domingo, 17 de julho de 2016

Flores e Velas para o Reino dos Francos.

A França, novamente, foi vítima de um atentado islâmico. Porém, para a mídia nacional, foi "um caminhão" que atropelou e matou os civis que comemoravam o 14 de julho, feriado magno da República Francesa. É incrível como nossos jornalistas e formadores de opinião tentam esconder o óbvio: o islã está em guerra contra o Ocidente. Uma guerra, como já disse, que dura quase 15 séculos. 
Portanto, não há dúvida de que outros virão. E mais pessoas irão morrer. E a reação da Europa e do mundo ocidental será a mesma: "foi coisa de um radical, o islamismo é a religião da paz", dirão. Mudarão a foto do perfil com um filtro colorido de acordo com o local da tragédia (ou da orientação sexual dos atingidos), iluminarão prédios públicos e oferecerão tolerância. É o que teremos de um mundo cada vez mais à esquerda.
Encarar a verdade e a realidade, para essas pessoas, é algo muito doloroso. Para elas, é difícil aceitar que o islamismo, desde o seu surgimento, objetiva unicamente a aniquilação dos infiéis e a imposição de sua civilização aos povos dominados. É difícil aceitar que, muitas vezes, o conflito armado é a única solução a um empasse. E, principalmente, é por demais difícil aceitar o erro de avaliação sobre as consequências da imigração islâmica descontrolada, a verdadeira face do islã e que o Ocidente está impotente diante da guerra que enfrenta.
De fato, nunca antes a Europa (e todo o ocidente) estiveram tão vulneráveis. Esta vulnerabilidade repousa sobre duas situações: o enfraquecimento do cristianismo e a feminização de sua sociedade. A primeira, afasta-nos de nossas raízes históricas e nos faz alvos fáceis para o surgimento de uma série de movimentos que objetivam nos destruir (feminismo, gayzismo, ambientalismo...). A segunda faz com que os homens, aqueles que deveriam lutar para defender os seus, se tornem seres dóceis, amáveis e gentis; ao ponto de colocarem vestidos e calcinhas em protesto contra os estupros que os imigrantes têm feito contra mulheres alemãs.
A retirada da masculinidade dos homens é algo extremamente perigoso para a nossa existência. Afinal, são eles que não hesitam em sacrificar suas vidas para salvar sua família, sua cidade, seu país. E isso mudou. Em um vídeo gravado logo após o atentado a Nice, um pai tenta consolar seu filho: "Compreende quem fez isso?", pergunta o repórter à criança. "Foram homens maus que fizeram isso e agora teremos que mudar de casa. Eles estão em nosso país e têm armas", disse a criança. O pai respondeu-lhe que "Não, não precisamos mudar de casa. A França é a nossa casa. Eles têm armas, mas nós temos flores e velas". O menino, então respondeu: "mas flores não fazem nada". "Claro que fazem, veja o pessoal colocando flores. É para combater os atiradores", retrucou o pai. "Flores e velas", responde o filho. "As flores são para nos proteger?" continua. "Sim", diz o pai. "As flores e as velas são para homenagear os mortos", prossegue. "São para nos proteger, as flores e as velas", completa o menino. "Sente-se melhor", pergunta o repórter. "Sim, parece melhor".
Vejam como o pai tenta proteger seu filho da dura realidade. "Temos flores", disse. Mas "elas não fazem nada" respondeu  o menino". O pai, neste caso, entra no rol dos homens femininos. Não percebe que somente armas podem combater armas; que flores são inúteis. Ou ele está em um estado de histeria, pois vive em uma realidade paralela que lhe foi imposta, ou então ele tem consciência de que nada será feito para reagir a mais essa ameaça. Ao proteger seu filho, acaba de criar uma impressão àquela criança de que armas são combatidas com flores. Os homens europeus estão assim: femininos, delicados e conformados. São anos de feminismo e de idiotices esquerdistas em suas cabeças...
O mais interessante é que o atentado ocorre em um 14 de julho, dia que marca o início da Revolução Francesa e a queda da hegemonia da França no cenário mundial. Marca, literalmente, o início da lenta agonia do glorioso Reino dos Francos que conquistou a Inglaterra com Guilherme I, derrotou o invasor mouro, dominou a Idade Média e foi a grande nação daqueles dias. Após a Revolução, a França vira um mero rascunho do que fora. Seus filósofos e ideólogos levaram-na a este ponto: impotente, incapaz e sem vontade de contra-atacar os invasores.
Responde à agressão externa com flores, pombas e protestos. Abre suas fronteiras ao invasor islâmico disfarçado de imigrante. Reduz sua jornada de trabalho para menos de seis horas por dia e retira da mulher o papel principal que ela deve desempenhar para a civilização (garantidora das futuras gerações) para a busca pela "igualdade". A França, a nação cristã que fez a Europa morre a cada dia que passa. E, conforme o tempo avança, fica mais difícil evitar seu funeral.
As velas e as flores não são para proteger seus cidadãos, como o pai do pequeno quer fazê-lo crer. São apenas as últimas homenagens às vítimas do islamismo, da decadência do cristianismo e da fraqueza ocidental. Podemos dizer que é tudo o que resta à França e à Europa: uma formalidade pelo seu velório; justamente na data em que é comemorado o início da queda do Reino dos Francos.




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