terça-feira, 24 de janeiro de 2017

À Droite!

O ano de 2016 foi marcado por dois fatos importantes: a eleição de Donald Trump como presidente dos EUA e o desejo do povo inglês de abandonar a União Européia. Estes acontecimentos, contratriando a previsão da mídia e dos "especialistas" caíram como duas bombas atômicas na agenda globalista mundial. 
Esses dois resultados são os primeiros efeitos de uma mudança que tem sido observada pela imprensa e seus analistas e que os deixam com os nervos à flor da pele, bem como o meio artístico: o mundo começa a experimentar uma guinada à direita.
Anos de políticas "progressistas" e esquerdistas, somadas com a imposição do assim chamado multiculturalismo são os responsáveis por isso. A população do Ocidente começou a se dar conta de que sua independência e identidade nacional estão sendo sequestradas pelos burocratas de Nova Iorque e Bruxelas. ONU e União Européia têm insistentemente impondo suas vontades acima do desejo dos Estados Nacionais. Políticas migratórias, econômicas e sociais estão sendo tomadas ao arrepio da vontade popular. E os Estados-membros destas entidades são obrigados a aceitá-las, por conta dos tratados assinados.
Acontece que, ao contrário do que o noticiário nos faz crer, não são estes os desejos dos cidadãos. Apesar de serem mostradas, quase que diariamente, manifestações "populares" que apóiam tais medidas estas não são o anseio da maioria da população, mas de uma minoria barulhenta. A maioria nunca quis isso, mas ela é silenciosa. Enquanto os pequenos grupos estão empenhados em promover arruaças e protestos (financiados por Soros, Rockfeler e a Fundação Ford) a maioria está preocupada em trabalhar, criar seus filhos e promover o desenvolvimento de seu país.
Não obstante, esta maioria está chegando a seu ponto crítico e não está mais disposta a sustentar Estados intervencionistas e entidades internacionais composta por pessoas que não foram eleitas e que ditam o seu futuro. Esta voz começou a ser ouvida pela esquerda que trata, imediatamente, de atacá-la como xenofóbica, fascista, homofóbica e reacionária. Com o apoio total da grande mídia mundial, a real vontade popular é substituída pelo grito de meia-dúzia que acaba ditando o futuro de países inteiros. E a direita e os conservadores parece que cansaram de aguentar calados ao desmonte da civilização criada pelos seus antepassados. Assim, optaram por sair de um bloco globalista e elegerem um presidente disposto a retomar a independência de seu país.
A guinada à direita é de caráter mundial. Cada vez mais, partidos e políticos comprometidos em retomar a independência de seus países e suas identidades nacionais vêm ganhando força. Marie Le Pen, na França, é o exemplo mais significativo. Aqui no Brasil, temos Bolsonaro. 
Outro aliado da direita chama-se, internet. É através dela que o cidadão comum começou a ter o contraponto ao establishment da mídia e dos artistas. Foi ela que começou a colocar em evidência pessoas, estudiosos independentes, filósofos e cientistas dispostos a romper a hegemonia do politicamente correto e da agenda da esquerda mundial. Não é por acaso que o desejo de governos e dos próprios meios de informação seja o de censurar e controlar a internet. Estas pessoas foram as responsáveis por despertar a população do torpor e da censura a que estavam submetidas, mesmo sem perceber. Começaram a se dar conta que a idéia de globalização havia sido substituída pela do globalismo.
Durante muito tempo, a direita estava sem voz e sem representatividade. Isto está mudando.  Cada vez mais surgem pessoas disposta a dar voz à maioria silenciosa, quer seja na política, na mídia ou na universidade. Finalmente a esquerda começa a enfrentar um contraponto efetivo e sério. A isto, chamamos democracia. E nada deixa um esquerdista mais apavorado do que ela.