seis horas por dia e retira da mulher o papel principal que ela deve desempenhar para a civilização (garantidora das futuras gerações) para a busca pela "igualdade". A França, a nação cristã que fez a Europa morre a cada dia que passa. E, conforme o tempo avança, fica mais difícil evitar seu funeral.
As velas e as flores não são para proteger seus cidadãos, como o pai do pequeno quer fazê-lo crer. São apenas as últimas homenagens às vítimas do islamismo, da decadência do cristianismo e da fraqueza ocidental. Podemos dizer que é tudo o que resta à França e à Europa: uma formalidade pelo seu velório; justamente na data em que é comemorado o início da queda do Reino dos Francos.




sexta-feira, 8 de julho de 2016

A Mais Longa das Guerras

A guerra é a maneira pela qual um povo, nação ou Estado busca conquistar ou destruir seus inimigos. Em um sentido estrito, costumamos associá-la ao embate entre forças bélicas que disputam, pelas armas, o domínio do território.
Sob este ponto de observação, a história tem nos reservados diversas guerras, umas mais longas, outras nem tanto. O fato é que desde o momento em que a humanidade passou a constituir sociedades organizadas, ela esteve sempre presente. 
As motivações para a eclosão dos diversos conflitos através dos tempos são variadas. Disputas territorias, econômicas, políticas e sociais são as mais comuns. Do alvorecer da civilização na mesopotâmia até nossos dias, a guerra faz parte da história humana.
Mas a guerra não se consiste tão somente do embate entre exércitos. Esta é apenas uma de suas faces. No sentido lato, uma guerra é desencadeada de inúmeras maneiras. Pressões econômicas, diplomáticas e sociais, por exemplo, fazem parte do conflito. Como ensina Sun Tzu, "a maneira mais contraproducente de se derrotar a um inimigo é através do combate no campo de batalha".
De fato, há maneiras menos dispendiosas e sutis de se dominar um país inimigo. Alterar sua formação moral e social é uma delas. Lênin e Gramsci sabiam disso e criaram uma estratégia de dominação cultural e moral capaz de tomar uma nação de assalto sem que esta se dê conta de que está sendo dominada. A utilização das tensões existentes dentro de qualquer sociedade, canalizadas para o objetivo comum de arruiná-la desde seus fundamentos, associada com a dominação do espaço cultural, político, religioso e legal, constitui-se na tática mais eficiente desta estratégia; muito embora, seja um empreendimento de longo prazo. O resultado, porém, é devastador: um país inteiramente dominado e indefeso. Sem o disparo de uma única pistola.
A corrosão social e moral, porém, não precisa ser necessariamente obtida por meio da infiltração velada. Ela pode ser desencadeada por intermédio de outro processo: a imigração em massa. Esta estratégia é a que está sendo utilizada pelo islamismo para acabar com o Ocidente. Seu sucesso está sendo obtido pela ocorrência de dois fatores: a corrupção e deteriorização da sociedade (com a perda cada vez maior das autonomias nacionais) e a liberdade que o cristianismo proporciona, inclusive, de ser achincalhado e atacado sem uma retaliação contundente.
Deste modo, as levas de imigrantes que chegam todos os dias à Europa não são parte de uma crise migratória, mas de uma estratégia na qual o Ocidente stá docilmente caindo. O islã, como um todo, está em guerra contra o mundo judaico-cristão. E esta não é uma guerra recente.
Desde o século VII, o islamismo tem como objetivo acabar com toda e qualquer sociedade que não professe sua fé. Foi com esta motivação que passou ao fio da espada os povos que conquistou e destruiu os remanescentes de suas culturas e religiões. Seu ímpeto foi detido pelos franceses em Poitiers.
A partir daí, o mundo cristão passou a defender-se da invasão moura, especialmente na Península Ibérica. A reação aos invasores, que já tinham tomado os locais sagrados no Oriente Médio, dá-se pelas Cruzadas. Uma reação, deveras, tardia. Com quinhentos anos de atraso. E falharam. Por fim, o Império Turco Otomano se estabelece no norte da África, Oriente Médio e Europa Oriental, constantemente ameaçando o restante do continente. Com o seu colapso surgem diversos países independentes politicamente, mas unidos pela religião.
A criação do Estado Judeu no pós-guerra aumenta as tensões islâmicas contra o Ocidente. Afinal, no centro da ocupação muçulmana estava Israel, que passa a ser seu alvo preferencial. Surgem os conflitios árabe-israelenses que se estendem até os dias atuais. Em países como o Irã, a revolução islâmica toma o poder, acaba com as liberdaeds e impõe as leis corânicas.
Entretanto, mesmo com uma população maior, os muçulmanos falham em destruir Israel. O exército judeu possui tecnologia e preparo superior e acaba derrotando-os. Os muçulmanos, pois, resolvem modificar suas ações táticas pelo emprego de grupos terroristas. Também percebem que, antes de impor sua religião aos ocidentais, seria necessária uma ação de propaganda. E assim fizeram.
A conversão de artistas e esportistas ao islamismo serve a este propósito. A atuação econômica, financiada por vastas reservas de petróleo, idem. Passam a atuar dentro da cultura e do entretenimento (especialmente na Europa) através do patrocínio e compra de clubes de futebol e outros eventos esportivos. A mensagem que passam é clara : "não somos assim tão malvados; somos a religião da paz".
Com a propaganda, desarmam os ânimos dos cristãos que, esquecendo tudo o que já sofreram, passam à complascência. Ao mesmo tempo, levas de imigrantes passam a ser aceito no território europeu. Esta corrente migratória foi beneficiada por dois fatores primordiais: o advento do feminismo (que coloca o papel da mulher como trabalhadora e não mais como garantidora da continuidade da sociedade) e a União Européia que, através de um governo central e não-eleito, abre suas fronteiras.
No início, a idéia parecia boa: imigrantes em busca de empregos que os europeus não queriam. Aos poucos, porém, eles começam a lutar pelo direito de exercerem sua religião. Com o aumento cada vez mais intenso de seu número, passam a impor suas próprias leis em bairros e distritos de cidaes como Londres e Paris. Claramente, trata-se de uma invasão.
Ultimamente, eclodiram conflitos bélicos entre facções religiosas em países como a Síria. Populações inteiras são obrigadas a deixar suas casas e passam a eleger a Europa como seu novo destino. Sentindo-se responsável e com obrigação moral de auxiliar, os europeus passam a aceitar uma leva gigantesca de muçulmanos em seu território. Os resultados já começam a aparecer: estupros e violência contra os nativos e ocupação de suas propriedades e governos. A Europa, então, começa a se tornar parte do grande Califado.
Com o cristianismo constantemente atacado e deteriorado, um Papa que parece trabalhar para a própria destruição da Igreja e uma sociedade composta de homens excessivamente feminilizados, o continente europeu parece ajoelhar-se diante do inevitável. O camelo virá beber no Reno, disse Nostradamus... Ao que parece, o famoso profeta parece ter acertado.
O fortalecimento dos movimentos nacionalistas e partidos conservadores de direita dão uma fagulha de esperança àqueles que lutam pela manutenção do legado judaico-cristão do Mundo Ocidental. Mas será que compreendem que estão sendo atacados por um inimigo? Ou confiaram em seus políticos e governos de esquerda que desejam, acima de tudo, a imposição de um governo global?
As peças do jogo estão se movimentando. Estamos próximo de um xeque-mate islâmico. A única maneira de virarmos o jogo é nos conscientizarmos de que estamos em guerra. Na verdade, a mais longa das guerras. Ou passamos a combater e resistir ou preparemos nossos filhos e netos para adorarem a Alá.









segunda-feira, 4 de julho de 2016

Realidade Irreal


O mundo que passamos a enxergar não é lá muito real. Décadas de corrupção moral e da imposição do “politicamente correto” nos fazem, a cada dia que passa, ver o mundo através de uma lente que filtra a crueza da verdade, inverte papéis e nos torna incapazes de acreditar no que nossos sentidos nos dizem. A favela, virou comunidade; o bandido, vítima da sociedade; e a vítima, pasmem, culpada da violência que ela mesmo sofre pois “faz parte da elite opressora”. Ver o que não existe e ignorar a realidade é a marca desses tempos modernos. Nossa capacidade cognitiva de processar o que está diante dos nossos olhos está perigosamente comprometida. Não mais acreditamos em nosso próprio testemunho e passamos a entender o mundo através de terceiros. E isso ocorre em todos os campos de nossas vidas. Deixamos, pois, de pensar com nossa própria cabeça para acompanhar a sapiência coletiva emanada de especialistas e doutores da verdade. Exemplos não faltam.
Nas artes, passamos a admirar o bizarro e o idiota. Chamamos de “obras primas” rabiscos sem qualquer significado e esculturas que nada nos dizem. Sabemos que um monte de tinta jogada ao léu em uma tela é… Um monte de tinta! Ou de que uma rampa de ferro às margens do lago Guaíba, em Porto Alegre, é uma rampa de ferro! Porém, os especialistas insistem em nos dizer que estamos diante de algo genial, abstrato, que poucos conseguem "entender a profundidade". Mais ou menos como naquela história da roupa nova do rei. 
O sistema educacional também sofre do mesmo mal. Deixamos de aprender línguas, matemática, ciências naturais e humanas para discutirmos ideologias sem qualquer nexo e de aplicação inexistente. A educação moderna passou a ser mera discussão sobre os “grandes problemas da humanidade”, como o funk, posições sexuais, legalização das drogas e do aborto ou “dívidas históricas” de opressores com oprimidos.
Absolutamente nada se produz de concreto ou real que possa ser aplicado para nosso desenvolvimento. Assim, pipocam mestres e doutores que mal conseguem redigir um parágrafo sem assassinar a língua materna, com teses do tipo “A influência dos bantos no carnaval carioca - um estudo”. São nada mais que sanguessugas estatais que estarão em universidades disseminando seu conhecimento exótico e contribuindo para formar um contingente cada vez maior de inúteis diplomados.
Claro que conseguimos observar isso tudo. Claro que sabemos que está errado. É claro que temos plena consciência de que nossos filhos estão sendo criminosamente vítimas de uma engenharia social. Mas somos convencidos pelos “iluminados” de que o que estamos enxergando não é o que vemos. Nos enchem de livros, “artigos científicos” e “estudos” que provam que estamos errado. E acreditamos. Afinal, nossos olhos não podem competir contra a clarividência dos artistas e dos diplomados.
O exemplo mais contundente do quão profundamente estão distorcendo a realidade é a nefasta ideologia de gênero. Nela, não há distinção entre os sexos. A pessoa pode ser o que ela quiser e nós somos obrigados a aceitar isso como normal. Somos forçados a modificar todo um processo sensorial e cognitivo para modificar a realidade que vemos. Percebem a gravidade da coisa? Ao ensinarem às nossas crianças e jovens que um marmanjo barbado é uma mulher e que uma loira peituda é um homem só “porque eles querem” os agentes sociais estão, pura e simplesmente, destruindo cérebros.
Modificar a percepção de algo tão claro e básico, como a diferença entre um homem e uma mulher, é dos mais poderosos instrumentos para o controle da mente. Passamos, então, a desacreditar em tudo aquilo que nossos sentidos nos passam para ter uma fé cega no que nos é dito. Deixamos de sermos seres racionais e críticos para nos transformarmos em meros robôs repetidores de uma realidade falsa e inventada.
É por isso que alguém que mata, estupra ou rouba, deixa de ser bandido para ser uma vítima da sociedade. É por isso que um policial que atira contra um marginal passa a ser tratado como sendo um. É por isso que alguém que defende penas mais severas e duras contra estupradores é visto como um troglodita, enquanto aquela que os defende, como heroína. É por isso que grandes artistas de nosso tempo vivem em completo esquecimento pela mídia enquanto cantores de “sertanejo universitário” e funk enchem a programação da televisão. É por isso que obras literárias sem qualquer valor são elevadas à categoria da genialidade enquanto aquelas que realmente são, passam em branco.
Precisamos, com urgência, voltar a acreditar em nossos olhos, mãos, ouvidos, bocas e narizes. São eles que nos passam a realidade conforme ela é, não um artista, colunista ou professor da faculdade. Pode ser chocante num primeiro momento. Mas é libertador.