sexta-feira, 8 de julho de 2016

A Mais Longa das Guerras

A guerra é a maneira pela qual um povo, nação ou Estado busca conquistar ou destruir seus inimigos. Em um sentido estrito, costumamos associá-la ao embate entre forças bélicas que disputam, pelas armas, o domínio do território.
Sob este ponto de observação, a história tem nos reservados diversas guerras, umas mais longas, outras nem tanto. O fato é que desde o momento em que a humanidade passou a constituir sociedades organizadas, ela esteve sempre presente. 
As motivações para a eclosão dos diversos conflitos através dos tempos são variadas. Disputas territorias, econômicas, políticas e sociais são as mais comuns. Do alvorecer da civilização na mesopotâmia até nossos dias, a guerra faz parte da história humana.
Mas a guerra não se consiste tão somente do embate entre exércitos. Esta é apenas uma de suas faces. No sentido lato, uma guerra é desencadeada de inúmeras maneiras. Pressões econômicas, diplomáticas e sociais, por exemplo, fazem parte do conflito. Como ensina Sun Tzu, "a maneira mais contraproducente de se derrotar a um inimigo é através do combate no campo de batalha".
De fato, há maneiras menos dispendiosas e sutis de se dominar um país inimigo. Alterar sua formação moral e social é uma delas. Lênin e Gramsci sabiam disso e criaram uma estratégia de dominação cultural e moral capaz de tomar uma nação de assalto sem que esta se dê conta de que está sendo dominada. A utilização das tensões existentes dentro de qualquer sociedade, canalizadas para o objetivo comum de arruiná-la desde seus fundamentos, associada com a dominação do espaço cultural, político, religioso e legal, constitui-se na tática mais eficiente desta estratégia; muito embora, seja um empreendimento de longo prazo. O resultado, porém, é devastador: um país inteiramente dominado e indefeso. Sem o disparo de uma única pistola.
A corrosão social e moral, porém, não precisa ser necessariamente obtida por meio da infiltração velada. Ela pode ser desencadeada por intermédio de outro processo: a imigração em massa. Esta estratégia é a que está sendo utilizada pelo islamismo para acabar com o Ocidente. Seu sucesso está sendo obtido pela ocorrência de dois fatores: a corrupção e deteriorização da sociedade (com a perda cada vez maior das autonomias nacionais) e a liberdade que o cristianismo proporciona, inclusive, de ser achincalhado e atacado sem uma retaliação contundente.
Deste modo, as levas de imigrantes que chegam todos os dias à Europa não são parte de uma crise migratória, mas de uma estratégia na qual o Ocidente stá docilmente caindo. O islã, como um todo, está em guerra contra o mundo judaico-cristão. E esta não é uma guerra recente.
Desde o século VII, o islamismo tem como objetivo acabar com toda e qualquer sociedade que não professe sua fé. Foi com esta motivação que passou ao fio da espada os povos que conquistou e destruiu os remanescentes de suas culturas e religiões. Seu ímpeto foi detido pelos franceses em Poitiers.
A partir daí, o mundo cristão passou a defender-se da invasão moura, especialmente na Península Ibérica. A reação aos invasores, que já tinham tomado os locais sagrados no Oriente Médio, dá-se pelas Cruzadas. Uma reação, deveras, tardia. Com quinhentos anos de atraso. E falharam. Por fim, o Império Turco Otomano se estabelece no norte da África, Oriente Médio e Europa Oriental, constantemente ameaçando o restante do continente. Com o seu colapso surgem diversos países independentes politicamente, mas unidos pela religião.
A criação do Estado Judeu no pós-guerra aumenta as tensões islâmicas contra o Ocidente. Afinal, no centro da ocupação muçulmana estava Israel, que passa a ser seu alvo preferencial. Surgem os conflitios árabe-israelenses que se estendem até os dias atuais. Em países como o Irã, a revolução islâmica toma o poder, acaba com as liberdaeds e impõe as leis corânicas.
Entretanto, mesmo com uma população maior, os muçulmanos falham em destruir Israel. O exército judeu possui tecnologia e preparo superior e acaba derrotando-os. Os muçulmanos, pois, resolvem modificar suas ações táticas pelo emprego de grupos terroristas. Também percebem que, antes de impor sua religião aos ocidentais, seria necessária uma ação de propaganda. E assim fizeram.
A conversão de artistas e esportistas ao islamismo serve a este propósito. A atuação econômica, financiada por vastas reservas de petróleo, idem. Passam a atuar dentro da cultura e do entretenimento (especialmente na Europa) através do patrocínio e compra de clubes de futebol e outros eventos esportivos. A mensagem que passam é clara : "não somos assim tão malvados; somos a religião da paz".
Com a propaganda, desarmam os ânimos dos cristãos que, esquecendo tudo o que já sofreram, passam à complascência. Ao mesmo tempo, levas de imigrantes passam a ser aceito no território europeu. Esta corrente migratória foi beneficiada por dois fatores primordiais: o advento do feminismo (que coloca o papel da mulher como trabalhadora e não mais como garantidora da continuidade da sociedade) e a União Européia que, através de um governo central e não-eleito, abre suas fronteiras.
No início, a idéia parecia boa: imigrantes em busca de empregos que os europeus não queriam. Aos poucos, porém, eles começam a lutar pelo direito de exercerem sua religião. Com o aumento cada vez mais intenso de seu número, passam a impor suas próprias leis em bairros e distritos de cidaes como Londres e Paris. Claramente, trata-se de uma invasão.
Ultimamente, eclodiram conflitos bélicos entre facções religiosas em países como a Síria. Populações inteiras são obrigadas a deixar suas casas e passam a eleger a Europa como seu novo destino. Sentindo-se responsável e com obrigação moral de auxiliar, os europeus passam a aceitar uma leva gigantesca de muçulmanos em seu território. Os resultados já começam a aparecer: estupros e violência contra os nativos e ocupação de suas propriedades e governos. A Europa, então, começa a se tornar parte do grande Califado.
Com o cristianismo constantemente atacado e deteriorado, um Papa que parece trabalhar para a própria destruição da Igreja e uma sociedade composta de homens excessivamente feminilizados, o continente europeu parece ajoelhar-se diante do inevitável. O camelo virá beber no Reno, disse Nostradamus... Ao que parece, o famoso profeta parece ter acertado.
O fortalecimento dos movimentos nacionalistas e partidos conservadores de direita dão uma fagulha de esperança àqueles que lutam pela manutenção do legado judaico-cristão do Mundo Ocidental. Mas será que compreendem que estão sendo atacados por um inimigo? Ou confiaram em seus políticos e governos de esquerda que desejam, acima de tudo, a imposição de um governo global?
As peças do jogo estão se movimentando. Estamos próximo de um xeque-mate islâmico. A única maneira de virarmos o jogo é nos conscientizarmos de que estamos em guerra. Na verdade, a mais longa das guerras. Ou passamos a combater e resistir ou preparemos nossos filhos e netos para adorarem a Alá.









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